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notícias em meio à copa do mundo!

E aí meu Brasil, essa Copa do Mundo tá demais, não é mesmo?!

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óculos American Eagle Outfitters, blusa Farm, bolsa DKNY, coroa de flores handmade por encomenda quando eu tinha uns 8 ou 9 anos xD

Falar a verdade, tá difícil até de pensar em outra coisa! Cada partida de futebol tá melhor do que a outra, e sempre que eu penso “ah, esse jogo aí não deve ser muito bom não, vou estudar, mas vou deixar a tv ligada só pra garantir”, vem um jogão que me faz morder a língua, deixar os cadernos de lado e ir pra frente da tv. Não que eu me orgulhe disso, longe disso, mas essa é a realidade.

Outro fator que não tá colaborando pros estudos é o meu sistema imunológico de merda fraco. Desde o dia 19/06, dia em que fomos ao Estádio Nacional Mané Garrincha pra assistir Colômbia x Côte d’Ivoire, minha saúde tem ficado mais pra lá do que pra cá. Começou com uma falta de ar na caminhada de volta do Estádio pra casa (3km no sol a pino das tardes de Brasília…), e daí pra frente foi ladeira abaixo.

quase beijando o gramado do Mané Garrincha de tão perto (x

quase beijando o gramado do Mané Garrincha de tão perto (x

O jogo foi incrível, torci muito pela Côte d’Ivoire, e valeu a pena! Pena que a Colômbia que acabou ganhando… Enfim, a saúde sentiu o peso da caminhada no sol, e o organismo reclamou. Depois da falta de ar, veio uma dor de estômago que durou uns 2 dias, aí passou a dor de estômago (também conhecida como mini crise de gastrite) e fiquei com uma tosse seca horrível, depois voltou uma falta de ar pior ainda pra acompanhar a tosse, o que me obrigou a comprar um nebulizador de emergência, e, quando eu achei que tava melhorando, veio aquela cólica que quase arrebenta o ser humano. Ontem, achando que já fava muito bem e muito marota, tive pressão baixa.

E aí é isso aí.

vamos pular essa parte

“Letícia, você sumiu de novo!” é, eu sei, mas vamos pular essa parte.

ou não.

porque, se eu tô sumida, é porque estou consumida. pelo deslocamento no trânsito, pelas aulas no Clio, pela dissertação sem fim.

hoje é o segundo dia nesta semana que eu falto aula por causa da dissertação, e também porque tô pifando. sabe lâmpada quando quer queimar mas não queima de uma só vez? então.

falando em lâmpadas, comprei lâmpadas novas pra casa ontem, habemus luz!

a sensação de sobrecarga tá grande demais. mesmo! sinusite atacou, pressão baixou, cabeça doeu, corpo reclamou, e eu tô com torcicolo.

eu não sei onde eu tava com a cabeça quando achei que ia ser tranquilo dar conta de acabar a dissertação e o mestrado fazendo cursinho.

vamos pular essa parte.

quero força pra acabar logo de escrever! meu Deus, me dá força! meu Deus, me dá sabedoria pra que eu saiba que acabei! meu Deus, não me deixa ficar inventando novas coisas pra escrever numa dissertação que já tá enorme! aí depois o Senhor me ajuda pra continuar forte e estudando pro concurso!

vou comer uns tomates.

mudanças

É, eu sei, fiquei mais um longo período sem passar por aqui pra registrar as minhas ~peripécias~. Acontece que, de repente, e não mais do que repente, eu descobri que as aulas do cursinho preparatório que quero fazer pra me preparar pra remota possibilidade de entrar no Itamaraty começariam agora no meio de abril e, como eu queria fazer o cursinho aqui em Brasília, tinha que preparar uma certa mudança.

É, mudança. “Mas, Letícia, você já não tava passando longos períodos em Brasília na casa do namô por conta da pesquisa?”, vocês poderiam me perguntar. Sim, estava. Desde agosto do ano passado, a mudança já ia tomando forma. Cada vez que vinha pra cá, trazia um pouquinho mais de mim, um pouquinho das minhas coisas. Mas determinadas coisas só puderam vir depois da decisão definitiva, da nossa decisão de morar junto, do apoio dos meus pais à minha escolha de estudar aqui. Afinal, aqui eu estudo – como eu sempre digo.

