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flocos de neve de uma aventura congelante

Comentei no post passado que fui assistir FROZEN com a mamãe nos cinemas assim que cheguei da viagem, e que eu tinha ficado apaixonada pela história – e pelas músicas, pelos personagens, etc.

Aí eu estava hoje fazendo a minha habitual ronda pela internê quando encontrei essas imagens de flocos de neve recortados à mão com inspiração na história congelante:

Anna, Elsa & Olaf ❤

esse é pra brincar de “encontre o Olaf” (x

o meu favorito, com o perfil da Elsa ❤

E, ainda no assunto #frozenfandom, esses desenhos de Arendelle congelaram aqueceram o meu coração!

Quem acha que eu tô muito apaixonada por essa história levanta a mão o/

PS: quem assistir FROZEN nos cinemas pode ver o curta Get a Horse! com Mickey e Minnie antes do começo do filme! É fofo demais, começa em P&B e depois…

(;

cineminha de terça feira: Os Suspeitos

Cheguei em Niterói de Brasília hoje e já fui direto pro cinema (e fazer gordice, é claro) com os meus amigos. O filmes escolhido foi o suspense Os Suspeitos e, de tão tenso, acabei de chegar em casa e sei que não vou conseguir dormir tão cedo (#soudessas). Não me levem a mal: eu adoro suspenses. Mas eu procuro sempre assisti-los cedo, que é pra não atrapalhar o meu soninho sagrado. Como hoje essa regrinha foi quebrada, a solução é vir logo escrever sobre esse filme tenso e muito massa.

A história é a seguinte: Keller Dover (interpretado por Hugh Jackman) leva uma vida feliz ao lado da esposa e dos filhos. Um dia, a família visita a casa de Franklin (Terrence Howard) e Nancy Birch (Viola Davis), seus grandes amigos. Sem que eles percebam, a pequena Anna (a filha pequena de Keller, interpretada por Erin Gerasimovich) e Joy (Kyla Drew Simmons), a filha dos Birch, desaparecem. Desesperadas, as famílias apelam à polícia e logo o caso cai nas mãos do detetive Loki (Jake Gyllenhaal). Não demora muito para que ele prenda Alex (o ótimo Paul Dano), que fica apenas 48 horas preso devido à ausência de provas contra ele. Na verdade, Alex tem o QI de uma criança de 10 anos e, por isso, a polícia não acredita que ele esteja envolvido com o desaparecimento. Entretanto, Keller está convicto de que ele tem culpa no cartório e resolve sequestrá-lo para arrancar a verdade dele, custe o que custar.

Em 2h33min de projeção, o filme é marcado pelo conflito entre a justiça dos homens e a justiça de Deus. O personagem de Hugh Jackman, excelente em seu papel, é um homem extremamente religioso, e um pai dedicado, mas que começa a tomar atitudes condenáveis e muito violentas com o intuito de salvar e encontrar a sua filha. O dilema é complicado, e revela uma grande sabedoria na condução da história do filme: nós nos identificamos e torcemos por um personagem que tortura e se torna cada vez mais bárbaro, porque é um pai corajoso que quer salvar sua filha. Quando bota criança no meio, sempre fica mais complicado, e todas as nuances fazem diferença.

Jake Gyllenhaal também dá um show de interpretação no papel do detetive Loki, com um ~tique nervoso~ que o faz piscar os olhos muito rápido, com tatuagens em formas de símbolos espalhadas pelo corpo, e outros elementos de personalidade que revelam o seu caráter obsessivo e de profissional dedicado.

Não me lembro de ter visto um filme nesse gênero com essa extensão (as 2h33min passam voando), pelo menos recentemente, que conseguisse prender a atenção do espectador o tempo inteiro, sem perder o ritmo e conseguindo mostrar tantas reviravoltas que influenciam no entendimento da história. A atenção, aliás, é fundamental para que nenhum aspecto da história escape ao espectador, enquanto montamos o quebra-cabeça que deverá solucionar o mistério do sequestro das meninas.

Embora alguns elementos não fiquem muito bem resolvidos (como a simbologia do labirinto, presente no poster de divulgação e em tantos outros momentos da história), o filme revela uma trama sombria, com homens e mulheres marcados pelo pecado e pela controvérsia, ao invés de mostrar a moral e os bons costumes dos personagens incorruptíveis característicos dos suspenses hollywoodianos. E é isso que surpreende o expectador.

