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depois do Rock in Rio 2013

dois finais de semana de festival, muito dinheiro gasto (tô pobre num grau que vocês não fazem ideia), e poucas horas de sono depois, cá estou eu pra contar da minha experiência no Rock in Rio.

(ok, eu demorei 1 semana pra começar esse post contando do Rock in Rio, mas tá tranquilo. a dissertação exige e a gente cumpre e larga o blog de lado d: é a vida.)

acabou que fui 3 dias ao festival: os planejados (e previamente anunciados aqui) 14 e 21, e também dia 20. teve uma venda especial acho que 1 mês antes do Rock in Rio, e eu aproveitei a oportunidade pra comprar um ingresso do dia 20 pra minha cunhada, porque ela queria ir nesse dia mas não conseguiu comprar no dia da venda normal (é, naquele dia louco que eu fiquei quase 4h pra conseguir comprar os ingressos do dia 14, já que graças a Deus eu tinha comprado Rock in Rio Card e marcado pro dia 21), mas ela não conseguiu vir de SP pra ir no dia 20, então acabou que eu fui. fiquei mortinha mortinha mas curti demais!

companheiros do dia 14: Dani, Leo, e Gabriel!

companheiros do dia 14: Dani, Leo, e Gabriel!

companheiros do dia 20: Leo e Gabriel!

o companheiro do dia 21: Felipe ~meu amor~ Ortega

o companheiro do dia 21: Felipe ~meu amor~ Ortega

mas, nem tudo são flores, e eu confirmei minhas opiniões antigas, além de perceber outras graves falhas do festival. vou tentar organizar o pensamento pra comentar tudo. vou tentar.

a Cidade do Rock: é bacana, bem mais bacana do que eu pensava, mas bem menor do que eu esperava. quando eu via da tv, parecia que a extensão do gramado diretamente na frente do Palco Mundo era muito maior, mas na verdade a Cidade do Rock cresce “pros lados”. embora seja extremamente comercial e a galera fique enlouquecida correndo atrás dos brindes, eu curti a ideia dos stands de marcas parceiras do Rock in Rio.

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  • no dia 14, eu fui no box da Niely, onde tinha uma espécie de salão de beleza com um menu de penteados, e aproveitei pra prender o cabelo bem bonitinho, e foi ótimo porque ficou bem preso mesmo até chegar em casa, mesmo depois de pular e dançar muito nos shows da Florence e do MUSE. e é claro que eu esqueci de tirar foto só do penteado, né. foi ótimo também porque eu ganhei várias amostras de shampoo e condicionador e a minha pão durice agradece xD vale a pena dizer que nesse dia eu demorei muito pra entrar na Cidade do Rock porque tive que andar até láááá do outro lado, com um sol queimando a minha cuca, pra buscar o tal ingresso do dia 20, porque não tinha opção de entregar em casa quando da compra. enquanto andava, ainda do lado de fora da Cidade do Rock, deu pra ouvir -pelo menos isso- a banda cover dos Beatles que ficava tocando por lá. bacaninha.
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esperando pra ser penteada pelos profissionais da Niely (ó, moço, eu não quero passar nada colorido nem brilhoso no meu cabelo não, tá?)

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depois de penteada, eu virei ~caixinha~! (x mas eu achei super esquisito me ver numa caixa de tintura já que, né, eu não uso essas coisas na minha juba (ainda, porque eu sei que o dia dos cabelos brancos vai chegar e eu vou acabar tendo que pintar as madeixas)

  • no dia 20, eu aproveitei um pouquinho pra passear pela Rock Street e vi os stands da Ipanema e da Rider, mas só de fora, porque estavam super lotados. queria ter ido, pelo menos, na roda gigante do Itaú, mas a fila tava mais do que imensa e eu não tava querendo esperar lá não. o cabum do Trident também tava impráticável. gente, que filas eram aquelas? gostei dos tonéis da Heineken que ficavam lá pro final da Rock Street, perto da Tenda Eletrônica. eu mal cheguei perto da Tenda Eletrônica, mas, de longe, parecia um brinquedo, ou um ET, sei lá. acho que combinava com a vibe.

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cervejinha cervejinha

cervejinha cervejinha

  • o dia 21 foi o mais tranquilo de tempo pra andar: foi o dia que cheguei mais cedo na Cidade do Rock, e deu pra andar um pouquinho mais. foi o único dia que consegui andar a Cidade do Rock inteira. logo que cheguei, fui pra Rock Street, e curti um showzinho enquanto tomava um Sorvete Itália (gente, 5 reais um potinho de sorvete, é por isso que tô pobre). depois fui andando em direção ao oooutro lado da Cidade do Rock, crente que talvez pudesse andar na montanha russa da Chilli Beans, mas não rolou. o máximo que consegui foi pegar uma das bandanas ~bonitinhas~ que eles estavam distribuindo (se bem que a bandana combinava muito mais com a vibe do dia anterior, Bon Jovi e tal, mas tá valendo). dei uma passadinha também no stand da Shell, mas a brincadeira era pra tirar foto. no Submarino (aliás, acho que nunca tinha visto uma loja física do Submarino!), dava pra jogar guitar hero com uma guitarra de verdade – mas, de novo, tava super concorrido. só nesse dia que eu fui ver que na Delta dava pra fazer bag tags com uma foto tirada na hora, e eu adorei a ideia e fiquei doida pra fazer, mas a fila era maior do que a vontade. então a gente acabou optando pela preguiça, ficar deitado/sentado na grama, essas coisas (e vamos levar em conta que eu tinha ido na véspera, dormi menos de 5h entre um dia e outro de festival, e já estava com o tornozelo super estourado).
fazendo gordice com o sorvete overpriced

fazendo gordice com o sorvete overpriced

51h

de boua na lagoua Cidade do Rock

os shows no Palco Sunset: assisti alguns dos shows nesse palco. ao contrário do que eu pensava, a gente realmente tem que andar um pouquinho entre o Palco Sunset e o Palco Mundo. ponto pro Rock in Rio. o problema é que o som do Palco Sunset é muito muito ruim, e, se você não ficar na direção das caixas de som, não vai ouvir muito bem os shows. dos shows que vi nesse palco, gostei bastante da homenagem a Raul Seixas com os Detonautas, mas o melhor foi, sem dúvida, o show do Offspring. mas o som tava péssimo, porque aquele palco era pequeno demais pra todo mundo que queria ver os caras tocando. #offspringnopalcomundo

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Palco Sunset, ainda com sol

Palco Sunset de noite

Palco Sunset

os shows no Palco Mundo: uma coisa que sempre me irritou no Rock in Rio era a ideia de passar o tempo todo de um festival de frente pra um único palco. na minha cabeça, isso é o tipo de coisa que não faz o menor sentido. eu acho que festival requer mobilidade. nesse ano, tinha um intervalo bem grande entre o primeiro e o segundo show do Palco Mundo, em que se encaixava o último show do Sunset. foi o caso da hora do show do Offspring -entre Capital Inicial e 30 Seconds do Mars no palco Mundo-, mas a mobilidade foi péssima, porque a Cidade do Rock não foi pensada pra esse formato: ela “afina” exatamente onde seria o “corredor” entre os palcos, e ainda tem uma parada mega imensa da Heineken que é da saída da tirolesa (que teve um dia que teve fila de 6h). sem contar todo o povo que fica por ali mesmo no Palco Mundo porque não quer perder o lugar que já escolheu pra ficar pros próximos shows. de resto, o palco é bem bacana, e eu vi ótimos shows lá. nenhum dia eu fiquei suuuuper perto do palco, sempre preferia ficar mais do meio pra trás, e as vezes rolava até um espacinho extra pra dançar mais um pouco.

