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das férias

Voltei de férias, minha gente. E que férias! Começamos com 9 dias em Orlando e seguimos pra Punta Cana, com direito a 5 dias em um resort all-inclusive maravilhoso!

E antes que alguém pergunte, mesmo que mentalmente, o que eu fui fazer em Orlando pela segunda vez nesse ano e pela décima quinta vez na vida, eu respondo: conhecer o Beco Diagonal, é claro!

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panorâmica do Beco Diagonal no parque Universal Studios

Convenci o Felipe de irmos pra Orlando e arrastei ele pra 3 (Magic Kingdom, EPCOT e Hollywood Studios) dos 4 parques da Disney, e dedicamos 3 dias pra curtirmos os dois parques da Universal (Universal Studios e Islands of Adventure). Mas como eu sou Disney Freak, e Disney Freak que se preza não deixa nenhum parque pra trás, fui pro Animal Kingdom com os nossos amigos que viajaram com a gente e também curti pra caramba, mesmo tendo ficado pouquinho por lá!

com os amigos no Animal Kingdom

com os amigos no Animal Kingdom

Curtimos tanto que Punta Cana foi ainda mais providencial do que pensávamos, porque ficamos mega cansados e os 5 dias de all-inclusive, sem nenhuma preocupação no paraíso, foram providenciais!

piscininha delícia em Punta Cana

piscininha delícia em Punta Cana do ladinho do meu amor ❤

Comecei a escrever esse post desde que chegamos, e ainda não consegui terminar! É que tava escrevendo detalhadamente sobre o que fizemos cada dia, mas tá ficando enorme, e, até que eu conseguisse postar tudo, capaz de já tá na hora de voltar pra Orlando xD então eu deixo vocês por enquanto com esse post pequenininho que dá sinal de vida, prometendo contar mais das nossas férias em breve – principalmente sobre o Beco Diagonal!

aniversariantes do dia

Hoje seria aniversário de uma das grandes mentes que já passaram por esse mundo: Walt Disney!

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Walter Elias Disney nasceu no dia 05 de dezembro de 1901 em Chicago. Walt passou a maior parte da sua infância numa fazenda em Marceline, no estado do Missouri. Aos 16 anos, Walt começou a estudar arte; e, por não ter atingido a maioridade, necessária para entrar no Exército durante a Primeira Guerra Mundial, juntou-se à Cruz Vermelha, tendo passado um ano na França dirigindo ambulâncias da organização. Quando voltou aos EUA, matriculou-se na Escola de Artes de Kansas City. Depois, trabalhou em algumas agências publicitárias, tendo entrado, a seguir, para uma companhia cinematográfica, onde ajudava a fazer os cartazes de propaganda dos filmes.

Junto do irmão Roy e do amigo Ub Iwerks, Walt criou a produtora “Laugh-O-Gram”, animando contos de fadas, e exibindo os desenhos animados em um cinema local antes da projeção dos filmes. Em 1923, mudaram-se para Hollywood, onde contratou a distribuidora de filmes M.J. Wrinkler.

Depois de conseguir juntar dinheiro suficiente, comprar material, e contratar uma equipe a contento, Walt começou a fazer planos de uma série onde uma moça chamada Alice conviveria com personagens em cenário animado. Neste período, Walt conheceu sua futura esposa, Lillian Bounds Disney. Depois de Alice, Walt criou Oswald, um coelho que foi um grande sucesso. Por conta desse sucesso, era preciso reavaliar os contratos, e Walt foi para Nova Iorque.

Em NY, Walt foi surpreendido: o patrão para quem Walt desenhara Alice e Oswald roubou os seus personagens, a sua equipe de desenhistas, e todas as encomendas. Walt não desanimou, e enviou um telegrama à Roy dizendo que tudo ficaria bem e que não se preocupasse, pois ele já tinha em mente um personagem espetacular: Mickey Mouse.

