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depois do Rock in Rio 2013

dois finais de semana de festival, muito dinheiro gasto (tô pobre num grau que vocês não fazem ideia), e poucas horas de sono depois, cá estou eu pra contar da minha experiência no Rock in Rio.

(ok, eu demorei 1 semana pra começar esse post contando do Rock in Rio, mas tá tranquilo. a dissertação exige e a gente cumpre e larga o blog de lado d: é a vida.)

acabou que fui 3 dias ao festival: os planejados (e previamente anunciados aqui) 14 e 21, e também dia 20. teve uma venda especial acho que 1 mês antes do Rock in Rio, e eu aproveitei a oportunidade pra comprar um ingresso do dia 20 pra minha cunhada, porque ela queria ir nesse dia mas não conseguiu comprar no dia da venda normal (é, naquele dia louco que eu fiquei quase 4h pra conseguir comprar os ingressos do dia 14, já que graças a Deus eu tinha comprado Rock in Rio Card e marcado pro dia 21), mas ela não conseguiu vir de SP pra ir no dia 20, então acabou que eu fui. fiquei mortinha mortinha mas curti demais!

companheiros do dia 14: Dani, Leo, e Gabriel!

companheiros do dia 14: Dani, Leo, e Gabriel!

companheiros do dia 20: Leo e Gabriel!

o companheiro do dia 21: Felipe ~meu amor~ Ortega

o companheiro do dia 21: Felipe ~meu amor~ Ortega

mas, nem tudo são flores, e eu confirmei minhas opiniões antigas, além de perceber outras graves falhas do festival. vou tentar organizar o pensamento pra comentar tudo. vou tentar.

a Cidade do Rock: é bacana, bem mais bacana do que eu pensava, mas bem menor do que eu esperava. quando eu via da tv, parecia que a extensão do gramado diretamente na frente do Palco Mundo era muito maior, mas na verdade a Cidade do Rock cresce “pros lados”. embora seja extremamente comercial e a galera fique enlouquecida correndo atrás dos brindes, eu curti a ideia dos stands de marcas parceiras do Rock in Rio.

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  • no dia 14, eu fui no box da Niely, onde tinha uma espécie de salão de beleza com um menu de penteados, e aproveitei pra prender o cabelo bem bonitinho, e foi ótimo porque ficou bem preso mesmo até chegar em casa, mesmo depois de pular e dançar muito nos shows da Florence e do MUSE. e é claro que eu esqueci de tirar foto só do penteado, né. foi ótimo também porque eu ganhei várias amostras de shampoo e condicionador e a minha pão durice agradece xD vale a pena dizer que nesse dia eu demorei muito pra entrar na Cidade do Rock porque tive que andar até láááá do outro lado, com um sol queimando a minha cuca, pra buscar o tal ingresso do dia 20, porque não tinha opção de entregar em casa quando da compra. enquanto andava, ainda do lado de fora da Cidade do Rock, deu pra ouvir -pelo menos isso- a banda cover dos Beatles que ficava tocando por lá. bacaninha.
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esperando pra ser penteada pelos profissionais da Niely (ó, moço, eu não quero passar nada colorido nem brilhoso no meu cabelo não, tá?)

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depois de penteada, eu virei ~caixinha~! (x mas eu achei super esquisito me ver numa caixa de tintura já que, né, eu não uso essas coisas na minha juba (ainda, porque eu sei que o dia dos cabelos brancos vai chegar e eu vou acabar tendo que pintar as madeixas)

  • no dia 20, eu aproveitei um pouquinho pra passear pela Rock Street e vi os stands da Ipanema e da Rider, mas só de fora, porque estavam super lotados. queria ter ido, pelo menos, na roda gigante do Itaú, mas a fila tava mais do que imensa e eu não tava querendo esperar lá não. o cabum do Trident também tava impráticável. gente, que filas eram aquelas? gostei dos tonéis da Heineken que ficavam lá pro final da Rock Street, perto da Tenda Eletrônica. eu mal cheguei perto da Tenda Eletrônica, mas, de longe, parecia um brinquedo, ou um ET, sei lá. acho que combinava com a vibe.

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cervejinha cervejinha

cervejinha cervejinha

  • o dia 21 foi o mais tranquilo de tempo pra andar: foi o dia que cheguei mais cedo na Cidade do Rock, e deu pra andar um pouquinho mais. foi o único dia que consegui andar a Cidade do Rock inteira. logo que cheguei, fui pra Rock Street, e curti um showzinho enquanto tomava um Sorvete Itália (gente, 5 reais um potinho de sorvete, é por isso que tô pobre). depois fui andando em direção ao oooutro lado da Cidade do Rock, crente que talvez pudesse andar na montanha russa da Chilli Beans, mas não rolou. o máximo que consegui foi pegar uma das bandanas ~bonitinhas~ que eles estavam distribuindo (se bem que a bandana combinava muito mais com a vibe do dia anterior, Bon Jovi e tal, mas tá valendo). dei uma passadinha também no stand da Shell, mas a brincadeira era pra tirar foto. no Submarino (aliás, acho que nunca tinha visto uma loja física do Submarino!), dava pra jogar guitar hero com uma guitarra de verdade – mas, de novo, tava super concorrido. só nesse dia que eu fui ver que na Delta dava pra fazer bag tags com uma foto tirada na hora, e eu adorei a ideia e fiquei doida pra fazer, mas a fila era maior do que a vontade. então a gente acabou optando pela preguiça, ficar deitado/sentado na grama, essas coisas (e vamos levar em conta que eu tinha ido na véspera, dormi menos de 5h entre um dia e outro de festival, e já estava com o tornozelo super estourado).
fazendo gordice com o sorvete overpriced

fazendo gordice com o sorvete overpriced

51h

de boua na lagoua Cidade do Rock

os shows no Palco Sunset: assisti alguns dos shows nesse palco. ao contrário do que eu pensava, a gente realmente tem que andar um pouquinho entre o Palco Sunset e o Palco Mundo. ponto pro Rock in Rio. o problema é que o som do Palco Sunset é muito muito ruim, e, se você não ficar na direção das caixas de som, não vai ouvir muito bem os shows. dos shows que vi nesse palco, gostei bastante da homenagem a Raul Seixas com os Detonautas, mas o melhor foi, sem dúvida, o show do Offspring. mas o som tava péssimo, porque aquele palco era pequeno demais pra todo mundo que queria ver os caras tocando. #offspringnopalcomundo

