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dose dupla de Adam Levine + o aniversariante do dia

hoje é aniversário do Dave Grohl, o cara mais irado do universo, mas o Maroon 5 zerou a internet com o clipe do novo single do álbum “V”. a música escolhida – Sugar – ganhou o clipe mais fofo e surpreendente possível, e eu tô aqui há um tempão emocionadíssima com as imagens e pensando qual seria a minha reação se acontecesse uma coisa dessas comigo:

se foi tudo armado ou não, pouco me importa. a simples ideia do Maroon 5 invadindo um casamento pra tocar de surpresa já me deixou toda emotiva e imaginativa. acho incrível quando uma música que eu curto ganha um clipe legal assim! amei, amei, amei! (principalmente depois do clipe de “Animals”, que é uma música que eu adoro, mas não suporto ver o clipe!)

aí em seguida eu acabei achando esse vídeo do Adam no Jimmy Fallon e morri de amores mais ainda, além de morrer de rir:

e, na onda da fofura, pro Dave não ficar triste nem com ciúmes, a minha música querida na minha versão favorita ❤

Trilhas sonoras de games

Uma boa trilha sonora faz a diferença. Em filmes isso é bastante claro. Senhor dos Anéis, do Peter Jackson, dificilmente seria tão épico sem a fantástica trilha composta por Howard Shore.

Nos videogames, não é diferente. Uma boa trilha nos indica perfeitamente o tom que o jogo está querendo transmitir naquele momento. Considerando os games enquanto uma forma de arte interativa, onde precisa-se de uma participação ativa – e não contemplativa – do jogador, uma música bem casada faz toda a diferença na experiência e imersão.

Peguemos o exemplo da série Resident Evil. Trabalhando com uma temática mais sombria, o jogo foi um dos pilares do terror nos videogames. E sua trilha não ficava para trás. Para quem é fã da série, ouvir essa música gera uma sensação de alívio e segurança, pois era dos únicos momentos do jogo onde estávamos, de fato, a salvo da horda de zumbis.

Pensando nisso, selecionei 5 indicações de trilhas sonoras de games que são, na minha opinião, marcantes. A escolha é totalmente pessoal e sei que existem trilhas muito melhores, mas fica de dica para quem quiser se aventurar nesse particular mundo musical.

Shadow of the Colossus: Roar of the Earth

Shadow of the Colossus, na minha humilde opinião, foi o melhor jogo da geração 128 bits e um dos 10 melhores jogos já feitos em toda a história dos videogames.

Partindo de uma premissa bastante simples – você tem que matar 16 chefões do tamanho de titãs -, o jogo encanta por sua beleza, inovação, diversão e alto valor artístico.

Composta por Kow Otani, a música do jogo alterna momentos de completo silêncio – nos campos à caminho da batalha com algum colosso – com momentos onde a música simplesmente explode.

Sonic the Hedgehog 2 Soundtrack

Uma homenagem à nostalgia. É isso que é a trilha de Sonic 2.

Para quem, como eu, passou sua infância jogando Mega Drive, essa trilha é um retorno ao melhor da vida.

Pautada em músicas simples – devido às limitações técnicas da época -, Sonic 2 encanta pelo seu caráter chiclete. Você não precisa ser um especialista em música ou trilha sonora para saber quando uma música é do game.

A trilha foi composta por Masato Nakamura, que já havia feito a trilha do primeiro jogo da série Sonic.

Chrono Trigger Original Sound Version

O jogo que estou jogando atualmente – sim, sou um herege.

Considerado por muitos como o melhor RPG já feito para videogames, Chrono Trigger foi a união de mentes brilhantes japonesas no chamado “Dream Team” da Square (hoje Square Enix): Hironobu Sakaguchi (criador da série Final Fantasy), Yuji Horii (criador da série Dragon Quest) e Akira Toriyama (criado de Dragon Ball e Dragon Ball Z).

A trilha ficou a cargo de Yasunori Mitsuda – que compôs a vasta maioria – e Nobuo Uematsu – compositor das trilhas de Final Fantasy e que fez 10 canções após o primeiro contrair uma úlcera durante o projeto.