"I only hope that we don't lose sight of one thing - that it all started with a mouse." - Walt Disney

“I only hope that we don’t lose sight of one thing – that it all started with a mouse.” – Walt Disney

No final da década de 1940, em uma viagem de negócios para Chicago, Walt rabiscou as suas primeiras ideias de um parque de diversões, onde os seus empregados poderiam se divertir com as suas famílias. Originalmente, Walt pensou em construir o parque em frente aos Estúdios Disney, mas sua ideia acabou se desenvolvendo e crescendo, dando origem à Disneyland, localizada em Anaheim, na Califórnia. Walt Disney passou 5 anos desenvolvendo a Disneyland e criou uma companhia subsidiária, a WED Enterprises, que deveria cuidar da produção e construção do parque. Um pequeno grupo de empregados dos Estúdios Disney se juntou ao projeto de desenvolvimento da Disneyland como engenheiros e planejadores, sendo apelidados de Imagineers (“imaginadores”).

Walt queria que a Disneyland fosse diferente de todas as coisas já vistas no mundo, e também queria que o parque tivesse um trem. No dia 17 de julho de 1955, aconteceu um preview ao vivo na tevê do que seria a Disneyland. Walt fez um pronunciamento, e disse:

 To all who come to this happy place; welcome. Disneyland is your land. Here age relives fond memories of the past …. and here youth may savor the challenge and promise of the future. Disneyland is dedicated to the ideals, the dreams and the hard facts that have created America … with the hope that it will be a source of joy and inspiration to all the world.

Já no início da década de 1960, o império da Disney já era um enorme sucesso, e a Walt Disney Productions já era a maior produtora de entretenimento familiar do mundo. Depois de tentar por algumas décadas, Walt conseguiu os direitos para transformar em filmes os livros de P.L. Traver sobre uma babá mágica, lançando Mary Poppins em 1964, e alcançando um sucesso nunca antes visto pela Disney.

No final do ano de 1965, Walt Disney anunciou os seus planos de desenvolver outra área temática de entretenimento, chamada Disney World, próximo à cidade de Orlando, na Flórida. Na Disney World, seria construído o Magic Kingdom, um parque temático maior e mais elaborado do que a Disneyland. Além do Magic Kingdom (que seria inaugurado apenas em 1971), campos de golfe e hotéis tipo resorts seriam construídos. No entanto, o coração da Disney World seria o Protótipo Experimental da Comunidade do Amanhã (Experimental Prototype Community of Tomorrow), conhecido como EPCOT (inaugurado em 1982).

Walt Disney morreu vítima de câncer de pulmão em Los Angeles no dia 15 de dezembro de 1966, dez dias após o seu aniversário. Walt transformou-se numa lenda por ter criado, junto da sua equipe, um universo que é referência para sucessivas gerações. Walt Disney era um visionário que acreditava na força dos sonhos, e estimulava a curiosidade por ter certeza de que ela leva à novos caminhos.

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Walt, tudo fez mais sentido pra mim quando descobri, há anos atrás, que compartilhávamos essa data. Um dia eu ainda passo esse nosso dia em um dos parques que você criou, e vou honrar esse dia, comemorando por nós dois.

coleção Disney na Colcci

Tá lá no blog da Colcci: “não, você não caiu no buraco do coelho e está alucinando”. A marca que sempre chama atenção na SPFW e que está presente em todo o Brasil acaba de lançar uma mini-coleção todinha de t-shirts estampadas com personagens da Disney. E o melhor: vários personagens “secundários” (não gosto muito desse título! #disneyfreak ama todo mundo do mesmo jeito hehehe) mereceram as suas próprias estampas! Irmãos Metralha, João Bafo de Onça, Capitão Gancho, Malévola, Cruela DeVil e muitos outros estampam essa linha de t-shirts maravilhosas, que chega nas lojas agora em novembro. A gente já falou aqui no blog sobre jeitos legais de usar t-shirts com estamparia geek, e acho que essas fotos da Colcci também servem de inspiração pra gente!

