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das férias

Voltei de férias, minha gente. E que férias! Começamos com 9 dias em Orlando e seguimos pra Punta Cana, com direito a 5 dias em um resort all-inclusive maravilhoso!

E antes que alguém pergunte, mesmo que mentalmente, o que eu fui fazer em Orlando pela segunda vez nesse ano e pela décima quinta vez na vida, eu respondo: conhecer o Beco Diagonal, é claro!

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panorâmica do Beco Diagonal no parque Universal Studios

Convenci o Felipe de irmos pra Orlando e arrastei ele pra 3 (Magic Kingdom, EPCOT e Hollywood Studios) dos 4 parques da Disney, e dedicamos 3 dias pra curtirmos os dois parques da Universal (Universal Studios e Islands of Adventure). Mas como eu sou Disney Freak, e Disney Freak que se preza não deixa nenhum parque pra trás, fui pro Animal Kingdom com os nossos amigos que viajaram com a gente e também curti pra caramba, mesmo tendo ficado pouquinho por lá!

com os amigos no Animal Kingdom

com os amigos no Animal Kingdom

Curtimos tanto que Punta Cana foi ainda mais providencial do que pensávamos, porque ficamos mega cansados e os 5 dias de all-inclusive, sem nenhuma preocupação no paraíso, foram providenciais!

piscininha delícia em Punta Cana

piscininha delícia em Punta Cana do ladinho do meu amor ❤

Comecei a escrever esse post desde que chegamos, e ainda não consegui terminar! É que tava escrevendo detalhadamente sobre o que fizemos cada dia, mas tá ficando enorme, e, até que eu conseguisse postar tudo, capaz de já tá na hora de voltar pra Orlando xD então eu deixo vocês por enquanto com esse post pequenininho que dá sinal de vida, prometendo contar mais das nossas férias em breve – principalmente sobre o Beco Diagonal!

back in black!

O destino das férias foi, é claro, Orlando-FL. Surgiu mais uma oportunidade de ir curtir a cidade e os seus parques temáticos e eu, logicamente, não deixei a oportunidade escapar. Agradeço ao meu orientador, que ainda está na Suécia, pelas mini-férias que ele me proporcionou com esse ~sumiço~.

Hogwarts is my home! <3

Hogwarts is my home! ❤

Orlando estava fria demais nesse janeiro. Foram poucos os dias em que pude tirar os casacos e aproveitar o quentinho do sol. Mas isso não é de todo ruim, já que aqui em Niterói tá um forno, e estava um forno antes da viagem. Brasília também tava quente demais, e parece que continua assim. Sofro muito no calor, então tava bem feliz lá no friozinho.

Achei que tudo estava caro demais. É impressão minha, ou, junto com a subida do dólar, as coisas lá nos EUA também ficaram mais caras?! Sentia preguiça de comprar, e investi em poucas coisas que achava que valiam a pena. Exceto nos parques, é claro, porque eu não tenho discernimento nesse ponto e adoro comprar as mil bugigangas e quinquilharias que eles oferecem.

Me entupi de Butterbeer, mas não o tanto quanto queria. Sofri um bocado porque não pude participar da Harry Potter Celebration, que aconteceu enquanto eu estava lá. There’s no free lunch, e eu estava lá acompanhando um grupo como guia, não podia deixá-los e ir pros parques que eu queria.

eu nunca terei fotos suficientes em frente a esse Castelo lindo

eu nunca terei fotos suficientes em frente a esse Castelo lindo

No todo, foi bem divertido, e curti bastante. Mal posso esperar pra voltar – mas que seja sem grupo, porque já não aguento mais andar no It’s a Small World ou no Peter Pan. Além disso, o Fastpass Plus que a Disney inventou agora dificulta muito a vida de quem leva grupo, porque aumenta – em muito – as nossas responsabilidades. Quero voltar pra lá só com a minha família, e tá ótimo.

Mal cheguei e já fui ao cinema. Assisti FROZEN com a mamãe na quinta feira e fiquei apaixonada! Tô super viciada na trilha sonora e fico cantando Let It Go o dia inteiro. Queria ter assistido na estréia, mas não deu. Pelo menos já pude cortar esse filme da minha lista. Aliás, a lista de filmes pra 2014 já está extensa e eu já estou super atrasada. Ai ai.

necessaire pra uma viagem curtinha

Nesse final de semana, que tá um pouquinho maior por conta do feriado da República, vou fazer uma viagem rapidinha pra participar do casamento de amigos. Estava há pouco arrumando a mini-mala e aproveitei pra fotografar tudo o que vou levar na minha necessaire – que é, basicamente, o que me acompanha em qualquer viagem, às vezes mudando a marca de uma coisa ou outra, e adaptando o tamanho ao tempo que vou ficar fora.

Vocês vão notar que, no caso dessa viagem, eu dei preferência à miniaturas, e até mesmo algumas amostras grátis. Pra fotografar, dividi os meus “companheiros de viagem” em grupos: do banho; dos dentes; dos olhos; cuidados diversos; e primeiros socorros. Sempre que eu viajo, eu procuro organizá-los nesses grupos em diferentes necessaires pequenas, porque acho mais fácil pra achar alguma coisa quando preciso!

Do banho:

do banho

1 e 2: shampoo e condicionador EOS. Eu não tenho nenhuma frescura com marca de shampoo e condicionador, e o cheirinho desses me agradou bastante. O tamanho é bem conveniente pro que eu devo precisar nessa viagem. Quando acaba o conteúdo de uma embalagem assim, eu costumo encher com o shampoo (grandes chances de ser um Johnson’s Baby) e o condicionador que eu estiver usando naquela época, pra não ter que carregar a embalagem grande.

