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roupa com estampa de gibi: IRON MAN

Com a proximidade da estréia da sequência de Thor, já comecei a pensar num look adequado pra ocasião. Sim, há de se pensar no look que se usa pra pré-estréia ou estréia de um filme geek!!

Aí lembrei desse look que usei nesse ano, quando fui na pré-estréia de Homem de Ferro 3, e resolvi mostrar pra vocês aqui, servindo também de inspiração pra filmes futuros. Vingador por Vingador, o Homem de Ferro é o meu favorito, e eu comprei esse moletom na Forever21 em uma das minhas últimas viagens pros EUA. É lógico que ele tinha que ser usado na pré-estréia do filme, né.

Eu devo admitir que a lógica que guiou o look foi o conforto. Eu estava usando aparelho, e era todo um drama na minha vida pra me vestir sem parecer uma criança de 13 anos e ainda me manter fiel ao meu estilo. Tenhamos em mente também que era abril e, já que eu morro de frio no cinema, tinha que ficar super quentinha, é claro. O look geek preguiçoso foi inevitável.

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Mas ser preguiçoso não precisa ser largado! A esperança fashion é a última que morre. Então combinei a blusa de moletom do Homem de Ferro com legging de oncinha da Farm e botinha de cano curto da Converse. A legging de oncinha deixou a coisa menos tomboy e mais perua feminina! E, já que eu tava assumindo tudo de geek que há dentro de mim, me pareceu adequado usar os óculos de aro grosso ray Ban (o que foi ótimo, já que a sessão era de madrugada e eu já tinha usado lente o dia inteiro e meu olho tava cansado #dramas).

oi, eu sou a Letícia, e eu não sei tirar foto.

oi, eu sou a Letícia, e eu não sei tirar foto.

Dentro da sala de projeção, entrou em cena (hã? hã?) a parka da Cantão que é xodó do meu guarda roupa, e foi uma das minhas compras favoritas do outono/inverno 2013.

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ataque de palhacite.

Achei que, ao combinar a botinha com a bolsa, consegui chegar mais perto de atingir esse equilíbrio entre o geek e o fashion. A bolsa Louis Vuitton foi obviamente escolhida pra deixar tudo com jeitinho mais classy, e o batom vermelho (esse é o Ruby Woo, da MAC!) é aliado quase sempre certo dos óculos de aro grosso. Sem contar que um batom vermelho resolve questões de maquiagem com uma eficiência incrível, é um truque muito bom pra quem quer ficar biita sem gastar muito tempo na frente do espelho.

Dá pra ver como as peças conversam entre si e tudo acabou ficando harmonioso? Vou tentar repetir a dose pro look pra ver Thor essa semana!

cineminha de terça feira: Os Suspeitos

Cheguei em Niterói de Brasília hoje e já fui direto pro cinema (e fazer gordice, é claro) com os meus amigos. O filmes escolhido foi o suspense Os Suspeitos e, de tão tenso, acabei de chegar em casa e sei que não vou conseguir dormir tão cedo (#soudessas). Não me levem a mal: eu adoro suspenses. Mas eu procuro sempre assisti-los cedo, que é pra não atrapalhar o meu soninho sagrado. Como hoje essa regrinha foi quebrada, a solução é vir logo escrever sobre esse filme tenso e muito massa.

A história é a seguinte: Keller Dover (interpretado por Hugh Jackman) leva uma vida feliz ao lado da esposa e dos filhos. Um dia, a família visita a casa de Franklin (Terrence Howard) e Nancy Birch (Viola Davis), seus grandes amigos. Sem que eles percebam, a pequena Anna (a filha pequena de Keller, interpretada por Erin Gerasimovich) e Joy (Kyla Drew Simmons), a filha dos Birch, desaparecem. Desesperadas, as famílias apelam à polícia e logo o caso cai nas mãos do detetive Loki (Jake Gyllenhaal). Não demora muito para que ele prenda Alex (o ótimo Paul Dano), que fica apenas 48 horas preso devido à ausência de provas contra ele. Na verdade, Alex tem o QI de uma criança de 10 anos e, por isso, a polícia não acredita que ele esteja envolvido com o desaparecimento. Entretanto, Keller está convicto de que ele tem culpa no cartório e resolve sequestrá-lo para arrancar a verdade dele, custe o que custar.

Em 2h33min de projeção, o filme é marcado pelo conflito entre a justiça dos homens e a justiça de Deus. O personagem de Hugh Jackman, excelente em seu papel, é um homem extremamente religioso, e um pai dedicado, mas que começa a tomar atitudes condenáveis e muito violentas com o intuito de salvar e encontrar a sua filha. O dilema é complicado, e revela uma grande sabedoria na condução da história do filme: nós nos identificamos e torcemos por um personagem que tortura e se torna cada vez mais bárbaro, porque é um pai corajoso que quer salvar sua filha. Quando bota criança no meio, sempre fica mais complicado, e todas as nuances fazem diferença.