  • dia 14: vou ser muito muito sincera: Capital Inicial foi uma decepção, porque eu esperava um show incrível, tipo o que eles fizeram no Rock in Rio 2011 (pra vocês terem uma noção, naquele dia eu fiquei dançando sozinha em casa vendo pela tv). mas, na verdade, foi um show tipo montanha russa, com muito sobe e desce, e, quando todo mundo empolgava alguma música, vinha alguma em seguida cortando o clima. enfim, fiquei decepcionada. 30 Seconds to Mars foi aquela coisa não fede nem cheira; eu já tinha ouvido algumas músicas dos caras, tenho alguns discos no iTunes, mas não era uma banda que me chamava a atenção, e continuou assim mesmo depois do show. as duas únicas músicas que eu posso dizer que de fato gosto (The Kill e Kings and Queens) não foram tocadas – ok, houve uma menção a The Kill quando o carinha foi lá pra tirolesa, mas pra mim foi insuficiente. o show da Florence e a sua máquina (ok, ok, Florence + the Machine) foi muito incrível, quase transcendental. a Florence parecia estar super feliz, pulando e correndo de um lado pro outro, como se estivesse se divertindo muito mesmo. foi, pra mim, um show redondinho, não senti falta de nenhuma música. adorei You’ve Got the Love e Dog Days Are Over (já pode considerar clássico?!). aí, depois do show incrível da Florence, entraram os headliners da noite: MUSE. cara, que show foda. foi muito bom, muito bom mesmo. colocar SupremacySupermassive Black Hole logo no comecinho do show foi ótimo pra empolgar logo, e eu acho que os caras fazem um rock ‘n roll bem bacana, quase próximo ao som do Pink Floyd (veja bem, eu disse quase próximo, eu sei que uma comparação dessas é meio foda, mas, guardadas as devidas proporções, eu acho que dá pra entender do que eu estou falando). gostaria que eles tivessem tocado também Undisclosed Desires e I Belong to You/Mon Cœur S’ouvre à ta Voix, porque eu gosto muito delas, mas a falta dessas músicas não comprometeu o show. deixar Madness pro finzinho do show foi coisa de gênio, amei, e teria adorado participar da ação dos pequenos cartazes escritos “I need your love”.
Capital Inicial

Capital Inicial

30 Seconds to Mars

30 Seconds to Mars

Florence + the Machine

Florence + the Machine

MUSE

MUSE

  • dia 20: quando o Frejat acabou de fazer o show dele, eu virei pros meus amigos e disse “tá ótimo, já vi um show maravilhoso, já posso ir embora“. o cara arrasou (e, não, não é só a super fã do Barão Vermelho/Frejat falando, o show foi incrível mesmo, tava todo mundo comentando). sério, eu não vi NINGUÉM PARADO durante o show, mesmo ao tocar a música nova de trabalho (O Amor É Quente), bem pouco conhecida entre o público presente. o melhor guitarrista do Brasil escolheu um setlist maravilhoso, não se atendo apenas às suas músicas ou às músicas do Barão; meu coração bateu MUITO MUITO FORTE quando ele tocou Não Quero Dinheiro (Eu só quero amar) do Tim Maia. eu me arrisco a dizer que essa é a minha música favorita do Tim Maia, e poder ouvi-la na voz do Frejat foi super especial. e, fechar o show com Pro Dia Nascer Feliz, putz, f-o-d-a. como se eu já não fosse super fã do cara, ele vai lá e arrasa no Rock in Rio. aí veio Matchbox 20, com um show ok, um show honesto. explico: eu não conheço muito a banda, como a maioria das pessoas que lá estavam (eu observei). pra não dizer que eu só conhecia as duas músicas (Unwell e Disease) que foram pra trilhas sonoras de novelas da Globo, eu também reconheci She’s so Mean, que eu provavelmente ouvi em alguma rádio em alguma viagem pros EUA, ou sei lá aonde. então o show foi mesmo honesto, agradou os fãs de plantão, e passou bem o tempo de quem tava simplesmente lá assistindo e curtindo a vibe. eu só não entendi porquê o vocalista cortou o cabelo, ele era bem gatinho nos clipes com o cabelo maiorzinho, ficou esquisito de cabelo muito curto. agora, um show que me surpreendeu foi o do Nickelback: primeiro porque eu não fazia a menor ideia de que sabia de cor tantas músicas da banda, segundo porque tinha muito muito fã por lá, terceiro porque o show foi super bacana! alguém deve ter falado pra eles todas as músicas que bombavam na MTV e no TVZ, não é possível! eles apostaram nos hits, e foram pouquíssimas as músicas que foram cantadas só pelos fãs (e era exatamente aí que você separava os fãs do restante da galera). foi um show que me deu vontade de ouvir mais as músicas da banda, mesmo que eu me atenha aos hits. quando Bon Jovi entrou no palco, a gente já tava quente quente, pronto pra ferver com muito rock ‘n roll. eu confesso que senti falta de Missunderstood, e mais falta ainda de I’ll Be There for You (gente, e o Bon Jovi tem música mais linda do que essa?) mas foi um show bem redondo, daqueles que ficam marcados pra sempre. eu tinha dado uma olhada na setlist que ele andava seguindo nos últimos shows e foi mais ou menos a mesma coisa, sendo que o momento mais incrível foi quando nós, o povo, conseguimos fazer a banda tocar Always, que eu não lembro de ter visto nas mencionadas setlists. foi emocionante nível ~tears~ (e, sério, eu vi muita gente chorando, emocionada com o momento). nesse dia, eu fui embora com a sensação de que tinha curtido um bom dia de shows.
Frejat