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Palco Sunset, ainda com sol

Palco Sunset de noite

Palco Sunset

os shows no Palco Mundo: uma coisa que sempre me irritou no Rock in Rio era a ideia de passar o tempo todo de um festival de frente pra um único palco. na minha cabeça, isso é o tipo de coisa que não faz o menor sentido. eu acho que festival requer mobilidade. nesse ano, tinha um intervalo bem grande entre o primeiro e o segundo show do Palco Mundo, em que se encaixava o último show do Sunset. foi o caso da hora do show do Offspring -entre Capital Inicial e 30 Seconds do Mars no palco Mundo-, mas a mobilidade foi péssima, porque a Cidade do Rock não foi pensada pra esse formato: ela “afina” exatamente onde seria o “corredor” entre os palcos, e ainda tem uma parada mega imensa da Heineken que é da saída da tirolesa (que teve um dia que teve fila de 6h). sem contar todo o povo que fica por ali mesmo no Palco Mundo porque não quer perder o lugar que já escolheu pra ficar pros próximos shows. de resto, o palco é bem bacana, e eu vi ótimos shows lá. nenhum dia eu fiquei suuuuper perto do palco, sempre preferia ficar mais do meio pra trás, e as vezes rolava até um espacinho extra pra dançar mais um pouco.

  • dia 14: vou ser muito muito sincera: Capital Inicial foi uma decepção, porque eu esperava um show incrível, tipo o que eles fizeram no Rock in Rio 2011 (pra vocês terem uma noção, naquele dia eu fiquei dançando sozinha em casa vendo pela tv). mas, na verdade, foi um show tipo montanha russa, com muito sobe e desce, e, quando todo mundo empolgava alguma música, vinha alguma em seguida cortando o clima. enfim, fiquei decepcionada. 30 Seconds to Mars foi aquela coisa não fede nem cheira; eu já tinha ouvido algumas músicas dos caras, tenho alguns discos no iTunes, mas não era uma banda que me chamava a atenção, e continuou assim mesmo depois do show. as duas únicas músicas que eu posso dizer que de fato gosto (The Kill e Kings and Queens) não foram tocadas – ok, houve uma menção a The Kill quando o carinha foi lá pra tirolesa, mas pra mim foi insuficiente. o show da Florence e a sua máquina (ok, ok, Florence + the Machine) foi muito incrível, quase transcendental. a Florence parecia estar super feliz, pulando e correndo de um lado pro outro, como se estivesse se divertindo muito mesmo. foi, pra mim, um show redondinho, não senti falta de nenhuma música. adorei You’ve Got the Love e Dog Days Are Over (já pode considerar clássico?!). aí, depois do show incrível da Florence, entraram os headliners da noite: MUSE. cara, que show foda. foi muito bom, muito bom mesmo. colocar SupremacySupermassive Black Hole logo no comecinho do show foi ótimo pra empolgar logo, e eu acho que os caras fazem um rock ‘n roll bem bacana, quase próximo ao som do Pink Floyd (veja bem, eu disse quase próximo, eu sei que uma comparação dessas é meio foda, mas, guardadas as devidas proporções, eu acho que dá pra entender do que eu estou falando). gostaria que eles tivessem tocado também Undisclosed Desires e I Belong to You/Mon Cœur S’ouvre à ta Voix, porque eu gosto muito delas, mas a falta dessas músicas não comprometeu o show. deixar Madness pro finzinho do show foi coisa de gênio, amei, e teria adorado participar da ação dos pequenos cartazes escritos “I need your love”.
Capital Inicial

Capital Inicial

30 Seconds to Mars

30 Seconds to Mars

Florence + the Machine

Florence + the Machine

MUSE

MUSE

  • dia 20: quando o Frejat acabou de fazer o show dele, eu virei pros meus amigos e disse “tá ótimo, já vi um show maravilhoso, já posso ir embora“. o cara arrasou (e, não, não é só a super fã do Barão Vermelho/Frejat falando, o show foi incrível mesmo, tava todo mundo comentando). sério, eu não vi NINGUÉM PARADO durante o show, mesmo ao tocar a música nova de trabalho (O Amor É Quente), bem pouco conhecida entre o público presente. o melhor guitarrista do Brasil escolheu um setlist maravilhoso, não se atendo apenas às suas músicas ou às músicas do Barão; meu coração bateu MUITO MUITO FORTE quando ele tocou Não Quero Dinheiro (Eu só quero amar) do Tim Maia. eu me arrisco a dizer que essa é a minha música favorita do Tim Maia, e poder ouvi-la na voz do Frejat foi super especial. e, fechar o show com Pro Dia Nascer Feliz, putz, f-o-d-a. como se eu já não fosse super fã do cara, ele vai lá e arrasa no Rock in Rio. aí veio Matchbox 20, com um show ok, um show honesto. explico: eu não conheço muito a banda, como a maioria das pessoas que lá estavam (eu observei). pra não dizer que eu só conhecia as duas músicas (Unwell e Disease) que foram pra trilhas sonoras de novelas da Globo, eu também reconheci She’s so Mean, que eu provavelmente ouvi em alguma rádio em alguma viagem pros EUA, ou sei lá aonde. então o show foi mesmo honesto, agradou os fãs de plantão, e passou bem o tempo de quem tava simplesmente lá assistindo e curtindo a vibe. eu só não entendi porquê o vocalista cortou o cabelo, ele era bem gatinho nos clipes com o cabelo maiorzinho, ficou esquisito de cabelo muito curto. agora, um show que me surpreendeu foi o do Nickelback: primeiro porque eu não fazia a menor ideia de que sabia de cor tantas músicas da banda, segundo porque tinha muito muito fã por lá, terceiro porque o show foi super bacana! alguém deve ter falado pra eles todas as músicas que bombavam na MTV e no TVZ, não é possível! eles apostaram nos hits, e foram pouquíssimas as músicas que foram cantadas só pelos fãs (e era exatamente aí que você separava os fãs do restante da galera). foi um show que me deu vontade de ouvir mais as músicas da banda, mesmo que eu me atenha aos hits. quando Bon Jovi entrou no palco, a gente já tava quente quente, pronto pra ferver com muito rock ‘n roll. eu confesso que senti falta de Missunderstood, e mais falta ainda de I’ll Be There for You (gente, e o Bon Jovi tem música mais linda do que essa?) mas foi um show bem redondo, daqueles que ficam marcados pra sempre. eu tinha dado uma olhada na setlist que ele andava seguindo nos últimos shows e foi mais ou menos a mesma coisa, sendo que o momento mais incrível foi quando nós, o povo, conseguimos fazer a banda tocar Always, que eu não lembro de ter visto nas mencionadas setlists. foi emocionante nível ~tears~ (e, sério, eu vi muita gente chorando, emocionada com o momento). nesse dia, eu fui embora com a sensação de que tinha curtido um bom dia de shows.
Frejat