3: sabonete líquido de algum hotel. Sim, eu sempre faço o Ross nos hotéis e, ao final da viagem, se eu gostar do cheiro, eu pego todos os vidrinhos que foram colocados à disposição e não foram usados. Acho sabonete líquido bem prático de levar em viagens curtas, até porque sabonete é uma coisa que os hotéis e pousadas costumam disponibilizar. Se eu já não tivesse chegado num hotel que não tinha sabonete, eu acho que nem levaria – mas é melhor prevenir do que remediar!

4: sabonete íntimo Dermacyd. Cuidar da saúde íntima é importantíssimo, e eu adorei quando consegui esse vidrinho em miniatura, bem mais prático e conveniente pra carregar do que uma embalagem de, sei lá, 200ml.

5: sabonete líquido facial Clean & Clear da Johnson & Johnson. Na verdade, vai ser a primeira vez que eu vou viajar carregando um sabonete específico pra lavar o rosto. Fui na dermatologista essa semana e ela me recomendou um da La Roche-Posay pra uso diário, mas a embalagem dele é imensa. Há um tempo atrás ganhei um trio de miniaturas da linha Clean & Clear, e acho que não vai ter problema substituir uma marca pela outra nessa mini-viagem.

6: loção hidratante La Roche-Posay. Eu não viajo sem levar um bom hidratante pra passar depois do banho. Aliás, eu não saio de casa sem ter na bolsa um mini-hidratante. Essa versão pequenininha da La Roche-Posay foi a minha dermatologista que me deu, pra essas ocasiões de viagens rápidas mesmo, mas eu sempre usei bastante os hidratantes da Nivea e da Neutrogena, e também das marcas de farmácia dos EUA (CVS e Walgreens, por exemplo).

7: desodorante roll on Garnier. Eu não sou xiita em relação a nenhuma marca ou tipo de desodorante; pode ser roll on, spray, bastão, qualquer coisa serve, desde que garanta a proteção que a gente precisa. Tenho usado esse bí-o ClarifyRenov da Garnier porque tava na promoção e acabamos estocando aqui em casa, e tô satisfeita com ele.

8: óleo finalizador Moroccanoil. Eu já falei sobre a minha relação com o Moroccanoil naquele post sobre óleos para cabelo, onde eu também já tinha dado a dica de que usava esse vidrinho pequeno pra levar em viagens. Acho super prático, e é um jeito de levar o meu óleo favorito numa quantidade suficiente pro período que vou ficar viajando.

Dos dentes:

dos dentes

9 e 10: escova Condor e pasta de dentes Colgate. Esses dois andam sempre dentro da minha bolsa, pra onde quer que eu vá. Ultimamente tenho comprado (ou só pego mesmo com a minha dentista xD) sempre essas escovinhas da Condor, que são práticas porque já tem a proteção das cerdas, e ainda fica maiorzinha se a gente acoplar a tampa ao corpo da escova. As mini-pastas de dentes eu também consigo com a minha dentista, mas tá bem fácil de achar “kits de viagens” com essas mini-pastas de dentes nas farmácias.

11: enxaguante bucal Cepacol. Ninguém merece bafinho, né, e não dá pra descuidar quando a gente tá viajando. Já que não dá pra levar aqueles vidros imensos de enxaguante bucal, essas embalagens menores dão conta do recado. Vou levar essa da Cepacol que ganhei há pouco tempo, mas já enchi muito vidrinho de miniatura do enxaguante da Colgate com Listerine, e por aí vai. Mais uma vez, não me pego na marca disso não.

12: fio dental Sanifill. Ok, eu confesso: eu quase não uso fio dental. Eu sempre me machuco quando uso, acho que meus dentes são juntos demais, ou então eu não sei usar isso direito mesmo. Mas eu tento, tanto quando tô em casa quanto em viagens.

13: aparelho móvel dentro da caixinha. Importante, né, porque os dentes cismam em “apinhar” e eu não quero voltar a usar aparelho fixo pela 3ª vez.

Dos olhos:

dos olhos

14: solução para lentes de contato Renu. Eu tinha um frasco ainda menor (de 75ml), mas eu não consegui encontrar, então vou levar esse de 120ml mesmo. Eu gosto mais do Bio-True do que do Renu, mas ainda prefiro o Renu ao Opti-Free.

15: caixinha com lentes de contato. As próprias. Às vezes eu levo mais de um par, porque pra perder não custa. Teve uma vez que eu achei que tinha perdido as lentes no percurso SDU-BSB, e acabei comprando lentes descartáveis em Brasília (duas caixas, porque eu tenho graus diferentes nos olhos), pra depois descobrir que elas estavam dentro da bolsa o tempo todo.

16: óculos de grau. Eu demorei anos pra ser apta a usar lentes de contato porque tenho hipertrofia papilar. Acho que, por conta disso, eu ainda não consigo usar a lente 100% do tempo. Eu sinto logo que os meus olhos ficam cansados, irritados, e eu odeio essa sensação, então eu nunca viajo sem levar um par de óculos de grau. Muitas vezes eu nem saio de casa sem levá-los na bolsa, pra poder trocar caso eu tenha alguma uma irritação enquanto estiver na rua.

Cuidados diversos:

cuidados

17: creme para o rosto Normaderm da Vichy. Esse é um outro item que entra pela primeira vez na minha necessaire de viagem, depois da última visita à dermatologista, quando tive que fazer um micro-procedimento pra tirar uma espinha-que-não-nasceu. A minha dermatologista me recomendou usar esse creme à noite, pra hidratar o rosto, e prevenir cicatrizes depois desse micro-procedimento. Ela me deu alguns sachês do creme pra que eu leve nessas viagens curtinhas, e eu achei ótimo, porque uma embalagem de 75ml custou quase R$90 e vocês já sabem que #bolsistasofre.

