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10 dicas para curtir Orlando ao máximo

Eu dei muita sorte nessa vida de ter sido convidada pra ser guia pra Orlando quando tinha 18 pra 19 anos. Na época, eu já contabilizava 4 viagens pra cidade, e já conhecia bem os parques, mas continuava encantada com as muitas possibilidades de diversão que me eram oferecidas. É claro que eu agarrei a oportunidade, e tá difícil largar o osso mesmo tantos anos depois. De 2009 a 2013, já levei muitos grupos pra lá, e me diverti muito com todos eles.

~apenas guiando!~

bandeirinha em mãos: ~apenas~ guiando! (x

Tô querendo fazer uma série especial de posts sobre os parques aqui pro blog, mas vou dedicar o post do viajante geek dessa semana falando do destino a partir de 10 dicas pra quem quer curtir Orlando ao máximo.

  1. Programe-se para passar pelo menos um dia inteiro em cada parque temático: eles são enormes e são muitas atrações pra curtir, e você certamente deverá aproveitar tudo. Os parques aquáticos podem ser combinados a parques temáticos ou tardes de compras, mas, pra isso, programe dias extras. Dias de chegada e partida não devem incluir idas aos parques temáticos. É por isso que um programa com guia não costuma ter menos do que 14 dias. No período que compreende o Natal e o Reveillón, os parques ficam muito cheios. Se programar a sua primeira viagem para Orlando nessa época, procure ficar pelo menos uns 10 dias do Ano Novo por lá, pra aproveitar mais os parques, que já estarão mais vazios. E, independente da época, sente-se junto à World Showcase Lagoon em EPCOT pra observar o por do sol.
  2. Os hotéis dentro dos complexos são caros e nem sempre oferecem o melhor custo-benefício. Já fiquei em um hotel dentro da Disney em que tinha que andar o equivalente a uns 3 quarteirões pra comprar meu café da manhã, e a food court estava sempre cheia. Os hotéis parceiros da Disney ou da Universal, que ficam fora dos complexos, costumam oferecer café da manhã continental incluído na diária, e o padrão dos hotéis não varia muito (ok, os resorts da Disney e da Universal são temáticos, mas se você não é Disneyfreak não precisa dormir e acordar com Mickeys na sua frente, ou tomar banho num banheiro com azulejos do Mickey). Pessoalmente, gostei mais de ficar em hotéis parceiros do que num resort da Disney (e eu sou Disneyfreak assumida!). Além disso, se possível, dê preferência a hotéis que não tem múltiplas portas de entrada e onde a entrada para os quartos fique em corredores fechados.
  3. O clima em Orlando é bem seco o ano inteiro. As temperaturas do verão de Orlando são bem altas, variando geralmente entre os 33ºC e 40ºC (só que eu já peguei 45ºC na sombra, juro). Já no inverno, geralmente ficam entre os 14ºC e 22ºC, embora algumas frentes frias cheguem sem aviso e derrubem a temperatura pra menos de 10ºC (ou até 0ºC, mas com ínfimas chances de neve), ou massas de ar quente aumentem pra até 27ºC ou 30ºC. Sim, o clima é bem louco. Pro inverno, o segredo é levar (ou comprar lá, porque são muito baratas) roupas térmicas; pro verão, shorts e roupas bem leves, e uma capa de chuva sempre à mão. E, em qualquer estação, os seus melhores amigos serão: a garrafa de água, o protetor solar, e o protetor labial.
  4. Deixe a preguiça no Brasil: acorde cedo e chegue nos parques na hora em que eles abrem, e só saia na hora em que eles fecham. É o melhor jeito de curtir tudo – inclusive a iluminação noturna dos parques, que é de arrepiar. O Magic Kingdom, por exemplo, abre as 8 da manhã, e os personagens vão saudar os guests na entrada do parque, fazem countdown e tudo mais; é uma verdadeira festa, e você não vai nem se lembrar de que dormiu pouco. Magic Kingdom, EPCOT e Hollywood Studios tem shows noturnos que misturam pirotecnia e projeções de imagens que vão fazer você se emocionar (o show noturno em EPCOT é na World Showcase Lagoon que eu já mencionei ali em cima, então é só chegar um pouquinho mais cedo, sentar-se junto ao lago, e curtir a vista enquanto espera o início do IllumiNations). Não se esqueça de conferir os horários dessas atrações, bem como dos desfiles e shows nos timetables.
  5. Sempre que chegar aos parques, pegue um mapa e um timetable. Em seguida, marque um horário e um ponto de encontro na entrada do parque com aqueles que estão te acompanhando. Os parques são enormes, há muito o que fazer, e sem uma programação, coisas fantásticas (como o show de dublês Lights, Motors & Action no Hollywood Studios ou o divertido show do Beetlejuice na Universal Studios) podem ficar de fora do seu dia. Vigilância constante!