Como um bom suspense, a cada segundo, parece emergir um novo suspeito possível. Na minha cabeça, até as opções mais impossíveis, em algum momento, pareceram plausíveis. Ainda assim, as revelações finais foram surpreendentes, o que demonstra a sabedoria do diretor Denis Villeneuve ao conduzir a trama.

Ao longo do filme, notamos que um silêncio incômodo paira em toda a história. Este silêncio fala. E muito. Este silêncio fala sobre os arranjos que, em nome de Deus e da verdade, os homens e as mulheres fazem para construírem a sua própria noção de justiça.

WB Studio Tour London – The Making of Harry Potter

Vocês ainda já sabem que eu sou muito muito muito apaixonada/alucinada/viciada no universo mágico criado por J.K. Rowling. Se deixar, eu respiro Harry Potter. Meu olho brilha de um jeito único quando converso sobre o assunto, meu coração bate mais forte quando (re)leio os livros, e não dá pra conter uma lágrima no canto do olho quando lembro que não tem mais livro novo.

Quando eu fui ano passado passar um mês em Londres pra estudar na King’s College, o motivo mais premente da minha ida não era mesmo estudar. Além de tornar prioridade uma ida à estação de King’s Cross, eu queria mesmo visitar o WB Studio Tour London – The Making of Harry Potter, que tinha sido aberto em março daquele ano.

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primeira foto e a pessoa já tava chorando. pois é.

Eu lembro que, quando anunciaram que os estúdios Leavesden seriam abertos para visitação, eu sentei pra conversar com os meus pais sobre a minha necessidade de ir pra Londres, nem que fosse por um final de semana, só pra poder ir lá. Eu simplesmente tinha que ir. Era sonho que tinha que ser realizado, e eu não aguentaria esperar muito tempo. Ainda bem que eles são bonzinhos e falaram que eu devia procurar um curso afim à minha área de estudo pra poder ficar lá mais tempo (ou seja: ainda tem muita pauta de Londres para geeks – e não geeks também, oras, sem preconceitos – pra entrar por aqui).

Assim que a minha viagem foi confirmada, comprei o ingresso pra visita. Eu ia sozinha, mas, who cares?!, eu ia pra Leavesden!! Os ingressos devem ser comprados online (eles não vendem ingresso lá na hora mesmo! E não há jeitinho brasileiro que mude isso), e incluem um audio guide que ajuda bastante no passeio; também tem a opção de comprar logo o souvenir guide com o ingresso, que sai mais barato do que comprar na lojinha (lógico que eu comprei, né).

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A experiência é muito emocionante pra quem acompanhou os livros/filmes, porque (quase) todos os cenários/sets estão lá, muitos (mas muitos mesmo! Perdi a conta!) dos objetos usados e muitas das roupas usadas nas filmagens (do primeiro ao último uniforme da Grifinória), e também vários segredos cinematográficos referentes aos efeitos especiais são revelados!

Great Hall

Great Hall

~selfie~ no Mirror of Erised

~selfie~ no Mirror of Erised

panorâmica da área onde ficam sets, props, e efeitos especiais

panorâmica da área onde ficam sets, props, e efeitos especiais

Eu não sei nem explicar a emoção que eu senti; talvez eu precise de alguns anos pra processar todo o amor e a alegria que eu senti naquela sexta feira fria e chuvosa. Tudo estava lá: o majestoso Great Hall, a Gryffindor Common Room, The Burrow, o Ministério da Magia, o escritório de Albus Dumbledore, o Beco Diagonal, a sala de Poções, … muitos propscostumes, e varinhas; maquiagem, perucas, figurinos; Privet Drive n.4, Knightbus, Potter’s Cottage, Ford Anglia; modelos em miniatura de diversos cenários, e, ao final de tudo, um modelo em escala – simplesmente enorme, mas não o suficiente pra entrarmos nele – do Castelo de Hogwarts e suas adjacências. O modelo do Castelo é uma das coisas mais lindas e perfeitas que eu já vi na  minha vida.