Jake Gyllenhaal também dá um show de interpretação no papel do detetive Loki, com um ~tique nervoso~ que o faz piscar os olhos muito rápido, com tatuagens em formas de símbolos espalhadas pelo corpo, e outros elementos de personalidade que revelam o seu caráter obsessivo e de profissional dedicado.

Não me lembro de ter visto um filme nesse gênero com essa extensão (as 2h33min passam voando), pelo menos recentemente, que conseguisse prender a atenção do espectador o tempo inteiro, sem perder o ritmo e conseguindo mostrar tantas reviravoltas que influenciam no entendimento da história. A atenção, aliás, é fundamental para que nenhum aspecto da história escape ao espectador, enquanto montamos o quebra-cabeça que deverá solucionar o mistério do sequestro das meninas.

Embora alguns elementos não fiquem muito bem resolvidos (como a simbologia do labirinto, presente no poster de divulgação e em tantos outros momentos da história), o filme revela uma trama sombria, com homens e mulheres marcados pelo pecado e pela controvérsia, ao invés de mostrar a moral e os bons costumes dos personagens incorruptíveis característicos dos suspenses hollywoodianos. E é isso que surpreende o expectador.

Como um bom suspense, a cada segundo, parece emergir um novo suspeito possível. Na minha cabeça, até as opções mais impossíveis, em algum momento, pareceram plausíveis. Ainda assim, as revelações finais foram surpreendentes, o que demonstra a sabedoria do diretor Denis Villeneuve ao conduzir a trama.

Ao longo do filme, notamos que um silêncio incômodo paira em toda a história. Este silêncio fala. E muito. Este silêncio fala sobre os arranjos que, em nome de Deus e da verdade, os homens e as mulheres fazem para construírem a sua própria noção de justiça.

cineminha do domingo: GRAVIDADE

Como contei no post sobre cineminha de sábado, tava precisando colocar em dia os meus filmes em cartaz nos cinemas. Ontem fui matar a curiosidade de ver GRAVIDADE, filme dirigido por Alfonso Cuarón e produzido por David Heyman (#potterforever).

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Eu nem sei direito porquê eu tava tão curiosa pra ver esse filme. Eu acho que vi um trailer uma só vez, e provavelmente fiquei mais atraída pelo título do que qualquer outra coisa (afinal, o título é o mesmo de uma das minhas músicas favoritas da vida). Talvez fosse a expectativa de ver um filme inteiro passado no espaço. E, vamos lá, eu pensei, um filme com Sandra Bullock e George Clooney só pode ser bom – no mínimo há de valer o ingresso.

Combo mega em mãos, óculos 3D na cara, começou a projeção. Eu geralmente não gosto de filmes 3D, porque dói muito o meu olho. Passou de 20min, a lente incomoda muito, os olhos doem demais, a vista começa a ficar turva… enfim. Mas, ok, esse filme dura ~só~ 91min, então foi menos difícil de aguentar. Aliás, acho que tinha muito tempo que não via um filme de 91min, principalmente se desconsiderarmos os filmes de criança.

Bullock, Clooney, Cuarón

Eu fiquei muito muito muito tensa com esse filme. Não quero dar spoiler, mas é tranquilo dizer que acontece um acidente no espaço, e Clooney e Bullock (respectivamente astronauta e engenheira médica) ficam a esmo, tentando descobrir meios de sobreviver. Lá pelas tantas, o filme vira quase um monólogo, e a trama não me deixava respirar direito de tanta apreensão. Eu não lembro de ter visto, pelo menos nesse último ano, um filme que me deixasse tão apreensiva.

A sensação ao sair da sala de projeção foi de que eu e mais meia dúzia tínhamos gostado do filme o suficiente, o que eu achei super esquisito no início, mas até consigo entender agora, refletindo algumas horas depois de ver o filme. Achei os efeitos especiais muito, muito bons, e a trilha sonora é incrível (cheers, Steven Price), e eu já tô querendo baixar pra ouvir enquanto escrevo a dissertação (eu sou esse tipo de pessoa que ama ouvir trilhas sonoras enquanto estuda).

cineminha de sábado: É o Fim

Final de semana é quase sinônimo de cinema pra muita gente. Quando eu tô em Niterói, prefiro ir ao cinema durante a semana (menos cheio e mais barato #bolsistasofre); quando tô aqui em Brasília, só rola ir mesmo ver os filmes nos finais de semana. Salas lotadas, ingressos mais caros, filas pra pipoca. Mas é melhor do que não ir ao cinema, né? Eu acho.

This is the End

Tava meio atrasada com os filmes em cartaz, mas comecei a dar um jeito nisso nesse final de semana. No sábado, assisti É o Fim, com roteiro de Seth Rogen e Evan Goldberg. Eu estava super mega ultra ansiosa pra ver esse filme desde que vi o trailer a primeira vez, em maio. Queria muito ver qual era a desse filme que me parecia muito louco e que juntava um milhão de artistas agindo como “eles mesmos”.