Foram alguns dias preparando caixas e mais caixas que seriam enviadas pelo Correio, cheias de livros, DVDs, objetos decorativos, maquiagem(!), cabides, roupas, chá de erva cidreira, toalha de mesa, sapatos, e tudo mais que eu precisava pra deixar a nossa casinha aqui mais gostosa e aconchegante. Além disso, fiquei um tempinho pesquisando orçamentos de caminhões cegonha que pudessem trazer o Neville pra cá, combinando preço x prazo. Tô na expectativa de que ele chegue aqui ainda essa semana, e vocês podem acompanhar a hashtag #nevilleporaí no instagram pra ver as aventuras do carro mais bacana do universo.

Além disso, antes de vir pra cá na quarta feira passada, eu ainda precisei ir no ortopedista com urgência, porque não aguentava mais de dor no tornozelo e o último angiologista que consultei disse que o problema não era originário da veia – quero dizer, não tinha nenhum problema na veia propriamente dita – e que, se a dor continuasse, que eu deveria consultar um ortopedista especialista em pés.

E foi isso que fiz. No mesmo dia, fiz raio-x e levei pra ele ver, e ele pediu uma tomografia. Ele suspeita que seja coalizão tarsal + lesão osteolítica, mas o diagnóstico só poderá ser fechado com a tomografia. A tomografia já tá marcada pro dia 22 de abril, quando eu volto pra Niterói pra passar o aniversário da mamãe com ela. Depois da tomografia, é claro que terei que voltar no médico, e o tratamento provável (pra não dizer único, porque eu acredito em milagres!) é cirúrgico. Só que a cirurgia requer uns 2 meses de recuperação, e aí só rola de fazer depois que o cursinho acabar, e ainda tenho que acabar a dissertação, e só Jesus na minha causa.

Por conta da dor, eu preciso ficar com o pé direito pra cima, com gelo, boa parte do meu dia. Pra vocês terem uma ideia, eu tô aqui na biblioteca do MRE estudando/escrevendo dissertação, com essa pequena pausa pra escrever esse post, e tô com o pé pra cima da cadeira – mas sem o gelo -, que é pra ver se eu “aguento”.

Sobre a dissertação, quando eu achei que tava no fim, que tava redondinha, que tava linda, o meu orientador resolveu identificar várias “questões” que devem ser trabalhadas. Nisso aí lá se vai pelo menos mais um mês, eu acho.  Então, além do fantasma de uma possível cirurgia, eu ainda tenho que conviver com a realidade de que, depois de tanto tempo, eu ainda não consegui terminar a dissertação. Isso me afeta severamente.

E, honestamente, a ideia de cirurgia me assusta, me assusta muito, e eu peço a Deus que opere o milagre na minha vida.

Bom, voltando à mudança e à vida em Brasília, ainda tô terminando de organizar as coisas em casa e não vejo a hora do meu carro chegar pra poder sair com #nevilleporaí e comprar (e poder levar!) coisas pra casa que são super necessárias – tanto pra fins de organização quanto pra fins de aconchego.

Falando em aconchego, fui na Forever21 do Rio, no Village Mall, no domingo antes de vir pra cá, e só valeu a pena porque entrei rapidinho com a mamãe na fila preferencial. Sim, mamãe ninja opera milagres, amém. Gostei de ter encontrado as calças que queria ter comprado em janeiro lá em Orlando, e também achei um vestidinho, uma saia e um kimono fofos. Todos vieram pra Brasília e estão felizes de morar aqui.

Aliás, essa história de vir morar em Brasília tem causado uma mudança profunda dentro de mim, como se a frase “I’m heading out west with my headphones on” trouxesse junto um novo estilo de vida. Aproveitei, enquanto arrumava o meu armário e escolhia o que vinha pra cá e o que ficaria em Niterói, pra dar uma “limpa” no guarda roupa, e vi que tinha várias peças guardadas com as quais eu simplesmente não me identificava mais. Em um momento de mudança de cidade, eu também mudo por dentro um pouquinho, e o meu estilo de viver e de me vestir também está refletindo isso. Talvez seja também porque eu só tenho conseguido usar botinhas que protejam o tornozelo…

E hoje é um dia muito especial, porque faz 2 anos que fui ao Lollapalooza com o Felipe e que assistimos a shows incríveis e vimos Foo Fighters maravilhosos e tudo mais o que aconteceu a partir daí.

o sono e a preguiça

cá estou eu em Brasília, mais uma vez, para mais alguns dias dedicados à dissertação e ao carinho do meu amorzinho. só que, hoje, mesmo tendo vindo pra biblioteca com toda intenção de estudar e produzir coisas úteis, eu simplesmente não consegui. porque eu tô com muito sono.

