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cabelo: cortar e doar!

Quem me conhece e/ou acompanha o blog há um tempinho sabe que eu tenho tinha muita vontade de cortar meu cabelo mais curto, mas o apego era muito grande e eu não conseguia largar os fios mais longos. Até tentava tirar 4 dedos a cada visita ao Prya, mas sempre acabei deixando crescer mais do que precisava pra ir cortar.

Até que eu completei meus 25 anos e fui pra Niterói no dia seguinte. Não aguentando mais o calor, nem o peso do meu cabelo (quem vê meu cabelo liso e fino não acredita na quantidade de cabelo da pessoa), nem andar o tempo inteiro com o cabelo preso (além do peso, tava percebendo que os fios tavam ficando com as pontas muito arrebentadas, e eu não tenho a menor paciência pra hidratação…), decidi ir lá no Prya e pedir pro Arthur cortar bastante o meu cabelo, deixando num comprimento long bob.

Deve ter uns dois anos que eu ensaiava esse corte mais curto, acima dos ombros. Mas a coragem só veio mesmo agora, depois de completar um quarto de século. Naquele dia, eu disse que estava em ritmo de mudança. E, aproveitando o final do ano, quis fazer o bem, sem saber pra quem!

O corte rendeu uma “sobra” de cabelo suficiente pra doar pro CABELEGRIA, instituição que recebe doações de cabelos para fazer perucas para meninas que estão tratando o câncer e, por isso, perderam os seus cabelos.

Eu estou amando o meu corte. Acho que não podia ter ~diminuído~ meu cabelo numa hora melhor. Minha auto-imagem melhorou muito depois que cortei, e não estou sentindo nenhuma falta da longa (e já muito repicada) cabeleira. Felipe também amou. E amei mais ainda poder enviar o que era meu cabelo pro CABELEGRIA, com a certeza de que vou ajudar.

Ah, e uma foto do corte novo só pra matar a curiosidade (e deixar registrado o jantarzinho japa delícia da semana passada com os melhores amigos do universo <3):

BTW, o Gabriel mal acreditou quando viu que eu tinha cortado o cabelo! Ele, que é meu bróder, meu amigo de fé, meu irmão camarada, já acompanhou muitos e muitos ataques de corto-não-corto! Era uma vez o apego! Pode vir, 2015!

óleos para cabelo

Desde que o Moroccanoil invadiu as prateleiras de salões de beleza e lojas especializadas pelo mundo, todo mundo (aka todas as mulheres do mundo) quiseram um óleo para chamar de seu. Eu lembro que, lá pelos idos de 2010 ou 2011, o Moroccanoil chegou aos mercados brasileiros custando uma pequena fortuna (pra mim, quase R$200,00 num vidrinho de produto de cabelo é uma realidade muito distante), mas, por sorte ou bênção, eu viajava bastante na época e pude comprar na gringa o meu primeiro vidro desse óleo que virou hit ~nas internet~.

o famoso morrocão

E foi só começar a usar pra entender o porquê de ser hit: o ~morrocão~ é bom mesmo. O óleo, que promete tratamento pra todos os tipos de cabelo, me ganhou na primeira semana de uso. Eu nunca fui de cuidar muito do meu cabelo, por motivos de preguiça, mas consegui desenvolver o hábito de usar o óleo de argan no meu cabelo porque é muito simples, era só passar um bocadinho depois que saísse do banho com o cabelo ainda molhado (pelo menos eu uso assim), e pronto. Eu realmente senti que o meu cabelo passou a ficar mais brilhoso, menos quebrado, e muito cheiroso. Isso porque eu morria de medo de ficar com o cabelo muito oleoso (porque eu tenho essa leve tendência) – mas isso não aconteceu. Ainda bem!

a linha completa

Cheguei a comprar um kit travel size com mini shampoo, mini condicionador, mini creme pra pentear, e mini óleo. Usei algumas vezes, mas fiquei naquela de querer economizar (#bolsistasofre) e até hoje tem quase meio potinho de cada coisa – exceto do mini óleo, que eu uso pra levar uma quantidade pequena em viagens e evitar levar o vidro maior. Porque, né.

Alguns anos e alguns vidros de Moroccanoil depois, começaram a aparecer versões “genéricas” do tratamento. Eu acho que as marcas de beauté e cuidados pra cabelo simplesmente perceberam o hype e viram que podiam desenvolver produtos de menor custo que ofereceriam os mesmos (ou quase) resultados. E eu já testei alguns deles, e vou contar pra vocês o que achei.