Frejat

Matchbox 20

Matchbox 20

Nickelback

Nickelback

Bon Jovi

Bon Jovi

  • dia 21: esse era o dia mais esperado pra mim, por motivos de John Mayer. eu amo gosto muito muito muito muito desse homem (rola ciúmes quando eu digo que amo ele ou que amo o Rupert Grint xD ) há muitos anos, e eu esperei quase 13 anos pra vê-lo ao vivo. pois é, o meu primeiro registro de ter ouvido uma música do John Mayer já tem quase 13 anos. mas o dia todo de festival tinha shows bacanas no line up. o show do Skank foi puro amor, adorei que teve participação especial de Emicida e Nando Reis (em momentos distintos). eu nunca tinha ido a um show do Skank, e foi muito especial ver ao vivo a banda do meu primeiro CD de rock da vida (o meu primeiro CD, primeiro mesmo, foi de Sandy e Junior, porque, né, eu era louca por eles quando tinha 6 ou 7 anos). é o tipo de banda que não fica velha no meu coração e eu mal posso esperar pela oportunidade de vê-los de novo. daí veio Phillip Phillips, que fez um show bem bonitinho. ah, vai, o cara é um fofo, e eu achei super bacana ele vir, já que ele tem aberto os shows da turnê “Born and Raised” do John. eu baixei o disco dele antes do Rock in Rio mas não cheguei a ponto de decorar todas as músicas. o ponto alto foi mesmo quando ele começou a entoar Home, que é a música que entrou pra trilha sonora da novela Sangue Bom. ele me pareceu um bom músico, e eu acho que tem futuro. aí, depois dele, veio o muso, o maravilhoso, o meu amor John Mayer ❤ eu sabia que o show seria menor do que o habitual da turnê “Born and Raised“, mas, fã que sou, amei de todo jeito. e tinha como não amar? ele começou o show com a música que eu escolhi pra tocar quando peguei o meu diploma de RI (No Such Thing) e, ali, ele me ganhou (como se fosse preciso me ganhar, eu já sou dele -hehehe- há quase 13 anos). daí pra frente, foi música maravilhosa atrás de música maravilhosa, e, quando vi, ele já tava começando a tocar Gravity. mas, antes de falar sobre Gravity, vamos mencionar o momento em que ele jogou pro público decidir se ele ia tocar Vultures ou Stop this Train, porque o tempo do show já tava acabando. eu falei “ai, John, toca as duas! toca qual você quiser!” mas acabou vencendo Stop this Train. e, olha, foi lindo. e Gravity, ah, Gravity foi um momento lindo, ele tacou a guitarra no chão, fez um solo imenso, super inspirado, super maravilhoso, jogado naquele tapetinho que eu vi tantas vezes em tantos DVDs e vídeos do YouTube. não tinha jeito de terminar melhor um show – quer dizer, eu preferia que ele simplesmente não tivesse terminado o show, eu poderia ter ficado por lá mais 1 semana ouvindo ele tocar todas as músicas de todos os discos e fazendo solos intermináveis. pra mim, o John consegue juntar muitas das virtudes do Jimi Hendrix com uma pegada pop/folk que super funciona. e, ah, muso maravilhoso ❤ quero que ele volte logo pra cá! e, ó, pode ficar aqui na minha casa, tá, John? depois do show dele, eu já tava super acabada, sem voz nenhuma (eu perdi a voz na segunda ou terceira música e continuei cantando e tal), e meu tornozelo tava doendo demais (mas isso vai ser pauta pra outro post, porque esse aqui já tá grande demais -isso porque eu estou tentando resumir as coisas), e, convenhamos, eu já estava em plenitude, mas ainda vinha The Boss pra fechar o Palco Mundo. esse show eu vi só um pedacinho ao vivo, e depois vi pela tv, mas me arrependi um tiquinho bastante de não ter forçado a barra pra ficar até o final. o que eu ouvi, eu gostei bastante. o Bruce Springsteen tem uma energia absurda no palco, e a E Street Band é fantástica. foi, enfim, um dia incrível, com shows incríveis, e eu saí de lá muitíssimo satisfeita.
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Skank

Phillip Phillips

Phillip Phillips

John Mayer

John Mayer

Bruce Springsteen (and the E Street Band)

Bruce Springsteen (and the E Street Band)

os preços e os perrengues: cara, que porra é essa de pagar 5 reais em um copinho de sorvete? e 12 reais em um cone de batata frita? e 10 reais num copo de Heineken (ou 9, se você fosse até uma das lanchonetes pra comprar)? tudo bem que os preços nesses eventos são mais caros, mas, porra, precisava aumentar tanto o preço da cerveja? no Lollapalooza de 2012 (e soube que no Rock in Rio de 2011 também), um copo de Heineken era 7 reais (ou 8 na mão dos carinhas que vendem no meio da galera). também era caro, mas, vá lá, ainda pagável. ah, sim, sobre os banheiros: muita gente comentou de problemas nos banheiros e tal, mas eu acho que dei muita sorte, porque, pra mim, tava ótimo. os banheiros estavam limpos todas as vezes que fui, sempre tinha papel higiênico, sempre tinha sabonete pra lavar as mãos, sempre tinha papel toalha, e sempre tinha gente limpando os boxes! sem contar que a iluminação tava ajudando muito (eu lembro que no Lollapalooza foi bem difícil ir no banheiro químico na escuridão). ou seja: a coisa que eu mais temia de perrengue foi super tranquila, pelo menos pra mim. é claro que tinha filas nos banheiros – mas, porra, isso sempre tem né. as filas pra comprar comida também estavam bem aturáveis. e, bem, eu levei tanto biscoito que quase não precisei comprar comida.