18: lip balm Carmex. Eu não sei se já declarei aqui no blog o meu amor pelo Carmex nas suas mais variadas formas. Pode ser em bastão, em tubinho, ou como nesse potinho aí da foto: eu não vivo sem. Tenho um em cada bolsa, não saio de casa sem ter passado, e nunca deixei de ~fazer um estoque~ quando viajava com frequência pros EUA. Se não fosse o Carmex, os meus lábios ainda ficariam super ressecados e rachados, e eu ainda arrancaria muita pele deles – sim, era um hábito horrível que eu tinha. Com lip balm, sim, eu tenho mesmo preferência de marca, e o Carmex tem lugar garantido na minha vida!

19: lenços umedecidos Ricca. Eu sempre tive mania de andar com lenço umedecido na bolsa. A gente nunca sabe o que pode acontecer, né? Eu comprava aqueles de usar em bebê mesmo, e nunca ficava sem. Tem pouco tempo que descobri esse da Ricca, e achei a embalagem tão fofa que resolvi comprar.

20: perfume Coco Mademoiselle da Chanel. Eu adoro esse perfume, e quase sempre é o meu escolhido pra festas/eventos importantes que acontecem durante o dia. Sim, esse casamento nesse final de semana será durante o dia! Não saio de casa sem perfume, e não poderia viajar sem levar pelo menos um vidrinho.

21: lenços de papel. De qualquer marca ou tamanho, não vivo sem. A gente nunca sabe quando será o próximo espirro ou a próxima crise alérgica, então carrego sempre na bolsa ((vocês tão vendo que tem um sem número de coisas que andam sempre na minha bolsa, né? Qualquer dia eu mostro tudo o que carrego no “chumbo”, apelido carinhosamente dado pela minha mãe a toda e qualquer bolsa onde eu enfie todas as minhas tralhas).

22: Rub Relief da Dr Scholl. Eu não lembro quando foi que comprei um Rub Relief pela primeira vez, mas eu sei que ele mudou a minha vida. Sempre passo antes de sair de casa, carrego na bolsa, e não me arrisco a calçar nenhum sapato sem antes proteger o meu pé de eventuais machucados com ele.

23: lenços demaquilantes da CVS. Eu gosto bastante de usar os lenços demaquilantes da Neutrogena, da Ponds e da Nivea, mas comprei esse pacotinho na CVS numa emergência, e não me arrependi. Ele não irrita a minha pele e, por conter poucas unidades, é ótimo pra levar em viagens curtinhas. Sem contar que essa tampinha pra fechar é mega prática e não deixa os lencinhos ressecarem quando ficam guardados.

24: demaquilante bifásico para os olhos da Sephora. Por muito tempo eu fui fiel ao Bi-Facil da Lancôme, mas recebi essa miniatura da versão bifásica da Sephora e não tenho o que reclamar dela. Ok, eu ainda gosto mais do da Lancôme, mas o da Sephora é bem mais barato, e tem dado conta do recado de tirar a maquiagem à prova d’água que costumo usar nos olhos.

25: mini-canivete e pinça. Esse mini-canivete tem tesourinha, lixa de unha, faquinha, e ainda é chaveiro! Super prático. E não dá pra andar sem pinça, né, porque sempre aparece na sobrancelha aquele pelo que não deveria estar ali, então acho fundamental ter sempre à mão (advinha? Também tenho sempre uma na bolsa!). O problema é que eu vivo perdendo minhas pinças (provavelmente quando troco de bolsa, né).

26: protetor solar em bastão Pure & Free Baby da Neutrogena. Há alguns anos que eu só uso os protetores solares da Neutrogena. Eu não sei nem explicar direito porquê eu gosto tanto deles, mas eu gosto. E eu adorei encontrar essa versão mini do Pure & Free, com FPS 60, em bastão. É super prático pra levar em viagens rapidinhas, e também na bolsa.

27: spray para pentear Split Remedy da Tré Semmé. Depois de anos negligenciando solenemente o meu cabelo, e ignorando qualquer procedimento de cuidado além do shampoo-condicionador-moroccanoil, surgiu esse spray pra pentear que não me exige nenhum esforço e ainda deixa os fios mais bonitos. Tem alguns meses que tô usando direto, e já percebi que meu cabelo não quebra tão facilmente, além de uma redução notável das pontas duplas.

Primeiros socorros:

primeiros socorros

28: micropore transparente e da cor da pele. Eu não consigo viver sem micropore. Eles conseguem resolver tantos problemas tão facilmente! Pra viajar, eu sempre levo esses dois tipos, porque nunca sei de qual vou precisar. Na bolsa, costumo levar o transparente mesmo, porque ele é mais durinho e é melhor pra colocar no pé, por exemplo, caso um machucado seja inevitável.

29: kit de primeiros socorros da Johnson & Johnson. Eu sou a rainha dos machucados, e esse kit já me salvou muitas vezes. Dentro dessa embalagem branca, tem band-aids de dois tamanhos, gaze e lenços antissépticos.

30: spray antisséptico Neosporin. Esse spray é ótimo: previne infecções em uma ferida sem arder. Nessa categoria eu também não me apego à marca não: desde que seja pequenininho e dê pra carregar na bolsa, tá valendo!

31: pomada antibiótica da CVS. Ok, ok, vocês já perceberam que eu levo 7399283 coisas de primeiros socorros, e podem até pensar que eu sou um pouquinho hipocondríaca. Mas eu tenho pavor de me machucar ou sofrer qualquer intercorrência e não ter com o que me cuidar. É por isso que levo também essa pomada antibiótica, principalmente pra aliviar eventuais coceiras e alergias.

32: loção repelente de insetos OUT Inset da Bom Bril. Não posso dar mole pros insetos, porque, se eles me mordem, fico logo com alergia, a pele fica vermelha (ou até roxa – já aconteceu!), e é um sofrimento. Esse repelente da Bom Bril é bem legal. Eu gostava mesmo de um que comprei em Botsuana, mas quem ia imaginar que eu ia gostar tanto que deveria estocar?! Nem passou pela minha cabeça, e eu não sei quando voltarei lá (será que algum dia eu ainda voltarei à Botsuana?!).