  6. Ao chegar em Orlando, vá o mais rápido possível ao Wal Mart mais próximo e compre uns snacks, água e capas de chuva. Os hotéis costumam dispor de frigobar e micro-ondas, e, como é permitido entrar nos parques com pequenos lanches, pode-se fazer uma economia bacana – e empregar os recursos escassos (também chamados de “dinheiro”, “Obamas”, ou “dólares”) em comprinhas. Wal Mart e Target são ótimos também pra comprar souvenires (chaveiros podem ser comprados por cerca de 3 dólares, enquanto, nos parques, custam o dobro ou o triplo).
  7. Se você não quer se estressar com absolutamente nada, compre um pacote numa agência da sua preferência e vá acompanhado por um guia. Se o seu guia for realmente bom, você disfrutará de confortos que fazem toda a diferença. Um exemplo clássico de conforto são os fastpasses (também conhecidos como “fura filas”, disponibilizados gratuitamente nos parques da Disney em atrações muito populares): os fastpasses são conseguidos com os ingressos de admissão aos parques, e, com eles, você terá uma hora específica naquele dia para entrar num determinado brinquedo ou atração numa fila mais rápida (por exemplo: Splash Mountain, 10:32am-11:32am); se você for desacompanhado de guia, terá que se preocupar em ir buscar fastpass e depois voltar pra outra atração, e esperar dar a hora do fastpass, e pode parecer uma barata tonta dentro do parque; se o seu guia for bacana e experiente (duas características importantes!), ele (ou ela) saberá administrar o tempo no parque de maneira que você aproveite os brinquedos sem ficar ziguezagueando pelo parque feito barata tonta, seguindo um roteiro que, no final das contas, você vai perceber que fez o parque fazer sentido.
  8. Sim, os parques fazem sentido. O Walt Disney não planejou o Magic Kingdom, por exemplo, de qualquer maneira: ele queria contar uma história para os visitantes. Se começar o passeio pela Tomorrowland, e der uma volta em círculo no parque, você terminará o dia passando pelo velho oeste em Frontierland e encontrando os Piratas do Caribe em Adventureland. Se, ao contrário, começar o dia em Adventureland, vai perceber que está numa viagem do tempo, chegando, ao final do dia, ao mundo do amanhã (Tomorrowland). Bem mais legal, né? É outro diferencial de ir pra Orlando acompanhado de um guia: porque temos (ui!) experiência, podemos seguir um roteiro dentro do parque de forma que você se encante ainda mais com a experiência, e até compartilhamos informações que nem sempre são amplamente divulgadas.
  9. Desde a abertura do Wizarding World of Harry Potter, em 2010, a Universal Orlando tem atraído muito mais visitantes do que nos anos anteriores a essa invenção maravilhosa (sim, eu sou apaixonada por Harry Potter e quase tive um troço de felicidade quando descobri que abriria uma área temática num dos meus parques favoritos de Orlando, e quase enfartei na primeira vez que fui lá), embora o complexo Disney ainda atraia mais visitantes. A lógica de todo mundo quando chega no Islands of Adventure é ir correndo pro Wizarding World. Não faça isso. Pensa comigo: se todo mundo corre pro Wizarding World, o restante do parque fica relativamente vazio. Andar na Incredible Hulk Coaster com 0 minutos de fila? E se aventurar no The Amazing Adventures of Spider Man esperando só 5 minutos? Eu já fiz isso – não uma, mas várias vezes. Por quê? Porque o Islands of Adventure tem MUITO a oferecer, e você vai aproveitar muito mais se deixar pra curtir o Wizarding World depois do meio dia, ou das 13 horas, quando os loucos que saíram correndo pra lá entupiram a área até essa hora começam a se dispersar pelo resto do parque – e formar filas de 1 hora no Hulk ou no Spider Man, ou no Popeye, ou no Jurassic Park, que você já curtiu antes. E você, esperto(a), vai aproveitar o Wizarding World menos cheio (porque, ainda assim, certamente estará cheio), e, de quebra, sendo persistente, verá as luzes do Castelo de Hogwarts e das lojas de Hogsmeade acesas quando a noite chegar (é tanta beleza que eu chorei de emoção nas vezes em que pude ficar lá até de noite).
  10. Acima de tudo, DIVIRTA-SE. Deixe os problemas e as preocupações no aeroporto internacional brasileiro em que você embarcar, e chegue em Orlando de coração aberto pra APROVEITAR! Volte a ser criança, brinque, tire muitas fotos. Pode até perder o senso do ridículo, e andar de orelhinhas da Minnie ou chapéu do Pateta. Em Orlando, o que importa mesmo é ser feliz! Quanto menos você se importar com o que os outros pensam, mais você vai curtir, e mais inesquecível se tornará a sua viagem. Capaz até de querer voltar de novo, e de novo, e de novo…

