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abraçaço!

Nessa noite de ano novo, um abraçaço desses pra todos!

E eu explico o porquê:

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feliz Natal!!

Pra todo mundo que lê as minhas linhas tortas (e pra quem não lê também!), eu desejo que possa manter vivo em seu coração o espírito do Natal durante todo o ano!

E que a gente não se esqueça do aniversariante do dia:

as minhas descobertas de beauté de 2013

Em 2013, eu tomei coragem de experimentar muita coisa que ainda não tinha entrado na minha rotina de beauté – fosse por falta de oportunidade, ou porque eu achava caro mesmo. Isso acabou resultando em novas descobertas de muita coisa bacana, que definitivamente mudaram a minha vida e a minha rotina de cuidados, sem me tomar muito tempo.

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faltou o Fine One One da Benefit nessa foto xD (#falhanossa)

Da Nivea: Milk hidratante para o banho

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  • hidratante para o banho Milk: Eu sempre fui fã dos cremes da Nivea. Acho que eles hidratam bem, são cheirosos, e tem uma textura boa. Mas a preguiça sempre me fez “esquecer” de passar hidratante com a devida frequência. Quando vi esse hidratante para ser usado no banho, achei a grande revolução do ano! Depois de me lavar, eu passo o hidratante, e enxáguo antes de sair do banho. É como se fosse passar sabonete mais uma vez! E a pele fica bem macia mesmo. Minha dermatologista ficaria orgulhosa!

Da Benefit: Speed Brow, Fine One One, the POREfessional, e Fake Up

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  • máscara de sobrancelhas Speed Brow: Esse gel de tom natural para sobrancelhas tem sido a minha salvação! A vida inteira eu tentei corrigir os pelinhos da minha sobrancelha com óleo de amêndoa e mais um milhão de coisas da “sabedoria de família”, mas nada resolvia. Tem uns pelinhos na minha sobrancelha que são muito teimosos e sempre crescem pro lado errado, e o Speed Brow tem colocado eles no lugar desde que comecei a usar.
  • blush Fine One OneTem um amigo meu que se refere a esse blush como “pintura de índio”, pela forma como ele se aplica! As três cores, escolhidas para dar destaque, contorno e cor ao rosto (e também aos lábios!), vem em bastão, e a aplicação absurdamente fácil salvam a palidez do dia a dia sem me tomar mais do que 30 segundos pra passar. 
  • primer The POREfessional: Sabe aqueles dias que você acorda com cara de cansada, mas tem um montão de coisas pra fazer e não pode dormir o tempo todo? E aí te falta tempo de ~passar reboco na cara~ e você não sabe o que fazer pra ficar menos horrenda? O POREfessional resolve esse problema em dois tempos. A textura é super leve, e ele é super fácil de aplicar. O resultado é uma pele de bebê, com jeito de princesa que dormiu super bem de noite.
  • corretivo Fake Up: Eu nunca me dei bem com corretivos na vida. Sempre acabava deixando as olheiras aparentes porque não sabia usar um corretivo sem deixar com aparência “craquelada”. Até que eu experimentei esse Fake Up da Benefit e fiquei impressionada: ele não só cobre perfeitamente as olheiras, como também trata a região dos olhos, hidratando a pele e diminuindo estes sinais. Mesmo que as minhas olheiras ainda fiquem razoavelmente acentuadas porque são sinais de alergia, o Fake Up corrige muito bem, e é super fácil de aplicar.

Da Carmex: healing cream

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  • healing cream: eu amo Carmex num grau que vocês nem calculam. Sempre que vou pros EUA, faço estoque dos balms! Aí, em janeiro desse ano, quando tava renovando o estoque, vi umas embalagens promocionais dos balms com esse healing cream, e resolvi testar. Me arrependi de não ter trazido mais! Ele é ótimo, e um ótimo substituto pro Neutrogena. Essa embalagem é pequenininha e é ótima pra deixar na bolsa – ou até mesmo no bolso.

Da Granado: creme para mãos e desodorante em spray para os pés

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  • creme para as mãos: minhas mãos são muito muito secas, mas eu sempre tive nervoso de passar creme e ficar com a mão melecada. O único que não me deixava com essa sensação era um da Neutrogena que eu comprei em Londres, mas o meu estoque acabou. Não fiquei órfã de creme porque descobri o Carmex Healing Cream (vou falar dele mais abaixo!) e também esse da Granado, que tem uma textura deliciosa e hidrata muito bem as mãos!!
  • desodorante em spray para os pés: Eu tenho PÂNICO de xulé. Nunca tive, e nem quero ter! Eu lembro da época do ballet, quando era pequena, e algumas meninas tinham xulé, e era um horror na hora de tirar o tênis pra colocar as sapatilhas, e vice versa. Já tinha vergonha alheia por causa disso quando tinha meus 4 ou 5 anos! Por isso que eu sempre usei talco em pó da Granado! Mas, esse ano, como comecei a ficar mais tempo em Brasília, percebi que a minha pele ficava muito ressecada com o talco em pó. Descobri o desodorante antisséptico em spray para os pés, também da Granado, e foi a solução para prevenção do xulé sem sacrificar a minha pele. Ele é geladinho gostoso demais, e deixa o pé muito cheiroso!