33: desinfetante em spray Lysol. Isso é muito prático pra ter sempre por perto! Um pouco de Lysol pode prevenir gripes, resfriados, e o contágio das mais diversas doenças virais.

34: gel para aliviar coceiras da CVS. Se o repelente não funcionar, e um inseto me morder, eu recorro à esse gel, que é super eficiente! A última vez que um inseto me mordeu e eu não usei esse gel, fiquei com uma ferida imensa na perna de tanto coçar (zero auto-controle quando o assunto é coceira).

35: tira-manchas Tide-to-Go. Esse é um verdadeiro salva-vidas, eu não sei viver sem ele há uns 5 anos, e é por isso que ele foi fotografado junto com os itens de primeiros socorros! Eu sou mestra em derramar refrigerante e espirrar molho em mim mesma (é, pois é), e esse Tide-to-Go já evitou muitas vezes que as manchas permanecessem nas minhas roupas. O cheiro dele é meio esquisito, mas compensa quando penso que evita manchas eternas nas rou

Helena Bordon apresentando Roberto Cavalli para C&A

Já contei pra vocês que segunda feira foi um dia bem zoado na minha vida, né. Pois é. Como nem tudo é tão ruim assim, eu tive a grata surpresa de me deparar com a Helena Bordon apresentando a coleção do Roberto Cavalli para a C&A no Park Shopping aqui de Brasília. A blogueira é a embaixadora da Collection Cavalli para C&A e passou por três cidades brasileiras (Salvador, Rio de Janeiro e Brasília) para mostrar um preview da coleção para a loja fast fashion, coleção esta que será formada por 56 peças.

Pois é, eu fui dar uma volta despretensiosa no shopping na segunda de manhã, com um vestidinho e uma rasteirinha, sem pentear o cabelo e sem maquiagem, e, quando vi, tava sentada na C&A tomando bons drink refrigerante e comendo canapé enquanto esperava Helena Bordon, aquela boneca, começar a falar sobre a coleção, que será lançada no dia 05 de novembro nas lojas.

encarte com lookbook da coleção

encarte com lookbook da coleção

É claro que, numa segunda feira em que tudo estava dando errado, eu não fazia ideia de que ia acabar participando desse evento no shopping. Se eu soubesse, teria levado a câmera DSLR (que incrivelmente veio para Brasília) pra tirar fotos boas pro blog. No mínimo, eu teria carregado a bateria do iPhone pra tirar fotos com uma qualidade ok. Ou eu teria levado a bateria extra. Mas, não. O iPhone com a câmera melhor resolveu ficar sem bateria logo que a Helena começou a falar sobre as suas peças favoritas, eu esqueci a bateria extra em casa, e a ~sorte~ foi que o outro iPhone (mais velho e com câmera infinitamente pior) tava com bateria.

Helena Bordon apenas sendo linda.

Helena Bordon apenas sendo linda na única foto que consegui tirar com o iPhone que tem uma câmera razoável.

Ou seja: temos várias fotos, mas não são as melhores do mundo. Vocês me perdoam?

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Helena conversou por um tempo com os presentes sobre a coleção, vestindo um longo em animal print de seda (que vai custar R$799,90), e com acessórios também da coleção. Sim, não esperem padrão C&A nos preços dessa Collection. Pelo que deu pra ver nesse preview, as peças estão mais caras, mas o acabamento é impecável. A coleção tem peças que poderiam facilmente estar numa loja Cavalli – o DNA do estilista está mesmo todo ali. Todas as peças são de seda pura, jersey de seda, cotton alfaiataria e cotton satin, que foram escolhidos a dedo pelo estilista.

Acho que vale a pena falar um pouco sobre Roberto Cavalli, né? Pra quem não o conhece, o estilista italiano apresentou a sua primeira coleção prêt-à-porter aos 30 anos, e inaugurou a sua primeira boutique em Saint Trôpez em 1972. O estilista desenha diversas linhas de roupas e acessórios, e, para roupas femininas, preza por modelos que valorizem o corpo da mulher, fazendo com que ela se sinta mais sexy e poderosa. Nas suas coleções, o animal print está sempre presente nas suas araras.

Seria possível resumir o lifestyle da mulher Cavalli assim: ela é independente, abusa do animal print e adora looks poderosos; ela usa dourado sem medo, e é sexy sem ser vulgar.

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Na C&A do Park Shopping, a it girl brasileira que circula com frequência as rodas internacionais da moda e é constantemente clicada pelos blogs gringos de street style com looks mais do que inspiradores, contou que o estilista cuidou de cada peça que compõe a coleção, preocupando-se não só com o acabamento e com os tecidos usados, mas também buscando desenhar peças que sejam adequadas ao corpo das brasileiras. Helena ainda mostrou algumas combinações entre as peças da coleção:

vestido preto + blazer animal print p&b + bolsa na mesma padronagem

vestido preto + blazer animal print p&b + bolsa na mesma padronagem

blazer preto + camisa animal print. acho chique.

blazer preto + camisa animal print. acho chique.

blusa rosa + short alfaiataria com animal print azul. eu usaria!

blusa rosa + short alfaiataria com animal print azul. eu usaria!

Helena Bordon também destacou dois looks como os seus favoritos – segundo ela, os que ela levaria pro seu próprio armário: um vestido de seda muso em animal print azul, e um conjuntinho de calça pantalona e blusa também em animal print, mas com padronagem em p&b.

quero já esse vestido muso na minha vida, com um sapato poderoso e uma bolsa linda pra uma festa, e pro dia a dia com uma rasteirinha simples

quero já esse vestido muso na minha vida, com um sapato poderoso e uma bolsa linda pra uma festa, e pro dia a dia com uma rasteirinha simples

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Ela também mostrou pra gente os acessórios e os sapatos desenhados por Cavalli para C&A. Deu pra ver que o azul e o vermelho vem com força pra essa mini coleção, todos com riqueza de detalhes. As aplicações em pedraria e os detalhes dourados deixaram as peças bem luxuosas, e eu acho que a mulherada vai pirar quando a coleção chegar nas lojas.

mesa de acessórios: bolsas e sapatos em cores fortes e com animal print!

dicas da Helena pros acessórios: não ter medo de ousar!

dicas da Helena pros acessórios: não ter medo de ousar!

