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iPhone 5s e iPhone 5c no Brasil

Na última sexta feira (22/novembro) os novos modelos de iPhone começaram a ser comercializados oficialmente no Brasil, tanto pela Apple Store quanto pelas operadoras de telefonia móvel (Oi, Tim, Vivo, Claro) e também por grandes lojas como Saraiva, FNAC, Fast Shop, entre outras. Mesmo com os preços altos (o iPhone 5c desbloqueado mais simples custa R$1.999 e o iPhone 5s desbloqueado mais simples custa R$2.799), a primeira leva dos aparelhos já estão esgotados em muitas dessas lojas online, bem como em algumas lojas físicas.

A verdade é que os ~applemaníacos~ não resistem a uma novidade, e a gente pira logo nos lançamentos. Mas quais são as diferenças desses modelos em relação aos seus anteriores?!

iPhone 4s

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  • O modelo mais antigo entre os comercializados pela Apple, disponível nas cores preto e branco.
  • Entre os três, ele é o mais “gordinho” (9,3mm) e com a tela menor (3,5 polegadas), e pesa 140 gramas.
  • Resolução da tela: 960 x 640 pixels, 326 ppi; a proporção de contraste é de 800:1; o brilho máximo é de 500 cd/m2.
  • A câmera iSight tem resolução de 8 megapixels, com abertura ƒ/2.4, um flash LED, sensor de retroiluminação e foco automático, e opções de fotos panorâmicas. Além disso, grava vídeos em HD com 1080p. A câmera frontal tem resolução VGA.
  • O tempo de conversação em 3G é de até 8h; o tempo de espera é de até 200h; o tempo para uso da internet em 3G é de até 6h e, no WiFi, até 9h. Reproduz vídeos por até 10h, e músicas por até 40h.
  • Conexão de 30 pinos para USB com carregador.
  • O que eu tenho a dizer sobre o iPhone 4s: é o que eu tenho desde janeiro de 2012, e eu gosto bastante dele. Senti muita diferença quando comprei, já que usava, antes, um iPhone 3G – e do 3G pro 4s é um pulo imenso.

iPhone 5c

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  • São cinco cores disponíveis (branco, rosa, amarelo, azul, verde) em modelos de 16GB ou 32GB.
  • Tem 8,97mm de espessura, com uma tela retina de 4 polegadas, e pesa 132 gramas.
  • Resolução de tela: 1136 x 640 pixels, 326 ppi; a proporção de contraste também é de 800:1; o brilho máximo também é de 500 cd/m2.
  • A câmera iSight tem resolução de 8 megapixels, com abertura ƒ/2.4 e lente de cristal safira, um flash LED, sensor de retroiluminação e foco automático, e opções de fotos panorâmicas. Além disso, grava vídeos em HD com 1080p, e é possível tirar fotos enquanto se grava um vídeo. A câmera frontal tem resolução 1,2 megapixels, e é possível gravar vídeo HD de 720p.
  • O tempo de conversação em 3G é de até 10h; o tempo de espera é de até 250h; o tempo para uso da internet em 3G é de até 8h e, no WiFi, até 10h. Promete reproduzir vídeos por até 10h, e músicas por até 40h.
  • Conexão “lightning” (8 pinos) para USB com carregador, e o iPhone 5c vem com os fones do tipo EarPods.
  • O que eu tenho a dizer sobre o iPhone 5c: quando foi lançado, eu detestei essa ideia das cores. Mas vi um ao vivo na sexta passada e não achei tão feio quanto pensava. Mesmo assim, eu ainda não me acostumei com a ideia de iPhones coloridos.