Da TRESemmé: Split Remedy

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  • spray para pentear Split Remedy: Vocês não fazem ideia do quanto o meu cabelo fica embaraçado. Era uma dor danada pra pentear e deixar ele direitinho, porque, ao longo do dia, eu amarro, solto, prendo, uso arco, grampo, etc, e aí ele fica igual um ninho (#exageros)! Mas esse spray me ajuda a pentear o meu cabelo sentindo menos dor – e ainda deixa super cheiroso. De quebra, ainda ajuda a prevenir fios quebrados.

Do Lee Stafford: máscara Hair Growth Treatment e finalizador Blow Dry Your Hair Faster Wonder Spray

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  • máscara Hair Growth Treatment: Comecei a usar essa máscara para “fazer o cabelo crescer” em outubro, e já estou no segundo pote. Quando li sobre ela, achei que não fosse possível, mas o cabelo realmente cresce mais e mais rápido. Eu não tenho muita paciência pra cuidar do meu cabelo, mas tava querendo testar algum jeito de fazer ele crescer mais pra que eu perdesse um pouco do medo de cortar. E essa máscara é bem prática: eu lavo o cabelo, passo a máscara e, enquanto lavo o resto do corpo no banho, ela vai fazendo efeito. Tecnicamente, eu deveria esperar 5 minutos até enxaguar e passar o condicionador, mas nem sempre eu tenho paciência. Mesmo assim, tô vendo o resultado, e o meu cabelo tá crescendo bem mais rápido.
  • finalizador Blow Dry Your Hair Faster  Wonder Spray: Depois do sucesso da máscara para “fazer o cabelo crescer”, descobri esse spray da mesma marca, e resolvi investir pra testar. Deus sabe o quanto eu detesto secador de cabelo! Mas não é sempre que dá pra deixar meu cabelo secar ao natural – por exemplo, quando tá frio ou tá chovendo, porque eu não quero pegar pneumonia – e aí eu preciso enfrentar o secador. Esse spray realmente diminui o tempo pra secar, e ainda facilita o processo de pentear!

Da 2beauty: Solução Higienizadora de Pincéis

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  • Solução Higienizadora de PincéisAtire a primeira pedra quem nunca teve preguiça de limpar os pincéis?! Eu tenho, e muita! Mas desde que comprei essa solução inventada pela Marina do 2beauty, minha vida mudou. De vez em quando (ok, bem menos do que eu devia) eu dou uma geral nos pincéis de maquiagem e eles ficam super hiper mega ultra limpinhos, sem muito esforço!

O melhor de tudo é que dá pra achar a maioria desses produtos em farmácias pelo Brasil, ou na Sephora!

te quiero, Cuba

Semana passada eu fiquei sumida do universo ~das internê~ por um excelente motivo: tirei mini férias para explorar La Habana e aproveitar alguns dias ensolarados em Varadero. Foi um excelente presente de aniversário que eu ganhei, realizando o sonho de conhecer a ilha que guarda tanta história e tem tanto para se descobrir!

hasta siempre, Comandante

É até difícil descrever a experiência que eu tive em Cuba; ao mesmo tempo em que guarda diferenças absurdas de todos os lugares por onde já passei, é incrivelmente familiar. No primeiro dia em Havana, já me sentia muito em casa, como se estivesse andando pelas ruas de Niterói ou do Rio. Sim, é diferente; mas, ao mesmo tempo, é muito igual.

CUC

A primeira dica importante para viajar para Cuba é a seguinte: leve Euros. A vantagem na conversão em relação aos dólares é absurda. Na nossa conversão, 1 Euro comprava 1,31 CUC (1 CUC +- R$2,33, parecido com o dólar), ao passo que 1 dólar comprava 0,60 CUC.

Quando chegamos ao Hotel Habana Libre, onde ficaríamos hospedados, almoçamos em um dos restaurantes de lá mesmo. Acontece que, além de mortos de fome, o quarto ainda não estava liberado quando chegamos, então a solução foi esperar o check in comendo. O restaurante escolhido foi o El Bodegón, que tem um menu executivo (uma entrada, um prato principal, a sobremesa, e uma bebida) por 15 pesos. Comida gostosa e atendimento cordial.

casa del habano

Saímos para explorar Havana e a primeira parada foi La Casa del Habano – porque, né, charutos. Eles tem uma seleção excelente de todas as melhores marcas de charutos, e ainda contam com alguns funcionários que ~enrolam~ na hora. Esses eram os melhores, porque atendiam precisamente ao que o cliente queria.