Eles já liberaram as fotos da campanha e um lookbook com as t-shirts. Essas fotos da campanha foram todas clicadas lá no Walt Disney World!!

t-shirts do Bambi e da Cruella DeVil, clicadas no EPCOT!

t-shirt da Alice e t-shirt do Bambi, no carrossel do Magic Kingdom (e eu pirei completamente nesse look com a t-shirt da Alice, quero essa saia amarela pra ontem)

t-shirt do Pinocchio clicada em Downtown Disney

camiseta do Bambi, clicada no hotel All Star Movies

duas t-shirts dedicadas à Rainha Má da Branca de Neve, clicadas no hotel All Star Movies (esse negócio amarelo aí atrás é uma máquina de refrigerante hehehe)

regata d’A Dama e o Vagabundo, clicadas em ? (não consegui identificar hihihi)

Já as fotos do lookbook estão ~padrão~, com um painel decorado pelos personagens Disney ao fundo.

01 02 03 04Eu já tô completamente apaixonada por várias das t-shirts da coleção, e quero logo ir numa Colcci ver tudo de perto. Ainda não sei os preços, mas imagino que fique entre R$100 e R$200 (ouch!!). Mas, como meu aniversário tá chegando, e o Natal também, quem sabe eu não consigo ganhar alguma de presente? (x

músicas clássicas da Disney

A Disney tem o dom de encantar gerações com suas histórias. E eu acho que não dá nem pra discutir um fato: a Disney tem muitas das melhores músicas que já embalaram filmes pela vida. E eu acho que a gente só se dá conta disso mesmo quando cresce e presta atenção de verdade nas músicas e em tudo o que elas tem pra dizer. Fazer uma seleção delas é tarefa dificílima, mas hoje escolhi algumas pra embalarem a nossa sexta feira.

1- Part of Your World (A Pequena Sereia)

  • Essa música é um verdadeiro exemplo de músicas que eu só fui entender de verdade depois de crescida. Podem me julgar e me chamar de lenta, eu não ligo, mas ela não fazia muito sentido pra mim quando eu tinha, sei lá, 3 anos, e vi “A Pequena Sereia” pela primeira vez.

2- A Dream is a Wish Your Heart Makes (Cinderella)

  • Eu sempre tive um pouco de preguiça da Cinderella, admito. Sempre preferi a Bella (A Bela e a Fera), a Jasmine (Aladdin), ou até mesmo a Branca de Neve. Mas essa música é muito, muito bonita. E, pra mim, traduz muito do espírito que o próprio Walt Disney sempre pregou e que sempre o motivou. If you can dream it, you can do it, gente.

3- A Whole New World (Aladdin)

  • Essa música, com essa história de amor e essa ideia de sair pelo mundo fazendo novas descobertas, sempre estampa um sorriso largo no meu rosto. Sempre quis um tapete mágico pra sair voando por aí pra ver o mundo.

4- Colors of the Wind (Pocahontas)

  • Pra mim, uma das melhores de longe. O blog Oh My Disney já analisou o quanto essa música é incrível, e eu deixo o link pra vocês aqui, porque eu não quero ser repetitiva.

5- Beauty and the Beast (A Bela e a Fera)

  • Como não amar?! Música and letra lindas num grau que não dá nem pra descrever. Eu, pelo menos, não consigo descrever.

6- You’ve Got a Friend in Me (Toy Story)

  • Uma música sobre amizade e parceria. Eu gosto tanto dessa música que sempre canto ela pros meus melhores amigos quando tô nos meus momentos de fofura extrema querendo dizer o quanto eu amo eles.

7- I See the Light (Enrolados)

  • Já pode considerar “Enrolados” um filme clássico da Disney? Acho que sim, né?! Afinal, é a história da Rapunzel… mais do que clássica. E essa música, minha gente, essa música é muito linda e muito emocionante, e o Zachary Levi cantando é muito muito amor ❤

8- Once Upon a Dream (A Bela Adormecida)

  • Eu acho que essa música é uma das mais belas músicas de amor na história da música, pra sempre. Presta atenção na história que essa música conta e me diz se eu não tô certa.