#bolsistasofre

#bolsistasofre

os looks: eu escolhi roupas bastante confortáveis para os dias de festival, todas dentro do meu estilo, e pensando mais no frio que eu poderia sentir de noite do que nas horas de sol que antecederiam a madrugada.

  • no dia 14, eu arrisquei uma muscle tee da Espaço Fashion que eu usei muito pouco desde que comprei, com um bralet estampado de flores da Farm, pra ficar confortável e curtir numa boa sem me preocupar com o que poderia eventualmente aparecer. o short é da 284, cheio de spikes  ❤ nos bolsos. a camisa xadrez é da Farm (essa camisa já tá quase andando sozinha, é muito xodó), e a bolsa de franjas e ~studs~ é da PacSun (quando eu comprei essa bolsa eu falei que ela seria a minha bolsa de festival). meia calça fio 80 pra segurar a friaca da noite, e bota da Forever 21 pra manter os pés quentinhos e protegidos. os óculos escuros são da American Eagle Outfitters.
a única foto onde aparece o bralet da Farm é essa, onde estou agarrando o príncipe regente xD

a única foto onde aparece o bralet da Farm é essa, onde estou agarrando o príncipe regente xD

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  • no dia 20, fui bem mais básica, porque soube meio que de última hora que eu iria no lugar da minha cunhada. combinei a blusa do Led Zeppelin com short jeans de estrelinhas da Shop 126, e o ~toque especial~ ficou por conta dos dois cintos da C&A. nos pés, o All Star cinza da Converse. óculos escuros da Urban Outfitters, com a meia calça e a bolsa que voltaram pra Cidade do Rock. de noite, entrou em cena o tricot listrado p&b da Farm, e o óculos de grau Marc Jacobs – a melhor sacada de todos os tempos pra não cansar mais ainda os olhos com as lentes de contato.

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quem acha que eu tirei essa foto pra mostrar que o Harry Potter foi pra Cidade do Rock levanta a mão o/

quem acha que eu tirei essa foto pra mostrar que o Harry Potter foi pra Cidade do Rock levanta a mão o/

quando a noite caiu, tricôzin pra esquentar a friorenta

quando a noite caiu, tricôzin pra esquentar a friorenta

  • no dia 21, eu acho que eu pirei muito no look, mas acabou dando certo! combinei um vestidinho estampado de flores e caveiras da H&M com camisa xadrez cinza com aplicação de tachinhas também da H&M e parka estampada de cavalinhos da Farm. pode parecer exagero, mas na véspera eu senti tanto frio por lá que eu preferi não arriscar. também fui com chapéu de feltro da Farm, o mesmo óculos da véspera e a mesma bolsa da véspera, e de meia calça, e com a botinha da Forever 21 outra vez (essa bota é mega confortável, tô #chatiada que ela tá ficando velhinha demais).
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de dia, o truque foi amarrar a camisa e a parka na cintura

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combinação das estampas: o vestido, a camisa, a parka, e o lenço com estampa da bandeira do UK que fez as vezes de canga

combinação das estampas: o vestido, a camisa, a parka, e o lenço com estampa da bandeira do UK que fez as vezes de canga

  • em todos os dias, a make foi bem simples: lápis waterproof nos olhos, lip balm, e muito protetor solar! e, ah, claro: muitas muitas pulseiras junto do relógio da Casio! #armparty

a conclusão: curti muito o festival, e não me arrependo de ter ido. além de ter visto shows muito bons, foi ótimo poder quebrar algumas opiniões que eu tinha, e também confirmar outras. pode ser que eu morda a minha língua, mas eu acho que em 2015 eu não volto não. veremos. #provemewrong #idareyou

o resumo: depois de um post desse tamanho (cara, eu escrevi muito, como pode?), eu posso resumir o Rock in Rio que eu vivi com essas fotos:

rock on.

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~vamo pulá~

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a little bit of ~rock and roll~ is what the whole year is all about
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diário de viagens: Las Vegas

Protelei pra escrever sobre essa parte da viagem por vários motivos. Poderia dizer que foi só porque eu tô atolada de trabalhos acadêmicos, o que seria pura verdade. Poderia dizer que foi porque os assuntos em pauta no Brasil nos últimos dias me fizeram exercer muito mais o meu papel de analista de política/relações internacionais, o que também é pura verdade. Mas o choque de realidade de ver que as nossas #feriasforadehora acabaram, e a saudade que cada linha escrita causava, foram os reais motivos por trás do atraso.

Desde nossa viagem pela África do Sul (com post em breve nessa mesma categoria!), sabia que o Felipe gosta de uma jogatina. Ele também é chegado em pegar a estrada, e terminar a nossa viagem em Las Vegas tinha um quê de emoção, aventura e coisas inesperadas que só reforçava a ideia de que a sin city tinha que ser destino certo.

De San Diego a Las Vegas, normalmente, gastaríamos cerca de 5 horas de viagem, sem contar o tempo que paramos pra almoçar num McDonald’s da estrada. Mas quando já estávamos quase chegando em Vegas, o trânsito simplesmente parou.

Pois é. Imaginem uma freeway de velocidade 70mph totalmente PARADA. Até hoje a gente não sabe  direito o que aconteceu, exceto pelas muitas viaturas de “highway patrol” que vimos passando e por um resquício de acidente mais na frente da estrada, mas sabemos que ficamos mais de 1 hora parados.

road to vegas

tô usando: camiseta Forever 21, short Espaço Fashion

tô usando: camiseta Forever 21, short Espaço Fashion

Chegando em Vegas, já deu pra ver o quanto a cidade é louca. Basicamente, tudo acontece em uma rua: a Las Vegas Strip. O nosso hotel era o The Signature by MGM Grand, no sul da Strip. Localização maravilhosa, atendimento incrível, e suítes super espaçosas. Como a gente não queria (e nem podia!) perder tempo, fomos logo jantar e aproveitar o que Vegas tem pra oferecer.