Fica o destaque para Frog’s Theme – vídeo no post – e Wind Scene.

The Last of Us (Video Game Soundtrack)

O melhor jogo da última geração de videogames. Simples assim.

The Last of Us conseguiu reformar um tema batido – o apocalipse zumbi – nos videogames do mesmo modo que The Walking Dead fez na cultura pop como um todo.

Com uma dublagem – original, diga-se de passagem – digna de uma animação da Pixar, o jogo mais parece um roteiro de cinema tamanho seu realismo. Tratando de temas muito humanos, como a solidão, o medo e sobrevivência, o jogo é um exemplo de como jogos devem, sim, ser considerados como arte.

A trilha é composta por Gustavo Santaolalla, vencedor de duas estatuetas do Oscar – Brokeback Mountain e Babel.

Aqui, diferentemente de Resident Evil, por exemplo, a música tem um foco mais melancólico do que propriamente horror. De fato, classificar Last of Us enquanto horror não me soa algo adequado. A mistura de violão e percussão cai extremamente bem ao jogo e o confere todo o ar triste que a experiência exige.

The Legend of Zelda 25th Anniversary

Falar de Zelda é chover no molhado. Melhor jogo já feito, melhor série já feita, trilha sonora impecável. É tanto hors concours que nada que eu fale vai ser novo ou inovador.

Fica então minha sugestão de um excelente álbum lançado junto com um dos últimos games da série, Skyward Sword. Intitulado The Legend of Zelda 25th Anniversary, a trilha é uma composição do que Koji Kondo – compositor original das trilhas da série – chamou de “as melhores melodias da série The Legend of Zelda”.

Um álbum curto, simples, mas ímpar. Para um fã da série, um prato cheio.

Músicas de animes/tokusatsu

Há não muito tempo fui numa festa numa das boates alternativas do Rio que tinha como mote o “mundo nerd”. Sou meio cético a esse tipo de “balada”, mas fui ver qual era. Foi uma bosta.

Mas como se pode tirar algo de bom de tudo, a noite surpreendeu no momento em que o DJ tocou música dos animes tokusatsus da minha infância. Foi, sem dúvidas, o momento alto da festa, já que todos os poucos presentes piraram nas músicas que eram tocadas. Um climão de nostalgia absurdo.

Sem mais delongas, vai aqui a minha lista das melhores músicas desse pequeno Japão no coração de toda criança dos anos ’90.

10 – Cavaleiros do Zodíaco – 1a abertura

Cavaleiros do Zodíaco está para os anime no Brasil como o Nirvana está para o Grunge no mundo: depois que você passa dos 15 anos, você vê que não é mais tão legal, mas foi graças a ele que você conheceu o restante.

E já que o que apela aqui é abrir o mercado, nada melhor que a primeira abertura, lá da época dourada de TV Manchete.

9 – Jaspion – Abertura

C’mon boy!

O japonês do cabelo black-power! Jaspion foi um dos pioneiros do tokusatsu no Brasil, estreando na TV Manchete (sempre ela) em 1988. Sua popularidade foi tamanha que por vezes conseguia superar a audiência de concorrentes de peso, como a Rede Globo.

Tão famosa quanto a abertura era a música do robô gigante de Jaspion, o Daileon, mais conhecido aqui no Brasil pela paródia do “cara tussiu”.

8 – Jiraya – Abertura

Esse era, de longe, o meu tokusatsu preferido. E também o detentor da abertura mais tosca de nossa humilde lista. A cena do vidro de plástico quebrando enquanto nosso ninja o atravessa está nos anais da televisão brasileira.

7 – Sakura – Abertura

Sakura foi um caso raro de desenho destinado ao público feminino que agradou e muito o público masculino. Cheguei a essa conclusão já na faculdade, numa roda de amigos, ao soltar o nome do desenho na roda e ouvir um sonoro: porra, Sakura era foda!

Particularmente prefiro a abertura original, mas o “quero seu calor!” da versão tupiniquim me ganha e garante o sétimo lugar.