eu dormi muito muito muito mal essa noite. não sei o que houve, mas eu acordei várias vezes de noite, e tive pesadelo, e senti calor, e senti frio… enfim, não consegui dormir bem. e acordei morta. morta com farofa. minha cara tá toda amassada, meus olhos estão pequenininhos, e eu não consigo me concentrar em uma só coisa por mais de 5min. ou seja: nada de dissertação por hoje.

enquanto isso, tô ouvindo The 20/20 Experience todo na sequência. eu já tinha ouvido os dois álbuns, mas nunca tinha escutado os dois juntos, seguidos. e, olha, pqp você, Justin. você samba na cara da sociedade com esse seu pop de qualidade.

agora é esperar mais uma hora até que o Felipe possa sair do trabalho pra gente almoçar, e eu acho que ainda vou ter que fazer comida, e, quer dizer, fodeu, porque eu só queria dormir.

não há limites para a gordice

eu vou fazer um post muito rápido e muito pequeno (até porque a bateria do MacBook tá acabando e eu tô com preguiça de ir buscar a fonte), porém necessário.

eis que, buscando fotos do meu amor ❤ criança, eu descobri essa foto em um dos álbuns da minha cunhada:

gordice

gordice

poderia ser ~apenas~ mais uma foto minha fazendo gordice – acho que é o que mais existe por aí nessa vida – mas, infelizmente, essa não é uma foto qualquer.

veja bem, eu estava no Palácio do Itamaraty, na formatura da turma de 2010 do Instituto Rio Branco (aka turma do meu amor), e este momento foi eternizado pra sempre com esta foto:

repetindo: gordice

é meio foda pensar que para sempre existirá um registro meu fazendo gordice em pleno Palácio do Itamaraty. é quase um atestado da minha gordice. vamos reparar bem na minha concentração no que quer que seja que eu estava comendo, e nas minhas bochechas infladas de comida que já estava na boca, e na minha preparação para já colocar mais comida na boca.

quer dizer. foda.

se bobear, podem até usar essa foto contra mim na cerimônia de posse quando eu passar pro IRBr. já pensou? a Dilma tá lá, linda, e de repente projetam essa imagem na parede. e na formatura? tipo, sei lá, o Lula me entregando a medalha por ter sido a melhor aluna da turma (cês tão vendo que eu tô sonhando pacas nesse parágrafo né?) e aí PÁ tá lá essa foto projetada na parede.

ou seja: vergonha.

eu devia pensar mais nessa vergonha posterior que eu posso acabar sentindo quando eu fico comendo sem parar por essa vida.

depois do Rock in Rio 2013

dois finais de semana de festival, muito dinheiro gasto (tô pobre num grau que vocês não fazem ideia), e poucas horas de sono depois, cá estou eu pra contar da minha experiência no Rock in Rio.

(ok, eu demorei 1 semana pra começar esse post contando do Rock in Rio, mas tá tranquilo. a dissertação exige e a gente cumpre e larga o blog de lado d: é a vida.)

acabou que fui 3 dias ao festival: os planejados (e previamente anunciados aqui) 14 e 21, e também dia 20. teve uma venda especial acho que 1 mês antes do Rock in Rio, e eu aproveitei a oportunidade pra comprar um ingresso do dia 20 pra minha cunhada, porque ela queria ir nesse dia mas não conseguiu comprar no dia da venda normal (é, naquele dia louco que eu fiquei quase 4h pra conseguir comprar os ingressos do dia 14, já que graças a Deus eu tinha comprado Rock in Rio Card e marcado pro dia 21), mas ela não conseguiu vir de SP pra ir no dia 20, então acabou que eu fui. fiquei mortinha mortinha mas curti demais!

companheiros do dia 14: Dani, Leo, e Gabriel!

companheiros do dia 14: Dani, Leo, e Gabriel!

companheiros do dia 20: Leo e Gabriel!

o companheiro do dia 21: Felipe ~meu amor~ Ortega

o companheiro do dia 21: Felipe ~meu amor~ Ortega

mas, nem tudo são flores, e eu confirmei minhas opiniões antigas, além de perceber outras graves falhas do festival. vou tentar organizar o pensamento pra comentar tudo. vou tentar.

a Cidade do Rock: é bacana, bem mais bacana do que eu pensava, mas bem menor do que eu esperava. quando eu via da tv, parecia que a extensão do gramado diretamente na frente do Palco Mundo era muito maior, mas na verdade a Cidade do Rock cresce “pros lados”. embora seja extremamente comercial e a galera fique enlouquecida correndo atrás dos brindes, eu curti a ideia dos stands de marcas parceiras do Rock in Rio.