iPhone 5s

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  • Disponível nas cores cinza espacial (aka preto), dourado e prateado (aka branco), em versões de 16GB, 32GB, e 64GB.
  • É o mais fino dos três: 7,6mm de espessura. E é o mais leve também: pesa só 112 gramas.
  • Tem chip A7 de 64bits, e coprocessador de movimento M7.
  • É o único modelo com Touch ID, um sensor de impressão digital integrado ao botão de início.
  • A tela de retina de 4 polegadas tem resolução de 1136 x 640 pixels, com 326 ppi. A proporção de contraste também é de 800:1; o brilho máximo também é de 500 cd/m2.
  • A câmera iSight tem resolução de 8 megapixels, com abertura ƒ/2.4 e lente de cristal safira, um flash True Tone, sensor de retroiluminação e foco automático, e opções de fotos panorâmicas. Tem também estabilizador automático de imagem, e modo contínuo. Além disso, grava vídeos em HD com 1080p, com zoom de 3x, e é possível tirar fotos enquanto se grava um vídeo. A câmera frontal tem resolução 1,2 megapixels com sensor de retroiluminação, e é possível gravar vídeo HD de 720p.
  • O tempo de conversação em 3G é de até 10h; o tempo de espera é de até 250h; o tempo para uso da internet em 3G é de até 8h e, no WiFi, até 10h. Promete reproduzir vídeos por até 10h, e músicas por até 40h.
  • Conexão “lightning” (8 pinos) para USB com carregador, e o iPhone 5s também vem com os fones do tipo EarPods.
  • O que eu tenho a dizer sobre o iPhone 5s: esse, sim, mexeu com o meu coração. O design dele, pouco (ou nada?!) diferente do iPhone 5, faz meus olhos brilharem. Na verdade, as mudanças do iPhone 5 pro iPhone 5s foram bem poucas. Gosto mesmo é do preto (não consigo chamar essa cor de ~cinza espacial~) – como sempre -, mas ainda acho que o dourado é menos pior do que o prateado (eu sempre detestei organicamente iPhone branco/prateado). Embora eu ainda não me sinta 100% segura de usá-la em um aparelho que pode ser roubado (sejamos realistas), acho o Touch ID um recurso muito interessante.

A Apple também investiu em capinhas próprias para os modelos 5c e 5s. Para iPhone 5c, as capinhas custam R$139 e, para o iPhone 5s, custam R$189. Ainda não vi nenhuma dessas capinhas de perto, mas achei as do 5s ótimas, enquanto as do 5c me dão nervoso por motivos de elas são ~furadinhas~.

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capinhas para iPhone 5s

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capinhas para iPhone 5c. entendo que elas são furadinhas pra deixar a cor do iPhone aparecer, mas me dá muito nervoso porque eu acho que o iPhone pode ser arranhado através desses buraquinhos. (neurótica)

Alguém aí já comprou algum dos modelos novos? Vocês também ficam doidinhos com os lançamentos da Apple? Ou vocês passam longe dos aparelhos da ~maçãzinha~? Conta pra gente!

*Vale lembrar que o iPhone 5 parou de ser produzido/vendido pela Apple, sendo substituído pelos dois novos modelos.

fones de ouvido dos super heróis

Descobri dia desses, enquanto pesquisava um modelo novo de headphones pra comprar (tenho um da Sony há 2 anos que tá pedindo aposentadoria), que a iHome lançou uma linha de headphones dedicadas aos super heróis da Marvel. Achei genial! Imagina só que bacana poder ouvir músicas e podcasts com fones de super heróis?! É o tipo de coisa que ~agrega tudo~!

Hulk

Capitão América

Homem de Ferro

Cada um desses da iHome custa, em média, US$25. Depois da descoberta, fucei um pouquinho mais a internet, e descobri também alguns modelos da iHip, que homenageiam não só os heróis da Marvel, mas também da DC Comics!

Wolverine

HQs *.*

Liga da Justiça!

Mulher Maravilha

Super-Homem

Batman

Esses modelos da iHip custam, em média, US$18. Não conheço essa marca ainda, mas fiquei com vontade de testar – principalmente se for com esse modelo de headphones da Mulher Maravilha!! Além desses todos, achei uma opção na Amazon pra comprar esse pack com 3 fones por menos de US$50!

pack com fones d’Os Vingadores

Confesso que, de todos esses fones que achei, o meu preferido foi a versão do Homem de Ferro da iHome – porque, né, vocês já sabem que ele é o meu Vingador favorito. E eu ainda achei esses dois outros acessórios da iHome pra iPhone/iPod que fizeram meus olhinhos brilharem:

US$25 na Amazon

US$50 na Amazon

Já tô imaginando esse despertador no meu quarto e o dock no escritório! Quase não me aguentei com essa fofura do Homem de Ferro com a mãozinha levantada nesse dock!

comparando o iPad (1ª geração) ao iPad mini

Eu não escondo de ninguém que adoro a Apple e as coisas que são lançadas pela marca. Sou fã mesmo, e fico sempre me coçando pra trocar meus gadgets pelas últimas versões – mas #bolsistasofre e, no meu caso, essas trocas podem demorar uns 2 ou 3 anos pra acontecer.