Frejat

Matchbox 20

Matchbox 20

Nickelback

Nickelback

Bon Jovi

Bon Jovi

  • dia 21: esse era o dia mais esperado pra mim, por motivos de John Mayer. eu amo gosto muito muito muito muito desse homem (rola ciúmes quando eu digo que amo ele ou que amo o Rupert Grint xD ) há muitos anos, e eu esperei quase 13 anos pra vê-lo ao vivo. pois é, o meu primeiro registro de ter ouvido uma música do John Mayer já tem quase 13 anos. mas o dia todo de festival tinha shows bacanas no line up. o show do Skank foi puro amor, adorei que teve participação especial de Emicida e Nando Reis (em momentos distintos). eu nunca tinha ido a um show do Skank, e foi muito especial ver ao vivo a banda do meu primeiro CD de rock da vida (o meu primeiro CD, primeiro mesmo, foi de Sandy e Junior, porque, né, eu era louca por eles quando tinha 6 ou 7 anos). é o tipo de banda que não fica velha no meu coração e eu mal posso esperar pela oportunidade de vê-los de novo. daí veio Phillip Phillips, que fez um show bem bonitinho. ah, vai, o cara é um fofo, e eu achei super bacana ele vir, já que ele tem aberto os shows da turnê “Born and Raised” do John. eu baixei o disco dele antes do Rock in Rio mas não cheguei a ponto de decorar todas as músicas. o ponto alto foi mesmo quando ele começou a entoar Home, que é a música que entrou pra trilha sonora da novela Sangue Bom. ele me pareceu um bom músico, e eu acho que tem futuro. aí, depois dele, veio o muso, o maravilhoso, o meu amor John Mayer ❤ eu sabia que o show seria menor do que o habitual da turnê “Born and Raised“, mas, fã que sou, amei de todo jeito. e tinha como não amar? ele começou o show com a música que eu escolhi pra tocar quando peguei o meu diploma de RI (No Such Thing) e, ali, ele me ganhou (como se fosse preciso me ganhar, eu já sou dele -hehehe- há quase 13 anos). daí pra frente, foi música maravilhosa atrás de música maravilhosa, e, quando vi, ele já tava começando a tocar Gravity. mas, antes de falar sobre Gravity, vamos mencionar o momento em que ele jogou pro público decidir se ele ia tocar Vultures ou Stop this Train, porque o tempo do show já tava acabando. eu falei “ai, John, toca as duas! toca qual você quiser!” mas acabou vencendo Stop this Train. e, olha, foi lindo. e Gravity, ah, Gravity foi um momento lindo, ele tacou a guitarra no chão, fez um solo imenso, super inspirado, super maravilhoso, jogado naquele tapetinho que eu vi tantas vezes em tantos DVDs e vídeos do YouTube. não tinha jeito de terminar melhor um show – quer dizer, eu preferia que ele simplesmente não tivesse terminado o show, eu poderia ter ficado por lá mais 1 semana ouvindo ele tocar todas as músicas de todos os discos e fazendo solos intermináveis. pra mim, o John consegue juntar muitas das virtudes do Jimi Hendrix com uma pegada pop/folk que super funciona. e, ah, muso maravilhoso ❤ quero que ele volte logo pra cá! e, ó, pode ficar aqui na minha casa, tá, John? depois do show dele, eu já tava super acabada, sem voz nenhuma (eu perdi a voz na segunda ou terceira música e continuei cantando e tal), e meu tornozelo tava doendo demais (mas isso vai ser pauta pra outro post, porque esse aqui já tá grande demais -isso porque eu estou tentando resumir as coisas), e, convenhamos, eu já estava em plenitude, mas ainda vinha The Boss pra fechar o Palco Mundo. esse show eu vi só um pedacinho ao vivo, e depois vi pela tv, mas me arrependi um tiquinho bastante de não ter forçado a barra pra ficar até o final. o que eu ouvi, eu gostei bastante. o Bruce Springsteen tem uma energia absurda no palco, e a E Street Band é fantástica. foi, enfim, um dia incrível, com shows incríveis, e eu saí de lá muitíssimo satisfeita.
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Skank

Phillip Phillips

Phillip Phillips

John Mayer

John Mayer

Bruce Springsteen (and the E Street Band)

Bruce Springsteen (and the E Street Band)

os preços e os perrengues: cara, que porra é essa de pagar 5 reais em um copinho de sorvete? e 12 reais em um cone de batata frita? e 10 reais num copo de Heineken (ou 9, se você fosse até uma das lanchonetes pra comprar)? tudo bem que os preços nesses eventos são mais caros, mas, porra, precisava aumentar tanto o preço da cerveja? no Lollapalooza de 2012 (e soube que no Rock in Rio de 2011 também), um copo de Heineken era 7 reais (ou 8 na mão dos carinhas que vendem no meio da galera). também era caro, mas, vá lá, ainda pagável. ah, sim, sobre os banheiros: muita gente comentou de problemas nos banheiros e tal, mas eu acho que dei muita sorte, porque, pra mim, tava ótimo. os banheiros estavam limpos todas as vezes que fui, sempre tinha papel higiênico, sempre tinha sabonete pra lavar as mãos, sempre tinha papel toalha, e sempre tinha gente limpando os boxes! sem contar que a iluminação tava ajudando muito (eu lembro que no Lollapalooza foi bem difícil ir no banheiro químico na escuridão). ou seja: a coisa que eu mais temia de perrengue foi super tranquila, pelo menos pra mim. é claro que tinha filas nos banheiros – mas, porra, isso sempre tem né. as filas pra comprar comida também estavam bem aturáveis. e, bem, eu levei tanto biscoito que quase não precisei comprar comida.

#bolsistasofre

#bolsistasofre

os looks: eu escolhi roupas bastante confortáveis para os dias de festival, todas dentro do meu estilo, e pensando mais no frio que eu poderia sentir de noite do que nas horas de sol que antecederiam a madrugada.

  • no dia 14, eu arrisquei uma muscle tee da Espaço Fashion que eu usei muito pouco desde que comprei, com um bralet estampado de flores da Farm, pra ficar confortável e curtir numa boa sem me preocupar com o que poderia eventualmente aparecer. o short é da 284, cheio de spikes  ❤ nos bolsos. a camisa xadrez é da Farm (essa camisa já tá quase andando sozinha, é muito xodó), e a bolsa de franjas e ~studs~ é da PacSun (quando eu comprei essa bolsa eu falei que ela seria a minha bolsa de festival). meia calça fio 80 pra segurar a friaca da noite, e bota da Forever 21 pra manter os pés quentinhos e protegidos. os óculos escuros são da American Eagle Outfitters.
a única foto onde aparece o bralet da Farm é essa, onde estou agarrando o príncipe regente xD

a única foto onde aparece o bralet da Farm é essa, onde estou agarrando o príncipe regente xD

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  • no dia 20, fui bem mais básica, porque soube meio que de última hora que eu iria no lugar da minha cunhada. combinei a blusa do Led Zeppelin com short jeans de estrelinhas da Shop 126, e o ~toque especial~ ficou por conta dos dois cintos da C&A. nos pés, o All Star cinza da Converse. óculos escuros da Urban Outfitters, com a meia calça e a bolsa que voltaram pra Cidade do Rock. de noite, entrou em cena o tricot listrado p&b da Farm, e o óculos de grau Marc Jacobs – a melhor sacada de todos os tempos pra não cansar mais ainda os olhos com as lentes de contato.