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Depois da apresentação, tirei foto mais de perto das araras com as roupas:

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animal print p&b: duas tendências em uma só estampa

animal print p&b: duas tendências em uma só estampa

essa oncinha azul mexeu comigo <3

essa oncinha azul mexeu comigo ❤

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Não é de hoje que a C&A tem buscado inovar seu papel no mercado, atraindo novos consumidores e investindo em coleções que trazem o DNA de marcas renomadas. Eu mesma passei a prestar mais atenção na marca desde a sua primeira parceria com a Espaço Fashion, ainda em 2010 (eu tenho um coturno da coleção que é meu xodó e eu uso muito até hoje). De lá pra cá, vimos parcerias com a Maria Filó, com a Maria Bonita Extra, com a Mixed, com a Santa Lolla, e muitas outras marcas queridinhas por gente que muito provavelmente nunca tinha posto os pés numa loja da rede antes de saber dessas parcerias. Para firmar-se no mercado brasileiro como fast fashion, e não apenas como loja de departamento com roupas low cost, tenho visto cada vez mais uma C&A preocupada com o design e com o acabamento das suas roupas – e isso só traz ganhos ao consumidor.

É claro que a coleção de Cavalli não tem o preço padrão C&A, mas as peças também não se encaixam nesse padrão: os tecidos tem qualidade superior ao que estamos acostumados a ver nas araras das lojas, e até mesmo os vestidos de jersey prometem vestir os corpos das brasileiras sem deixar nada fora do lugar, destacando o que temos de melhor. As peças de seda tem o toque macio, as peças de alfaiataria tem corte impecável. Eu confesso que estou ansiosa pra poder provar as peças da coleção pra ver como ficam no meu corpo – e, quem sabe, arrematar mesmo o vestido azul de animal print pra morar no meu armário.

No mais, foi uma grata surpresa ver Helena Bordon de pertinho. Não sei se deu pra notar ao longo do post, mas ela é, pra mim, uma grande referência de estilo. Foi bem legal vê-la de perto falando sobre uma coleção que será razoavelmente acessível à todas as brasileiras e fazendo combinações bacanas entre as peças que estarão à venda.

WB Studio Tour London – The Making of Harry Potter

Vocês ainda já sabem que eu sou muito muito muito apaixonada/alucinada/viciada no universo mágico criado por J.K. Rowling. Se deixar, eu respiro Harry Potter. Meu olho brilha de um jeito único quando converso sobre o assunto, meu coração bate mais forte quando (re)leio os livros, e não dá pra conter uma lágrima no canto do olho quando lembro que não tem mais livro novo.

Quando eu fui ano passado passar um mês em Londres pra estudar na King’s College, o motivo mais premente da minha ida não era mesmo estudar. Além de tornar prioridade uma ida à estação de King’s Cross, eu queria mesmo visitar o WB Studio Tour London – The Making of Harry Potter, que tinha sido aberto em março daquele ano.

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primeira foto e a pessoa já tava chorando. pois é.

Eu lembro que, quando anunciaram que os estúdios Leavesden seriam abertos para visitação, eu sentei pra conversar com os meus pais sobre a minha necessidade de ir pra Londres, nem que fosse por um final de semana, só pra poder ir lá. Eu simplesmente tinha que ir. Era sonho que tinha que ser realizado, e eu não aguentaria esperar muito tempo. Ainda bem que eles são bonzinhos e falaram que eu devia procurar um curso afim à minha área de estudo pra poder ficar lá mais tempo (ou seja: ainda tem muita pauta de Londres para geeks – e não geeks também, oras, sem preconceitos – pra entrar por aqui).

Assim que a minha viagem foi confirmada, comprei o ingresso pra visita. Eu ia sozinha, mas, who cares?!, eu ia pra Leavesden!! Os ingressos devem ser comprados online (eles não vendem ingresso lá na hora mesmo! E não há jeitinho brasileiro que mude isso), e incluem um audio guide que ajuda bastante no passeio; também tem a opção de comprar logo o souvenir guide com o ingresso, que sai mais barato do que comprar na lojinha (lógico que eu comprei, né).

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A experiência é muito emocionante pra quem acompanhou os livros/filmes, porque (quase) todos os cenários/sets estão lá, muitos (mas muitos mesmo! Perdi a conta!) dos objetos usados e muitas das roupas usadas nas filmagens (do primeiro ao último uniforme da Grifinória), e também vários segredos cinematográficos referentes aos efeitos especiais são revelados!

Great Hall

Great Hall

~selfie~ no Mirror of Erised

~selfie~ no Mirror of Erised

panorâmica da área onde ficam sets, props, e efeitos especiais

panorâmica da área onde ficam sets, props, e efeitos especiais

Eu não sei nem explicar a emoção que eu senti; talvez eu precise de alguns anos pra processar todo o amor e a alegria que eu senti naquela sexta feira fria e chuvosa. Tudo estava lá: o majestoso Great Hall, a Gryffindor Common Room, The Burrow, o Ministério da Magia, o escritório de Albus Dumbledore, o Beco Diagonal, a sala de Poções, … muitos propscostumes, e varinhas; maquiagem, perucas, figurinos; Privet Drive n.4, Knightbus, Potter’s Cottage, Ford Anglia; modelos em miniatura de diversos cenários, e, ao final de tudo, um modelo em escala – simplesmente enorme, mas não o suficiente pra entrarmos nele – do Castelo de Hogwarts e suas adjacências. O modelo do Castelo é uma das coisas mais lindas e perfeitas que eu já vi na  minha vida.