9- The Unbirthday Song (Alice no País das Maravilhas)

  • Essa música é simplesmente GENIAL! Aliás, todo o conceito de ~desaniversário~ é genial! Por mais celebrações de desaniversário nesse mundo.

10- Circle of Life (O Rei Leão)

  • O melhor ficou pro final. Gente, PELO AMOR DE DEUS, essa música é muito maravilhosa! Sempre fico arrepiada/emocionada/feliz/etc quando escuto. Já perdi a conta de quantas vezes assisti “O Rei Leão” e chorei logo na abertura por causa dessa música (isso sem contar o tanto que eu choro quando vou lá pra Disney e vou ao Festival of the Lion King e ouço a música ao vivo; ou mesmo quando vi o musical lá em Londres e também gastei uma caixa inteira de lenços de papel de tanto que eu chorava).

Eu gosto de músicas que tocam o meu coração. Quanto mais me emociona, mais eu presto atenção. E, sim, eu fico ouvindo essas músicas em playlist, ou então tiro uma tarde pra ficar no sofá vendo todos os meus Disney movies preferidos (porque #bolsistasofre mas eu também mereço um descanso) e cantando as músicas. Se você não faz isso, meu amigo, minha amiga, você não sabe o que está perdendo!

Disney art by Katia Oloy

Outro dia tava fazendo a minha habitual ronda pelo blog Oh My Disney (o melhor blog pra quem é Disneyfreak, cheio de memes e coisas bacanas relacionadas à Disney) e me deparei com essas pinturas lindas das princesas da Disney:

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Lindas, né? Como a curiosidade não tem limites, corri lá no Disney Insider pra saber mais sobre a artista: Katia Oloy trabalha no departamento de Video Visual Development da Disney, e começou a trabalhar na empresa como estagiária. Aqui tem uma extensa entrevista com a artista, onde ela conta que seus personagens favoritos da Disney são Alice e Mickey Mouse!

Ela também desenhou alguns vilões da Disney com inspiração nos anos 20:

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Fiquei encantada com o trabalho da Katia, e vou ficar de olho em futuras artes da sua autoria!

10 dicas para curtir Orlando ao máximo

Eu dei muita sorte nessa vida de ter sido convidada pra ser guia pra Orlando quando tinha 18 pra 19 anos. Na época, eu já contabilizava 4 viagens pra cidade, e já conhecia bem os parques, mas continuava encantada com as muitas possibilidades de diversão que me eram oferecidas. É claro que eu agarrei a oportunidade, e tá difícil largar o osso mesmo tantos anos depois. De 2009 a 2013, já levei muitos grupos pra lá, e me diverti muito com todos eles.

~apenas guiando!~

bandeirinha em mãos: ~apenas~ guiando! (x

Tô querendo fazer uma série especial de posts sobre os parques aqui pro blog, mas vou dedicar o post do viajante geek dessa semana falando do destino a partir de 10 dicas pra quem quer curtir Orlando ao máximo.