Jantamos dentro do próprio MGM Grand, no japonês Shibuya – que é muito mais do que um sushi bar, oferecendo também opções sofisticadas da cozinha japonesa.

escolhendo o jantar

escolhendo o jantar

Depois fomos explorar, de fato, a Strip, andando do MGM até o Caesars Palace, parando pra ver as águas do Bellagio.

o majestoso MGM Grand

o majestoso MGM Grand

Las Vegas Strip

Las Vegas Strip

o espetáculo de água e luz do Bellagio

o espetáculo de água e luz do Bellagio

Strip 02

tô usando: jaqueta TopShop, vestido de renda Farm, colar Espaço Fashion, bolsa PacSun

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me sentindo parte de The Hangover

Aí vem a primeira dica valiosa de Las Vegas (valeu, Dani!): nesse site aqui é possível descobrir as noitadinhas e colocar o nome na lista, tudo de graça! Por isso que o nosso primeiro destino foi o Caesars: lá era a primeira noitadinha programada! Eles mandam pro celular que fica cadastrado no site um SMS com todas as informações pra aproveitar a night. Nesse dia, fomos pro PURE Nightclub, sem pagar nada pra entrar e com free drinks pras mulheres até meia noite.

No dia seguinte, fomos cumprir um dos must-do na nossa lista de Las Vegas: os brinquedos radicais na Stratosphere Tower, do hotel & casino Stratosphere, que não fica na Strip. A torre do Stratosphere tem mais de 100 andares (se não me engano, são 108) e o ticket de acesso de um dia inteiro à torre e aos 3 brinquedos custou US$34,00.

Las Vegas vista de cima

Las Vegas vista de cima

Mas o que a gente queria mesmo era andar nos brinquedos: X-Scream, Insanity, e Big Shot. A gente tava com a adrenalina tão em alta só de olhar que eu não fotografei nada ): mas catei no Google umas imagens pra mostrar pra vocês.

insanity

Fomos primeiro no Insanity, que tem nome muito apropriado. Imagina só: você senta numa cadeirinha num treco que parece uma garra daquelas de maquina de pegar bichinho, aí uma portinhola se abre, a garra vai pra fora do prédio, e começa a girar muito, muito rápido (velocidade média de 40mph), sem nada em baixo, a 270m de altura. A primeira sensação é de pânico total, é claro. Mas depois é absolutamente maravilhoso – parece que a gente tá voando. Tem vídeo aqui.

x-scream

Depois fomos pro X-Scream, que também não é pra quem tem estômago fraco. A 264m do chão, a gente é lançado pra cima e pra baixo. É tipo uma catapulta muito alta, sabe? Tem vídeo aqui.

big shot

O Big Shot foi nosso terceiro e último brinquedo. Nada mais é do que um daqueles elevadores que sobem e descem muito rápido – e que eu amo. Só que ele é o brinquedo mais alto do mundo, com 329m. Tem vídeo aqui.

Nessas imagens que busquei do Google, dá pra ver que tinha uma montanha russa também. Pesquisei e descobri que o nome dela era High Roller (apropriado, né?), e que ela fechou em dezembro de 2005.

Eu confesso que pintou um cagaço feio em mim antes de andar, mas eu adorei! Me arrependi um pouco de não ter comprado as nossas fotos brincando, mas cada uma custava cerca de US$15,00 e eu tava muito mão de vaca nesse dia. Recomendando o passeio, eu provavelmente começaria pelo Big Shot, depois ia no X-Scream e aí pro Insanity. Tudo bem que o Big Shot é o mais alto, mas acho que ainda assim é o mais tranquilo.

Depois do Stratosphere, voltamos pra Strip. Era só primavera e o sol tava muito quente. Não dá pra andar por lá sem uma garrafa de água! Protetor solar também é importante.

Strip 03

tô usando: chapéu Farm, óculos Ray Ban, camiseta Dress To

De noite, a ideia era fazer noitadinha no Chateau Nightclub, que fica no Paris Las Vegas. Então foi pra lá que fomos!

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Jantamos no Le Provencal, porque é claro que esquecemos de tentar uma reserva no Eiffel Tower Restaurant.

tô usando: jaqueta TopShop, vestido Farm, tênis Converse All Star para Bô.Bo, colar Espaço Fashion

tô usando: jaqueta TopShop, vestido Farm, tênis Converse All Star para Bô.Bo, colar Espaço Fashion

Dos casinos e restaurantes que visitamos, achei o Paris o mais sem gracinha /: ok, é super bonito lá dentro, tem todo jeitinho de Paris mesmo… mas não era nada demais. Gostei mais dos casinos do New York New York, do Mirage, e do próprio MGM Grand.

Sobre o New York New York Hotel & Casino: pra gente, era outra parada obrigatória. Como boa apaixonada por montanhas russas, não podia deixar de andar na The Roller Coaster. E foi lá que começamos o nosso último dia de passeios em Las Vegas.

como a montanha russa já tinha aparecido marotamente em fotos anteriores, busquei essas no Google (x

como a montanha russa já tinha aparecido marotamente em fotos anteriores, busquei essas no Google (x

A montanha russa é bem rápida – em velocidade e duração – mas é meio desconfortável. Bate muito a cabeça, sabe? Mas é bem bacana. Pra brincar uma vez, US$14,00 por pessoa. Claro que não comprei as nossas fotos de novo…

tô usando: chapéu Farm, t-shirt Forever 21, short Maria Filó, tênis Converse All Star para Bô.Bo

tô usando: chapéu Farm, t-shirt Forever 21, short Maria Filó, tênis Converse All Star para Bô.Bo

O melhor desse dia ainda estava mesmo por vir. Como bons fãs dos Beatles, não poderíamos deixar passar a oportunidade de ver The Beatles LOVE by Cirque du Soleil, um dos espetáculos fixos do Cirque du Soleil. Compramos os ingressos no concierge do nosso próprio hotel e seguimos pro Mirage, onde acontece o espetáculo.

tô usando: jaqueta Top Shop, camiseta Cantão, jeans Lucky Brand, sapatilhas Ballasox - e o óculos de grau Marc Jacobs

tô usando: jaqueta Top Shop, camiseta Cantão, jeans Lucky Brand, colar Espaço Fashion, sapatilhas Ballasox – e o óculos de grau Marc Jacobs

Já se passou quase um mês e eu ainda fico buscando palavras pra descrever aquele verdadeiro espetáculo. Eu e o Felipe compartilhávamos um certo medinho de ficarmos desapontados, porque nossa expectativa era muito alta – mas nossas expectativas foram superadas.