Eu não sei se virei guia porque era Disneyfreak, ou se virei Disneyfreak porque era guia. Só sei que quanto mais eu penso nos parques mais me dá vontade de voltar sempre e muito!

diário de viagens: Anaheim & San Diego

Pra continuar com a nossa história da Califórnia, vou contar pra vocês dos dias que passamos em Anaheim e San Diego!

Anaheim está a cerca de meia hora de Los Angeles, e a verdade é que não é fundamental ficar em um hotel por lá se você quer conhecer a Disneyland; dá tranquilamente pra ir e voltar dos parques da Disney ficando hospedado em LA. Só que eu sou SUPER DISNEY FREAK (mais sobre isso em um post futuro nesta mesma categoria!) e queria aproveitar ao máximo o complexo onde toda a magia Disney começou a se tornar realidade, então foi comum acordo que ficássemos 2 dias por lá! Pra gente, isso foi vantajoso porque 1) não precisávamos enfrentar o trânsito caótico de LA depois de cansar o dia inteiro nos parques, e 2) quando o Felipe ficou cansado demais da maratona de parques temáticos deu pra voltar pro hotel rapidinho pra tirar uma sonequinha. Escolhemos o Hilton Anaheim Convention Center pra essa etapa da viagem, que tem um Starbucks dentro e shuttle pros parques!

tô usando: tricot Farm e camisa xadrez H&M

tô usando: tricot Farm e camisa xadrez H&M

A Disney da Califórnia se resume a 2 parques: a Disneyland – onde tudo começou – e o Disney California Adventure. Entre os dois parques, fica o acesso à área de Downtown Disney, com restaurantes diversos, muitas lojas (tem até Sephora!) e também cinemas. Nós demos sorte e fomos pra lá justo no dia em que os parques ficariam abertos por 24h seguidas, dando início ao Monstruous Summer (ação pra promover o Monsters University). Ok, até que ponto foi sorte é discutível, já que os parques ficaram bem mais cheios do que o esperado.

paradise pier

todo mundo reparou que o Mike tá DE APARELHO em Monsters University?

No primeiro dia, fomos pro Disney California Adventure, que tem uma área inteira temática do filme “Carros”, chamada Cars Land, e o Paradise Pier, com roda gigante e tudo mais o que um píer californiano tem direito. Meus brinquedos favoritos foram, certamente, a Torre do Terror (eu adoro, eu me amarro!), o Toy Story Mania! (amor eterno, amor verdadeiro!), e as montanhas russas California Screamin’ e Radiator Springs Racers!

tô usando: blusa comprada no parque, legging Farm, tênis Converse All Star para Bo.Bô

tô usando: blusa comprada no parque, legging Farm, tênis Converse All Star para Bo.Bô, óculos Ray Ban

De noite, rola no Paradise Pier o show World of Color, mas a gente (aka eu) optou por assistir ao Magical, o show de fogos da Disneyland. Nosso ingresso era o Park Hopper de 2 dias, então estávamos tranquilos quanto ao horário e mudança de parques. Eu não sei descrever a emoção de ver a Disneyland de noite. É linda demais! Aliás, todos os parques temáticos que já visitei parecem ganhar uma magia a mais de noite…

Como a Disney tava aberta por 24 horas, ainda demos uma passadinha em Downtown Disney nesse dia antes de voltar pro hotel pra visitar a World of Disney, loja que reúne muita muita muita merchandise dos parques e que me enlouquece. 

a Letícia pira!

a Letícia pira!

