Arquivo da categoria: artes & cultura

dose dupla de Adam Levine + o aniversariante do dia

hoje é aniversário do Dave Grohl, o cara mais irado do universo, mas o Maroon 5 zerou a internet com o clipe do novo single do álbum “V”. a música escolhida – Sugar – ganhou o clipe mais fofo e surpreendente possível, e eu tô aqui há um tempão emocionadíssima com as imagens e pensando qual seria a minha reação se acontecesse uma coisa dessas comigo:

se foi tudo armado ou não, pouco me importa. a simples ideia do Maroon 5 invadindo um casamento pra tocar de surpresa já me deixou toda emotiva e imaginativa. acho incrível quando uma música que eu curto ganha um clipe legal assim! amei, amei, amei! (principalmente depois do clipe de “Animals”, que é uma música que eu adoro, mas não suporto ver o clipe!)

aí em seguida eu acabei achando esse vídeo do Adam no Jimmy Fallon e morri de amores mais ainda, além de morrer de rir:

e, na onda da fofura, pro Dave não ficar triste nem com ciúmes, a minha música querida na minha versão favorita ❤

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pompeii e suas versões bacaninhas

Se teve uma música que eu ouvi muito em 2014, e que me empolgou todas as vezes que ouvi, foi essa: Pompeii, da banda Bastille. Gostei da batida, gostei da letra. Mesmo quando tô ouvindo o CD da banda, é essa música que mais me empolga, é a que fica no repeat mais vezes.

Nos últimos dias, acabei ouvindo duas versões da música que curti bastante, então resolvi guardar aqui!

A primeira foi cantada no The Voice pelos Top 20 na final do programa. O vídeo não tá muito bom, mas foi o único que achei ):

A segunda foi essa versão de GLEE! Tinha muito tempo que não empolgava de baixar uma versão deles, parei mesmo de acompanhar a série da 3ª pra 4ª temporada… Mas a versão deles pra essa música ficou muito bacana!

E é isso, gentes. Se eu achar alguma outra, atualizo o post. Ou então deixa nos comentários aí! (;

Sonic Highways

Em meio a dias SUPER corridos, um lançamento que tá me fazendo ~pirar o cabeção~: Sonic Higways, o novo disco dos Foo Fighters!

Eles começaram liberando 3 faixas em 3 momentos diferentes nos últimos meses, e eu ficava mais ansiosa a cada nova música pra ouvir o disco inteiro. Something from Nothing me deixou viciada desde a primeira vez que ouvi, curti bastante The Feast and the Famine (me lembrou a fase de The Colour and the Shape), e amei Congregation como não amava uma música há algum tempo.

Aí segunda feira saiu o álbum novo e eu fiquei encantada com o que ouvi. E tô ouvindo. E tá no repeat. E tá no iPod, no computador, e em tudo o que tô fazendo. E Sonic Highways tá embalando a minha semana corrida, a minha semana atribulada, a minha semana que começou em Brasília, continua em Niterói, e terminará em Brasília.

Além de Something from Nothing e Congregation, ganharam 5 estrelas na minha biblioteca musical What Did I Do?/God as My WitnessIn the ClearSubterranean e I Am a River. Ou seja: de um álbum com 8 músicas, 6 foram direto pra minha lista de favoritas. Deu pra sentir o amor, né?!

Agora deixa eu correr aqui que essa quarta feira ainda tem que render muito – e, é claro, ao som de Sonic Highways!

quem é vivo…

É, eu sei, tô meio sumida. Tô devendo ainda o relato das ~peripécias~ do carnaval, mas, depois que a folia acabou, tudo ficou meio atropelado na minha vida.

Foi um tal de fazer dissertação e comprar mais livro e ler mais livro e estudar mais e sentir dor no tornozelo e procurar mais fontes pra dissertação e escrever mais dissertação e mandar email pro orientador e não ser respondida e continuar escrevendo e continuar colocando gelo no tornozelo e ir atrás de angiologista e escrever mais um pouquinho que – ufa! – só agora deu pra sossegar e “lembrar” do ~brógui~.