Quando o iPad foi lançado, eu comprei nos EUA assim que pude, e logo me viciei. Sabia que aquilo ali ia mudar a minha vida, e mudou mesmo. E não mudou só a minha não: a minha mãe também se tornou uma aficionada (mamãe geek) e, de 2011 até janeiro desse ano (ou seja: 2013), dividimos um único iPad (eu disse que #bolsistasofre, gente). Aqui em casa, só o meu pai que ainda não se rendeu ao iPad.

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De lá pra cá, foram lançados outros 3 modelos de iPad, e o iPad mini. Esse, sim, me encantou o suficiente pra que eu quisesse desembolsar uma graninha e fazer um upgrade que, além de me colocar muito à frente tecnologicamente, ainda seria mais leve e menor – e, consequentemente, mais fácil de levar pro mestrado ou em viagens. Sem contar que agora a mamãe tem o iPad dela e eu tenho o meu mini, então nenhuma das duas fica ~#chatiada~ enquanto a outra tá usando (hihihi).

todo mundo já notou que tanto o iPad quanto o iPad mini tem Hogwarts como plano de fundo? xD

todo mundo já notou que tanto o iPad quanto o iPad mini tem Hogwarts como plano de fundo? xD

Posso comparar, então, os features de cada um desses modelos que fizeram/fazem parte da minha vida. As principais diferenças entre os dois modelos de iPad que habitam a minha casa são:

  • tela: a resolução da tela do iPad mini é infinitamente melhor, e a imagem fica muito mais bonita e mais bem definida do que no iPad.
  • câmeras: o iPad não tem câmera, e o mini tem câmera frontal e traseira.
  • tamanho/espessura/peso: pra carregar o iPad, eu sempre tinha que usar uma bolsa um pouquinho maior, enquanto o mini cabe em (quase) qualquer bolsa; além disso, dá pra pegar o mini com uma mão só (é sério); o peso, minha gente, o peso é, pra mim, a principal diferença: o mini é 237942304 vezes mais leve do que o iPad.
  • capacidade: quando comprei o iPad ~grandão~, escolhi a versão com 16GB que, na época, me pareciam suficientes; o tempo passou e eu vi que precisava de mais espaço pra armazenamento, então investi numa versão de 32GB.
dá pra segurar o iPad mini com uma mão

dá pra segurar o iPad mini com uma mão

E, sobre o tamanho/espessura/peso, eu preciso fazer um adendo: pra uma pessoa extremamente atrapalhada, o iPad mini oferece muito mais conforto. Eu explico: eu sou dessas que levava o iPad, e agora levo o iPad mini, pra cama, junto do iPhone, MacBook, essas coisas. E, em determinadas ocasiões, eu fico lendo deitada, segurando o iPad mini na frente da cara. Eu perdi a conta de quantas vezes, numa dessas, eu perdi a força e dei com o iPad na cara. E, gente, isso dói. Quando aconteceu com o mini, ok, doeu um tiquinho, mas foi bem menos – até porque eu demoro mais a cansar de segurar o mini do que eu demorava a cansar segurando o iPad.

a capa emborrachada da Apple: eu não entendo porquê eles pararam de fazer essas capas pros iPads em seus diversos modelos

a capa emborrachada da Apple: eu não entendo porquê eles pararam de fazer essas capas pros iPads em seus diversos modelos

Tem uma coisinha só que eu preferia do iPad em relação ao iPad mini: a capa. Eu sou super neurótica com essas coisas de proteger os gadgets (tão neurótica que não tirei eles da capa nem pra fazer as fotos do post), e a capa do iPad era um negócio que eu achava genial: ela reveste o iPad por completo, em um material emborrachado bem resistente. Pro iPad mini, só tem a Smart Cover (que eu acho bacana e até tenho), que deixa a parte de trás do mini “desprotegida”, e eu fui obrigada a comprar uma segunda capa pra usar combinada à Smart Cover. Além da Smart + a que protege a parte de trás, eu tenho essa verdinha que tá na foto, e uma outra preta em couro, que eu costumo usar pra viagens, porque acho que protege mais.