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  • no dia 14, eu fui no box da Niely, onde tinha uma espécie de salão de beleza com um menu de penteados, e aproveitei pra prender o cabelo bem bonitinho, e foi ótimo porque ficou bem preso mesmo até chegar em casa, mesmo depois de pular e dançar muito nos shows da Florence e do MUSE. e é claro que eu esqueci de tirar foto só do penteado, né. foi ótimo também porque eu ganhei várias amostras de shampoo e condicionador e a minha pão durice agradece xD vale a pena dizer que nesse dia eu demorei muito pra entrar na Cidade do Rock porque tive que andar até láááá do outro lado, com um sol queimando a minha cuca, pra buscar o tal ingresso do dia 20, porque não tinha opção de entregar em casa quando da compra. enquanto andava, ainda do lado de fora da Cidade do Rock, deu pra ouvir -pelo menos isso- a banda cover dos Beatles que ficava tocando por lá. bacaninha.
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esperando pra ser penteada pelos profissionais da Niely (ó, moço, eu não quero passar nada colorido nem brilhoso no meu cabelo não, tá?)

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depois de penteada, eu virei ~caixinha~! (x mas eu achei super esquisito me ver numa caixa de tintura já que, né, eu não uso essas coisas na minha juba (ainda, porque eu sei que o dia dos cabelos brancos vai chegar e eu vou acabar tendo que pintar as madeixas)

  • no dia 20, eu aproveitei um pouquinho pra passear pela Rock Street e vi os stands da Ipanema e da Rider, mas só de fora, porque estavam super lotados. queria ter ido, pelo menos, na roda gigante do Itaú, mas a fila tava mais do que imensa e eu não tava querendo esperar lá não. o cabum do Trident também tava impráticável. gente, que filas eram aquelas? gostei dos tonéis da Heineken que ficavam lá pro final da Rock Street, perto da Tenda Eletrônica. eu mal cheguei perto da Tenda Eletrônica, mas, de longe, parecia um brinquedo, ou um ET, sei lá. acho que combinava com a vibe.

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cervejinha cervejinha

cervejinha cervejinha

  • o dia 21 foi o mais tranquilo de tempo pra andar: foi o dia que cheguei mais cedo na Cidade do Rock, e deu pra andar um pouquinho mais. foi o único dia que consegui andar a Cidade do Rock inteira. logo que cheguei, fui pra Rock Street, e curti um showzinho enquanto tomava um Sorvete Itália (gente, 5 reais um potinho de sorvete, é por isso que tô pobre). depois fui andando em direção ao oooutro lado da Cidade do Rock, crente que talvez pudesse andar na montanha russa da Chilli Beans, mas não rolou. o máximo que consegui foi pegar uma das bandanas ~bonitinhas~ que eles estavam distribuindo (se bem que a bandana combinava muito mais com a vibe do dia anterior, Bon Jovi e tal, mas tá valendo). dei uma passadinha também no stand da Shell, mas a brincadeira era pra tirar foto. no Submarino (aliás, acho que nunca tinha visto uma loja física do Submarino!), dava pra jogar guitar hero com uma guitarra de verdade – mas, de novo, tava super concorrido. só nesse dia que eu fui ver que na Delta dava pra fazer bag tags com uma foto tirada na hora, e eu adorei a ideia e fiquei doida pra fazer, mas a fila era maior do que a vontade. então a gente acabou optando pela preguiça, ficar deitado/sentado na grama, essas coisas (e vamos levar em conta que eu tinha ido na véspera, dormi menos de 5h entre um dia e outro de festival, e já estava com o tornozelo super estourado).
fazendo gordice com o sorvete overpriced

fazendo gordice com o sorvete overpriced

51h

de boua na lagoua Cidade do Rock

os shows no Palco Sunset: assisti alguns dos shows nesse palco. ao contrário do que eu pensava, a gente realmente tem que andar um pouquinho entre o Palco Sunset e o Palco Mundo. ponto pro Rock in Rio. o problema é que o som do Palco Sunset é muito muito ruim, e, se você não ficar na direção das caixas de som, não vai ouvir muito bem os shows. dos shows que vi nesse palco, gostei bastante da homenagem a Raul Seixas com os Detonautas, mas o melhor foi, sem dúvida, o show do Offspring. mas o som tava péssimo, porque aquele palco era pequeno demais pra todo mundo que queria ver os caras tocando. #offspringnopalcomundo