habano

Aliás, sobre charutos: fomos abordados diversas vezes nos mais diversos lugares para comprarmos “charutos mais baratos” do que os vendidos nas fábricas. Cuidado com isso! Esses charutos são todos ~falsificados~. É preferível comprar um artesanal em uma casa de charutos do que um Cohiba ou um Romeo y Julieta falsificado.

camarada Hemingway

Depois fomos para o El Floridita, restaurante-bar famoso pelo favoritismo de Ernest Hemingway. Tinha um grupo tocando ao vivo, e tomamos bons drinks cubanos ouvindo bons boleros.

piña colada

sim, nosso pequeno grupinho tinha a ilustre presença de um baby muito fofo, que apareceu sorrateiramente nessa foto da piña colada do Floridita.

O segundo dia em Havana – o primeiro inteiro – começou com um passeio a pé até o Malecón, que é tipo o calçadão de Copacabana deles, só que sem os quiosques, mas com muitos cubanos abordando os turistas, tentando levá-los para “diversões” e tentar, com isso, arrancar alguns trocados de CUC (1 CUC = +- 23 moeda nacional). A gente sente no ar que o fim do regime se aproxima.

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No Malecón, estão erguidos vários monumentos a heróis cubanos: General Máximo Gomes, Antonio Maceo, General Calixto García, e também José Martí. É também por ali que fica o Castillo de la Real Fuerza, o Castillo de San Salvador de la Punta, o Torreón de San Lázaro, e o Hotel Nacional.

o Hotel Nacional, visto do Malecón

Dali, seguimos, ainda a pé, por Vedado até Habana Vieja, onde escolhemos almoçar no Hotel Inglaterra – que fica em frente a uma agradável praça. Durante o almoço, muitos cubanos nos interpelaram pela varanda do restaurante em busca de alguns CUCs. Sim, isso é muito comum lá, e é preciso dizer “não” repetidas vezes para muitas pessoas.

Gabriel, o ilustre baby, se divertindo com o tio Ortega

Logo depois, fomos para a Plaza de la Revolución, um dos principais pontos turísticos de Havana. É lá que ficam os enormes rostos de Che Guevara e Camilo Cienfuegos, em frente ao Memorial José Martí.

à direita: Memorial José Martí; à esquerda: Che & Camilo

à direita: Memorial José Martí; à esquerda: Che & Camilo

O Memorial José Martí estava fechado, e decidimos voltar no dia seguinte para conhecer por dentro. Mas o dia ainda não havia terminado: ainda fomos até La Bodeguida del Medio, e depois jantamos no La Moneda Cubana, um paladar (nome dado aos restaurantes particulares, geralmente administrados por famílias) localizado no terraço de uma casa em uma pequena rua próxima à Plaza de la Catedral.

La Bodeguita del Medio & Plaza de la Catedral

La Bodeguita del Medio & Plaza de la Catedral

No dia seguinte, começamos o dia no Memorial José Martí, que é um pequeno museu, com uma vista sensacional da Plaza de la Revolución, e também da cidade de Havana.

o que é o que é um pontinho verde no meio das fotos?

o que é o que é um pontinho verde no meio das fotos?

De lá, seguimos para o Museo de la Revolución/Memorial Gramma. E, no trajeto, tivemos a alegria de circular em um autêntico taxi Lada! Uma gloriosa experiência.

quem fico feliz com mísseis? o/

quem fico feliz com mísseis? o/

Nosso almoço nesse dia foi em um mais um paladar, chamado Cabaña. Foi uma das melhores refeições que fizemos, não só porque a comida estava ótima, mas porque o ambiente é bem agradável. É pertinho da Plaza de las Armas, e tem comida boa com preço bem justo. Porque, gente, comida nos restaurantes cubanos é razoavelmente cara!!

E, lá pertinho, fica o Palacio de Artesanias, um lugarzinho recluso muito muito fofo, cheio de lojinhas para comprar camisetas e artesanatos cubanos. Dei muito mole de não ter comprado coisinhas nesse dia, porque depois me faltou oportunidade! kuén (#letíciafail)

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E, como o nosso grupinho era formado por nerds de carteirinha, passamos boa parte da tarde em uma livraria do povo!

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Compramos 7394890304 livros por, sei lá, R$20,00. A livraria escolhida chama El Ateneo, mas não se parece em nada com a famosa livraria argentina de mesmo nome. Essa El Ateneo que visitamos é uma autêntica livraria cubana para o povo, e os preços dos livros estavam em moeda nacional – quando fizemos a conversão, pagamos uma pechincha!

Passamos tanto tempo escolhendo os livros na El Ateneo que, quando vimos, já era hora de voltarmos ao hotel para nos prepararmos para o show dos integrantes do Buena Vista Social Club.

buena vista

e o Gabriel roubou a cena, é claro

Foi um jeito excelente de fechar nossos dias em Havana. Tanta gente fofinha cantando e dançando e aproveitando a vida e fazendo a gente feliz! Não tem nem como descrever. Ficamos em uma mesa privilegiada, bem em frente ao palco, e jantamos comida gostosa ouvindo músicas maravilhosas. Foi divertidíssimo!