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Ah, sim: além da capinha, eu protegi ambos com película protetora da Zagg, chamada Invisible Shield. Acho um excelente investimento, porque protege mesmo, e tem garantia ilimitada (a chamada lifetime guarantee) contra danos, caso a película não proteja efetivamente o device.

Hoje, no mercado, são 4 tipos de iPad disponíveis: iPad 2, iPad Air, iPad mini, e iPad mini com tela de retina. O meu iPad mini é sem tela de retina, e eu não pretendo trocá-lo tão cedo. Quando comprei, custou US$469 + taxas. Já o iPad custou, na época, US$499 + taxas. E eu nunca quis comprar nenhuma versão com 3G porque, como eu já tenho o 3G no iPhone, nunca senti necessidade; além disso, eu geralmente levo o iPad pra lugares onde tem wi-fi.

Os preços no Brasil estão disponíveis pra consulta na Apple Store brasileira. Sim, eles são um pouco mais caros do que comprando nos EUA, por exemplo, mas, se considerar que aqui dá pra parcelar, e não haverá necessidade de enfrentar a fila da alfândega na chegada de uma viagem pra registrar o gadget e ainda pagar o imposto, acho que vale a pena.

Pra vocês terem uma ideia, vou mostrar pra vocês a conta final da compra do meu iPad mini: US$469 (preço na loja da Apple nos EUA em janeiro de 2013) + 6,5% (imposto da Flórida) + 7% (IOF do cartão) + imposto na alfândega + conversão de US$ para R$ (na época cada US$ equivalia a uns R$2,15) = R$1.193,00

“Mas, Letícia, a gente não tem até US$500,00 de franquia na alfândega quando voltamos de uma viagem internacional?”

Pois é, minha gente, essa franquia existe, mas a alfândega brasileira tem sido cada vez mais rígida com esse limite – e com alguma razão, eu acho, já que tem gente que viaja pra fora do país e pira nas compras e não declara nada. Na prática, a franquia de US$500 dólares pode incluir qualquer objeto (principalmente eletroeletrônicos) comprados fora do país em qualquer época. Explico: se eu viajasse pros EUA com o meu iPad mais velho, e comprasse um novo, voltando pro Brasil com os dois na bagagem, eu pagaria um imposto equivalente ao excedente da soma dos dois, porque eu não registrei o iPad em 2011. Isso caberia pra qualquer eletrônico não-declarado, por mais velho que ele seja. Em janeiro/2013, então, eu declarei na alfândega brasilera o iPad mini, o iPod shuffle, e um HD externo de 2TB, pagando um imposto sobre o excedente dos US$500 dólares permitidos (acho que paguei, ao todo, US$110 de excedente).

Tá quase virando uma dica que caberia em um post do viajante geek, mas eu acho que o gancho é conveniente pra explicar isso mesmo. Eu acho muito arriscado “tentar passar pela alfândega sem declarar”. Das últimas vezes que fui pros EUA e desembarquei no Rio, todos estavam tendo que passar as malas nos raios-x e, aqueles que excediam esse valor permitido de US$500 e estavam na fila do “nada a declarar” acabavam pagando um imposto muito maior sobre o excedente, porque somava-se uma multa o imposto. Eu acho que é bem melhor fazer as coisas direito e certinho, garantindo a franquia livre pra uma próxima viagem, do que ficar ~fora da lei~ e acabar pagando mais do que precisava. No site da Receita Federal também tem explicações detalhadas sobre esses procedimentos de alfândega.