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quem acha que eu tirei essa foto pra mostrar que o Harry Potter foi pra Cidade do Rock levanta a mão o/

quem acha que eu tirei essa foto pra mostrar que o Harry Potter foi pra Cidade do Rock levanta a mão o/

quando a noite caiu, tricôzin pra esquentar a friorenta

quando a noite caiu, tricôzin pra esquentar a friorenta

  • no dia 21, eu acho que eu pirei muito no look, mas acabou dando certo! combinei um vestidinho estampado de flores e caveiras da H&M com camisa xadrez cinza com aplicação de tachinhas também da H&M e parka estampada de cavalinhos da Farm. pode parecer exagero, mas na véspera eu senti tanto frio por lá que eu preferi não arriscar. também fui com chapéu de feltro da Farm, o mesmo óculos da véspera e a mesma bolsa da véspera, e de meia calça, e com a botinha da Forever 21 outra vez (essa bota é mega confortável, tô #chatiada que ela tá ficando velhinha demais).
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de dia, o truque foi amarrar a camisa e a parka na cintura

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combinação das estampas: o vestido, a camisa, a parka, e o lenço com estampa da bandeira do UK que fez as vezes de canga

combinação das estampas: o vestido, a camisa, a parka, e o lenço com estampa da bandeira do UK que fez as vezes de canga

  • em todos os dias, a make foi bem simples: lápis waterproof nos olhos, lip balm, e muito protetor solar! e, ah, claro: muitas muitas pulseiras junto do relógio da Casio! #armparty

a conclusão: curti muito o festival, e não me arrependo de ter ido. além de ter visto shows muito bons, foi ótimo poder quebrar algumas opiniões que eu tinha, e também confirmar outras. pode ser que eu morda a minha língua, mas eu acho que em 2015 eu não volto não. veremos. #provemewrong #idareyou

o resumo: depois de um post desse tamanho (cara, eu escrevi muito, como pode?), eu posso resumir o Rock in Rio que eu vivi com essas fotos:

rock on.

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~vamo pulá~

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a little bit of ~rock and roll~ is what the whole year is all about

diário de viagens: Las Vegas

Protelei pra escrever sobre essa parte da viagem por vários motivos. Poderia dizer que foi só porque eu tô atolada de trabalhos acadêmicos, o que seria pura verdade. Poderia dizer que foi porque os assuntos em pauta no Brasil nos últimos dias me fizeram exercer muito mais o meu papel de analista de política/relações internacionais, o que também é pura verdade. Mas o choque de realidade de ver que as nossas #feriasforadehora acabaram, e a saudade que cada linha escrita causava, foram os reais motivos por trás do atraso.

Desde nossa viagem pela África do Sul (com post em breve nessa mesma categoria!), sabia que o Felipe gosta de uma jogatina. Ele também é chegado em pegar a estrada, e terminar a nossa viagem em Las Vegas tinha um quê de emoção, aventura e coisas inesperadas que só reforçava a ideia de que a sin city tinha que ser destino certo.

De San Diego a Las Vegas, normalmente, gastaríamos cerca de 5 horas de viagem, sem contar o tempo que paramos pra almoçar num McDonald’s da estrada. Mas quando já estávamos quase chegando em Vegas, o trânsito simplesmente parou.

Pois é. Imaginem uma freeway de velocidade 70mph totalmente PARADA. Até hoje a gente não sabe  direito o que aconteceu, exceto pelas muitas viaturas de “highway patrol” que vimos passando e por um resquício de acidente mais na frente da estrada, mas sabemos que ficamos mais de 1 hora parados.

road to vegas

tô usando: camiseta Forever 21, short Espaço Fashion

tô usando: camiseta Forever 21, short Espaço Fashion

Chegando em Vegas, já deu pra ver o quanto a cidade é louca. Basicamente, tudo acontece em uma rua: a Las Vegas Strip. O nosso hotel era o The Signature by MGM Grand, no sul da Strip. Localização maravilhosa, atendimento incrível, e suítes super espaçosas. Como a gente não queria (e nem podia!) perder tempo, fomos logo jantar e aproveitar o que Vegas tem pra oferecer.

Jantamos dentro do próprio MGM Grand, no japonês Shibuya – que é muito mais do que um sushi bar, oferecendo também opções sofisticadas da cozinha japonesa.

escolhendo o jantar

escolhendo o jantar

Depois fomos explorar, de fato, a Strip, andando do MGM até o Caesars Palace, parando pra ver as águas do Bellagio.

o majestoso MGM Grand

o majestoso MGM Grand

Las Vegas Strip

Las Vegas Strip

o espetáculo de água e luz do Bellagio

o espetáculo de água e luz do Bellagio

Strip 02

tô usando: jaqueta TopShop, vestido de renda Farm, colar Espaço Fashion, bolsa PacSun

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me sentindo parte de The Hangover

Aí vem a primeira dica valiosa de Las Vegas (valeu, Dani!): nesse site aqui é possível descobrir as noitadinhas e colocar o nome na lista, tudo de graça! Por isso que o nosso primeiro destino foi o Caesars: lá era a primeira noitadinha programada! Eles mandam pro celular que fica cadastrado no site um SMS com todas as informações pra aproveitar a night. Nesse dia, fomos pro PURE Nightclub, sem pagar nada pra entrar e com free drinks pras mulheres até meia noite.

No dia seguinte, fomos cumprir um dos must-do na nossa lista de Las Vegas: os brinquedos radicais na Stratosphere Tower, do hotel & casino Stratosphere, que não fica na Strip. A torre do Stratosphere tem mais de 100 andares (se não me engano, são 108) e o ticket de acesso de um dia inteiro à torre e aos 3 brinquedos custou US$34,00.

Las Vegas vista de cima

Las Vegas vista de cima

Mas o que a gente queria mesmo era andar nos brinquedos: X-Scream, Insanity, e Big Shot. A gente tava com a adrenalina tão em alta só de olhar que eu não fotografei nada ): mas catei no Google umas imagens pra mostrar pra vocês.

insanity

Fomos primeiro no Insanity, que tem nome muito apropriado. Imagina só: você senta numa cadeirinha num treco que parece uma garra daquelas de maquina de pegar bichinho, aí uma portinhola se abre, a garra vai pra fora do prédio, e começa a girar muito, muito rápido (velocidade média de 40mph), sem nada em baixo, a 270m de altura. A primeira sensação é de pânico total, é claro. Mas depois é absolutamente maravilhoso – parece que a gente tá voando. Tem vídeo aqui.

x-scream

Depois fomos pro X-Scream, que também não é pra quem tem estômago fraco. A 264m do chão, a gente é lançado pra cima e pra baixo. É tipo uma catapulta muito alta, sabe? Tem vídeo aqui.

big shot

O Big Shot foi nosso terceiro e último brinquedo. Nada mais é do que um daqueles elevadores que sobem e descem muito rápido – e que eu amo. Só que ele é o brinquedo mais alto do mundo, com 329m. Tem vídeo aqui.

Nessas imagens que busquei do Google, dá pra ver que tinha uma montanha russa também. Pesquisei e descobri que o nome dela era High Roller (apropriado, né?), e que ela fechou em dezembro de 2005.

Eu confesso que pintou um cagaço feio em mim antes de andar, mas eu adorei! Me arrependi um pouco de não ter comprado as nossas fotos brincando, mas cada uma custava cerca de US$15,00 e eu tava muito mão de vaca nesse dia. Recomendando o passeio, eu provavelmente começaria pelo Big Shot, depois ia no X-Scream e aí pro Insanity. Tudo bem que o Big Shot é o mais alto, mas acho que ainda assim é o mais tranquilo.

Depois do Stratosphere, voltamos pra Strip. Era só primavera e o sol tava muito quente. Não dá pra andar por lá sem uma garrafa de água! Protetor solar também é importante.