S2 The Burrow S2

S2 The Burrow S2

dormitório dos meninos da Grifinória

dormitório dos meninos da Grifinória

Gryffindor Common Room

Gryffindor Common Room

sala de aula de Poções

sala de aula de Poções

escritório de Albus Dumbledore (super cheio)

escritório de Albus Dumbledore (super cheio)

Malfoy Manor set

Malfoy Manor set

as lareiras do Ministério da Magia

as lareiras do Ministério da Magia

the Knightbus

the Knightbus

4 Privet Drive

4 Privet Drive

Gringotts!

o Beco Diagonal (o meu set favorito)

o Beco Diagonal (o meu set favorito)

Weasleys Wizard Wheezes!

Já tinha me emocionado em diversos momentos do meu passeio, mas nada foi tão incrível quanto ver Hogwarts tão majestosa na minha frente; chorei, chorei muito. E acho que a emoção foi potencializada porque, ao entrar nessa sala, estava tocando “Leaving Hogwarts” – que, coincidentemente, foi a última música usada num filme Harry Potter.

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"The stories we love best do live in us forever, so whether you come back by page or by the big screen, Hogwarts will always be there to welcome you home." -- JK Rowling, 07/07/2011

“The stories we love best do live in us forever, so whether you come back by page or by the big screen, Hogwarts will always be there to welcome you home.”
— JK Rowling, 07/07/2011

Eu acho que não sou capaz de put down in words o que eu senti; o que eu estou sentindo só de lembrar daquele dia maravilhoso. Só sei que recomenda-se passar 3 horas no WB Studio Tour, e eu passei quase 7 horas lá.

Eu imagino que até pessoas que não sejam tão fãs de Harry Potter vão acabar se divertindo bastante também, mas, desse ponto de vista, eu não tenho experiência. Pra mim, foi absolutamente encantador, e eu me arrependi muito de não ter marcado ingressos pra mais dias, pra poder passear mais por lá e tomar mais Butterbeer (sim! Lá também tem Butterbeer! Fiquei desesperada, porque eu amo Butterbeer, eu tenho abstinência de Butterbeer, e foi ótimo poder tomar Butterbeer em Leavesden).

felicidade define :D

felicidade define 😀

No site onde se pode comprar ingressos tem todas as indicações de como chegar: eu peguei o metrô na Waterloo Station até Euston, e de Euston fui pra Watford Junction, onde há um shuttle que leva até os estúdios, e também traz de volta pra Watford Juncion.

É legal ficar atento à programação no WB Studio Tour London, já que eles tem feito comemorações e eventos especiais de acordo com a época. Outro dia recebi um email promocional da Warner Bros. sobre o período do Natal, que eles chamam de “Hogwarts in the snow”, que vai contar com decorações especiais no Great Hall e em outros sets e, é claro, muita neve em torno do modelo do Castelo de Hogwarts. É claro que eu fiquei doida pra ir, né, mas com a libra cara do jeito que tá, vou ter que esperar outra oportunidade.

Hogwarts in the Snow (foto promocional da Warner)

Hogwarts in the Snow (foto promocional da Warner)

Então, #partiuhogwarts?

cineminha do domingo: GRAVIDADE

Como contei no post sobre cineminha de sábado, tava precisando colocar em dia os meus filmes em cartaz nos cinemas. Ontem fui matar a curiosidade de ver GRAVIDADE, filme dirigido por Alfonso Cuarón e produzido por David Heyman (#potterforever).

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Eu nem sei direito porquê eu tava tão curiosa pra ver esse filme. Eu acho que vi um trailer uma só vez, e provavelmente fiquei mais atraída pelo título do que qualquer outra coisa (afinal, o título é o mesmo de uma das minhas músicas favoritas da vida). Talvez fosse a expectativa de ver um filme inteiro passado no espaço. E, vamos lá, eu pensei, um filme com Sandra Bullock e George Clooney só pode ser bom – no mínimo há de valer o ingresso.

Combo mega em mãos, óculos 3D na cara, começou a projeção. Eu geralmente não gosto de filmes 3D, porque dói muito o meu olho. Passou de 20min, a lente incomoda muito, os olhos doem demais, a vista começa a ficar turva… enfim. Mas, ok, esse filme dura ~só~ 91min, então foi menos difícil de aguentar. Aliás, acho que tinha muito tempo que não via um filme de 91min, principalmente se desconsiderarmos os filmes de criança.