Então. O carnaval foi – é claro – maravilindo. Duas noites de Sapucaí – uma da Série A e outra do Grupo Especial -, e as melhores companhias do mundo. Não rolou de ir nos desfiles da Segunda Feira, então assistimos pela TV mesmo. Fiquei um tantinho chateada, é claro, mas o meu tornozelo e essa veia safena super inchada agradeceram o “repouso”.

trio na primeira noite de desfiles da Série A xD

trio inseparável na primeira noite de desfiles da Série A xD

a melhor companhia do mundo <3

a melhor companhia do mundo ❤

No meio do carnaval rolou um aniversário entre amigos, e também um almocinho relax no Gula Gula da Lagoa. Na quarta feira de cinzas, o Felipe voltou pra Brasília cedinho, e eu assisti a apuração pela TV e fiquei mandando pelo whatsapp os resultados a cada quesito apurado hehehe (#tradições).

Como já falei, desde o fim do carnaval tô envolvida completamente com a dissertação e também com a safena inchada. Ganhei óculos de grau novos (dois! lindos! musos! maravilhosos! tô apaixonada), e tô comendo pra caramba. Fiquei sem fazer nenhum exercício físico mais de 2 semanas e engordei meio quilo. Faz parte. Ontem tentei correr um pouco, mas o tornozelo dói muito. Corri por 15 minutos, foi o que eu aguentei.

Quero ir ao cinema. A última vez que fui ao cinema foi no dia 09, ou seja, já tô há 10 dias sem fazer o meu ritual favorito. Assisti “Walt nos bastidores de Mary Poppins” ou, como eu prefiro, “Saving Mr. Banks”. Foi lindo, chorei. O Tom Hanks deu um bom Walt Disney. Eu tenho saudade do Walt Disney como se ele fosse uma pessoa da minha família.

Coloquei o PS3 no meu quarto, porque foi comprado aqui pra casa uma tv nova de 55″ pra sala, que veio com um blu-ray. Aí a tv de 42″ foi pro meu quarto, e o PS3 acompanhou a mudança. Minha vida meio que acabou a partir daí porque, quando não tô dissertando no quarto de estudos, tô enfurnada no meu quarto jogando video game ou então vendo filmes.

Se me perguntarem as manchetes dos jornais, vou responder que não sei, sem a menor culpa. #projetofoco tá bombando – e não, eu não tô falando em perda de peso, tô falando da dissertação mesmo.

deixa queimar

eu só queria registrar aqui que estou viciada nessa música:

obrigada.

os melhores discos de 2013

Um dos primeiros posts do Geek Land listou os melhores filmes geek que chegaram (ou chegariam) aos cinemas em 2013, de acordo com a minha humilde opinião. E hoje eu vou contar pra vocês quais foram os meus 10 discos favoritos nesse ano. Afinal, já é Natal na Leader Magazine já é dezembro, e acho que já dá pra fazer um balanço razoavelmente justo. Vou falar pra vocês que, pra mim, foi bem difícil fazer essa listinha resumida – e, mais, elencar os álbuns numa ordem justa de preferências! Mas vamos lá:

10- What About Now – Bon Jovi

O 12º álbum da banda de New Jersey foi criticado negativamente por muita gente, mas eu achei bacana. Sim, Bon Jovi é uma banda um pouco cliché (e deu pra perceber isso claramente no Rock in Rio, abarrotado de gente que conhecia apenas os hits mais populares da banda), mas dá pra notar nesse álbum as raízes do rock n’ roll da década de 1980. Destaque para ‘Because We Can‘, ‘The Fighter‘, e para aquela que dá nome ao álbum.

9- Native – OneRepublic

O 3º álbum de estúdio entrou nessa lista por motivos de: ‘Counting Stars‘. OneRepublic não é uma das minhas bandas favoritas, mas vez e outra eles lançam umas músicas que merecem 5 estrelas no meu iTunes e acabando tocando no repeat por horas na minha vida. Gostei tanto dessa música que acabei ouvindo o álbum todo, e gostei também de ‘If I Lose Myself‘ e ‘Feel Again‘.