Meliã Marina Varadero

Meliã Marina Varadero

No dia seguinte, seguimos viagem para Varadero. E, ao chegarmos no Meliã Marina Varadero, encontramos um resort novinho s-e-n-s-a-c-i-o-n-al com tudo incluído (sim, isso mesmo, sistema all inclusive), e na beira da praia. Basta dizer que eu engordei 1kg nesse resort pra vocês imaginarem o tanto que eu comi.

piscina & a necessaire da Holic Fashion!

piscina & a necessaire da Holic Fashion!

Em Varadero, nossa rotina era acordar, toma café, tomar sol, lanchar, tomar mais sol, almoçar, brincar na piscina, beber mojitos e piña colada na beira da piscina, lanchar, dormir, jantar, beber mais um pouco, dormir de novo, e repetir todas as etapas anteriores. Agora imagina a minha felicidade em passar 3 dias assim, sem pensar em dissertação, e sem nem sair do quarto com documento ou dinheiro – porque simplesmente não precisava!

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O Meliã Marina Varadero conta com alguns restaurantes a la carte, para os quais é preciso fazer reserva, e eu provei a comida de dois: Don Peperoni (comida italiana, bom) e Bana (cozinha oriental, razoável). Honestamente, eu preferia a comida do buffet El Pilar (abundância!) e também do bar da piscina (o Habana). Não me levem a mal, tanto o Don Peperoni quanto o Bana são bons restaurantes, mas é que vinha muito pouca comida, e a gorda aqui logo ficava com fome (hihihi).

os melhores discos de 2013

Um dos primeiros posts do Geek Land listou os melhores filmes geek que chegaram (ou chegariam) aos cinemas em 2013, de acordo com a minha humilde opinião. E hoje eu vou contar pra vocês quais foram os meus 10 discos favoritos nesse ano. Afinal, já é Natal na Leader Magazine já é dezembro, e acho que já dá pra fazer um balanço razoavelmente justo. Vou falar pra vocês que, pra mim, foi bem difícil fazer essa listinha resumida – e, mais, elencar os álbuns numa ordem justa de preferências! Mas vamos lá:

10- What About Now – Bon Jovi

O 12º álbum da banda de New Jersey foi criticado negativamente por muita gente, mas eu achei bacana. Sim, Bon Jovi é uma banda um pouco cliché (e deu pra perceber isso claramente no Rock in Rio, abarrotado de gente que conhecia apenas os hits mais populares da banda), mas dá pra notar nesse álbum as raízes do rock n’ roll da década de 1980. Destaque para ‘Because We Can‘, ‘The Fighter‘, e para aquela que dá nome ao álbum.

9- Native – OneRepublic

O 3º álbum de estúdio entrou nessa lista por motivos de: ‘Counting Stars‘. OneRepublic não é uma das minhas bandas favoritas, mas vez e outra eles lançam umas músicas que merecem 5 estrelas no meu iTunes e acabando tocando no repeat por horas na minha vida. Gostei tanto dessa música que acabei ouvindo o álbum todo, e gostei também de ‘If I Lose Myself‘ e ‘Feel Again‘.

8- Mechanical Bull – Kings of Leon

Tinha muito tempo que eu esperava por um disco do Kings of Leon que me fizesse ter vontade de gritar as canções da banda a plenos pulmões como eu faço com ‘Use Somebody‘, embora eu tenha curtido bastante o álbum “Come Around Sundown“. Destaque para ‘Supersoaker‘, ‘Comeback Story‘, ‘Rock City‘, e ‘Don’t Matter‘.

7- To be Loved – Michael Bublé

A voz suave de Michael Bublé, combinada à músicas cheias de sentimento, faz desse um disco perfeito. O disco conta com a participação de Bryan Adams em ‘After All‘, Reese Witherspoon em ‘Somethin’ Stupid‘, Naturally 7 em ‘Have I Told You Lately That I Love You‘, e The Puppini Sistes em ‘Nevertheless (I’m In Love With You)‘. Destaque também para ‘To Love Somebody‘, ‘Who’s Lovin’ You‘, ‘Come Dance With Me‘, ‘To Be Loved‘ e, claro, ‘You’ve Got a Friend in Me‘.