6 – Samurai X – Abertura

A única abertura de anime da lista que está na língua original. E não importa. Samurai X era foda e ponto.

5 – Dragon Ball GT – Abertura

A saga final de Goku não teve tanto apelo quanto a série Z, mas possui, na minha humilde opinião, a música mais bonita da série. Tanto é que foi tema de casamentos por aí afora.

4 – Cavaleiros do Zodíaco – 2a abertura

Novamente, Cavaleiros do Zodíaco.

Apesar da relevância da primeira abertura, sem dúvidas foi na re-estréia do desenho que se firmou o que foi o desenho pro Brasil, em 2003.

Como eu disse, o desenho, no fundo, não era lá grandes coisas, mas a espera desde o fechamento da Manchete até a versão do Cartoon Network foi tanta, que vê-lo na TV foi uma catarse. E a abertura na voz do Edu Falaschi fez vale a demora.

3 – Pokémon – 1a abertura

Depois de CdZ, o maior fenômeno japonês no Brasil. O responsável pela venda de Gameboys como água a partir de 1998. Um dos melhores RPGs já feitos pra videogame e, sem dúvidas, um dos desenhos mais divertidos da geração ’90.

Como tudo que vem do Japão, o bom senso faltou na hora de dar um fim a história e o surgimento de mais centenas de pokémons ao longo dos anos tirou o brilho da franquia, mas jamais a apagou.

2 – Yu Yu Hakusho – 1a Abertura

Aqui vai uma escolha totalmente passional, pois se trata do meu desenho preferido de todos os tempos.

Yu Yu Hakusho marcou época como um dos melhores desenhos japoneses a desembarcar no Brasil. Não teve nem de longe o mesmo hype que outros tiveram, mas apresentava personagens cativantes e vilões excepcionais – ou alguém não acha o Toguro o melhor vilão de anime?

1 – Dragon Ball Z – 1a abertura

O maior anime já feito. Isso resume Dragon Ball Z.

Apesar da minha preferência por Yu Yu Hakusho, reconheço que Dragon Ball Z foi um marco no Brasil. Referência para jovens de 20 a 30 anos até hoje, a saga do Super Sayajin Goku é um dos mitos mais poderosos da cultura pop atual. E com todo mérito.

músicas clássicas da Disney

A Disney tem o dom de encantar gerações com suas histórias. E eu acho que não dá nem pra discutir um fato: a Disney tem muitas das melhores músicas que já embalaram filmes pela vida. E eu acho que a gente só se dá conta disso mesmo quando cresce e presta atenção de verdade nas músicas e em tudo o que elas tem pra dizer. Fazer uma seleção delas é tarefa dificílima, mas hoje escolhi algumas pra embalarem a nossa sexta feira.

1- Part of Your World (A Pequena Sereia)

  • Essa música é um verdadeiro exemplo de músicas que eu só fui entender de verdade depois de crescida. Podem me julgar e me chamar de lenta, eu não ligo, mas ela não fazia muito sentido pra mim quando eu tinha, sei lá, 3 anos, e vi “A Pequena Sereia” pela primeira vez.

2- A Dream is a Wish Your Heart Makes (Cinderella)

  • Eu sempre tive um pouco de preguiça da Cinderella, admito. Sempre preferi a Bella (A Bela e a Fera), a Jasmine (Aladdin), ou até mesmo a Branca de Neve. Mas essa música é muito, muito bonita. E, pra mim, traduz muito do espírito que o próprio Walt Disney sempre pregou e que sempre o motivou. If you can dream it, you can do it, gente.

3- A Whole New World (Aladdin)

  • Essa música, com essa história de amor e essa ideia de sair pelo mundo fazendo novas descobertas, sempre estampa um sorriso largo no meu rosto. Sempre quis um tapete mágico pra sair voando por aí pra ver o mundo.

4- Colors of the Wind (Pocahontas)

  • Pra mim, uma das melhores de longe. O blog Oh My Disney já analisou o quanto essa música é incrível, e eu deixo o link pra vocês aqui, porque eu não quero ser repetitiva.