8- Mechanical Bull – Kings of Leon

Tinha muito tempo que eu esperava por um disco do Kings of Leon que me fizesse ter vontade de gritar as canções da banda a plenos pulmões como eu faço com ‘Use Somebody‘, embora eu tenha curtido bastante o álbum “Come Around Sundown“. Destaque para ‘Supersoaker‘, ‘Comeback Story‘, ‘Rock City‘, e ‘Don’t Matter‘.

7- To be Loved – Michael Bublé

A voz suave de Michael Bublé, combinada à músicas cheias de sentimento, faz desse um disco perfeito. O disco conta com a participação de Bryan Adams em ‘After All‘, Reese Witherspoon em ‘Somethin’ Stupid‘, Naturally 7 em ‘Have I Told You Lately That I Love You‘, e The Puppini Sistes em ‘Nevertheless (I’m In Love With You)‘. Destaque também para ‘To Love Somebody‘, ‘Who’s Lovin’ You‘, ‘Come Dance With Me‘, ‘To Be Loved‘ e, claro, ‘You’ve Got a Friend in Me‘.

6- AM – Arctic Monkeys

Com uma batida intrigante, o 5º álbum dos Arctic Monkeys parece ter sido gravado por 4 caras que gostam de improvisar música na garagem de casa. E é isso o que sempre mais me atraiu no som do Arctic Monkeys: essa coisa crua que tem no som deles. O álbum conta com participações especiais de Josh Homme, Bill Ryder-Jones, e Pete Thomas. Lançado em setembro, esse álbum foi nomeado para diversos prêmios em 2013, ganhando o Q Awards de melhor faixa para ‘Do I Wanna Know?‘. ‘One for the Road‘, ‘Mad Sounds‘, ‘Fireside‘, ‘I Wanna Be Yours‘, e ‘Why’d You Only Call Me When You’re High?‘ merecem atenção em um álbum tão bom que é difícil escolher poucos destaques.

5- Comedown Machine – The Strokes

Eu tinha perdido um pouco a fé nos Strokes depois de Angles. Na verdade, o First Impressions of Earth já tinha me deixado um pouco desanimada, ainda que tenha algumas faixas que eu ame de paixão. Mas Comedown Machine ~restaurou a minha fé~ e me fez reconhecer os Strokes que eu gostava tanto no início dos anos 2000. A minha favorita é ‘80s Comedown Machine‘, mas ‘One Way Trigger‘, ‘All the Time‘, e ‘Call It Fate, Call It Karma‘ também merecem destaque.

4- The 20/20 Experience 2 of 2 – Justin Timberlake

Parte da The Complete Experience, o 2º álbum de inéditas lançado em 2013 por Justin Timberlake é totalmente excelente. Sim, ele lançou dois álbuns de inéditas em um mesmo ano, depois de 7 anos de jejum. Qual não foi a minha surpresa quando eu soube!! Em setembro, o “príncipe do pop” trouxe a sua batida inconfundível para um álbum maravilhoso, que tem uma característica que eu amo: a continuidade. Parece que uma música foi perfeitamente pensada para continuar a outra. Além disso, as músicas são enormes (‘Gimme What I Don’t Know (I Want)‘ é a menor delas, com 5min31seg), cheias das melhores referências possíveis. Destaque para ‘True Blood‘, ‘TKO‘, ‘Take Back the Night‘, ‘Drink You Away‘, e ‘Only When I Walk Away‘. Ah, sim, e eu vou me arrepender muito a vida inteira de não ter ido no Rock in Rio no dia do show do Timberlake (sim, isso seria contra os meus princípios, mas pelo Justin eu deveria ter quebrado as minhas regrinhas).