6- AM – Arctic Monkeys

Com uma batida intrigante, o 5º álbum dos Arctic Monkeys parece ter sido gravado por 4 caras que gostam de improvisar música na garagem de casa. E é isso o que sempre mais me atraiu no som do Arctic Monkeys: essa coisa crua que tem no som deles. O álbum conta com participações especiais de Josh Homme, Bill Ryder-Jones, e Pete Thomas. Lançado em setembro, esse álbum foi nomeado para diversos prêmios em 2013, ganhando o Q Awards de melhor faixa para ‘Do I Wanna Know?‘. ‘One for the Road‘, ‘Mad Sounds‘, ‘Fireside‘, ‘I Wanna Be Yours‘, e ‘Why’d You Only Call Me When You’re High?‘ merecem atenção em um álbum tão bom que é difícil escolher poucos destaques.

5- Comedown Machine – The Strokes

Eu tinha perdido um pouco a fé nos Strokes depois de Angles. Na verdade, o First Impressions of Earth já tinha me deixado um pouco desanimada, ainda que tenha algumas faixas que eu ame de paixão. Mas Comedown Machine ~restaurou a minha fé~ e me fez reconhecer os Strokes que eu gostava tanto no início dos anos 2000. A minha favorita é ‘80s Comedown Machine‘, mas ‘One Way Trigger‘, ‘All the Time‘, e ‘Call It Fate, Call It Karma‘ também merecem destaque.

4- The 20/20 Experience 2 of 2 – Justin Timberlake

Parte da The Complete Experience, o 2º álbum de inéditas lançado em 2013 por Justin Timberlake é totalmente excelente. Sim, ele lançou dois álbuns de inéditas em um mesmo ano, depois de 7 anos de jejum. Qual não foi a minha surpresa quando eu soube!! Em setembro, o “príncipe do pop” trouxe a sua batida inconfundível para um álbum maravilhoso, que tem uma característica que eu amo: a continuidade. Parece que uma música foi perfeitamente pensada para continuar a outra. Além disso, as músicas são enormes (‘Gimme What I Don’t Know (I Want)‘ é a menor delas, com 5min31seg), cheias das melhores referências possíveis. Destaque para ‘True Blood‘, ‘TKO‘, ‘Take Back the Night‘, ‘Drink You Away‘, e ‘Only When I Walk Away‘. Ah, sim, e eu vou me arrepender muito a vida inteira de não ter ido no Rock in Rio no dia do show do Timberlake (sim, isso seria contra os meus princípios, mas pelo Justin eu deveria ter quebrado as minhas regrinhas).

3- The 20/20 Experience – Justin Timberlake

Sim, Justin Timberlake não só lançou dois álbuns de inéditas em um mesmo ano, como os dois entraram nessa listinha de top 10. Acontece que a ~parte 1~ da “experiência”, lançada em março, é, na minha opinião, ainda melhor do que a segunda, por motivos de: eu esperei muitos anos por um disco de inéditas do Justin, e aí ele lança um disco que é redondinho do início ao fim, cheio de músicas que mereceram 5 estrelas no meu iTunes. É por isso que esse álbum é mais do que top 10, é top 3 em 2013! Eu tinha uma expectativa muito alta depois do Futuresex/Lovesounds, que é um dos álbuns que eu mais gosto na vida, e todas elas foram superadas pelo The 20/20 Experience – aliás, The Complete Experience superou qualquer expectativa que eu tinha. Esse álbum tem a mesma continuidade entre as músicas do 2 of 2, e as faixas ‘Pusher Love Girl‘, ‘Suit & Tie‘, ‘Don’t Hold the Wall‘, ‘Tunnel Vision‘, ‘Spaceship Couple‘ e ‘Let the Groove In‘ me fizeram lembrar o quanto eu sempre fui apaixonada pelo “príncipe do pop”, com orgulho e com amor. Aí eu ouvi ‘Mirrors‘ e eu já não sabia mais o que fazer da minha vida, porque essa música me emociona de um jeito que eu nem sei explicar.

2- Paradise Valley – John Mayer

Imagina a situação: você é muito muito fã de um cantor/compositor há mais de uma década e ele, de repente, descobre que tem um tumor na garganta. Eu simplesmente surtei quando soube que o John, o meu John, tava nessa situação em 2011. Esse tumor, inclusive, atrasou o lançamento do álbum Born and Raised em alguns meses. Quando Paradise Valley saiu, eu mal podia esperar pra ver (ouvir) o que o meu John tinha escrito pra mim (sim, eu falo dele com essa propriedade mesmo, é meu e pronto!), e todas as minhas expectativas tinham sido superadas. Ok, eu sou um tanto suspeita, mas eu me apaixonei por TODAS as faixas desse disco na primeira vez que eu ouvi. A vontade era dar 5 estrelas pra todas no iTunes, e comprar várias cópias do disco, pra deixar uma em cada canto e poder ouvir o tempo todo. É esse o disco que eu escolho pra ouvir quando tô estressada por causa da dissertação e/ou do mestrado, e também quando tô feliz. ‘Wildfire‘, ‘Dear Marie‘, ‘Waitin’ on the Day‘, ‘Paper Doll‘, ‘I will be found (Lost in the Sea)‘, ‘You’re No One ‘Til Someone Lets You Down‘, e ‘Badge And Gun‘ são absolutamente maravilhosas. Thank you, John; thank you.