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Palco Sunset, ainda com sol

Palco Sunset de noite

Palco Sunset

os shows no Palco Mundo: uma coisa que sempre me irritou no Rock in Rio era a ideia de passar o tempo todo de um festival de frente pra um único palco. na minha cabeça, isso é o tipo de coisa que não faz o menor sentido. eu acho que festival requer mobilidade. nesse ano, tinha um intervalo bem grande entre o primeiro e o segundo show do Palco Mundo, em que se encaixava o último show do Sunset. foi o caso da hora do show do Offspring -entre Capital Inicial e 30 Seconds do Mars no palco Mundo-, mas a mobilidade foi péssima, porque a Cidade do Rock não foi pensada pra esse formato: ela “afina” exatamente onde seria o “corredor” entre os palcos, e ainda tem uma parada mega imensa da Heineken que é da saída da tirolesa (que teve um dia que teve fila de 6h). sem contar todo o povo que fica por ali mesmo no Palco Mundo porque não quer perder o lugar que já escolheu pra ficar pros próximos shows. de resto, o palco é bem bacana, e eu vi ótimos shows lá. nenhum dia eu fiquei suuuuper perto do palco, sempre preferia ficar mais do meio pra trás, e as vezes rolava até um espacinho extra pra dançar mais um pouco.

  • dia 14: vou ser muito muito sincera: Capital Inicial foi uma decepção, porque eu esperava um show incrível, tipo o que eles fizeram no Rock in Rio 2011 (pra vocês terem uma noção, naquele dia eu fiquei dançando sozinha em casa vendo pela tv). mas, na verdade, foi um show tipo montanha russa, com muito sobe e desce, e, quando todo mundo empolgava alguma música, vinha alguma em seguida cortando o clima. enfim, fiquei decepcionada. 30 Seconds to Mars foi aquela coisa não fede nem cheira; eu já tinha ouvido algumas músicas dos caras, tenho alguns discos no iTunes, mas não era uma banda que me chamava a atenção, e continuou assim mesmo depois do show. as duas únicas músicas que eu posso dizer que de fato gosto (The Kill e Kings and Queens) não foram tocadas – ok, houve uma menção a The Kill quando o carinha foi lá pra tirolesa, mas pra mim foi insuficiente. o show da Florence e a sua máquina (ok, ok, Florence + the Machine) foi muito incrível, quase transcendental. a Florence parecia estar super feliz, pulando e correndo de um lado pro outro, como se estivesse se divertindo muito mesmo. foi, pra mim, um show redondinho, não senti falta de nenhuma música. adorei You’ve Got the Love e Dog Days Are Over (já pode considerar clássico?!). aí, depois do show incrível da Florence, entraram os headliners da noite: MUSE. cara, que show foda. foi muito bom, muito bom mesmo. colocar SupremacySupermassive Black Hole logo no comecinho do show foi ótimo pra empolgar logo, e eu acho que os caras fazem um rock ‘n roll bem bacana, quase próximo ao som do Pink Floyd (veja bem, eu disse quase próximo, eu sei que uma comparação dessas é meio foda, mas, guardadas as devidas proporções, eu acho que dá pra entender do que eu estou falando). gostaria que eles tivessem tocado também Undisclosed Desires e I Belong to You/Mon Cœur S’ouvre à ta Voix, porque eu gosto muito delas, mas a falta dessas músicas não comprometeu o show. deixar Madness pro finzinho do show foi coisa de gênio, amei, e teria adorado participar da ação dos pequenos cartazes escritos “I need your love”.
Capital Inicial