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aproveitando para mostrar dois ângulos do Castelo de Hogwarts no Wizarding World (hihihi)

Isso tudo pra dizer que: se, na época, o iPad mini já estivesse sendo vendido no Brasil, eu teria preferido comprar aqui por R$1.399,00 (acho que foi esse o preço no lançamento), podendo pagar no boleto bancário com 5% de desconto (=R$1.329,00) ou dividindo o valor em infinitas parcelas (porque #bolsistasofre) sem juros. A diferença, no final das contas, ficaria bem pequena, e eu não teria que ficar hoooooras na alfândega pra declarar a compra do iPad mini. Quando fosse viajar, era só levar a nota fiscal de compra aqui do Brasil (quando eu viajo, eu sempre levo a nota fiscal do MacBook comigo por conta disso).

Só mais uma coisinha: eu costumo tentar trocar de gadgets da Apple quando as atualizações do iOS param de ficar disponíveis pr’aquele device que eu já tenho. Acho que esse é o sinal mais significativo de que tá na hora de fazer um upgrade! Geralmente esse sinal de obsolescência aparece a partir do 3º modelo lançado, o que dá uma margem de uso bem interessante – e também um tempinho ok pra juntar dinheiro pro próximo!

tech: P$4 no Brasil

Nessa última semana, não se falou em outra coisa: o elevado preço do PlayStation 4 no Brasil causou furor entre potenciais consumidores, chocados por saberem que o novo console da Sony custará R$3.999,00.

Quando a Sony lançou o PlayStation 3, o console era visto como uma máquina quase revolucionária, oferecendo uma nova experiência para os usuários, que podiam não só jogar, mas também ver fotos, navegar na internet e assistir aos discos de Blu-Ray com alta definição.

PS4DivulgacaoSony

O PlayStation 4 consegue superar o seu antecessor em alguns aspectos que prometem mudar a experiência dos usuários: com um processador melhor e um chip adicional, a Sony promete resolver as questões de otimização do console e também diminuir o tempo de processamento de tarefas de background, que tomam muito tempo no PS3. O novo PS4 terá 8GB de GDDR5 RAM, o que equivale a dezesseis vezes mais memória do que o PS3, além de gráficos capazes de tornar a experiência de uso ainda melhor. A tudo isso, soma-se um drive de Blu-Ray com velocidade até seis vezes superior ao seu antecessor, além de mais algumas outras melhorias, e a Sony criou um PS4 incrivelmente mais potente do que o PS3.

A ansiedade pra ter um PS4 já bate forte. Mas quem será capaz de desembolsar R$3.999,00 em terras tupiniquins por um novo video game?

Em entrevista ao UOL Jogos, Mark Stanley, responsável pela divisão PlayStation na América Latina, explicou porque o console vai custar tão caro por aqui. Na entrevista, é apresentado um gráfico com os custos da produção e importação do PS4 para o Brasil, reproduzido aqui:

fonte: UOL Jogos

fonte: UOL Jogos

A Sony não descarta a possibilidade de produzir o console em breve no Brasil, o que reduziria significativamente os custos, refletidos no preço final. Na verdade, a empresa diz que o processo será facilitado pelo fato de que o PS3 já é produzido no Brasil. Ainda assim, os executivos da empresa explicam que só depois de algum tempo de fabricação internacional do console é que será possível fazê-lo no Brasil.

Além disso, a empresa já deixou claro que não pretende esgotar os estoques que serão disponibilizados para venda imediata no Brasil, por conta do preço, manifestando também a sua frustração com o elevado preço final. Ao mesmo tempo, não há uma previsão para redução do preço do console no Brasil.

Há de se considerar que o preço estabelecido para venda no lançamento do PS4 do Brasil é mesmo muito alto, porém é resultado de um esforço da empresa em tornar o produto disponível para o nosso mercado ao mesmo tempo em que será lançado em outros países. Não estou dizendo que isso justifica o preço elevado do console, mas há de se considerar o esforço de oferecer o produto. Quantas vezes já reclamamos do tempo defasado entre o lançamento de um gadget no mercado internacional e da sua chegada no Brasil? Eu já perdi a conta.

PlayStation 4, DualShock 4, e a câmera PlayStation 4 Eye

PlayStation 4, DualShock 4, e a câmera PlayStation 4 Eye

Também não estou dizendo que vou comprar o PS4 no seu lançamento no Brasil. Quem me dera ter essa grana pra gastar assim! #bolsistasofre Além disso, mesmo não me faltando vontade de ter um console novo, eu comprei o PlayStationMove pro PS3 nesse ano, fico até com dó de aposentar tão rápido.