Strip 03

tô usando: chapéu Farm, óculos Ray Ban, camiseta Dress To

De noite, a ideia era fazer noitadinha no Chateau Nightclub, que fica no Paris Las Vegas. Então foi pra lá que fomos!

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Jantamos no Le Provencal, porque é claro que esquecemos de tentar uma reserva no Eiffel Tower Restaurant.

tô usando: jaqueta TopShop, vestido Farm, tênis Converse All Star para Bô.Bo, colar Espaço Fashion

tô usando: jaqueta TopShop, vestido Farm, tênis Converse All Star para Bô.Bo, colar Espaço Fashion

Dos casinos e restaurantes que visitamos, achei o Paris o mais sem gracinha /: ok, é super bonito lá dentro, tem todo jeitinho de Paris mesmo… mas não era nada demais. Gostei mais dos casinos do New York New York, do Mirage, e do próprio MGM Grand.

Sobre o New York New York Hotel & Casino: pra gente, era outra parada obrigatória. Como boa apaixonada por montanhas russas, não podia deixar de andar na The Roller Coaster. E foi lá que começamos o nosso último dia de passeios em Las Vegas.

como a montanha russa já tinha aparecido marotamente em fotos anteriores, busquei essas no Google (x

como a montanha russa já tinha aparecido marotamente em fotos anteriores, busquei essas no Google (x

A montanha russa é bem rápida – em velocidade e duração – mas é meio desconfortável. Bate muito a cabeça, sabe? Mas é bem bacana. Pra brincar uma vez, US$14,00 por pessoa. Claro que não comprei as nossas fotos de novo…

tô usando: chapéu Farm, t-shirt Forever 21, short Maria Filó, tênis Converse All Star para Bô.Bo

tô usando: chapéu Farm, t-shirt Forever 21, short Maria Filó, tênis Converse All Star para Bô.Bo

O melhor desse dia ainda estava mesmo por vir. Como bons fãs dos Beatles, não poderíamos deixar passar a oportunidade de ver The Beatles LOVE by Cirque du Soleil, um dos espetáculos fixos do Cirque du Soleil. Compramos os ingressos no concierge do nosso próprio hotel e seguimos pro Mirage, onde acontece o espetáculo.

tô usando: jaqueta Top Shop, camiseta Cantão, jeans Lucky Brand, sapatilhas Ballasox - e o óculos de grau Marc Jacobs

tô usando: jaqueta Top Shop, camiseta Cantão, jeans Lucky Brand, colar Espaço Fashion, sapatilhas Ballasox – e o óculos de grau Marc Jacobs

Já se passou quase um mês e eu ainda fico buscando palavras pra descrever aquele verdadeiro espetáculo. Eu e o Felipe compartilhávamos um certo medinho de ficarmos desapontados, porque nossa expectativa era muito alta – mas nossas expectativas foram superadas.

Como nas outras apresentações do Cirque, também não é permitido filmar ou fotografar, mas no site oficial tem um vídeo com um preview do show (que tá no YouTube).

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de sacolinha na mão, é claro. Yellow Submarine me deixou doida com os merchs ❤

Na falta de mais palavras, apenas duas dicas. A primeira é: não economize (muit0) nos ingressos. Quando não sabíamos de nada, queríamos ficar no setor E, o mais barato, mas acabamos indo pro C: a diferença de preço é relativamente pequena, e a visão é muito muito melhor. Também tive a impressão, ao longo do espetáculo, de que o setor A (o mais caro!) não tem a melhor das visões, porque é preciso olhar pra cima em alguns (vários) momentos. Só se for pra ver várias e várias vezes – o que, acredite, você vai ficar com vontade de fazer.

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A outra dica é uma passadinha no REVOLUTION Lounge depois do espetáculo, que seduz com essas letras/puffs gigantes.

Claro que a gente não aproveitou nem metade do que Las Vegas tem pra oferecer, mas gostei bastante dos passeios que escolhemos. Passamos muito tempo dos nossos dias & noites nos casinos – mais ganhando do que perdendo dinheiro – e aproveitamos do nosso jeitinho. O bom de não fazer tudo é que sobram motivos pra voltar pra lá!

diário de viagens: Anaheim & San Diego

Pra continuar com a nossa história da Califórnia, vou contar pra vocês dos dias que passamos em Anaheim e San Diego!

Anaheim está a cerca de meia hora de Los Angeles, e a verdade é que não é fundamental ficar em um hotel por lá se você quer conhecer a Disneyland; dá tranquilamente pra ir e voltar dos parques da Disney ficando hospedado em LA. Só que eu sou SUPER DISNEY FREAK (mais sobre isso em um post futuro nesta mesma categoria!) e queria aproveitar ao máximo o complexo onde toda a magia Disney começou a se tornar realidade, então foi comum acordo que ficássemos 2 dias por lá! Pra gente, isso foi vantajoso porque 1) não precisávamos enfrentar o trânsito caótico de LA depois de cansar o dia inteiro nos parques, e 2) quando o Felipe ficou cansado demais da maratona de parques temáticos deu pra voltar pro hotel rapidinho pra tirar uma sonequinha. Escolhemos o Hilton Anaheim Convention Center pra essa etapa da viagem, que tem um Starbucks dentro e shuttle pros parques!

tô usando: tricot Farm e camisa xadrez H&M

tô usando: tricot Farm e camisa xadrez H&M

A Disney da Califórnia se resume a 2 parques: a Disneyland – onde tudo começou – e o Disney California Adventure. Entre os dois parques, fica o acesso à área de Downtown Disney, com restaurantes diversos, muitas lojas (tem até Sephora!) e também cinemas. Nós demos sorte e fomos pra lá justo no dia em que os parques ficariam abertos por 24h seguidas, dando início ao Monstruous Summer (ação pra promover o Monsters University). Ok, até que ponto foi sorte é discutível, já que os parques ficaram bem mais cheios do que o esperado.

paradise pier

todo mundo reparou que o Mike tá DE APARELHO em Monsters University?

No primeiro dia, fomos pro Disney California Adventure, que tem uma área inteira temática do filme “Carros”, chamada Cars Land, e o Paradise Pier, com roda gigante e tudo mais o que um píer californiano tem direito. Meus brinquedos favoritos foram, certamente, a Torre do Terror (eu adoro, eu me amarro!), o Toy Story Mania! (amor eterno, amor verdadeiro!), e as montanhas russas California Screamin’ e Radiator Springs Racers!

tô usando: blusa comprada no parque, legging Farm, tênis Converse All Star para Bo.Bô

tô usando: blusa comprada no parque, legging Farm, tênis Converse All Star para Bo.Bô, óculos Ray Ban

De noite, rola no Paradise Pier o show World of Color, mas a gente (aka eu) optou por assistir ao Magical, o show de fogos da Disneyland. Nosso ingresso era o Park Hopper de 2 dias, então estávamos tranquilos quanto ao horário e mudança de parques. Eu não sei descrever a emoção de ver a Disneyland de noite. É linda demais! Aliás, todos os parques temáticos que já visitei parecem ganhar uma magia a mais de noite…

Como a Disney tava aberta por 24 horas, ainda demos uma passadinha em Downtown Disney nesse dia antes de voltar pro hotel pra visitar a World of Disney, loja que reúne muita muita muita merchandise dos parques e que me enlouquece. 

a Letícia pira!

a Letícia pira!