1- Lightning Bolt – Pearl Jam

Em qualquer outra circunstância, quem ocuparia o 1º lugar nessa lista seria John Mayer com seu Paradise Valley, porque, né, é o John Mayer. Na verdade, John reinava soberano no topo da lista até que chegou outubro e, com ele, esse disco maravilhoso do Pearl Jam. E aí eu vi que eu era obrigada a eleger Lightning Bolt o melhor disco de 2013. A atmosfera densa do disco e faixas como ‘Mind your Manners‘, ‘Infallible‘, ‘Pendulum‘, e ‘Let the Records Play‘ me fazem ter certeza de que esta é a escolha certa. E, como se não bastasse, ‘Sirens‘ foi eleita não só uma das minhas músicas favoritas de 2013, mas uma das minhas músicas favoritas da vida pra sempre. Eu ouço essa música repetidas e incontáveis vezes seguidas, e ouço o álbum incontáveis vezes. É muito amor, muito amor mesmo. Esse é um daqueles discos pra se ouvir por muitos e muitos anos sem perder o encanto pelas notas cruas e raivosas que soam tão maravilhosas por conta do brilhantismo de Jeff Ament, Stone Gossard, Mike McCready, Matt Cameron, e, é claro, do muso maior Eddie Vedder. Eddie pode ter cortado os cabelos, mas o seu charme, o seu garbo e a sua elegância permanecem os mesmos.

wishlist de dezembro

Essa semana eu completarei 24 primaveras! Eu nunca fui muito de querer comemorar o meu aniversário, principalmente depois de tanta festa entre os 2 e 15 anos. Sinto como se eu já tivesse comemorado pra uma vida inteira!

eu x minha wishlist

Mas nunca deixo de fazer minha wishlist – que, muitas vezes, acaba incluindo coisinhas pra ganhar no Natal também.

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E, nesse ano, vou publicar essa wishlist aqui no Geek Land pra dividir com vocês tudo o que eu queria ganhar nesse mês tanto pelo meu aniversário quanto pelo Natal – e também pra mandar o link por email pra todo mundo que possivelmente irá me presentear hihihi

– tênis Converse por Isolda

Dona Coisa

Eu não sei bem certo porquê, mas é sempre nessa época que eu vejo o quão acabados os meus tênis estão e o quanto eu preciso de novos All Stars para caminhar por aí. Não que eu não goste de All Star velho – pelo contrário, sou do time que acha que quanto mais velho e sujo melhor – mas é que, depois de um certo tempo, eles começam a se ~desintegrar~ e aí não tem mais jeito. E, tem pouquinho tempo (mais precisamente durante o Fashion Rio), foi lançada essa coleção especial da Isolda, com os tênis mais queridos do mundo estampados com cores e padronagens únicas. É claro que eu pirei nas estampas e fiquei doida pra comprar um – ou vários – mas acabei deixando pra que eles façam parte da wishlist de dezembro. Pra quem quiser me dar de presente, fica a dica: eu calço 35! xD

– GoPro HERO3: White Edition

Eu já falei um pouquinho aqui no Geek Land que eu sou apaixonada por fotografia, né? Já tive oportunidade de comprar a GoPro outras vezes, mas nunca tinha desejado de fato. Aí andei lendo um pouquinho mais sobre ela nos últimos tempos e descobrindo todas as maravilhas que poderia fazer com uma dessas, e logo logo ela superou todos os outros equipamentos de fotografia na minha listinha de desejos. Se eu pudesse, comprava (ou pedia!) logo a Black Edition, mas já vou dar muitos pulinhos de alegria quando tiver a White nas mãos pra fotografar esse mundo.

– um beijo do John Mayer

Ai, gente, não resisti à brincadeirinha! Hihihihi. Sou muito fã do John Mayer há quase 13 anos e só agora em 2013 eu consegui realizar o sonho de vê-lo ao vivo, então ficou faltando só um abraço e um beijinho do meu muso! Ok, ficou faltando ver um show mais longo do que o que ele fez no Rock in Rio, mas eu já fiquei super feliz de ter ouvido tantas das “minhas músicas” que, se ganhasse um beijinho e um abraço dele, já fechava 2013 satisfeita!

– coisas da Via Mia

Via Mia madness

A Via Mia sempre cria coleções que me deixam cheia de vontade de comprar tudo. Os calçados, além de super confortáveis, são super bonitos e tem um preço muito amigo. As bolsas são muito lindas, e os acessórios são super fofos, também mantendo um precinho bem amigo. Sempre dou uma passadinha na loja e fico doida, querendo tudo. Eu não consigo escolher só uma coisinha de lá pra ganhar de presente, e já pedi pros meus pais pra que avisem a todos os familiares e amigos que manifestarem vontade de me dar presente de aniversário e/ou Natal que comprem qualquer coisa da Via Mia pra mim e eu ficarei super feliz!