Bullock, Clooney, Cuarón

Eu fiquei muito muito muito tensa com esse filme. Não quero dar spoiler, mas é tranquilo dizer que acontece um acidente no espaço, e Clooney e Bullock (respectivamente astronauta e engenheira médica) ficam a esmo, tentando descobrir meios de sobreviver. Lá pelas tantas, o filme vira quase um monólogo, e a trama não me deixava respirar direito de tanta apreensão. Eu não lembro de ter visto, pelo menos nesse último ano, um filme que me deixasse tão apreensiva.

A sensação ao sair da sala de projeção foi de que eu e mais meia dúzia tínhamos gostado do filme o suficiente, o que eu achei super esquisito no início, mas até consigo entender agora, refletindo algumas horas depois de ver o filme. Achei os efeitos especiais muito, muito bons, e a trilha sonora é incrível (cheers, Steven Price), e eu já tô querendo baixar pra ouvir enquanto escrevo a dissertação (eu sou esse tipo de pessoa que ama ouvir trilhas sonoras enquanto estuda).

cineminha de sábado: É o Fim

Final de semana é quase sinônimo de cinema pra muita gente. Quando eu tô em Niterói, prefiro ir ao cinema durante a semana (menos cheio e mais barato #bolsistasofre); quando tô aqui em Brasília, só rola ir mesmo ver os filmes nos finais de semana. Salas lotadas, ingressos mais caros, filas pra pipoca. Mas é melhor do que não ir ao cinema, né? Eu acho.

This is the End

Tava meio atrasada com os filmes em cartaz, mas comecei a dar um jeito nisso nesse final de semana. No sábado, assisti É o Fim, com roteiro de Seth Rogen e Evan Goldberg. Eu estava super mega ultra ansiosa pra ver esse filme desde que vi o trailer a primeira vez, em maio. Queria muito ver qual era a desse filme que me parecia muito louco e que juntava um milhão de artistas agindo como “eles mesmos”.

Seth e Jay

E, olha, esse filme é mesmo muito, muito louco. Não lembro de ter visto nenhum filme apocalíptico tão louco como esse. E é extremamente divertido. Enquanto os atores tentam entender o que está acontecendo, e como poderiam se salvar do fim apocalíptico, os dilemas que envolvem ego, vaidade, egoísmo, respeito e amizade acabam virando pauta, e o filme vai deixando de ser apenas uma diversão pra fazer a gente refletir um pouquinho também sobre a vida e como agimos uns com os outros. Ou só eu fiz isso?

James, Emma, Seth

De qualquer modo, o filme que mostra a destruição de Hollywood e conta com milhões de participações super especiais, tem, pra mim, dois pontos altos, e eu deixo vídeos desses momentos, na mesma ordem em que acontecem no filme, aqui:

– “Hermione just stole all of our shit”. Porque a Emma Watson não tava “fucking around”:

– o final ÉPICO:

Não tem muito mais a dizer depois disso. Fica a conclusão: recomendo fortemente esse filme pra qualquer pessoa que queira rir muito com o fim do mundo.

um geek year nos cinemas

2013 está quase acabando e podemos dizer que foi um bom ano para os geeks irem aos cinemas. Sim, ainda há muito por vir, porém já podemos fazer um balanço do que já assistimos – e também compartilhar as nossas expectativas pelo que ainda está por vir. Ao todo, poderíamos listar cerca de 50 “geek movies”, ainda que nem todos tenham chegado ou cheguem ao circuito brasileiro (ou niteroiense).

Foi difícil, mas elegi os meus top 10 filmes geeks que assisti nos cinemas em 2013. Vem ver:

10- O Cavaleiro Solitário

O Cavaleiro Solitário

  • Falem o que quiser, eu gostei desse filme. E como eu não poderia gostar se o filme era dirigido pelo Gore Verbinski, produzido pelo Jerry Bruckheimer, e ainda tinha Johnny Depp?! Menção honrosa pro Armie Hammer. O ~recalque hollywoodiano~ que assombrou esse filme bate nos longos cabelos de Depp e volta.