O segundo dia foi dedicado só à Disneyland, e eu fiquei (de novo) super emocionada nesse parque, porque foi nele que o Walt Disney deu início a tudo o que me encanta nesse mundo. Pra completar a emoção, em frente à estátua “Partners” do Walt Disney com o Mickey na frente do castelo da Bela Adormecida, foi colocada uma placa onde se registra o dia do centenário do Walt Disney, o mesmo dia em que eu completei 12 anos de vida. Pois é, eu e Walt nascemos no dia 05 de dezembro! E isso explica muita coisa!

tô usando: blusa comprada no parque, short Dress To, cinto Santa Lolla para C&A, parka Espaço Fashion amarrada na cintura

tô usando: blusa comprada no parque, short Dress To, cinto Santa Lolla para C&A, parka Espaço Fashion amarrada na cintura

O parque estava muito cheio (ai, sábados), e já tínhamos ido aos clássicos Piratas do Caribe, Splash Mountain, e Space Mountain. De fato, já tínhamos conhecido o parque todo (o que é muito diferente de ir a todos os brinquedos), passando por todas as “lands” que o Walt Disney planejou. Adorei Toontown, onde ficam as casas de Minnie e Mickey! E a Minnie tava por lá tomando chá! Uma fofa ❤ Enfim. Como o sol tava muito forte e já estávamos cansados, o Felipe me convenceu a descansar um pouco no hotel (eu ficaria mais no parque, mas já passei da fase de gostar de curtir os parques sozinha).

Disney smile (:

Disney smile (:

Depois do descanso, fomos jantar no Downtown Disney. Recomendo o Napolini, que oferece massas maravilhosas e uma carta de vinhos bacana.

tô usando: jaqueta TopShop, camisa Espaço Fashion, bolsa Prada, jeans Lucky Brand

tô usando: jaqueta TopShop, camisa Espaço Fashion, bolsa Prada, jeans Lucky Brand, e o óculos de grau Marc Jacobs

Depois da janta, voltamos pra Disneyland, para noooossa alegriiiia! E aí andamos nos brinquedos que faltavam: a Matterhorn e o simulador Star Tours. A gente ia também no brinquedo Indiana Jones Adventure, mas eu tenho fobia de um certo animal que aparece na decoração do brinquedo, e aí eu resolvi que não queria ir de jeito nenhum, porque já era tarde da noite e fiquei com medo de ter pesadelo (#soudessas). Daí aproveitamos e assistimos o Fantasmic!, que é igual ao que acontece no Disney’s Hollywood Studios em Orlando, e que eu amo de paixão. O Fantasmic! mistura pirotecnia e jogo de águas com projeção de imagens, e eu fico sorrindo e com vontade de dançar só de lembrar da musiquinha que embala o espetáculo.

tá vendo aquela lua que brilha lá no céu?  HE HE HE

tá vendo aquela lua que brilha lá no céu?

Eu não queria sair mais de Anaheim de jeito nenhum! Mas era hora de seguir viagem e aproveitar San Diego! Depois de cerca de 1h40 de viagem de carro – e uma parada esperta em um dos view points na Pacific Highway pra observar a imensidão do Oceano Pacífico – chegamos na cidade.

in the biiiiig blue wooooorld

in the biiiiig blue wooooorld

San Diego era o único lugar onde não tínhamos muita certeza do que faríamos. E foi ótimo! As surpresas começaram com o hotel: sem querer, escolhemos um hotel da rede Ramada que manteve todas as características de quando foi construído na década de 60! Ok, nem todas as características, já que as suas instalações atendem aos padrões mínimos de uma cadeia internacional – mas não ao ponto de perder o seu arzinho vintage.

Um dos lugares que tentamos visitar foi o San Diego Chargers Qualcomm Stadium, já que o Felipe é fã de futebol americano. Mas demos com a cara na porta, já que estava fechado por conta do feriado.