– Elixir Ultime, da Kérestase 

Que eu me lembre, esse foi o primeiro ~genérico~ que surgiu no mercado, se é que dá pra chamar Kérestase de genérico. O Elixir Ultime deixa o cabelo super cheiroso, mas acho que, no meu cabelo, ele “pesa” um pouco mais do que o Moroccan. Quando uso esse, tenho que ter cuidado pra não passar demais, e pra espalhar bem nas pontas, que é pra não ficar esquisito.

– Moroccan Infusion, da Suave Professional

Um belo dia eu tava viajando e percebi, ao chegar no hotel, que tinha esquecido de levar shampoo e condicionador. O Moroccanoil eu não levei de propósito, porque tinha acabado e eu precisava comprar outro vidro. Passeando pelos corredores do Walmart pra escolher um duo shampoo-condicionador que desse conta no mínimo do período da viagem, eu avistei essa tal marca Suave. Nunca tinha nem ouvido falar, mas fiquei atraída pelo preço. Do lado dos shampoos e condicionadores, tava lá um monte de tubinho do óleo, custando 4 dólares. E é lógico que eu resolvi comprar pra experimentar porque, né, é-tão-barato-que-não-vai-nem-fazer-diferença-nos-meus-gastos (mas faz). Mas não me arrependi não. O óleo é bem levinho, e deixa o cabelo cheiroso também. Se eu usar o trio shampoo + condicionador + óleo, eu sinto que o meu cabelo fica pesado demais, e fica com aparência oleosa mais rápido. Por isso, deixei o Suave pra usar lá em Brasília, onde o meu cabelo fica mais seco, e aí acaba equilibrando esse “excesso” de oleosidade.

PROLISO, da Vizcaya Cosmetics

Acho que, de todos os óleos que já usei, esse foi o que eu menos gostei. Ele veio pra que eu testasse numa caixinha de beauté, mas achei que ele pesou muito o meu cabelo, e até deixou com cara de sujinho. Como ele promete um cabelo super liso e sem frizz, e o meu cabelo já é bem fininho (embora eu tenha muito cabelo), acabou ficando pesado e mais boi-lambeu-do-que-nunca. Quando acabou o vidrinho que eu recebi, não comprei outro.

– Óleo Inca PowerOil, da Nazca Power Professional

Esse óleo Inca eu gostei bastante! Além do cheirinho dele ser bem gostoso, ele não deixou o meu cabelo com cara de sujinho, nem pesado, mas sim bem brilhoso. Recebi um potinho do creme recentemente pra testar, e espero que tenha o mesmo efeito.

– Óleo Extraordinário, da L’Oréal

Esse aí foi recomendado pela minha cabeleireira Jô, quando conversamos uma vez sobre esses óleos e quais seriam as melhores opções pro meu cabelo. A L’Oréal tinha acabado de lançar a linha desses Óleos Extraordinários, e a Jô testou no meu cabelo depois de cortar. O resultado foi bem bacana: meus cabelos ficaram super brilhosos e sedosos, parecendo de propaganda de shampoo. O cheiro dele é bem bom também, e, usando a quantidade certa, não pesa nadinha no cabelo.

– Super Óleo 8, da Garnier

Eu acho que essa é uma das opções mais baratas disponíveis no mercado brasileiro, e também uma das melhores. Ele não só promete 8 benefícios pro cabelo, mas também os cumpre. Depois de usá-lo, notei que as pontas do meu cabelo ficaram menos quebradas. É bem gostoso de passar antes de pentear o cabelo, e deixa bem brilhoso. Entre as opções baratinhas, talvez seja o melhor pra quem faz escova/chapinha, porque protege o cabelo contra as altas temperaturas dos aparelhos. E a Garnier também desenvolveu a linha completa com o tratamento; pra mim, não é bom usar todos os produtos juntos, porque deixa o cabelo pesado.

É claro que isso tudo que eu contei aqui tá baseado na minha própria experiência, e que cada cabelo é diferente, e o meu cabelo é liso-escorrido-boi-lambeu e o que funciona no meu cabelo pode não funcionar nem num cabelo do mesmo tipo que o meu, mas acho que vale a pena compartilhar as minhas experiências – nem que seja só pra vocês conhecerem as marcas que oferecem esse tipo de produto (ou pelo menos as que eu já tive a oportunidade de testar).

O meu favorito continua sendo o Moroccanoil, mas tenho gostado de testar e usar opções mais baratinhas! Agora que eu não consigo viajar mais com tanta frequência (#bolsistasofre #dissertationtion), não dá pra acabar com o vidro do morrocão muito rápido, então eu tenho usado ele 2 vezes na semana (com uma distância de 3 dias entre um uso e outro), e alterno os outros baratinhos nesses outros dias da semana.