Como nas outras apresentações do Cirque, também não é permitido filmar ou fotografar, mas no site oficial tem um vídeo com um preview do show (que tá no YouTube).

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de sacolinha na mão, é claro. Yellow Submarine me deixou doida com os merchs ❤

Na falta de mais palavras, apenas duas dicas. A primeira é: não economize (muit0) nos ingressos. Quando não sabíamos de nada, queríamos ficar no setor E, o mais barato, mas acabamos indo pro C: a diferença de preço é relativamente pequena, e a visão é muito muito melhor. Também tive a impressão, ao longo do espetáculo, de que o setor A (o mais caro!) não tem a melhor das visões, porque é preciso olhar pra cima em alguns (vários) momentos. Só se for pra ver várias e várias vezes – o que, acredite, você vai ficar com vontade de fazer.

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A outra dica é uma passadinha no REVOLUTION Lounge depois do espetáculo, que seduz com essas letras/puffs gigantes.

Claro que a gente não aproveitou nem metade do que Las Vegas tem pra oferecer, mas gostei bastante dos passeios que escolhemos. Passamos muito tempo dos nossos dias & noites nos casinos – mais ganhando do que perdendo dinheiro – e aproveitamos do nosso jeitinho. O bom de não fazer tudo é que sobram motivos pra voltar pra lá!

na pré-estréia do Homem de Ferro 3

Esse post tem que começar com uma pequena historinha.

Era uma vez uma mocinha que é apaixonada por histórias em quadrinhos, principalmente de super heróis, principalmente do Homem de Ferro. Ela estava muito animada para ver o 3º filme do seu herói favorito no cinema, e já tinha até comprado, há meses atrás, numa viagem, um blusão especial para a ocasião. A tal mocinha vinha pedindo há vários dias aos seus amiguinhos que a acompanhassem na pré-estréia  do dito filme, mas seus amiguinhos a enrolaram bastante, e ela já estava desesperançosa, convencida de que só veria o tal filme alguns dias depois da estréia. No dia que antecedia a pré-estréia, ela ainda tentou por horas falar com seus amiguinhos pra tentar ir na tal sessão da meia noite. Como não teve sucesso e estava cansada, lá pelas tantas tirou as lentes de contato, vestiu o pijama, e já ia ler algum livro antes de ver a novela e dormir.

Aí eis que os amiguinhos resolvem retornar as ligações feitas e todo mundo resolveu ir pro cinema. EEEEE!

Compramos os ingressos pela internet, e era só trocar de roupa e ir pro shopping esperar a hora do filme. Mas aí eu 1) já tava de pijama, 2) já tava morrendo de preguiça, 3) já tinha usado lente o dia inteiro e não ia colocar de novo pra não irritar mais os olhos.

Eu devo admitir que a lógica que guiou o look foi o conforto (ou a continuação do pijama, se preferir). E, já que eu morro de frio no cinema, tinha que ficar quentinha, é claro. O look geek preguiçoso foi inevitável.

iron man

Mas ser preguiçoso não precisa ser largado! A esperança fashion é a última que morre. Então combinei o blusão do Homem de Ferro (alguém tinha dúvida de que ela seria a estrela do look? <3) com legging de oncinha e botinha de cano curto (aquela que já apareceu aqui). A legging de oncinha deixou a coisa menos tomboy e mais perua feminina! E, já que eu tava assumindo (quase) tudo de geek que há dentro de mim, me pareceu adequado usar os óculos de aro grosso.

Iron Man

daí pra frente só tirei foto palhaçada. reparem.

Dentro da sala de projeção, entrou em cena (hã? hã?) a parka (que também já apareceu aqui!)! Não preciso dizer o quanto tô apaixonada por ela, né?

Iron Man

eu avisei!

Achei que, ao combinar a botinha com a bolsa, consegui chegar mais perto de atingir esse equilíbrio entre o geek e o fashion, e não fiquei parecendo simplesmente uma maluca. A bolsa foi obviamente escolhida pra deixar tudo com jeitinho mais classy, e o batom vermelho é aliado quase sempre certo dos óculos de aro grosso. Ok, chama atenção pro aparelho, mas fazer o quê, né?

Iron Man

Dá pra ver como as peças conversam entre si e tudo acabou ficando harmonioso?

O filme é incrível, eu amei, e dei até pulos da poltrona de susto em alguns momentos. Achei melhor do que Homem de Ferro 2, mas o primeiro continua sendo o melhor, sem dúvida.

E, por favor, fiquem até depois dos créditos. Tem uma cena genial que fez todo mundo rolar de rir. Confiem em mim.

Ah! Claro! Obrigada aos amiguinhos que me acompanharam na projeção cinematográfica deste filme sensacional e moram no meu coração!

  • Parka: Cantão
  • Blusão: Forever 21
  • Legging: Farm
  • Botinha: Converse All Star
  • Bolsa: Louis Vuitton
  • Óculos: Ray Ban
  • Batom: Ruby Woo

jantar e cineminha (frustrado)

Ontem eu acabei não conseguindo fotografar o look de um dia daqueles que começa sem hora pra acabar, com muitas atividades diferentes pra preencher todos os minutinhos do dia. Hoje é feriado estadual, então já coloquei os estudos em dia e posso contar pra vocês como eu saí no domingo de noite.

Pois é, eu estava ainda morta com farofa do sábado incrível que eu tive, mas estava doida pra ir no cinema e comer umas porcarias (#junkfoodlover). Foi aí que eu venci a preguiça e fui pro shopping, rezando pra ter ingresso pro filme que eu queria ver.

E é claro que não tinha. O Plaza estava cheio demais, e me fez sentir saudade dos tempos em que ainda era possível pegar um cineminha domingo sem muito planejamento.