3- The 20/20 Experience – Justin Timberlake

Sim, Justin Timberlake não só lançou dois álbuns de inéditas em um mesmo ano, como os dois entraram nessa listinha de top 10. Acontece que a ~parte 1~ da “experiência”, lançada em março, é, na minha opinião, ainda melhor do que a segunda, por motivos de: eu esperei muitos anos por um disco de inéditas do Justin, e aí ele lança um disco que é redondinho do início ao fim, cheio de músicas que mereceram 5 estrelas no meu iTunes. É por isso que esse álbum é mais do que top 10, é top 3 em 2013! Eu tinha uma expectativa muito alta depois do Futuresex/Lovesounds, que é um dos álbuns que eu mais gosto na vida, e todas elas foram superadas pelo The 20/20 Experience – aliás, The Complete Experience superou qualquer expectativa que eu tinha. Esse álbum tem a mesma continuidade entre as músicas do 2 of 2, e as faixas ‘Pusher Love Girl‘, ‘Suit & Tie‘, ‘Don’t Hold the Wall‘, ‘Tunnel Vision‘, ‘Spaceship Couple‘ e ‘Let the Groove In‘ me fizeram lembrar o quanto eu sempre fui apaixonada pelo “príncipe do pop”, com orgulho e com amor. Aí eu ouvi ‘Mirrors‘ e eu já não sabia mais o que fazer da minha vida, porque essa música me emociona de um jeito que eu nem sei explicar.

2- Paradise Valley – John Mayer

Imagina a situação: você é muito muito fã de um cantor/compositor há mais de uma década e ele, de repente, descobre que tem um tumor na garganta. Eu simplesmente surtei quando soube que o John, o meu John, tava nessa situação em 2011. Esse tumor, inclusive, atrasou o lançamento do álbum Born and Raised em alguns meses. Quando Paradise Valley saiu, eu mal podia esperar pra ver (ouvir) o que o meu John tinha escrito pra mim (sim, eu falo dele com essa propriedade mesmo, é meu e pronto!), e todas as minhas expectativas tinham sido superadas. Ok, eu sou um tanto suspeita, mas eu me apaixonei por TODAS as faixas desse disco na primeira vez que eu ouvi. A vontade era dar 5 estrelas pra todas no iTunes, e comprar várias cópias do disco, pra deixar uma em cada canto e poder ouvir o tempo todo. É esse o disco que eu escolho pra ouvir quando tô estressada por causa da dissertação e/ou do mestrado, e também quando tô feliz. ‘Wildfire‘, ‘Dear Marie‘, ‘Waitin’ on the Day‘, ‘Paper Doll‘, ‘I will be found (Lost in the Sea)‘, ‘You’re No One ‘Til Someone Lets You Down‘, e ‘Badge And Gun‘ são absolutamente maravilhosas. Thank you, John; thank you.

1- Lightning Bolt – Pearl Jam

Em qualquer outra circunstância, quem ocuparia o 1º lugar nessa lista seria John Mayer com seu Paradise Valley, porque, né, é o John Mayer. Na verdade, John reinava soberano no topo da lista até que chegou outubro e, com ele, esse disco maravilhoso do Pearl Jam. E aí eu vi que eu era obrigada a eleger Lightning Bolt o melhor disco de 2013. A atmosfera densa do disco e faixas como ‘Mind your Manners‘, ‘Infallible‘, ‘Pendulum‘, e ‘Let the Records Play‘ me fazem ter certeza de que esta é a escolha certa. E, como se não bastasse, ‘Sirens‘ foi eleita não só uma das minhas músicas favoritas de 2013, mas uma das minhas músicas favoritas da vida pra sempre. Eu ouço essa música repetidas e incontáveis vezes seguidas, e ouço o álbum incontáveis vezes. É muito amor, muito amor mesmo. Esse é um daqueles discos pra se ouvir por muitos e muitos anos sem perder o encanto pelas notas cruas e raivosas que soam tão maravilhosas por conta do brilhantismo de Jeff Ament, Stone Gossard, Mike McCready, Matt Cameron, e, é claro, do muso maior Eddie Vedder. Eddie pode ter cortado os cabelos, mas o seu charme, o seu garbo e a sua elegância permanecem os mesmos.

Trilhas sonoras de games

Uma boa trilha sonora faz a diferença. Em filmes isso é bastante claro. Senhor dos Anéis, do Peter Jackson, dificilmente seria tão épico sem a fantástica trilha composta por Howard Shore.

Nos videogames, não é diferente. Uma boa trilha nos indica perfeitamente o tom que o jogo está querendo transmitir naquele momento. Considerando os games enquanto uma forma de arte interativa, onde precisa-se de uma participação ativa – e não contemplativa – do jogador, uma música bem casada faz toda a diferença na experiência e imersão.