Capital Inicial

30 Seconds to Mars

30 Seconds to Mars

Florence + the Machine

Florence + the Machine

MUSE

MUSE

  • dia 20: quando o Frejat acabou de fazer o show dele, eu virei pros meus amigos e disse “tá ótimo, já vi um show maravilhoso, já posso ir embora“. o cara arrasou (e, não, não é só a super fã do Barão Vermelho/Frejat falando, o show foi incrível mesmo, tava todo mundo comentando). sério, eu não vi NINGUÉM PARADO durante o show, mesmo ao tocar a música nova de trabalho (O Amor É Quente), bem pouco conhecida entre o público presente. o melhor guitarrista do Brasil escolheu um setlist maravilhoso, não se atendo apenas às suas músicas ou às músicas do Barão; meu coração bateu MUITO MUITO FORTE quando ele tocou Não Quero Dinheiro (Eu só quero amar) do Tim Maia. eu me arrisco a dizer que essa é a minha música favorita do Tim Maia, e poder ouvi-la na voz do Frejat foi super especial. e, fechar o show com Pro Dia Nascer Feliz, putz, f-o-d-a. como se eu já não fosse super fã do cara, ele vai lá e arrasa no Rock in Rio. aí veio Matchbox 20, com um show ok, um show honesto. explico: eu não conheço muito a banda, como a maioria das pessoas que lá estavam (eu observei). pra não dizer que eu só conhecia as duas músicas (Unwell e Disease) que foram pra trilhas sonoras de novelas da Globo, eu também reconheci She’s so Mean, que eu provavelmente ouvi em alguma rádio em alguma viagem pros EUA, ou sei lá aonde. então o show foi mesmo honesto, agradou os fãs de plantão, e passou bem o tempo de quem tava simplesmente lá assistindo e curtindo a vibe. eu só não entendi porquê o vocalista cortou o cabelo, ele era bem gatinho nos clipes com o cabelo maiorzinho, ficou esquisito de cabelo muito curto. agora, um show que me surpreendeu foi o do Nickelback: primeiro porque eu não fazia a menor ideia de que sabia de cor tantas músicas da banda, segundo porque tinha muito muito fã por lá, terceiro porque o show foi super bacana! alguém deve ter falado pra eles todas as músicas que bombavam na MTV e no TVZ, não é possível! eles apostaram nos hits, e foram pouquíssimas as músicas que foram cantadas só pelos fãs (e era exatamente aí que você separava os fãs do restante da galera). foi um show que me deu vontade de ouvir mais as músicas da banda, mesmo que eu me atenha aos hits. quando Bon Jovi entrou no palco, a gente já tava quente quente, pronto pra ferver com muito rock ‘n roll. eu confesso que senti falta de Missunderstood, e mais falta ainda de I’ll Be There for You (gente, e o Bon Jovi tem música mais linda do que essa?) mas foi um show bem redondo, daqueles que ficam marcados pra sempre. eu tinha dado uma olhada na setlist que ele andava seguindo nos últimos shows e foi mais ou menos a mesma coisa, sendo que o momento mais incrível foi quando nós, o povo, conseguimos fazer a banda tocar Always, que eu não lembro de ter visto nas mencionadas setlists. foi emocionante nível ~tears~ (e, sério, eu vi muita gente chorando, emocionada com o momento). nesse dia, eu fui embora com a sensação de que tinha curtido um bom dia de shows.
Frejat