  1. Programe-se para passar pelo menos um dia inteiro em cada parque temático: eles são enormes e são muitas atrações pra curtir, e você certamente deverá aproveitar tudo. Os parques aquáticos podem ser combinados a parques temáticos ou tardes de compras, mas, pra isso, programe dias extras. Dias de chegada e partida não devem incluir idas aos parques temáticos. É por isso que um programa com guia não costuma ter menos do que 14 dias. No período que compreende o Natal e o Reveillón, os parques ficam muito cheios. Se programar a sua primeira viagem para Orlando nessa época, procure ficar pelo menos uns 10 dias do Ano Novo por lá, pra aproveitar mais os parques, que já estarão mais vazios. E, independente da época, sente-se junto à World Showcase Lagoon em EPCOT pra observar o por do sol.
  2. Os hotéis dentro dos complexos são caros e nem sempre oferecem o melhor custo-benefício. Já fiquei em um hotel dentro da Disney em que tinha que andar o equivalente a uns 3 quarteirões pra comprar meu café da manhã, e a food court estava sempre cheia. Os hotéis parceiros da Disney ou da Universal, que ficam fora dos complexos, costumam oferecer café da manhã continental incluído na diária, e o padrão dos hotéis não varia muito (ok, os resorts da Disney e da Universal são temáticos, mas se você não é Disneyfreak não precisa dormir e acordar com Mickeys na sua frente, ou tomar banho num banheiro com azulejos do Mickey). Pessoalmente, gostei mais de ficar em hotéis parceiros do que num resort da Disney (e eu sou Disneyfreak assumida!). Além disso, se possível, dê preferência a hotéis que não tem múltiplas portas de entrada e onde a entrada para os quartos fique em corredores fechados.
  3. O clima em Orlando é bem seco o ano inteiro. As temperaturas do verão de Orlando são bem altas, variando geralmente entre os 33ºC e 40ºC (só que eu já peguei 45ºC na sombra, juro). Já no inverno, geralmente ficam entre os 14ºC e 22ºC, embora algumas frentes frias cheguem sem aviso e derrubem a temperatura pra menos de 10ºC (ou até 0ºC, mas com ínfimas chances de neve), ou massas de ar quente aumentem pra até 27ºC ou 30ºC. Sim, o clima é bem louco. Pro inverno, o segredo é levar (ou comprar lá, porque são muito baratas) roupas térmicas; pro verão, shorts e roupas bem leves, e uma capa de chuva sempre à mão. E, em qualquer estação, os seus melhores amigos serão: a garrafa de água, o protetor solar, e o protetor labial.
  4. Deixe a preguiça no Brasil: acorde cedo e chegue nos parques na hora em que eles abrem, e só saia na hora em que eles fecham. É o melhor jeito de curtir tudo – inclusive a iluminação noturna dos parques, que é de arrepiar. O Magic Kingdom, por exemplo, abre as 8 da manhã, e os personagens vão saudar os guests na entrada do parque, fazem countdown e tudo mais; é uma verdadeira festa, e você não vai nem se lembrar de que dormiu pouco. Magic Kingdom, EPCOT e Hollywood Studios tem shows noturnos que misturam pirotecnia e projeções de imagens que vão fazer você se emocionar (o show noturno em EPCOT é na World Showcase Lagoon que eu já mencionei ali em cima, então é só chegar um pouquinho mais cedo, sentar-se junto ao lago, e curtir a vista enquanto espera o início do IllumiNations). Não se esqueça de conferir os horários dessas atrações, bem como dos desfiles e shows nos timetables.
  5. Sempre que chegar aos parques, pegue um mapa e um timetable. Em seguida, marque um horário e um ponto de encontro na entrada do parque com aqueles que estão te acompanhando. Os parques são enormes, há muito o que fazer, e sem uma programação, coisas fantásticas (como o show de dublês Lights, Motors & Action no Hollywood Studios ou o divertido show do Beetlejuice na Universal Studios) podem ficar de fora do seu dia. Vigilância constante!
  6. Ao chegar em Orlando, vá o mais rápido possível ao Wal Mart mais próximo e compre uns snacks, água e capas de chuva. Os hotéis costumam dispor de frigobar e micro-ondas, e, como é permitido entrar nos parques com pequenos lanches, pode-se fazer uma economia bacana – e empregar os recursos escassos (também chamados de “dinheiro”, “Obamas”, ou “dólares”) em comprinhas. Wal Mart e Target são ótimos também pra comprar souvenires (chaveiros podem ser comprados por cerca de 3 dólares, enquanto, nos parques, custam o dobro ou o triplo).