Já que eu já tinha vencido a preguiça, pelo menos comer umas porcarias eu consegui comer – o que eu achei o máximo, já que tava achando que não ia mais mastigar frituras por algum tempo (#dramas). Além de tudo, foi uma vitória conseguir uma mes(inh)a no Outback naquele shopping lotado.

O look escolhido pra esse passeio foi pensado no friozinho que faz no cinema, e na chuva que caía quando saí de casa. Aliás, o clima de domingo de noite não poderia estar mais diferente do clima de hoje: sol e céu azul! Enfim. No domingo, a combinação certa pra preguiça e friozinho era o combo casaco + tricot + jeans + botinha.

~momento Samara na foto da direita ~

~momento Samara na foto da direita ~

Mas aí, como não rolou o cinema, o casaco foi pra mão(zinha), e deixou o tricot ~brilhar~ sozinho. Esse tricot é bem beeem beeeeem fininho, quase transparente, então eu sempre uso uma blusa de manga comprida por baixo – o que acaba dando uma bossa a mais pro look.

sem casaco

Achei que tava precisando de um pouquinho de cor, então peguei essa bolsa verde militar (<3) e solucionei esse problema. A botinha é muito muito muito confortável, e foi um achado daqueles indescritíveis numa loja outlet da Converse.

bolsa e bota

Ornando com a preguiça, a maquiagem foi mega simples, só com lápis preto na linha d’água e um pouquinho de corretivo/iluminador pra (tentar) disfarçar as olheiras.

make simples

Continuo querendo ir ao cinema. O domingo tinha sido conveniente demais, já que eu não estava em condições de estudar, porque não tinha dormido o suficiente e não conseguia raciocinar direito. Agora é preciso achar outra brecha nos estudos, e que, de preferência, não coincida com horários de pico de frequência do Plaza!

  • Jaqueta: H&M
  • Tricot: Billabong
  • Blusa listrada: Espaço Fashion
  • Calça: Lucky Brand Jeans
  • Bolsa: Tommy Hilfiger
  • Botinha: Converse All Star
  • Relógio: Casio

batucando samba com rock n roll

Tem sábados que são tranquilos demais, e tem sábados que são corridos demais – e acabam sendo incrivelmente divertidos. E ontem foi um desses sábados.

Há algumas semanas, comprei ingressos pra ir com meu amigão no show do Barão Vermelho, no Citibank Hall. Por diversos motivos, perdemos a chance de vê-los na Fundição Progresso, no Circo Voador, e até mesmo aqui em Niterói, nessa turnê “+1 Dose”. Eu já estava super triste por não ver um show do Barão nessa turnê comemorativa dos 30 anos do lançamento do 1º disco deles, quando foi anunciada “A Última Dose” no Citibank. Na mesma hora comprei o ingresso, é claro.

Estava com tudo planejado pra ir (lá) pra Barra em horário oportuno pra fazer um lanchinho antes do show com calma, e entrar no Citibank Hall com tempo suficiente pra ficar próximo o bastante do palco pra ver a minha banda favorita.

Só que as coisas planejadas demais, às vezes, não dão certo. E aí o meu amigão (beijo, best friend Príncipe Regente do Império das Capas Crivo Gabriel!), que trabalha com Carnaval, ficou sabendo às pressas que precisaria ir na quadra do Império Serrano ontem, lá(ááá) em Madureira (lá lá iá), pra feijoada da escola. Era uma coisa divertida, mas não deixava de ser um compromisso de trabalho. Diante disso, nós tínhamos duas opções: ou abríamos mão do show do Barão Vermelho, ou íamos pro Império Serrano e seguíamos de lá pro show.

É claro que nós escolhemos a segunda opção!

Mas aí todos os meus planos fashionísticos pro show foram por água abaixo. Eu precisava de uma roupa que fosse do samba pro rock n roll suavemente, contando com o apoio do super carro do Gabriel. Ou seja: eu precisava de dois looks em um, pra duas ocasiões razoavelmente diferentes entre si.

E aí toda a solução veio na minha cabeça muito rápido (ainda bem, porque eu precisei ficar pronta em menos de meia hora, já que eu estudei até o último segundo).

"fim de semana eu viro batuqueira, pego meu pandeiro, vou pra Madureira, pro meu glorioso Império Serrano, que vai ganhar e subir esse ano!"

“fim de semana eu viro batuqueira, pego meu pandeiro, vou pra Madureira, pro meu glorioso Império Serrano, que vai ganhar e subir esse ano!”

Sempre que a gente vai pro samba (seja em quadra de escola ou na Sapucaí), o All Star é companheiro certo. Pra mim não há nada mais confortável, e ele ainda confere uma proteção extra pros pés, que só querem sambar. Raramente eu opto por uma sandália rasteira, já que ela não protege tanto o pé contra pisões, eventuais cacos de vidro, etc.  Também gosto de ir de short, mas sempre uso uma meia-calça pra ficar mais segura e me divertir a vontade. A escolha da blusa foi pensada pro ambiente: o povo do samba, que é muito acolhedor (<3), é de muita fé, então não tinha uma opção melhor. No todo, ficou um look simples e bacana pra ocasião, me deixando livre pra aproveitar a tarde de samba.

Império Serrano 01

visão parcial da quadra do Império Serrano

Império Serrano 02

outra visão parcial da quadra, e o fim da feijoada

Quando a feijoada acabou, era hora de sair de Madureira (lá lá iá) rumo à Barra da Tijuca. O trajeto foi marcado pela comprovação de que é possível fazer milagre com um lápis de olho e um batom. A intenção era pegar um batom vermelhão, tipo Ruby Woo ou Russian Red, mas, na pressa, peguei o Lady Danger, também da MAC. No final das contas, achei que ele ficou bem legal!

o make feito no carro!

o make feito no carro! e tá na hora de cortar a franja.

E aí eu deixei o look do samba com uma carinha mais rock n roll com a jaqueta de couro, bota de cano curto com tachinhas, bolsa prateada e meia calça preta. Pois é, eu rasguei a meia-calça que eu tava usando no samba (foi a 3ª que eu rasguei nessa semana), e precisei trocar – daí optei por essa preta!