9- Universidade Monstros

Monsters University

  • Vocês podem até questionar, espernear, dizer que “filme de criança não”. Mas, gente, fala sério: Mike Wazowski chegando na faculdade de aparelho?! Me senti muito representada (até porque quando estreou eu estava usando aparelho – de novo -, mas isso é história pra outro post). É claro que esse filme – um prequel – não tem o apelo de Monstros S.A., mas é bastante divertido, e tem várias lições bacanas pra essa geração que tá crescendo agora. Talvez eu esteja exagerando um pouquinho, mas é possível dizer que se mais crianças fossem tocadas pela história desse filme – que fala de bullying, amizade, superação – o mundo seria um lugarzinho melhor quando os baixinhos de hoje forem grandinhos amanhã.

8- Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros 3D

Jurassic Park 3D

  • Acho que essa versão em 3D é a realização dos sonhos de uma geração – ou várias gerações – né? Não tem nem muito o que dizer sobre esse filme. Achei muito bom ver a tecnologia de 1993 ser transformada pras telonas em 2013. Way to go, Spielberg.

7- O Homem de Aço

  Man of Steel

  • Esse talvez tenha sido a maior decepção de todos os filmes que assisti em 2013. Ok, é muito bom; ok, os efeitos são incríveis. Mas eu esperava mais. Com a direção de Zack Snyder e produção de Chris Nolan, eu esperava que a história tivesse sido melhor contada, e também esperava uma atuação mais pujante Henry Cavill. Da Amy Adams eu nem falo muito que é pra não ficar mais decepcionada: ela é uma atriz que eu adoro, mas achei que a Lois Lane dela ficou aquém do esperado (pelo menos por mim). 

6- Meu Malvado Favorito 2

Despicable Me 2

  • O Gru é um geek de coração, né? Eu fiquei completamente gamada pelo Meu Malvado Favorito e aguardava ansiosamente pela continuação. Tudo bem que foi um filme quase que só sobre os minions, mas acho que a Universal soube explorar bem o sucesso dos pequenos e adorados personagens pra fazer um filme que agradasse a todos.

5- Red 2: Aposentados e Ainda Mais Perigosos

Red 2

  • Esse foi com certeza um dos melhores do ano. Me diverti pra caramba com esse filme que, convenhamos, já ganha a gente em qualquer trailer, com um elenco fera desses. As sequências de ação são fantásticas e, combinadas ao humor inteligente, faz desse um daqueles filmes que vale o ingresso, a pipoca, a Coca Cola, e mais um pouco. 

4- Wolverine: Imortal

Wolverine

  • Taí um filme que provocou em mim o efeito contrário d’O Homem de Aço: eu fui com tão pouca expectativa (ok, nem tão pouca assim) que acabei sendo positivamente surpreendida. É verdade que eu gosto bem mais das HQs da Marvel do que da DC, e que tenho um carinho especial (~own que fofo~) pelos X-Men, mas eu realmente gostei bastante do filme. Ao contrário de Homem de Aço, que me cansou um pouquinho, eu curti cada segundo da projeção de Wolverine: Imortal. Ponto para a cena depois dos créditos, que me fez encher os ólhos d’água com esperança (e vou parar de falar sobre isso por aqui porque, né, vai que alguém não assistiu).

3- Pacific Rim

Pacific Rim

  • Monstros gigantes lutando contra robôs gigantes. Preciso dizer mais alguma coisa? Ah, sim, obrigada, Guillermo Del Toro.

2- Homem de Ferro 3

Iron Man 3

  • Ok, eu tenho uma queda pelo Homem de Ferro desde que a Marvel levou a história pros cinemas, mas eu realmente gostei bastante desse filme. Shane Black assumiu a direção depois de Jon Favreau ter comandado os 2 primeiros filmes, e não deixou a desejar (embora eu, Letícia, prefira o Jon Favreau). Foi o primeiro filme lançado pelos estúdios da Marvel (aliás, God bless o dia em que a Marvel decidiu assumir a produção dos filmes) depois de The Avengers: Os Vingadores, e trouxe às telas o Mandarim – que, vamos combinar, é um dos melhores vilões de HQs de todos os tempos. E, Robert Downey Jr., sem comentários.