– iPhone 5s 16GB Space Gray

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É, eu sei, é uma coisa cara pra caramba, mas eu quero. E, bem, se a wishlist é de aniversário e de Natal, não custa sonhar, né? O meu iPhone 4s já tá completando 2 aninhos de uso, a mamãe já tá de olho nele (porque ela gosta mesmo é de “herdar” as coisas da Apple que ela mesma compra pra mim), e eu consigo ver uma boa evolução do 4s pro 5s. Quem sabe, né?

– mais livros de Harry Potter

coleção da Scholastic

coleção da Scholastic

coleção “The Hogwarts Library”, com hardcover

Olha, eu até já tenho todos esses livros (dert), mas eu queria muito essas coleções que estão lindas demais. Na minha casa sempre vai ter espaço pra mais um livro dessa série que acompanha a minha vida.

– discos

discos

Eu sei que é muito mais fácil fazer o download, mas é que tem algumas bandas que são tão queridas que eu faço questão de sempre ter os discos pra guardar. Esses são alguns dos que ainda estão faltando na minha ~discoteca~, mas aceito outros também. Ah, também aceito vinis de presente!

– livros

livros

Claro que não podia faltar uma ~pequena~ seleção de livros sobre política externa e energia nuclear na minha wishlist de aniversário/Natal. Afinal, #bolsistasofre, e é nessas horas que a gente aproveita pra colocar a biblioteca em dia com os livros mais caros e/ou difíceis de encontrar.

– skate e/ou patinete

skate e patinete

Eu sempre quis ter um skate. Quando eu era menorzinha, a minha vó me deu um patinete, na esperança de suprir essa vontade com um troço ~parecido~ porém um tanto mais seguro para uma pessoa descoordenada desde sempre (eu o/). Mas a vontade de ter um skate continua, e não tem um aniversário/Natal que eu não peça pra ganhar um. Esse ano resolvi pedir um skate e/ou um patinete. Porque, né, vai que.

– bolsa de oncinha

oncinha Lee Loo

Eu sempre quis ter uma bolsa de oncinha, mas nunca tinha achado uma que me fizesse brilhar os olhos de emoção. Até que vi essa da Lee Loo e eu quase chorei de emoção de tanto que eu amei. Ela é perfeita por vários motivos: além de ser no formato box estruturadinha, tem o tamanho ideal pra carregar só as tranqueiras mais essenciais (tô tentando fazer um exercício pra diminuir a quantidade de coisas que mora na minha bolsa!), e tem a alça longa (praticidade); ainda por cima, tem esses detalhes dourados maravilhosos hipnotizantes. Eu tô hipnotizada.

Mothafocka GTA is in da house!

–       What do you want, Michael?

–       I don’t know, I want something that isn’t this. But at the same time, I really want the other stuff too.

Eu tinha uns 13 anos quando joguei GTA III pela primeira vez.

Cheguei da escola trazendo na mochila o CD-Rom de instalação do jogo que havia pego emprestado com um amigo. Nas suas palavras, “aquele era o melhor jogo já feito na história dos videogames dos últimos tempos”. Assim mesmo, com todas as hipérboles que tinha direito.

Liguei meu computador, deixei o jogo fazer sua instalação de praxe e esperei. Como quem esperava uma encomenda dos correios ou uma cartinha de amor – não me julguem, eu tinha 13 anos. Amor não era importante naquela época. Até que o Windows apitou o fim e o jogo, enfim, começou.

Precisei de exatos 5 minutos em Liberty City. Foi o tempo suficiente para que eu tivesse a minha primeira morte no jogo, em decorrência de um conflito com a polícia que por sua vez se deu em decorrência de eu ter dado um tiro em um transeunte na rua. E o que aquela pobre pessoa virtual tinha me feito de ruim? Nada, eu só quis mesmo.

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Liberty City at its maximum!

Grand Theft Auto nunca foi só um jogo. Era uma parada, um negócio pesado, no melhor linguajar popular. Diferente de quase tudo que havíamos vivido em termos de videogames, GTA jogava com uma experiência diferente: não havia fases, chefões, labirintos. No lugar do modelo padrão de jogos, a Rockstar te oferecia algo maior: liberdade de escolha.

GTA III, até hoje, foi o ápice dessa liberdade. Seus gráficos em 3D permitiam algo ainda inédito nos videogames: somar a liberdade inerente ao tema do jogo com um nível de realidade até então não visto. Era a fórmula do sucesso.

E aquele belo dia de meus trezes anos foi inteiramente consumido por Liberty City. Só não vairei a madrugada porque minha mãe, sempre sábia, me obrigou a estudar com meia dúzia de esporros.

Passada a catarse de matar pessoas na rua, enfrentar a polícia e destruir carros, zerei o jogo em não mais que uma semana, um tempo até rápido. E até hoje nunca esqueci de Liberty City.