O segundo dia foi dedicado só à Disneyland, e eu fiquei (de novo) super emocionada nesse parque, porque foi nele que o Walt Disney deu início a tudo o que me encanta nesse mundo. Pra completar a emoção, em frente à estátua “Partners” do Walt Disney com o Mickey na frente do castelo da Bela Adormecida, foi colocada uma placa onde se registra o dia do centenário do Walt Disney, o mesmo dia em que eu completei 12 anos de vida. Pois é, eu e Walt nascemos no dia 05 de dezembro! E isso explica muita coisa!

tô usando: blusa comprada no parque, short Dress To, cinto Santa Lolla para C&A, parka Espaço Fashion amarrada na cintura

tô usando: blusa comprada no parque, short Dress To, cinto Santa Lolla para C&A, parka Espaço Fashion amarrada na cintura

O parque estava muito cheio (ai, sábados), e já tínhamos ido aos clássicos Piratas do Caribe, Splash Mountain, e Space Mountain. De fato, já tínhamos conhecido o parque todo (o que é muito diferente de ir a todos os brinquedos), passando por todas as “lands” que o Walt Disney planejou. Adorei Toontown, onde ficam as casas de Minnie e Mickey! E a Minnie tava por lá tomando chá! Uma fofa ❤ Enfim. Como o sol tava muito forte e já estávamos cansados, o Felipe me convenceu a descansar um pouco no hotel (eu ficaria mais no parque, mas já passei da fase de gostar de curtir os parques sozinha).

Disney smile (:

Disney smile (:

Depois do descanso, fomos jantar no Downtown Disney. Recomendo o Napolini, que oferece massas maravilhosas e uma carta de vinhos bacana.

tô usando: jaqueta TopShop, camisa Espaço Fashion, bolsa Prada, jeans Lucky Brand

tô usando: jaqueta TopShop, camisa Espaço Fashion, bolsa Prada, jeans Lucky Brand, e o óculos de grau Marc Jacobs

Depois da janta, voltamos pra Disneyland, para noooossa alegriiiia! E aí andamos nos brinquedos que faltavam: a Matterhorn e o simulador Star Tours. A gente ia também no brinquedo Indiana Jones Adventure, mas eu tenho fobia de um certo animal que aparece na decoração do brinquedo, e aí eu resolvi que não queria ir de jeito nenhum, porque já era tarde da noite e fiquei com medo de ter pesadelo (#soudessas). Daí aproveitamos e assistimos o Fantasmic!, que é igual ao que acontece no Disney’s Hollywood Studios em Orlando, e que eu amo de paixão. O Fantasmic! mistura pirotecnia e jogo de águas com projeção de imagens, e eu fico sorrindo e com vontade de dançar só de lembrar da musiquinha que embala o espetáculo.

tá vendo aquela lua que brilha lá no céu?  HE HE HE

tá vendo aquela lua que brilha lá no céu?

Eu não queria sair mais de Anaheim de jeito nenhum! Mas era hora de seguir viagem e aproveitar San Diego! Depois de cerca de 1h40 de viagem de carro – e uma parada esperta em um dos view points na Pacific Highway pra observar a imensidão do Oceano Pacífico – chegamos na cidade.

in the biiiiig blue wooooorld

in the biiiiig blue wooooorld

San Diego era o único lugar onde não tínhamos muita certeza do que faríamos. E foi ótimo! As surpresas começaram com o hotel: sem querer, escolhemos um hotel da rede Ramada que manteve todas as características de quando foi construído na década de 60! Ok, nem todas as características, já que as suas instalações atendem aos padrões mínimos de uma cadeia internacional – mas não ao ponto de perder o seu arzinho vintage.

Um dos lugares que tentamos visitar foi o San Diego Chargers Qualcomm Stadium, já que o Felipe é fã de futebol americano. Mas demos com a cara na porta, já que estava fechado por conta do feriado.

chargers

Pois é. Coincidentemente, chegamos em San Diego num final de semana de  feriado: o Memorial Day! Daí tinha muita coisa fechada e a gente não sabia direito o que fazer. Resolvemos ir pra San Diego Harbor e andar sem rumo.

lugar delícia pra passar o dia! dá pra alugar bicicleta, almoçar olhando a baía...

lugar delícia pra passar o dia! dá pra alugar bicicleta, almoçar olhando a baía…

Foi uma grata surpresa descobrirmos por lá um porta aviões  (o USS Midway) que serve de museu e fica aberto à visitação! Logo quis visitar, porque achei oportunidade única! 

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Nem vi direito o tempo passar enquanto estávamos lá. Tinha tantos aviões pra ver, veteranos de guerra pra conversar, informações pra obter… e o dia tava lindo demais!

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Do lado do USS Midway, fica uma escultura ENORME reproduzindo aquele beijo que ficou famoso no mundo inteiro quando a Segunda Guerra Mundial teve fim. Chamada Unconditional Surrender, a escultura não é em p&b, mas nas cores que seriam os uniformes do marinheiro e da enfermeira que protagonizaram a cena. Perdi a conta de quantos casais vimos tentando reproduzir a cena pra tirar fotos!

tô usando: chapéu Kate Spade, vestido Forever 21, tênis Converse All Star para Bo.Bô

tô usando: chapéu Kate Spade, vestido Forever 21, bolsa Prada, tênis Converse All Star para Bo.Bô

Ali pertinho de San Diego Harbor, fica o centro histórico da cidade, cheio de bons restaurantes! E, falando em comida, essa foi provavelmente a etapa mais gorda da viagem: fomos ao Applebee’s, ao Cheesecake Factory, e até no IHOP (International House Of Pancakes)! E, é claro, descobrimos também uns cantinhos de comida japonesa muito gostosos (será que é assim por toda a Califórnia?).

GORDURA! <3

GORDURA! ❤

Ah! E pra quem quiser fazer compras em San Diego, recomendo o Fashion Valley. É um shopping a céu aberto, com lojas pra todos os gostos e bolsos!

No próximo post sobre essa viagem, a última etapa da nossa road trip: Las Vegas!

diário de viagens: Los Angeles

A razão para o sumiço por duas semanas desse blog foi muito nobre: tirei férias fora de hora com a minha melhor companhia de viagens nesse mundo, já que ele só podia tirar férias nessa época ingrata pra uma mestranda. Conversa vai, conversa vem, consegui que meu orientador me liberasse, e perdi umas aulinhas no mestrado em prol dessa causa justa e maravilhosa.

Passamos 2 semanas viajando pela Califórnia + Nevada (Vegas, baby!), e fomos abençoados com dias maravilhosos, de céu azul e zero chuva! E é contando sobre essa viagem que eu vou inaugurar uma nova categoria aqui no blog: o diário de viagens! É uma chance de contar pra vocês as minhas ~aventuras~ pelo Brasil e pelo mundo, indicando, de maneira muito pessoal, o que eu curti ou não nessas andanças!

Sobre essa última viagem, vou dividir em alguns posts tudo o que tenho pra contar. É que visitamos Los Angeles, Anaheim, San Diego, e Las Vegas, e acho que vou conseguir compartilhar as minhas experiências e dicas se dedicar, no mínimo, 2 ou 3 posts pra essas duas semanas de viagem.