Poderia ter sido uma escolha óbvia demais, envolvendo couro e tachinhas pra um look de show de rock, mas acho que o vermelho da jaqueta mostrou que eu me esforcei – pelo menos um pouquinho – pra deixar tudo menos óbvio e com mais interessância (amo/sou neologismos).

momentos antes do show

eu tentei deixar meu cabelo com um ar mais bagunçadinho, tanto que prendi numa trança pro samba, mas não rolou o efeito que eu queria (#dramas). 

É claro que o carro foi o grande propiciador das “mudanças” do look, pois foi lá onde deixei guardadinhas a jaqueta, a bota e a bolsa enquanto curtia o samba. Ok, eu poderia ter ido pro show de All Star, porque, né, rola toda uma referência grunge quando se fala nesse tênis icônico, mas eu quis trocar pra deixar uma coisa um pouquinho mais elaborada.

As tachinhas do short também deram mais bossa nova e rock n roll ao look. E a blusa de malha ficou ali, como quem não quer nada, deixando as outras peças darem o verdadeiro tom ao look.

Barão Vermelho 01

O show foi maravilhoso. Eu já tinha visto os Barões em outras oportunidades – tanto na formação de “Barão Vermelho” como em shows solo ou de projetos paralelos, mas, sem dúvida nenhuma, esse foi o mais incrível. O setlist foi impecável, misturando hits à músicas “de disco”, e eu ouvi (e cantei junto!) praticamente todas as minhas canções favoritas desses 30 anos de carreira.

Barão Vermelho 02

Tirei fotos demais, e ficou difícil até de escolher algumas pra ilustrar o post. Com essas duas, todos os (meus) “Barões” estão representados!

Eu tava mesmo precisando de um sábado desses, bem divertido. Adorei ir pra Madureira (lá lá iá), e espero voltar no Império Serrano em breve. Gente acolhedora, quadra enooorme, e samba de primeira qualidade! Confirmei que Madureira é muito mais do que um lugar, é a capital do samba! E a vibe do show do Barão Vermelho foi sensacional, com presença de gente de 8 a 80 anos, e todo mundo dançava e cantava numa boa, curtindo aquela última apresentação no Rio dessa turnê comemorativa.

Valeu, Barão! Tomara que vocês não demorem muito pra fazer uma outra reunião espetacular dessas. A gente fica esperando!

pós-samba-pré-rock

pós-samba-pré-rock

E muito obrigada ao Gabriel, parceiro e amigo querido, que já viajou por tantas aventuras comigo e ainda há tantas por viajar! (#viniciusdemoraesinspired)

  • Blusa: Use Huck
  • Short: Maria Filó
  • Tênis: Converse All Star
  • Jaqueta: Zara
  • Cinto: Farm
  • Bolsa: Belier
  • Bota: 284 para C&A

E esse post ficou enorme O: pudera, pra contar tanta história de um sábado tão bacana!

na festa de casamento

Como tinha comentado rapidinho no post anterior, ontem eu tinha uma festa de casamento pra ir. Sabe aquelas festas onde você encontra todas aquelas milhões de pessoas da sua enorme família? Então. O casamento de ontem foi assim. E quem me segue no instagram acompanhou em tempo real alguns dos cliques da noite – que contou com o Cordão do Bola Preta pra deixar tudo ainda mais animado.

Normalmente, quando acontece algum desses eventos, eu opto por vestidos com shape de princesa, com cintura bem marcada e saias bem volumosas, e sapatilhas. Eu detesto usar salto alto num grau tão alto que tenho uma coleção de sapatilhas especiais só pra festas e festanças (eu detesto deixar de aproveitar esses eventos porque fiquei com dor no pé). Mas tudo isso dá aquele arzinho muito muito jovem pro look.

Então ontem eu tive que sair da minha zona de conforto pra fazer do aparelho apenas um coadjuvante no meio de um look mais condizente com a minha idade avançada.

Tirei do armário essa camisa com gola de pérolas, e fiz (muito rapidinho, porque é claro que eu me enrolei pra me arrumar e já ia ficando atrasada pra cerimônia) um coque donut com um pouquinho de topete, já que o cabelo solto não ia dar o devido destaque pra essa peça. Combinei com essa saia de renda verde militar, sapato e clutch no mesmo tom de marrom, e alguns anéis pra deixar as mãos mais “ricas”.

Foi providencial a camisa de manga comprida pra uma noite de muita chuva e ventinho fresquinho. Chovia tanto que eu queria mesmo era calçar galochas! (eu e minhas ideias erradas)

Queria ter fotografado a maquiagem e o coque (e todos os mil grampos envolvidos pra segurar o cabelo a noite toda) em detalhes, mas não deu. A escolha pelo batom bem escuro foi totalmente na contramão do que eu obviamente escolheria – afinal, eu não queria dar destaque pro aparelho, certo?

Errado!

Ok, a proposta inicial era essa mesmo, de deixar o aparelho coadjuvante no look, e tentar não dar destaque nenhum pra ele. Mas, sabe como é, a gente começa a brincar de maquiagem e acaba indo por caminhos que nem imaginava que poderiam dar certo. Eu acabei preferindo fazer um make de olho esfumado combinado com batom escuro, como se dissesse “é, é isso mesmo, eu tô de aparelho, tô curtindo isso, e não tenho vergonha de destacá-lo!”. Resolvi que se eu ia encarar esse “desafio” de mostrar pra todo mundo meu aparelho numa festa logo na primeira semana, devia fazer isso com orgulho e da melhor forma possível.

Quando as mangas da camisa deixavam, os outros acessórios também apareciam: mix de pulseiras (inclusive uma de spikes com aplicações de brilhantes!) e esse relógio, um xodó pra ocasiões especiais.

com cara de mamona assim que cheguei na festa d: 

O aparelho já não tá mais me impedindo de comer muita coisa, mas ainda tô tendo alguns cuidados. Não aguentava morder os docinhos, então comi um sem número de bem casados!!

De aparelho ou não, é sempre bom rever a família e celebrar o amor!

  • Camisa: Forever 21
  • Saia: Espaço Fashion
  • Sapato: Ferni
  • Clutch: do armário da mamãe
  • Pulseiras: Life by Vivara, Espaço Fashion, e acervo de família
  • Relógio: Fossil
  • Anéis: Farm (anel de coelho), e acervo de família
  • Brincos: do armário da mamãe
  • Batom: MAC Viva Glam III