Frejat

Matchbox 20

Matchbox 20

Nickelback

Nickelback

Bon Jovi

Bon Jovi

  • dia 21: esse era o dia mais esperado pra mim, por motivos de John Mayer. eu amo gosto muito muito muito muito desse homem (rola ciúmes quando eu digo que amo ele ou que amo o Rupert Grint xD ) há muitos anos, e eu esperei quase 13 anos pra vê-lo ao vivo. pois é, o meu primeiro registro de ter ouvido uma música do John Mayer já tem quase 13 anos. mas o dia todo de festival tinha shows bacanas no line up. o show do Skank foi puro amor, adorei que teve participação especial de Emicida e Nando Reis (em momentos distintos). eu nunca tinha ido a um show do Skank, e foi muito especial ver ao vivo a banda do meu primeiro CD de rock da vida (o meu primeiro CD, primeiro mesmo, foi de Sandy e Junior, porque, né, eu era louca por eles quando tinha 6 ou 7 anos). é o tipo de banda que não fica velha no meu coração e eu mal posso esperar pela oportunidade de vê-los de novo. daí veio Phillip Phillips, que fez um show bem bonitinho. ah, vai, o cara é um fofo, e eu achei super bacana ele vir, já que ele tem aberto os shows da turnê “Born and Raised” do John. eu baixei o disco dele antes do Rock in Rio mas não cheguei a ponto de decorar todas as músicas. o ponto alto foi mesmo quando ele começou a entoar Home, que é a música que entrou pra trilha sonora da novela Sangue Bom. ele me pareceu um bom músico, e eu acho que tem futuro. aí, depois dele, veio o muso, o maravilhoso, o meu amor John Mayer ❤ eu sabia que o show seria menor do que o habitual da turnê “Born and Raised“, mas, fã que sou, amei de todo jeito. e tinha como não amar? ele começou o show com a música que eu escolhi pra tocar quando peguei o meu diploma de RI (No Such Thing) e, ali, ele me ganhou (como se fosse preciso me ganhar, eu já sou dele -hehehe- há quase 13 anos). daí pra frente, foi música maravilhosa atrás de música maravilhosa, e, quando vi, ele já tava começando a tocar Gravity. mas, antes de falar sobre Gravity, vamos mencionar o momento em que ele jogou pro público decidir se ele ia tocar Vultures ou Stop this Train, porque o tempo do show já tava acabando. eu falei “ai, John, toca as duas! toca qual você quiser!” mas acabou vencendo Stop this Train. e, olha, foi lindo. e Gravity, ah, Gravity foi um momento lindo, ele tacou a guitarra no chão, fez um solo imenso, super inspirado, super maravilhoso, jogado naquele tapetinho que eu vi tantas vezes em tantos DVDs e vídeos do YouTube. não tinha jeito de terminar melhor um show – quer dizer, eu preferia que ele simplesmente não tivesse terminado o show, eu poderia ter ficado por lá mais 1 semana ouvindo ele tocar todas as músicas de todos os discos e fazendo solos intermináveis. pra mim, o John consegue juntar muitas das virtudes do Jimi Hendrix com uma pegada pop/folk que super funciona. e, ah, muso maravilhoso ❤ quero que ele volte logo pra cá! e, ó, pode ficar aqui na minha casa, tá, John? depois do show dele, eu já tava super acabada, sem voz nenhuma (eu perdi a voz na segunda ou terceira música e continuei cantando e tal), e meu tornozelo tava doendo demais (mas isso vai ser pauta pra outro post, porque esse aqui já tá grande demais -isso porque eu estou tentando resumir as coisas), e, convenhamos, eu já estava em plenitude, mas ainda vinha The Boss pra fechar o Palco Mundo. esse show eu vi só um pedacinho ao vivo, e depois vi pela tv, mas me arrependi um tiquinho bastante de não ter forçado a barra pra ficar até o final. o que eu ouvi, eu gostei bastante. o Bruce Springsteen tem uma energia absurda no palco, e a E Street Band é fantástica. foi, enfim, um dia incrível, com shows incríveis, e eu saí de lá muitíssimo satisfeita.
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Skank

Phillip Phillips

Phillip Phillips

John Mayer

John Mayer

Bruce Springsteen (and the E Street Band)

Bruce Springsteen (and the E Street Band)

os preços e os perrengues: cara, que porra é essa de pagar 5 reais em um copinho de sorvete? e 12 reais em um cone de batata frita? e 10 reais num copo de Heineken (ou 9, se você fosse até uma das lanchonetes pra comprar)? tudo bem que os preços nesses eventos são mais caros, mas, porra, precisava aumentar tanto o preço da cerveja? no Lollapalooza de 2012 (e soube que no Rock in Rio de 2011 também), um copo de Heineken era 7 reais (ou 8 na mão dos carinhas que vendem no meio da galera). também era caro, mas, vá lá, ainda pagável. ah, sim, sobre os banheiros: muita gente comentou de problemas nos banheiros e tal, mas eu acho que dei muita sorte, porque, pra mim, tava ótimo. os banheiros estavam limpos todas as vezes que fui, sempre tinha papel higiênico, sempre tinha sabonete pra lavar as mãos, sempre tinha papel toalha, e sempre tinha gente limpando os boxes! sem contar que a iluminação tava ajudando muito (eu lembro que no Lollapalooza foi bem difícil ir no banheiro químico na escuridão). ou seja: a coisa que eu mais temia de perrengue foi super tranquila, pelo menos pra mim. é claro que tinha filas nos banheiros – mas, porra, isso sempre tem né. as filas pra comprar comida também estavam bem aturáveis. e, bem, eu levei tanto biscoito que quase não precisei comprar comida.

#bolsistasofre

#bolsistasofre

os looks: eu escolhi roupas bastante confortáveis para os dias de festival, todas dentro do meu estilo, e pensando mais no frio que eu poderia sentir de noite do que nas horas de sol que antecederiam a madrugada.