Sem mais delongas, minhas impressões sobre Los Angeles!

chegando em LAX!

depois de mais de 25 horas de viagem… chegando em LAX! tô usando: suéter Espaço Fashion, ribana Farm, legging Farm, sapatilha Ballasox.

Chegamos por volta de meio dia na cidade, depois de muitas horas de vôo (eu fiz Rio-SP via SDU-CGH, depois peguei aquele ônibus de aeroporto pra Guarulhos, e de lá seguimos via Nova Iorque JFK pra Los Angeles LAX – ufa!). Depois de comprarmos um GPS na lojinha do aeroporto (achamos melhor comprar do que alugar! Assim levamos nas próximas viagens), pegamos o carro que estava reservado na Dollar/Thrifty e seguimos pro hotel.

O escolhido foi o Beverly Garland’s Holiday Inn Universal Studios Hollywood. Sim, o nome do hotel é enorme assim mesmo! Eu fui positivamente surpreendida pelo hotel, já que esperava apenas mais um Holiday Inn; o que encontramos foi um hotel com jeitinho de interior, bem arborizado, staff super atencioso e instalações super confortáveis! O café da manhã não estava incluído na diária, e o servido no Tula’s (o restaurante ma-ra-vi-lho-so do hotel) custava cerca de US$17,00 por pessoa. É no melhor estilo brunch, com direito a salmão e champagne, mas optamos pelo Starbucks mais próximo nos outros dias. O hotel conta com wi-fi gratuito, e o estacionamento pra hóspedes custa US$16,00 por dia. Eles também dispões de shuttle gratuito pro complexo da Universal Studios Hollywood, que é bem pertinho!

Um dos passeios que mais gostei foi a nossa visita aos estúdios da Warner Bros. É preciso agendar online com alguma antecedência, e custa cerca de US$55,00 por pessoa. Cada tour acomoda até 12 pessoas e dura cerca de 2h15, período no qual a gente vê um pouquinho da magia por trás das cenas do cinema e da TV. A gente deu muita sorte de ser guiado por um cara que era super bem humorado, e se esforçava de verdade pra fazer daquela nossa experiência algo inesquecível – inclusive fez com que o Felipe e eu encenássemos um diálogo de Casablanca em frente a um dos sets outrora usado para a gravação do filme.

tô usando:

tô usando: camisa jeans Maria Filó, lenço Scarf.Me, calça jeans xadrez Espaço Fashion, tênis Converse All Star para Bo.Bô, bolsa Prada

Enquanto estávamos lá, tava rolando gravações de Pretty Little Liars (alguém acompanha a série? Eu não consegui me desapegar da tristeza do fim de Gossip Girl pra assistir a outra série desse tipo…). O grupo pôde escolher 3 sets de TV pra visitar, e eu escolhi 2 (porque eu sou apressada e quis logo garantir coisas bacanas hehehe): The Big Bang Theory e 2 Broke Girls! O terceiro set visitado foi de The Mentalist. Nessa parte do passeio, não é permitido tirar fotos – bem como no museu que eles mantém com figurinos e props de filmes e séries como The HangoverBatmanInglorious BastardsGossip Girl, etc – e o segundo andar INTEIRO de Harry Potter. Claro que foi o lugar onde eu mais surtei e mais queria tudo, e logo onde não podia tirar nem uma foto. Em compensação, fotografamos bastante no set de FRIENDS, mantido intacto por lá!

warner vip studio tour

Outra ideia de passeio bacana – e clássico – é o combo Calçada da Fama + Teatro Chinês + Hollywood sign. Dá pra conhecer tudo isso em um só dia, e estacionar o carro por um preço ok no shopping Hollywood & Highland Center, que tem uma Sephora ótima e várias outras marcas que podem saciar os nossos desejos consumistas! Nesse shopping também tem um viewpoint do Hollywood sign, e um Hard Rock Café! Ah, sim, eu adoro Hard Rock Café, e sempre que dá faço pelo menos uma refeição da viagem num restaurante da cadeia!

walk of fame

tô usando: camiseta Farm e óculos Ray Ban

Como eu sou APAIXONADA por parques temáticos (post sobre isso em breve nessa mesma categoria!), foi impossível resistir ao parque Universal Studios Hollywood tão pertinho do nosso hotel. Não usamos o shuttle do hotel, o que foi meio idiota, já que o estacionamento custa US$15,00, mas foi bom pra conhecer com calma o City Walk (uma área de restaurantes e entretenimento diversificado) antes de entrarmos no parque. Gostei porque tinha um brinquedo diferente de todos os que já tinha ido – o Transformers: The Ride 3D – e pude repetir experiências como The Simpsons Ride, The Mummy Ride, e The Jurassic Park River Adventure!

tô usando:

tô usando: casaco de Hogwarts comprado no tour da Warner, camiseta de renda Dress To, short jeans Dress To, cinto de spikes Santa Lolla para C&A, tênis Converse All Star para Bo.Bô, bolsa Prada

Outro lugar bacana que visitamos foi o píer de Santa Monica. Me lembrou muito os episódios de The O.C. com toda aquela vibe de praia da Califórnia, do jeitinho que eu imaginava. Ok, talvez um pouco mais frio do que eu imaginava! Jantamos no Bubba Gump Shrimp Co. de lá, olhando o Pacífico e aproveitando o finzinho de tarde. No píer, fica o Pacific Park, com roda gigante, montanha russa e brinquedos de arcade, e também um aquário enorme! Pertinho da praia, fica a Third Street, com lojas de departamento e também lojas fast fashion tipo Forever 21 e Zara pra quem quiser fazer comprinhas.

santa monica

o píer de Santa Monica e o Pacific Park!

Nosso último dia em LA foi dedicado à vida dos rychos e famosos, e decidimos conhecer Beverly Hills e a Rodeo Drive. Acho que meu coração nunca deu tantos pulos de emoção como naquela rua, mas resisti bravamente aos impulsos (#bolsistasofre).

beverly hills

tô usando:

tô usando: chapéu Kate Spade, óculos Ray Ban, camiseta Farm, suéter (amarrado na cintura) Espaço Fashion, short Maria Filó, bota 284 para C&A

Nossa viagem também foi permeada por uma peregrinação por restaurantes japoneses, e a verdade é que qualquer restaurante japonês em LA parece uma boa opção! A gente via um e logo entrava. Recomendo o Mikado – mas chegue cedo se for jantar, porque eles fecham sem dó nem piedade na cara do cliente se der a hora de terminar o expediente!!