5- Beauty and the Beast (A Bela e a Fera)

  • Como não amar?! Música and letra lindas num grau que não dá nem pra descrever. Eu, pelo menos, não consigo descrever.

6- You’ve Got a Friend in Me (Toy Story)

  • Uma música sobre amizade e parceria. Eu gosto tanto dessa música que sempre canto ela pros meus melhores amigos quando tô nos meus momentos de fofura extrema querendo dizer o quanto eu amo eles.

7- I See the Light (Enrolados)

  • Já pode considerar “Enrolados” um filme clássico da Disney? Acho que sim, né?! Afinal, é a história da Rapunzel… mais do que clássica. E essa música, minha gente, essa música é muito linda e muito emocionante, e o Zachary Levi cantando é muito muito amor ❤

8- Once Upon a Dream (A Bela Adormecida)

  • Eu acho que essa música é uma das mais belas músicas de amor na história da música, pra sempre. Presta atenção na história que essa música conta e me diz se eu não tô certa.

9- The Unbirthday Song (Alice no País das Maravilhas)

  • Essa música é simplesmente GENIAL! Aliás, todo o conceito de ~desaniversário~ é genial! Por mais celebrações de desaniversário nesse mundo.

10- Circle of Life (O Rei Leão)

  • O melhor ficou pro final. Gente, PELO AMOR DE DEUS, essa música é muito maravilhosa! Sempre fico arrepiada/emocionada/feliz/etc quando escuto. Já perdi a conta de quantas vezes assisti “O Rei Leão” e chorei logo na abertura por causa dessa música (isso sem contar o tanto que eu choro quando vou lá pra Disney e vou ao Festival of the Lion King e ouço a música ao vivo; ou mesmo quando vi o musical lá em Londres e também gastei uma caixa inteira de lenços de papel de tanto que eu chorava).

Eu gosto de músicas que tocam o meu coração. Quanto mais me emociona, mais eu presto atenção. E, sim, eu fico ouvindo essas músicas em playlist, ou então tiro uma tarde pra ficar no sofá vendo todos os meus Disney movies preferidos (porque #bolsistasofre mas eu também mereço um descanso) e cantando as músicas. Se você não faz isso, meu amigo, minha amiga, você não sabe o que está perdendo!

músicas covers que amamos

A listinha de músicas pra embalar essa nossa sexta feira tá curtinha, mas tá cheia de amor. Tem músicas que tocam e encantam, e que ficam simplesmente melhores quando algum outro artista pega e faz uma releitura própria da canção. Sim, tô falando dos famosos covers. Quando eu canso de leve da minha seleção musical, saio catando covers que me façam sorrir. É, simples assim: se a música me estampar um sorriso no rosto, tá valendo, e ela entra logo pra minha biblioteca, e vai ficar no repeat por alguns dias. Pra mim, covers de músicas são uma grande prova de que tudo se transforma!

1- Ainda é Cedo – Frejat

  • Uma fórmula fácil que deu muito certo: um clássico do rock nacional, numa versão feita pelo lorde brasileiro do rock n roll (Frejat, te amo S2), com guitarras ainda mais distorcidas e solos ainda mais inspirados.

2- Love of My Life – Scorpions

  • Fazer cover do Queen não é pra qualquer um, mas acho que os caras do Scorpions acertaram em cheio. A voz do Klaus entoando essa canção consegue me emocionar tanto quanto Freddie Mercury, e acho que isso é motivo suficiente pra fazer dessa música um dos meus covers favoritos.

3- Como é grande o meu amor por você – Lulu Santos

  • Lulu Santos e como tornar uma das músicas brasileiras mais lindas da vida numa versão rock n roll maravilhosa. Só isso, porque não resta muito mais o que dizer.

4- Viva la Vida – Weezer

  • Weezer é banda que sempre me lembra o comecinho da minha adolescência, e que eu ouço até hoje pelos velhos tempos. Aí eles pegam e fazem a sua própria versão de uma música do Coldplay que eu adoro, e só me fazem agradecer por eu não ter perdido o hábito de escutá-los.