  7. Se você não quer se estressar com absolutamente nada, compre um pacote numa agência da sua preferência e vá acompanhado por um guia. Se o seu guia for realmente bom, você disfrutará de confortos que fazem toda a diferença. Um exemplo clássico de conforto são os fastpasses (também conhecidos como “fura filas”, disponibilizados gratuitamente nos parques da Disney em atrações muito populares): os fastpasses são conseguidos com os ingressos de admissão aos parques, e, com eles, você terá uma hora específica naquele dia para entrar num determinado brinquedo ou atração numa fila mais rápida (por exemplo: Splash Mountain, 10:32am-11:32am); se você for desacompanhado de guia, terá que se preocupar em ir buscar fastpass e depois voltar pra outra atração, e esperar dar a hora do fastpass, e pode parecer uma barata tonta dentro do parque; se o seu guia for bacana e experiente (duas características importantes!), ele (ou ela) saberá administrar o tempo no parque de maneira que você aproveite os brinquedos sem ficar ziguezagueando pelo parque feito barata tonta, seguindo um roteiro que, no final das contas, você vai perceber que fez o parque fazer sentido.
  8. Sim, os parques fazem sentido. O Walt Disney não planejou o Magic Kingdom, por exemplo, de qualquer maneira: ele queria contar uma história para os visitantes. Se começar o passeio pela Tomorrowland, e der uma volta em círculo no parque, você terminará o dia passando pelo velho oeste em Frontierland e encontrando os Piratas do Caribe em Adventureland. Se, ao contrário, começar o dia em Adventureland, vai perceber que está numa viagem do tempo, chegando, ao final do dia, ao mundo do amanhã (Tomorrowland). Bem mais legal, né? É outro diferencial de ir pra Orlando acompanhado de um guia: porque temos (ui!) experiência, podemos seguir um roteiro dentro do parque de forma que você se encante ainda mais com a experiência, e até compartilhamos informações que nem sempre são amplamente divulgadas.
  9. Desde a abertura do Wizarding World of Harry Potter, em 2010, a Universal Orlando tem atraído muito mais visitantes do que nos anos anteriores a essa invenção maravilhosa (sim, eu sou apaixonada por Harry Potter e quase tive um troço de felicidade quando descobri que abriria uma área temática num dos meus parques favoritos de Orlando, e quase enfartei na primeira vez que fui lá), embora o complexo Disney ainda atraia mais visitantes. A lógica de todo mundo quando chega no Islands of Adventure é ir correndo pro Wizarding World. Não faça isso. Pensa comigo: se todo mundo corre pro Wizarding World, o restante do parque fica relativamente vazio. Andar na Incredible Hulk Coaster com 0 minutos de fila? E se aventurar no The Amazing Adventures of Spider Man esperando só 5 minutos? Eu já fiz isso – não uma, mas várias vezes. Por quê? Porque o Islands of Adventure tem MUITO a oferecer, e você vai aproveitar muito mais se deixar pra curtir o Wizarding World depois do meio dia, ou das 13 horas, quando os loucos que saíram correndo pra lá entupiram a área até essa hora começam a se dispersar pelo resto do parque – e formar filas de 1 hora no Hulk ou no Spider Man, ou no Popeye, ou no Jurassic Park, que você já curtiu antes. E você, esperto(a), vai aproveitar o Wizarding World menos cheio (porque, ainda assim, certamente estará cheio), e, de quebra, sendo persistente, verá as luzes do Castelo de Hogwarts e das lojas de Hogsmeade acesas quando a noite chegar (é tanta beleza que eu chorei de emoção nas vezes em que pude ficar lá até de noite).
  10. Acima de tudo, DIVIRTA-SE. Deixe os problemas e as preocupações no aeroporto internacional brasileiro em que você embarcar, e chegue em Orlando de coração aberto pra APROVEITAR! Volte a ser criança, brinque, tire muitas fotos. Pode até perder o senso do ridículo, e andar de orelhinhas da Minnie ou chapéu do Pateta. Em Orlando, o que importa mesmo é ser feliz! Quanto menos você se importar com o que os outros pensam, mais você vai curtir, e mais inesquecível se tornará a sua viagem. Capaz até de querer voltar de novo, e de novo, e de novo…

Eu não sei se virei guia porque era Disneyfreak, ou se virei Disneyfreak porque era guia. Só sei que quanto mais eu penso nos parques mais me dá vontade de voltar sempre e muito!