S2 The Burrow S2

S2 The Burrow S2

dormitório dos meninos da Grifinória

dormitório dos meninos da Grifinória

Gryffindor Common Room

Gryffindor Common Room

sala de aula de Poções

sala de aula de Poções

escritório de Albus Dumbledore (super cheio)

escritório de Albus Dumbledore (super cheio)

Malfoy Manor set

Malfoy Manor set

as lareiras do Ministério da Magia

as lareiras do Ministério da Magia

the Knightbus

the Knightbus

4 Privet Drive

4 Privet Drive

Gringotts!

o Beco Diagonal (o meu set favorito)

o Beco Diagonal (o meu set favorito)

Weasleys Wizard Wheezes!

Já tinha me emocionado em diversos momentos do meu passeio, mas nada foi tão incrível quanto ver Hogwarts tão majestosa na minha frente; chorei, chorei muito. E acho que a emoção foi potencializada porque, ao entrar nessa sala, estava tocando “Leaving Hogwarts” – que, coincidentemente, foi a última música usada num filme Harry Potter.

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"The stories we love best do live in us forever, so whether you come back by page or by the big screen, Hogwarts will always be there to welcome you home." -- JK Rowling, 07/07/2011

“The stories we love best do live in us forever, so whether you come back by page or by the big screen, Hogwarts will always be there to welcome you home.”
— JK Rowling, 07/07/2011

Eu acho que não sou capaz de put down in words o que eu senti; o que eu estou sentindo só de lembrar daquele dia maravilhoso. Só sei que recomenda-se passar 3 horas no WB Studio Tour, e eu passei quase 7 horas lá.

Eu imagino que até pessoas que não sejam tão fãs de Harry Potter vão acabar se divertindo bastante também, mas, desse ponto de vista, eu não tenho experiência. Pra mim, foi absolutamente encantador, e eu me arrependi muito de não ter marcado ingressos pra mais dias, pra poder passear mais por lá e tomar mais Butterbeer (sim! Lá também tem Butterbeer! Fiquei desesperada, porque eu amo Butterbeer, eu tenho abstinência de Butterbeer, e foi ótimo poder tomar Butterbeer em Leavesden).

felicidade define :D

felicidade define 😀

No site onde se pode comprar ingressos tem todas as indicações de como chegar: eu peguei o metrô na Waterloo Station até Euston, e de Euston fui pra Watford Junction, onde há um shuttle que leva até os estúdios, e também traz de volta pra Watford Juncion.

É legal ficar atento à programação no WB Studio Tour London, já que eles tem feito comemorações e eventos especiais de acordo com a época. Outro dia recebi um email promocional da Warner Bros. sobre o período do Natal, que eles chamam de “Hogwarts in the snow”, que vai contar com decorações especiais no Great Hall e em outros sets e, é claro, muita neve em torno do modelo do Castelo de Hogwarts. É claro que eu fiquei doida pra ir, né, mas com a libra cara do jeito que tá, vou ter que esperar outra oportunidade.

Hogwarts in the Snow (foto promocional da Warner)

Hogwarts in the Snow (foto promocional da Warner)

Então, #partiuhogwarts?

10 dicas para curtir Orlando ao máximo

Eu dei muita sorte nessa vida de ter sido convidada pra ser guia pra Orlando quando tinha 18 pra 19 anos. Na época, eu já contabilizava 4 viagens pra cidade, e já conhecia bem os parques, mas continuava encantada com as muitas possibilidades de diversão que me eram oferecidas. É claro que eu agarrei a oportunidade, e tá difícil largar o osso mesmo tantos anos depois. De 2009 a 2013, já levei muitos grupos pra lá, e me diverti muito com todos eles.

~apenas guiando!~

bandeirinha em mãos: ~apenas~ guiando! (x

Tô querendo fazer uma série especial de posts sobre os parques aqui pro blog, mas vou dedicar o post do viajante geek dessa semana falando do destino a partir de 10 dicas pra quem quer curtir Orlando ao máximo.