5- Fluorescent Adolescent – Kate Nash

  • Embora eu seja super fã dos Arctic Monkeys desde o início da carreira, nunca tinha dado muita bola pra essa música especificamente. Sei lá, não batia. Até que eu ouvi esse cover com a fofa da Kate Nash. Achei que a música ficou tão leve, tão suave, e ainda assim rock n roll cantada por ela!

6- Titanium – Boyce Avenue

  • Essa música é o verdadeiro exemplo de que covers podem superar – e muito – as versões originais. Eu não sei vocês, mas eu tenho uma certa preguiça desses hits eletrônicos que tocam direto nas rádios. Nada contra quem gosta, mas eu pessoalmente não costumo escolher esse tipo de música pra ouvir quando tô estudando, por exemplo. Mas a letra de “Titanium” é realmente bacana e motivadora, e eu gostei muito de descobrir esse cover. Aliás, Boyce Avenue é uma banda que tem um tino pra fazer covers, e eu recomendo uma olhadinha cuidadosa no canal deles no YouTube.

7- Não quero dinheiro – Frejat

  • É, eu sei, dose dupla de Frejat nessa mixtape de hoje. Mas não deu pra resistir. A história é a seguinte: eu quase morri mesmo de tanta emoção quando tava lá no Rock in Rio nesse ano e o meu cantor/guitarrista favorito entoou a minha música favorita do Tim Maia. E só ele mesmo, com essa versão linda dessa música que eu amo, poderia fechar a listinha de covers dessa sexta feira.

Gostaram da seleção? E acharam bacana a mixtape comentada? Conta pra gente (: e boa sexta pra todo mundo!

músicas para um dia de chuva

Brasília definitivamente não combina com chuva. É, eu sei, eu sempre reclamo de como aqui é seco e quente e tal, mas desde ontem o tempo tá super fechado aqui e eu simplesmente não sei viver nessa cidade com esse tempo nublado. Brasília pede céu azul.

Acordar e sentir que tá friozinho, ver que tá nublado e que tá cinza me deixou pensativa. É claro que o dia de hoje me inspirou a juntar uma sequência de músicas sobre chuva – foi inevitável.

1- Rain – The Beatles

2- Covered in Rain – John Mayer

3- It Will Rain – Bruno Mars

4- Set Fire to the Rain – Adele

5- Black Rain – Keane

6- Chove Chuva – Miriam Makeba

7- Raindrops – Regina Spektor

8- Rain City – Turin Brakes

9- The Adventures of Rain Dance Maggie – Red Hot Chili Peppers

10- Rainmaker – Iron Maiden

11- Rain Fall Down – Rolling Stones

12- Chuva de Prata – Gal Costa

13- Singing In The Rain / Umbrella – Glee Cast feat. Gwyneth Paltrow

14- Sirens – Pearl Jam (bonus track por motivos de: canção maravilhosa que tá no repeat! E ela até que combina com dias nublados/de chuva, né?!)

Achei que deu uma misturinha bem interessante – e até inusitada – de músicas! Boa sexta pra todo mundo!

músicas para uma sexta em Brasília

Sexta feira combina com mixtape, né? Cheguei aqui em Brasília ontem de noite e fiquei em casa arrumando a vida os armários, o banheiro, essas coisas. Também fiz compras pra casa, porque, né, pão, presunto, queijo.

Naturalmente fui fazer compras a pé (não me acostumo com essa vida brasiliense de ter que fazer tudo de carro), acompanhada dos meus fones de ouvido. Sem trapacear muito no shuffle, uma sequência de canções me chamou a atenção. Ouçamos:

1- Lover to Lover – Florence + the Machine

2- Pusher Love Girl – Justin Timberlake

3- Up in the Air – 30 Seconds to Mars

4- Panic Station – Muse

5- Who Says You Can’t Go Home – Bon Jovi

Coincidência ou não, todos os artistas de hoje tocaram no Rock in Rio 2013 e, com exceção do Justin Timberlake (#arrependimentos), vi todos ao vivo 😀

Aliás, vocês gostariam de ler uma análise pós-Rock in Rio? Tô pensando em refletir sobre o assunto aqui… Me contem nos comentários! E boa sexta pra todo mundo!