O que vocês acham disso tudo? Estão muito ansiosos pelo lançamento? Pretendem comprar o PS4 no Brasil? Ou planejam uma viagem ao exterior pra comprar o console por um preço menor? Ou simplesmente vão ignorar o lançamento da Sony e vão se apegar ao XBox?

tech: apps que protegem senhas

Já sabemos que precisamos de senhas fortes na internet, certo? Criar uma senha pra cada conta na internet pode ser algo meio difícil pra pessoas desmemoriadas (tipo eu), e, mesmo assim, continuamos vulneráveis. Já pensou perder o seu smartphone, com todas as suas senhas gravadas nele? Tenso, né?

Ainda bem que a tecnologia trabalha sempre a nosso favor e novas opções pra proteger nossas infos surgem a cada dia. Descobrimos alguns apps que podem ajudar nessa jornada:

1Password, criado pela AgileBits, é provavelmente o melhor de todos os apps que garantem essa proteção. Além de armazenar as senhas da internet e do banco e do que mais for preciso, o app registra outras informações, como detalhes de passaportes, endereços, e muito mais. Além de ser extremamente seguro, ele protege todas as informações de maneira criptografada, mantendo em segurança todos os seus dados ainda que o aparelho seja roubado. O problema é que, para iOS, ele custa US$18,00. A versão para Android é gratuita, mas é bem mais simples do que a oferecida para iOS.

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LastPass é uma opção mais barata, disponível tanto para iOS quanto para Android. Ele também armazena senhas da internet, informações de cartões de créditos, e muito mais, protegidos por uma senha master. O app, com download gratuito, tem um design simples, mas custa US$12,00 por ano.

lastpass

– disponível apenas para iOS, o oneSafe é outra boa opção, com custo de $6,00 na AppStore. O oneSafe oferece basicamente os mesmos recursos dos outros, com um design bem bacana, o que o torna super fácil de usar.

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– para Android, um equivalente ao oneSafe é o Keeper. Embora seja diferente em alguns aspectos do oneSafe, ele é extremamente popular entre os usuários de Android, com um design simples. O app oferece a possibilidade de preencher logins e informações de cartões automaticamente, e também compartilhar algumas das suas informações com pessoas da sua confiança.

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Vocês usam algum desses apps? Tem outras dicas de segurança? Conta pra gente aí nos comentários!

como fazer print screen no Mac

Esse post pode ser inútil pra muita gente, mas a minha vida mudou quando eu descobri como fazer print screen no Mac. Há muitos anos uso tanto Windows quanto OS, e sempre sentia falta daquela tecla mágica que vem nos computadores prontos pra serem usados com o Windows. Eis que um belo dia eu descobri #comofaz no Mac/Macbook, e, olha, que alegria.

É mais um daqueles casos que a Apple ganha de lavada da Microsoft, porque não só dá pra fazer print screen, como existem vários jeitos de fazê-lo, ao gosto do freguês usuário.

Opção 1: o print screen como a gente já conhece

command + shift + 3

  • pressionando command ⌘ + shift + 3 ao mesmo tempo = a tela será capturada e um arquivo será criado no desktop, com a data e hora da captura.

Opção 2: capturar uma janela do aplicativo selecionado

command + shift + 4

  • pressionando command ⌘ + shift + 4, você vai ver a mudança do cursor para +; pressione a barra de espaço, e o cursor vai mudar pra uma câmera. Aí é só clicar sobre a janela que deseja capturar, e um arquivo com a imagem será criado no seu desktop.

Opção 3: capturar uma parte selecionada da tela

  • command ⌘ + shift + 4, o cursor vai mudar para +; arraste uma caixa ao redor do que deseja copiar, e solte o mouse; um arquivo será criado no desktop.

Opção 4: print screen sem criar um arquivo no desktop

  • command ⌘ + control + shift + 4; o arquivo será salvo na pasta de transferências.

É tão fácil que, depois que eu descobri como faz, eu fiquei me perguntando como é que demorei tanto tempo pra descobrir como tinha que fazer.