  1. Programe-se para passar pelo menos um dia inteiro em cada parque temático: eles são enormes e são muitas atrações pra curtir, e você certamente deverá aproveitar tudo. Os parques aquáticos podem ser combinados a parques temáticos ou tardes de compras, mas, pra isso, programe dias extras. Dias de chegada e partida não devem incluir idas aos parques temáticos. É por isso que um programa com guia não costuma ter menos do que 14 dias. No período que compreende o Natal e o Reveillón, os parques ficam muito cheios. Se programar a sua primeira viagem para Orlando nessa época, procure ficar pelo menos uns 10 dias do Ano Novo por lá, pra aproveitar mais os parques, que já estarão mais vazios. E, independente da época, sente-se junto à World Showcase Lagoon em EPCOT pra observar o por do sol.
  2. Os hotéis dentro dos complexos são caros e nem sempre oferecem o melhor custo-benefício. Já fiquei em um hotel dentro da Disney em que tinha que andar o equivalente a uns 3 quarteirões pra comprar meu café da manhã, e a food court estava sempre cheia. Os hotéis parceiros da Disney ou da Universal, que ficam fora dos complexos, costumam oferecer café da manhã continental incluído na diária, e o padrão dos hotéis não varia muito (ok, os resorts da Disney e da Universal são temáticos, mas se você não é Disneyfreak não precisa dormir e acordar com Mickeys na sua frente, ou tomar banho num banheiro com azulejos do Mickey). Pessoalmente, gostei mais de ficar em hotéis parceiros do que num resort da Disney (e eu sou Disneyfreak assumida!). Além disso, se possível, dê preferência a hotéis que não tem múltiplas portas de entrada e onde a entrada para os quartos fique em corredores fechados.
  3. O clima em Orlando é bem seco o ano inteiro. As temperaturas do verão de Orlando são bem altas, variando geralmente entre os 33ºC e 40ºC (só que eu já peguei 45ºC na sombra, juro). Já no inverno, geralmente ficam entre os 14ºC e 22ºC, embora algumas frentes frias cheguem sem aviso e derrubem a temperatura pra menos de 10ºC (ou até 0ºC, mas com ínfimas chances de neve), ou massas de ar quente aumentem pra até 27ºC ou 30ºC. Sim, o clima é bem louco. Pro inverno, o segredo é levar (ou comprar lá, porque são muito baratas) roupas térmicas; pro verão, shorts e roupas bem leves, e uma capa de chuva sempre à mão. E, em qualquer estação, os seus melhores amigos serão: a garrafa de água, o protetor solar, e o protetor labial.
  4. Deixe a preguiça no Brasil: acorde cedo e chegue nos parques na hora em que eles abrem, e só saia na hora em que eles fecham. É o melhor jeito de curtir tudo – inclusive a iluminação noturna dos parques, que é de arrepiar. O Magic Kingdom, por exemplo, abre as 8 da manhã, e os personagens vão saudar os guests na entrada do parque, fazem countdown e tudo mais; é uma verdadeira festa, e você não vai nem se lembrar de que dormiu pouco. Magic Kingdom, EPCOT e Hollywood Studios tem shows noturnos que misturam pirotecnia e projeções de imagens que vão fazer você se emocionar (o show noturno em EPCOT é na World Showcase Lagoon que eu já mencionei ali em cima, então é só chegar um pouquinho mais cedo, sentar-se junto ao lago, e curtir a vista enquanto espera o início do IllumiNations). Não se esqueça de conferir os horários dessas atrações, bem como dos desfiles e shows nos timetables.
  5. Sempre que chegar aos parques, pegue um mapa e um timetable. Em seguida, marque um horário e um ponto de encontro na entrada do parque com aqueles que estão te acompanhando. Os parques são enormes, há muito o que fazer, e sem uma programação, coisas fantásticas (como o show de dublês Lights, Motors & Action no Hollywood Studios ou o divertido show do Beetlejuice na Universal Studios) podem ficar de fora do seu dia. Vigilância constante!
  6. Ao chegar em Orlando, vá o mais rápido possível ao Wal Mart mais próximo e compre uns snacks, água e capas de chuva. Os hotéis costumam dispor de frigobar e micro-ondas, e, como é permitido entrar nos parques com pequenos lanches, pode-se fazer uma economia bacana – e empregar os recursos escassos (também chamados de “dinheiro”, “Obamas”, ou “dólares”) em comprinhas. Wal Mart e Target são ótimos também pra comprar souvenires (chaveiros podem ser comprados por cerca de 3 dólares, enquanto, nos parques, custam o dobro ou o triplo).
  7. Se você não quer se estressar com absolutamente nada, compre um pacote numa agência da sua preferência e vá acompanhado por um guia. Se o seu guia for realmente bom, você disfrutará de confortos que fazem toda a diferença. Um exemplo clássico de conforto são os fastpasses (também conhecidos como “fura filas”, disponibilizados gratuitamente nos parques da Disney em atrações muito populares): os fastpasses são conseguidos com os ingressos de admissão aos parques, e, com eles, você terá uma hora específica naquele dia para entrar num determinado brinquedo ou atração numa fila mais rápida (por exemplo: Splash Mountain, 10:32am-11:32am); se você for desacompanhado de guia, terá que se preocupar em ir buscar fastpass e depois voltar pra outra atração, e esperar dar a hora do fastpass, e pode parecer uma barata tonta dentro do parque; se o seu guia for bacana e experiente (duas características importantes!), ele (ou ela) saberá administrar o tempo no parque de maneira que você aproveite os brinquedos sem ficar ziguezagueando pelo parque feito barata tonta, seguindo um roteiro que, no final das contas, você vai perceber que fez o parque fazer sentido.
  8. Sim, os parques fazem sentido. O Walt Disney não planejou o Magic Kingdom, por exemplo, de qualquer maneira: ele queria contar uma história para os visitantes. Se começar o passeio pela Tomorrowland, e der uma volta em círculo no parque, você terminará o dia passando pelo velho oeste em Frontierland e encontrando os Piratas do Caribe em Adventureland. Se, ao contrário, começar o dia em Adventureland, vai perceber que está numa viagem do tempo, chegando, ao final do dia, ao mundo do amanhã (Tomorrowland). Bem mais legal, né? É outro diferencial de ir pra Orlando acompanhado de um guia: porque temos (ui!) experiência, podemos seguir um roteiro dentro do parque de forma que você se encante ainda mais com a experiência, e até compartilhamos informações que nem sempre são amplamente divulgadas.
  9. Desde a abertura do Wizarding World of Harry Potter, em 2010, a Universal Orlando tem atraído muito mais visitantes do que nos anos anteriores a essa invenção maravilhosa (sim, eu sou apaixonada por Harry Potter e quase tive um troço de felicidade quando descobri que abriria uma área temática num dos meus parques favoritos de Orlando, e quase enfartei na primeira vez que fui lá), embora o complexo Disney ainda atraia mais visitantes. A lógica de todo mundo quando chega no Islands of Adventure é ir correndo pro Wizarding World. Não faça isso. Pensa comigo: se todo mundo corre pro Wizarding World, o restante do parque fica relativamente vazio. Andar na Incredible Hulk Coaster com 0 minutos de fila? E se aventurar no The Amazing Adventures of Spider Man esperando só 5 minutos? Eu já fiz isso – não uma, mas várias vezes. Por quê? Porque o Islands of Adventure tem MUITO a oferecer, e você vai aproveitar muito mais se deixar pra curtir o Wizarding World depois do meio dia, ou das 13 horas, quando os loucos que saíram correndo pra lá entupiram a área até essa hora começam a se dispersar pelo resto do parque – e formar filas de 1 hora no Hulk ou no Spider Man, ou no Popeye, ou no Jurassic Park, que você já curtiu antes. E você, esperto(a), vai aproveitar o Wizarding World menos cheio (porque, ainda assim, certamente estará cheio), e, de quebra, sendo persistente, verá as luzes do Castelo de Hogwarts e das lojas de Hogsmeade acesas quando a noite chegar (é tanta beleza que eu chorei de emoção nas vezes em que pude ficar lá até de noite).
  10. Acima de tudo, DIVIRTA-SE. Deixe os problemas e as preocupações no aeroporto internacional brasileiro em que você embarcar, e chegue em Orlando de coração aberto pra APROVEITAR! Volte a ser criança, brinque, tire muitas fotos. Pode até perder o senso do ridículo, e andar de orelhinhas da Minnie ou chapéu do Pateta. Em Orlando, o que importa mesmo é ser feliz! Quanto menos você se importar com o que os outros pensam, mais você vai curtir, e mais inesquecível se tornará a sua viagem. Capaz até de querer voltar de novo, e de novo, e de novo…