1- Star Trek: Além da Escuridão

Star Trek: Into Darkness

  • Eu tava tão ansiosa pra ver esse filme que eu assisti nos EUA mesmo, quando nem tinha estreado no Brasil. Pois é, nesse nível. Tava lá em plenas férias e cismei de que tinha que ir ao cinema ver esse filme ainda na estréia. E fui. E não me arrependi nem um pouquinho. Nossa, que filmaço. J. J. Abrams não brincou em serviço e fez um filme que vai muito além dos efeitos especiais muito bem feitos: a história prende a gente de uma forma que chega arrepiar. Agora imagina como eu fiquei assistindo em IMAX 3D? Foda.

E nesses meses de 2013 que nos restam? Ainda tem coisa boa vindo por aí. Vou contar pra vocês quais os 2 filmes estão me deixando mais ansiosa, completando o nosso top 10 de hoje:

1- O Hobbit: A desolação de Smaug

The Hobbit: The Desolation of Smaug

  • Depois de “O Hobbit: Uma Jornada Inesperada” no ano passado, é lógico que eu estou morrendo de ansiedade pra ver a continuação. E, gente, vai ter dragão (!!!).

2- Thor: O Mundo Sombrio

Thor: O Mundo Sombrio (2013) Poster

  • Embora não seja (nem de longe) o meu herói favorito, ter um motivo pra ir aos cinemas pra ver uma adaptação de HQ é sempre motivo de alegria, né? 

Gostaram dessa listinha? Será que faltou algum filme? Conta pra gente aí nos comentários o que vocês pensam! 

WB Studios em LA

Em maio desse ano (quando eu ainda estava usando aparelho), rolou uma oportunidade muito bacana de ir pra Califórnia, e um dos passeios que fiz questão de fazer foi uma visita aos estúdios da Warner Bros. em Los Angeles!

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É preciso agendar online com alguma antecedência, e custa cerca de US$55,00 por pessoa. Cada tour acomoda até 12 pessoas e dura cerca de 2h15, período no qual a gente vê um pouquinho da magia por trás das cenas do cinema e da TV.

A gente deu muita sorte de ser guiado por um cara que era super bem humorado, e se esforçava de verdade pra fazer daquela nossa experiência algo inesquecível – inclusive fez com que o Felipe e eu encenássemos um diálogo de Casablanca em frente a um dos sets outrora usado para a gravação do filme.

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Enquanto estávamos lá, tava rolando gravações de Pretty Little Liars (alguém acompanha a série? Eu não consegui me desapegar da tristeza do fim de Gossip Girl pra assistir a outra série desse tipo…).

O grupo pôde escolher 3 sets de TV pra visitar, e eu escolhi 2 (porque eu sou apressada e quis logo garantir coisas bacanas hehehe): The Big Bang Theory e 2 Broke Girls! O terceiro set visitado foi de The Mentalist. Nessa parte do passeio, não é permitido tirar fotos – bem como no museu que eles mantém com figurinos e props de filmes e séries como The HangoverBatmanInglorious BastardsGossip Girl, etc – e o segundo andar INTEIRO de Harry Potter. Claro que foi o lugar onde eu mais surtei e mais queria tudo, e logo onde não podia tirar nem uma foto. Em compensação, fotografamos bastante no set de FRIENDS, mantido intacto por lá!

Algumas coisas legais que a gente consegue ver (e, ainda bem, fotografar) são carros usados em filmes. Morri com os Batmóveis, morri duas vezes com o NerdHerd (sdds Chuck <3), e morri 7394793 vezes com o Ford Anglia!

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Na mesma área tem a cápsula usada pra gravar o episódio em que Howard é enviado ao Espaço na sua missão como astronauta:

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Um dos sets a céu aberto mais legais é esse aqui:

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Sabe por quê? Esse prédio, esse mesmo, grandão, atrás de mim, foi usado pra gravar cenas que estão em muitos filmes, sim, mas, principalmente, muitas das cenas dos últimos filmes do Batman. É isso ae, pessoal, Bruce Wayne esteve ali. E esse carrinho bonitinho azul e branco é o que usamos pra passear pelos estúdios, hopping on and off quando queremos tirar alguma foto.

Achei um passeio super bacana e fiquei muito satisfeita por ter visto vários detalhes que compuseram muitas histórias que gosto de acompanhar no cinema e na tv. Cada vez que via um set usado em Chuck (série que mais sinto falta de todas pra sempre) ou algum filme que gostei muito, quase pulava no carrinho (#soudessas). Com certeza recomendo o passeio!