Peguemos o exemplo da série Resident Evil. Trabalhando com uma temática mais sombria, o jogo foi um dos pilares do terror nos videogames. E sua trilha não ficava para trás. Para quem é fã da série, ouvir essa música gera uma sensação de alívio e segurança, pois era dos únicos momentos do jogo onde estávamos, de fato, a salvo da horda de zumbis.

Pensando nisso, selecionei 5 indicações de trilhas sonoras de games que são, na minha opinião, marcantes. A escolha é totalmente pessoal e sei que existem trilhas muito melhores, mas fica de dica para quem quiser se aventurar nesse particular mundo musical.

Shadow of the Colossus: Roar of the Earth

Shadow of the Colossus, na minha humilde opinião, foi o melhor jogo da geração 128 bits e um dos 10 melhores jogos já feitos em toda a história dos videogames.

Partindo de uma premissa bastante simples – você tem que matar 16 chefões do tamanho de titãs -, o jogo encanta por sua beleza, inovação, diversão e alto valor artístico.

Composta por Kow Otani, a música do jogo alterna momentos de completo silêncio – nos campos à caminho da batalha com algum colosso – com momentos onde a música simplesmente explode.

Sonic the Hedgehog 2 Soundtrack

Uma homenagem à nostalgia. É isso que é a trilha de Sonic 2.

Para quem, como eu, passou sua infância jogando Mega Drive, essa trilha é um retorno ao melhor da vida.

Pautada em músicas simples – devido às limitações técnicas da época -, Sonic 2 encanta pelo seu caráter chiclete. Você não precisa ser um especialista em música ou trilha sonora para saber quando uma música é do game.

A trilha foi composta por Masato Nakamura, que já havia feito a trilha do primeiro jogo da série Sonic.

Chrono Trigger Original Sound Version

O jogo que estou jogando atualmente – sim, sou um herege.

Considerado por muitos como o melhor RPG já feito para videogames, Chrono Trigger foi a união de mentes brilhantes japonesas no chamado “Dream Team” da Square (hoje Square Enix): Hironobu Sakaguchi (criador da série Final Fantasy), Yuji Horii (criador da série Dragon Quest) e Akira Toriyama (criado de Dragon Ball e Dragon Ball Z).

A trilha ficou a cargo de Yasunori Mitsuda – que compôs a vasta maioria – e Nobuo Uematsu – compositor das trilhas de Final Fantasy e que fez 10 canções após o primeiro contrair uma úlcera durante o projeto.

Fica o destaque para Frog’s Theme – vídeo no post – e Wind Scene.

The Last of Us (Video Game Soundtrack)

O melhor jogo da última geração de videogames. Simples assim.

The Last of Us conseguiu reformar um tema batido – o apocalipse zumbi – nos videogames do mesmo modo que The Walking Dead fez na cultura pop como um todo.

Com uma dublagem – original, diga-se de passagem – digna de uma animação da Pixar, o jogo mais parece um roteiro de cinema tamanho seu realismo. Tratando de temas muito humanos, como a solidão, o medo e sobrevivência, o jogo é um exemplo de como jogos devem, sim, ser considerados como arte.

A trilha é composta por Gustavo Santaolalla, vencedor de duas estatuetas do Oscar – Brokeback Mountain e Babel.

Aqui, diferentemente de Resident Evil, por exemplo, a música tem um foco mais melancólico do que propriamente horror. De fato, classificar Last of Us enquanto horror não me soa algo adequado. A mistura de violão e percussão cai extremamente bem ao jogo e o confere todo o ar triste que a experiência exige.

The Legend of Zelda 25th Anniversary

Falar de Zelda é chover no molhado. Melhor jogo já feito, melhor série já feita, trilha sonora impecável. É tanto hors concours que nada que eu fale vai ser novo ou inovador.

Fica então minha sugestão de um excelente álbum lançado junto com um dos últimos games da série, Skyward Sword. Intitulado The Legend of Zelda 25th Anniversary, a trilha é uma composição do que Koji Kondo – compositor original das trilhas da série – chamou de “as melhores melodias da série The Legend of Zelda”.

Um álbum curto, simples, mas ímpar. Para um fã da série, um prato cheio.