GTA V

Desde aqueles 13 anos se passaram 11 anos. E de lá pra cá foram muitos jogos, acúmulo de idade e alguns outros GTA’s: Vice City, San Andreas, versões para portáteis, IV, até que finalmente chegamos ao atual: Grand Theft Auto V.

O jogo foi lançado no dia 17 de Setembro último. Vendeu, em 24 horas, mais de 800 milhões de dólares. A versão tupiniquim chegou dois dias mais tarde, dia 19.

Comprei o jogo no dia do lançamento. Cheguei na loja e percebi que não era o único “louco” pelo jogo: vi adolescentes, pessoas da minha idade, mães e até mesmo executivos de terno e gravata ansiosos na fila com o jogo na mão.

Trabalhar? Só depois de GTA...

Trabalhar? Só depois de GTA…

O hype se procriava na internet: fotos em redes sociais da capa do jogo acompanhados de piadas como “É o fim da minha vida” se tornaram figurinha carimbada nos dias que se seguiram. Veículos não muito versados em videogames eram obrigados a dar atenção ao que, naquele momento, se tornava o maior empreendimento de entretenimento da história, superando blockbusters como os Vingadores (2012) e Avatar (2009).

As crescentes notas máximas nos mais diversos portais especializados garantiam a excelência de público e crítica – algo que no videogame costuma ser comum, diferente de outras artes. E com isso chegávamos a cabal pergunta: por que GTA é o que é?

A resposta talvez pareça simples, mas a mesma desde a terceira edição da série: liberdade.

O que que eu vou fazer com essa tal liberdade?

O filósofo holandês Baruch de Espinosa, nas suas vindas lá pelo século XVII, dizia que ser livre é o ato de se realizar em sua total plenitude, de acordo com nossas amarras naturais.

SPC na vanguarda do pensamento liberal

SPC na vanguarda do pensamento liberal

Usando a tecla SAP, o que ele pregava era que um ser era livre quando era capaz de fazer tudo o que lhe era permitido pela sua natureza. Assim sendo, um jacaré era livre quando gozava de suas funções de jacaré, como nadar, ficar tomando sol e matar um bicho ou outro de vez em quando. Ele não poder voar, por exemplo, era sua limitação natural.

Para nós, seres humanos, a liberdade também é restrita por leis e por nossa moralidade, o que nos impede de dar uns tiros em alguém se nos fecham no trânsito.

Jacaré no seco é livre

Jacaré no seco é livre

E é aí que GTA brilha: é no jogo que podemos ser livres à la Espinosa! Porque no jogo, no duro, praticamente tudo é permitido. Podemos roubar carros, matar pessoas, atropelar, explodir pessoas com bombas em celulares, invadir bases militares, pular de pára-quedas, pilotar um avião e até mesmo torturar uma outra pessoa. E tudo isso sem o risco de sofrer qualquer tipo de sanção legal ou moral.

GTA é o nosso filme de ação preferido onde nós somos os protagonistas. Se em GTA III isso já era algo inebriante, no V ele alcança sua maestria: sequestrar um avião no ar está, sem dúvidas, no hall das melhores coisas que já fizeram na história dos videogames.

E não, não me entendam mal achando que eu prego que possamos agir como se a vida fosse um GTA. Não, é bom que tenhamos regras e princípios que nos impeçam de cometer qualquer tipo de atrocidade.

Por outro lado, é quase notório o fascínio do ser humano pela violência e sua necessidade de canalizar isso de alguma forma, seja em filmes, sexo ou vendo lutas de MMA sábado a noite. O videogame – e GTA, por tabela – é apenas mais um exemplo nos montes que corroboram isso.

O veredicto

Não se iludam com relatos sobre a história de GTA V, a dinâmica de troca de três personagens, o drama pessoal de cada um deles etc. Isso importa, sem dúvida, mas não é o que te ganha em GTA V. Em narrativa, por sinal, o jogo perde com folgas para seu grande concorrente ao jogo do ano, Last of Us.

GTA V é sobre roubar um carro e cruzar Los Santos em direção à Sandy Shores ouvindo Radio Gaga, do Queen, no rádio; é sobre se esconder em um descampado enquanto inúmeros carros da polícia te procuram sem descanso; é sobre nadar no mar aberto em busca da inevitável morte por tubarão.

All we hear is Grand Theft Auto... Grand Theft Auto...

All we hear is Grand Theft Auto… Grand Theft Auto…

É, em suma, a essência da série há mais de uma década: diversão por diversão, sem medo de ser feliz. Soma-se isso ao montante de dinheiro investido na produção, tecnologia e marketing, bem como o crescimento da indústria de videogames e o fenômeno é explicado.

Se isso não basta, fiquem com a fala do psicólogo de um dos protagonistas:

You’re plainly addicted to chaos.

E sim, nós somos.