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Mas temos a estranha tradição de tentar comer comidas diferentes nas nossas viagens. E a sortuda descoberta na Califórnia foi um restaurante de comida pan-asiática sen-sa-ci-o-nal chamado Rocksugar, e foi certamente uma das melhores refeições que fizemos na viagem! Eu fiquei babando muito pela decoração do lugar… tanto que esqueci de tirar foto dos pratos também. He he he! Pegamos também um cineminha no Westgate Mall mais próximo, que também oferece boas oportunidades de compras.

rocksugar

Ufa! Esse post ficou enorme! E isso porque eu resumi bastante as infos! #imaginanacopa

Quem quiser dicas super completas pra uma viagem pela Califórnia, recomendo olhar os posts do Modices, porque a Carla foi pra lá pouco antes de mim e  escreveu vários posts com dicas super valiosas! #ficaadica

Update: acabei de ver que saiu no blog Na Filó um post dedicado só ao bairro de Santa Monica! Lá tem dicas ainda mais completas sobre o lugar. E a vontade de voltar…

camuflada

Que eu amo o militarismo, todo mundo já sabe. Acho que não tem trend que me emocione mais do que essa, e eu sempre acabo me rendendo a um look militarizado – seja nas cores, nas referências das peças, ou mesmo na estamparia camuflada.

Tinha esquecido que tinha fotografado esse look pra mostrar pra vocês. Ops! Pra uma das aulas do mestrado antes de viajar, eu vesti o militarismo mais uma vez. E fui vestindo a cavalaria, usando uma camuflagem especial!

camuflada

Eu peguei um amor por essa estampa que vocês não tem ideia. Ou melhor, dá pra ter uma ideia, já que, como esse look do dia registra, eu comprei saia e paria da mesma estampa! E ainda por cima usei de conjuntinho!!

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Eu usei também duas bolsas, de tanto material que tive que carregar. E escolhi duas bolsinhas que vocês já conhecem de outros looks, e que combinam entre si!

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Pra não ficar monocromático e/ou monotemático, escolhi esse slipper. Acho que verde e burgundy combinam muito! Adoro misturar essas duas cores!

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Também rolou um lenço de oncinha, que podia proteger a minha garganta (que não tava lá essas coisas) do ar condicionado da sala. E, ainda por cima, deu um charminho ao look, amarrada na alça de uma das bolsas!

Hoje eu tive aula no mestrado, mas acabei não fotografando o look porque saí correndo da aula direto pra Orthodontic – afinal, era preciso trocar os fios pra dar continuidade ao tratamento! Além disso, ainda tô meio lerda com o jet lag, que, combinado ao tempo chuvoso, tá me dando uma preguiça… e eu não posso ter preguiça, porque tenho um artigo pra entregar depois de amanhã, e não tô nem perto de terminar! #vidadifícil

  • Parka e saia: Farm
  • T-shirt: 284
  • Bolsas: Zatchels e Tommy Hilfiger
  • Slipper: Santa Lolla para C&A
  • Óculos: Forever 21

de galochas!

Ontem eu anunciei que tava pra chover, né (#garotadotempo)? Então. É claro que ia chover (e muito) no dia do aniversário do meu pai!

Quase todo ano chove no aniversário dele, e mesmo assim eu ainda não me acostumei em ter que me programar pra usar “roupas à prova d’água”. Aí todo 17 de maio é um drama pra escolher alguma coisa pra comemorar em família essa data importante.

Choveu bastante, o dia inteiro, e ficou aquele friozinho gostoso. Apelei pra legging térmica, e o trench coat impermeável foi fundamental pra garantir que eu ficasse seca e quentinha pra gente ir até a pizzaria favorita do papai!

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E a estrela do look, é claro, só podia ser o par de galochas, que esquenta e protege o pé do ~moiado~! Há mais ou menos uns 2 anos atrás, eu cismei que queria uma galocha. Procurei, procurei, procurei, e nada de achar uma bacana do meu tamanho. Parecia que galocha era coisa só pra criança mesmo!

Eis que numa das minhas viagens pra Orlando (<3) eu achei esse par maravilhoso numa loja dentro de um dos parques da Disney, e não pestanejei nem um segundo pra comprar.

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I’m siiiingin’ in the raaaiin, I’m daaaanciing in the raaiiin…

Como elas chamam muita atenção sozinhas, o resto do look tem que ser mais discreto, né? Desse jeito, não preciso aposentá-las completamente nesse período de aparelho.

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Ah, mas eu acho que não conseguiria aposentá-las de jeito nenhum. São galochas! E galochas cheias de Mickeys! Mickeys!! MICKEYS!! Não tem como não amar ❤

Acabou que, quando fui pra Londres, achei mais um tantão de galochas diferentes e que poderiam muito bem entrar no meu armário, mas essa do Mickey reina soberana, e não teve mais lugar pra nenhuma outra!

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O cachecol trouxe um pouquinho de cor pro look, sem ofuscar a galocha, e mantendo a proposta do look outonal de chuva!  

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E tá aí uma foto #noelevador da família chegando da pizza em tempo de ver o último capítulo da novela! Hehehehehe

  • Cachecol: Farm
  • Trench coat: Zara
  • Calça térmica: não lembro se foi do Wal-Mart ou do Target d:
  • Galochas: uma das lojinhas do Disney’s Hollywood Studios
  • Arco: Accessorize

o vento e a ameaça de chuva

Ontem fez um calor danado por aqui, e hoje o tempo ficou bem incerto. Sabe aquele céu que ameaça chuva? Aquele vento que anuncia a chegada de frente fria? Então.

Essa semana eu tô de crise alérgica; meu nariz tá horrível e a minha garganta tá irritada. E hoje tinha que ir na rua resolver umas urgências (tipo ir na podóloga porque já não aguentava mais de dor nos pés), mesmo que o tempo lá fora me pedisse pra ficar quietinha em casa fazendo repouso (como se isso também fosse possível).

Pra poder sair sem colocar a minha saúde em mais risco (#dramas), me agasalhei e fui preparada pro pior, usando… CAPA DE CHUVA!

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Eu AMO capa de chuva. Eu poderia ter uma enorme coleção delas. E eu lembro com perfeição do dia que encontrei essa na Forever 21: eu saí correndo em direção a ela e nunca mais soltei. Eu me sinto o Axl Rose com ela, e fico sempre procurando desculpas para usá-la.

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Por baixo da capa de chuva, t-shirt retrô da DDR, porque (1) eu adoro futebol, (2) a Alemanha Oriental só conseguiu se classificar pra uma Copa do Mundo, em 1974, (3) a Copa do Mundo foi disputada na Alemanha Ocidental, e (4) a DDR ganhou da Alemanha Ocidental nesse jogo de 1×0!

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Os acessórios e o sapato seguiram a onda da proteção anti-chuva e anti-vento: cachecol levinho, que protege na medida; a amada bolsa amarela(!!) impermeável; e o sapato tipo dockside com brilho que, embora machuque um pouco o joanete, é ótimo pra andar na chuva! No braço direito esquerdo (acho que meu lado canhoto tá falando alto!!), além do relógio, combinei duas pulseirinhas, e coloquei alguns anéis nas mãos pra completar.

Acabou que São Pedro resolveu dar uma segurada nas mudanças do tempo e não choveu, mas a capa de chuva fez as vezes de trench coat e protegeu do vento e do ar condicionado de onde eu ia.

  • Capa de chuva: Forever 21
  • T-shirt: Liga Retrô
  • Calça jeans: 7 for all mankind
  • Sapato: Sollas
  • Bolsa: Accessorize
  • Cachecol: Oasis (marca britânica)
  • Pulseiras: Maria Filó (preta) e d’África