  • no dia 14, eu arrisquei uma muscle tee da Espaço Fashion que eu usei muito pouco desde que comprei, com um bralet estampado de flores da Farm, pra ficar confortável e curtir numa boa sem me preocupar com o que poderia eventualmente aparecer. o short é da 284, cheio de spikes  ❤ nos bolsos. a camisa xadrez é da Farm (essa camisa já tá quase andando sozinha, é muito xodó), e a bolsa de franjas e ~studs~ é da PacSun (quando eu comprei essa bolsa eu falei que ela seria a minha bolsa de festival). meia calça fio 80 pra segurar a friaca da noite, e bota da Forever 21 pra manter os pés quentinhos e protegidos. os óculos escuros são da American Eagle Outfitters.
a única foto onde aparece o bralet da Farm é essa, onde estou agarrando o príncipe regente xD

a única foto onde aparece o bralet da Farm é essa, onde estou agarrando o príncipe regente xD

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  • no dia 20, fui bem mais básica, porque soube meio que de última hora que eu iria no lugar da minha cunhada. combinei a blusa do Led Zeppelin com short jeans de estrelinhas da Shop 126, e o ~toque especial~ ficou por conta dos dois cintos da C&A. nos pés, o All Star cinza da Converse. óculos escuros da Urban Outfitters, com a meia calça e a bolsa que voltaram pra Cidade do Rock. de noite, entrou em cena o tricot listrado p&b da Farm, e o óculos de grau Marc Jacobs – a melhor sacada de todos os tempos pra não cansar mais ainda os olhos com as lentes de contato.

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quem acha que eu tirei essa foto pra mostrar que o Harry Potter foi pra Cidade do Rock levanta a mão o/

quem acha que eu tirei essa foto pra mostrar que o Harry Potter foi pra Cidade do Rock levanta a mão o/

quando a noite caiu, tricôzin pra esquentar a friorenta

quando a noite caiu, tricôzin pra esquentar a friorenta

  • no dia 21, eu acho que eu pirei muito no look, mas acabou dando certo! combinei um vestidinho estampado de flores e caveiras da H&M com camisa xadrez cinza com aplicação de tachinhas também da H&M e parka estampada de cavalinhos da Farm. pode parecer exagero, mas na véspera eu senti tanto frio por lá que eu preferi não arriscar. também fui com chapéu de feltro da Farm, o mesmo óculos da véspera e a mesma bolsa da véspera, e de meia calça, e com a botinha da Forever 21 outra vez (essa bota é mega confortável, tô #chatiada que ela tá ficando velhinha demais).
51gh

de dia, o truque foi amarrar a camisa e a parka na cintura

51m

combinação das estampas: o vestido, a camisa, a parka, e o lenço com estampa da bandeira do UK que fez as vezes de canga

combinação das estampas: o vestido, a camisa, a parka, e o lenço com estampa da bandeira do UK que fez as vezes de canga

  • em todos os dias, a make foi bem simples: lápis waterproof nos olhos, lip balm, e muito protetor solar! e, ah, claro: muitas muitas pulseiras junto do relógio da Casio! #armparty

a conclusão: curti muito o festival, e não me arrependo de ter ido. além de ter visto shows muito bons, foi ótimo poder quebrar algumas opiniões que eu tinha, e também confirmar outras. pode ser que eu morda a minha língua, mas eu acho que em 2015 eu não volto não. veremos. #provemewrong #idareyou

o resumo: depois de um post desse tamanho (cara, eu escrevi muito, como pode?), eu posso resumir o Rock in Rio que eu vivi com essas fotos:

rock on.

IMG_6692

~vamo pulá~

RSCN6522

a little bit of ~rock and roll~ is what the whole year is all about

eu não gosto de falar no telefone

eu acho que não existe no mundo quem deteste mais falar no telefone do que eu. o que eu tenho de tagarela no cara a cara, ou no whatsapp, eu emudeço quando o telefone toca e eu preciso atender.

eu não sei quando isso surgiu, nem porquê, mas eu detesto falar no telefone há muito tempo. pelo menos há tempo suficiente pra render pauta pra um post.

quando é inevitável, eu pareço um macaco falando: porque eu simplesmente não sei o que dizer. ao invés de ser eu, como sempre sou, ao telefone eu viro uma criança imbecil de, sei lá, 1 ano. parece que eu não sei nem falar.

se eu pudesse, resolvia a minha vida toda por escrito: sms, whatsapp e email estão aí pra isso, gente.

ah, sei lá, cara. eu odeio tanto falar no telefone que só de ter que dizer que eu não gosto de falar no telefone eu já perco a vontade de falar de todo jeito.

ps: que porra de iPhone 5c feio foi esse, meu Deus? ontem eu fiquei muito muito muito revoltada com essa porra. iPhone colorido é uma das coisas mais escrotas que podiam inventar na vida! ainda bem que mantiveram o 5s na linha do 5 e ainda resta a opção de ter um black slate. mas, olha, que revolta com esse treco colorido, viu.