Eu não sei se virei guia porque era Disneyfreak, ou se virei Disneyfreak porque era guia. Só sei que quanto mais eu penso nos parques mais me dá vontade de voltar sempre e muito!

o talismã do meu país?

eu acho que prometi aqui que ia falar um pouquinho da viagem pra Belém que fiz no início do mês, e, passada a frustração absurda do final de semana, combinada à diminuição de drogas remédios no meu organismo (hoje são só 7! yey!), resolvi riscar aqui umas linhas sobre a minha experiência semi-acadêmica semi-turística na capital do Pará.

cara, inevitável: toda vez que eu pensava que ia pra Belém, que eu ia pro Pará, eu começava a cantarolar – nem que fosse só na minha cabeça – o samba da Imperatriz Leopoldinense de 2013.

eu admito que eu fui pra Belém obrigada. eu não tinha a menor vontade de me deslocar pro Pará tão cedo nessa vida, quando tantos outros destinos brasileiros me enchem os olhos e me despertam curiosidade. mas o ENABED 2013 foi lá, então lá fomos todos rumo a um pedacinho da Amazônia pra alguns dias de calor, suor e discussões acadêmicas.

a saga começou na busca por hotel: todos os hotéis que eu procurava vinham acompanhados de críticas negativas dos hóspedes. eu já tava pirando com aquilo, porque eu prezo por um bom hotel nas minhas viagens. se guerra sem conforto é extermínio, imagina numa viagem que eu nem queria fazer?

acabou que, quando já tava em Brasília, cancelei a terceira(!!!) reserva de hotel em Belém e, no chute, na sorte, decidi ficar no mesmo hotel que os meus amiguinhos do mestrado iam se hospedar: o Belém Soft Hotel. bonzinho, simples, limpinho, mas também um pouquinho caro pra o que (não) oferece. pelo menos ele não foi na linha das críticas que eu tinha lido sobre outros hotéis – desde proliferação de formigas a cheiros horrorosos impregnados.

tá. chegando a Belém, um aeroporto longe, porém ajeitadinho. ponto pro Pará. mas era domingo de noite, e tinha trânsito. era domingo a noite, e a única opção de comida perto do hotel era o conjugado Domino’s/Spoletto. comemos lá – e depois outras vezes também, já que era bem perto, e, bem, pizza ❤

o lugar que mais gostei foi, é claro, a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré. o que eu senti lá não tem explicação, eu não consigo descrever. fé.

mas, em Belém, senti uma insegurança nas ruas que coloca qualquer carioca mais ligado do que nem sei o quê. todo mundo mandava a gente ter muito muito cuidado. e sentimos na pele: no caminho do Mercado Ver-o-Peso até a Estação das Docas (uma caminhada de, sei lá, 5min no máximo), eu e meus amiguinhos fomos seguidos e por muito pouco não fomos assaltados.

não fomos assaltados porque entramos na Estação das Docas, o lugar-pra-turista de Belém. lá, sim, tudo limpo e seguro, com ar condicionado, policiamento, lojinhas bacanas, restaurantes maravilhosos, e sorvete Cairu ❤

a Estação das Docas logo virou nosso ~point~, e a gente foi lá todo dia. destaque pra Amazon Beer e seu delicioso happy hour com choppes artesanais e muita muita muita comida boa ❤

visitamos também o complexo onde fica a Casa das Onze Janelas, mas lá tinha um restaurante caro demais, e tava muito calor e estávamos com muita fome, então nem ficamos muito por lá.

no mais, teve a parte acadêmica mesmo da viagem, de comparecer no ENABED, apresentar trabalho, ser elogiada(!!!!!), e fazer aquele networking acadêmico que é necessário.

na minha listinha, faltou entrar no Teatro da Paz (porque passar por ele nós passamos umas 80 vezes), ir numa festa de aparelhagem pra ver a galera dançando treme, e também o passeio de barco no rio, que sai da Estação das Docas, e que tem umas moças dançando carimbó. mas eu tava pão dura e não quis pagar 30 Dilmas pra isso, preferi tomar muito sorvete. o treme, bem, eu não descobri se tinha uma festa de aparelhagem enquanto a gente tava lá.

disso tudo, dessa experiência, me resta dizer: tô ainda tentando descobrir onde é que é que o Pará é o “exemplo pro mundo” como diz no samba da Imperatriz. uma cidade onde o transporte público não tem ar condicionado, onde você pode ser assaltado a qualquer segundo, onde o povo joga lixo na rua a torto e a direito, onde as calçadas até dos bairros mais “nobres” são super esburacadas, não tem muito exemplo pra dar não.

no todo, foi bacana. amei a Basílica e também o sorvete de Castanha do Pará. aliás, eu sonho com esse sorvete todas as noites desde que voltei de lá. mas, se Belém é “o talismã do meu país”… xiiii…