Seth e Jay

E, olha, esse filme é mesmo muito, muito louco. Não lembro de ter visto nenhum filme apocalíptico tão louco como esse. E é extremamente divertido. Enquanto os atores tentam entender o que está acontecendo, e como poderiam se salvar do fim apocalíptico, os dilemas que envolvem ego, vaidade, egoísmo, respeito e amizade acabam virando pauta, e o filme vai deixando de ser apenas uma diversão pra fazer a gente refletir um pouquinho também sobre a vida e como agimos uns com os outros. Ou só eu fiz isso?

James, Emma, Seth

De qualquer modo, o filme que mostra a destruição de Hollywood e conta com milhões de participações super especiais, tem, pra mim, dois pontos altos, e eu deixo vídeos desses momentos, na mesma ordem em que acontecem no filme, aqui:

– “Hermione just stole all of our shit”. Porque a Emma Watson não tava “fucking around”:

– o final ÉPICO:

Não tem muito mais a dizer depois disso. Fica a conclusão: recomendo fortemente esse filme pra qualquer pessoa que queira rir muito com o fim do mundo.

na pré-estréia do Homem de Ferro 3

Esse post tem que começar com uma pequena historinha.

Era uma vez uma mocinha que é apaixonada por histórias em quadrinhos, principalmente de super heróis, principalmente do Homem de Ferro. Ela estava muito animada para ver o 3º filme do seu herói favorito no cinema, e já tinha até comprado, há meses atrás, numa viagem, um blusão especial para a ocasião. A tal mocinha vinha pedindo há vários dias aos seus amiguinhos que a acompanhassem na pré-estréia  do dito filme, mas seus amiguinhos a enrolaram bastante, e ela já estava desesperançosa, convencida de que só veria o tal filme alguns dias depois da estréia. No dia que antecedia a pré-estréia, ela ainda tentou por horas falar com seus amiguinhos pra tentar ir na tal sessão da meia noite. Como não teve sucesso e estava cansada, lá pelas tantas tirou as lentes de contato, vestiu o pijama, e já ia ler algum livro antes de ver a novela e dormir.

Aí eis que os amiguinhos resolvem retornar as ligações feitas e todo mundo resolveu ir pro cinema. EEEEE!

Compramos os ingressos pela internet, e era só trocar de roupa e ir pro shopping esperar a hora do filme. Mas aí eu 1) já tava de pijama, 2) já tava morrendo de preguiça, 3) já tinha usado lente o dia inteiro e não ia colocar de novo pra não irritar mais os olhos.

Eu devo admitir que a lógica que guiou o look foi o conforto (ou a continuação do pijama, se preferir). E, já que eu morro de frio no cinema, tinha que ficar quentinha, é claro. O look geek preguiçoso foi inevitável.

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Mas ser preguiçoso não precisa ser largado! A esperança fashion é a última que morre. Então combinei o blusão do Homem de Ferro (alguém tinha dúvida de que ela seria a estrela do look? <3) com legging de oncinha e botinha de cano curto (aquela que já apareceu aqui). A legging de oncinha deixou a coisa menos tomboy e mais perua feminina! E, já que eu tava assumindo (quase) tudo de geek que há dentro de mim, me pareceu adequado usar os óculos de aro grosso.

Iron Man

daí pra frente só tirei foto palhaçada. reparem.

Dentro da sala de projeção, entrou em cena (hã? hã?) a parka (que também já apareceu aqui!)! Não preciso dizer o quanto tô apaixonada por ela, né?

Iron Man

eu avisei!

Achei que, ao combinar a botinha com a bolsa, consegui chegar mais perto de atingir esse equilíbrio entre o geek e o fashion, e não fiquei parecendo simplesmente uma maluca. A bolsa foi obviamente escolhida pra deixar tudo com jeitinho mais classy, e o batom vermelho é aliado quase sempre certo dos óculos de aro grosso. Ok, chama atenção pro aparelho, mas fazer o quê, né?

Iron Man

Dá pra ver como as peças conversam entre si e tudo acabou ficando harmonioso?

O filme é incrível, eu amei, e dei até pulos da poltrona de susto em alguns momentos. Achei melhor do que Homem de Ferro 2, mas o primeiro continua sendo o melhor, sem dúvida.

E, por favor, fiquem até depois dos créditos. Tem uma cena genial que fez todo mundo rolar de rir. Confiem em mim.

Ah! Claro! Obrigada aos amiguinhos que me acompanharam na projeção cinematográfica deste filme sensacional e moram no meu coração!

  • Parka: Cantão
  • Blusão: Forever 21
  • Legging: Farm
  • Botinha: Converse All Star
  • Bolsa: Louis Vuitton
  • Óculos: Ray Ban
  • Batom: Ruby Woo