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Pois é. Coincidentemente, chegamos em San Diego num final de semana de  feriado: o Memorial Day! Daí tinha muita coisa fechada e a gente não sabia direito o que fazer. Resolvemos ir pra San Diego Harbor e andar sem rumo.

lugar delícia pra passar o dia! dá pra alugar bicicleta, almoçar olhando a baía...

lugar delícia pra passar o dia! dá pra alugar bicicleta, almoçar olhando a baía…

Foi uma grata surpresa descobrirmos por lá um porta aviões  (o USS Midway) que serve de museu e fica aberto à visitação! Logo quis visitar, porque achei oportunidade única! 

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Nem vi direito o tempo passar enquanto estávamos lá. Tinha tantos aviões pra ver, veteranos de guerra pra conversar, informações pra obter… e o dia tava lindo demais!

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Do lado do USS Midway, fica uma escultura ENORME reproduzindo aquele beijo que ficou famoso no mundo inteiro quando a Segunda Guerra Mundial teve fim. Chamada Unconditional Surrender, a escultura não é em p&b, mas nas cores que seriam os uniformes do marinheiro e da enfermeira que protagonizaram a cena. Perdi a conta de quantos casais vimos tentando reproduzir a cena pra tirar fotos!

tô usando: chapéu Kate Spade, vestido Forever 21, tênis Converse All Star para Bo.Bô

tô usando: chapéu Kate Spade, vestido Forever 21, bolsa Prada, tênis Converse All Star para Bo.Bô

Ali pertinho de San Diego Harbor, fica o centro histórico da cidade, cheio de bons restaurantes! E, falando em comida, essa foi provavelmente a etapa mais gorda da viagem: fomos ao Applebee’s, ao Cheesecake Factory, e até no IHOP (International House Of Pancakes)! E, é claro, descobrimos também uns cantinhos de comida japonesa muito gostosos (será que é assim por toda a Califórnia?).

GORDURA! <3

GORDURA! ❤

Ah! E pra quem quiser fazer compras em San Diego, recomendo o Fashion Valley. É um shopping a céu aberto, com lojas pra todos os gostos e bolsos!

No próximo post sobre essa viagem, a última etapa da nossa road trip: Las Vegas!

de galochas!

Ontem eu anunciei que tava pra chover, né (#garotadotempo)? Então. É claro que ia chover (e muito) no dia do aniversário do meu pai!

Quase todo ano chove no aniversário dele, e mesmo assim eu ainda não me acostumei em ter que me programar pra usar “roupas à prova d’água”. Aí todo 17 de maio é um drama pra escolher alguma coisa pra comemorar em família essa data importante.

Choveu bastante, o dia inteiro, e ficou aquele friozinho gostoso. Apelei pra legging térmica, e o trench coat impermeável foi fundamental pra garantir que eu ficasse seca e quentinha pra gente ir até a pizzaria favorita do papai!

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E a estrela do look, é claro, só podia ser o par de galochas, que esquenta e protege o pé do ~moiado~! Há mais ou menos uns 2 anos atrás, eu cismei que queria uma galocha. Procurei, procurei, procurei, e nada de achar uma bacana do meu tamanho. Parecia que galocha era coisa só pra criança mesmo!

Eis que numa das minhas viagens pra Orlando (<3) eu achei esse par maravilhoso numa loja dentro de um dos parques da Disney, e não pestanejei nem um segundo pra comprar.

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I’m siiiingin’ in the raaaiin, I’m daaaanciing in the raaiiin…

Como elas chamam muita atenção sozinhas, o resto do look tem que ser mais discreto, né? Desse jeito, não preciso aposentá-las completamente nesse período de aparelho.

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Ah, mas eu acho que não conseguiria aposentá-las de jeito nenhum. São galochas! E galochas cheias de Mickeys! Mickeys!! MICKEYS!! Não tem como não amar ❤

Acabou que, quando fui pra Londres, achei mais um tantão de galochas diferentes e que poderiam muito bem entrar no meu armário, mas essa do Mickey reina soberana, e não teve mais lugar pra nenhuma outra!

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O cachecol trouxe um pouquinho de cor pro look, sem ofuscar a galocha, e mantendo a proposta do look outonal de chuva!  

<3

E tá aí uma foto #noelevador da família chegando da pizza em tempo de ver o último capítulo da novela! Hehehehehe

  • Cachecol: Farm
  • Trench coat: Zara
  • Calça térmica: não lembro se foi do Wal-Mart ou do Target d:
  • Galochas: uma das lojinhas do Disney’s Hollywood Studios
  • Arco: Accessorize