comparando o iPad (1ª geração) ao iPad mini

Eu não escondo de ninguém que adoro a Apple e as coisas que são lançadas pela marca. Sou fã mesmo, e fico sempre me coçando pra trocar meus gadgets pelas últimas versões – mas #bolsistasofre e, no meu caso, essas trocas podem demorar uns 2 ou 3 anos pra acontecer.

Quando o iPad foi lançado, eu comprei nos EUA assim que pude, e logo me viciei. Sabia que aquilo ali ia mudar a minha vida, e mudou mesmo. E não mudou só a minha não: a minha mãe também se tornou uma aficionada (mamãe geek) e, de 2011 até janeiro desse ano (ou seja: 2013), dividimos um único iPad (eu disse que #bolsistasofre, gente). Aqui em casa, só o meu pai que ainda não se rendeu ao iPad.

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De lá pra cá, foram lançados outros 3 modelos de iPad, e o iPad mini. Esse, sim, me encantou o suficiente pra que eu quisesse desembolsar uma graninha e fazer um upgrade que, além de me colocar muito à frente tecnologicamente, ainda seria mais leve e menor – e, consequentemente, mais fácil de levar pro mestrado ou em viagens. Sem contar que agora a mamãe tem o iPad dela e eu tenho o meu mini, então nenhuma das duas fica ~#chatiada~ enquanto a outra tá usando (hihihi).

todo mundo já notou que tanto o iPad quanto o iPad mini tem Hogwarts como plano de fundo? xD

todo mundo já notou que tanto o iPad quanto o iPad mini tem Hogwarts como plano de fundo? xD

Posso comparar, então, os features de cada um desses modelos que fizeram/fazem parte da minha vida. As principais diferenças entre os dois modelos de iPad que habitam a minha casa são:

  • tela: a resolução da tela do iPad mini é infinitamente melhor, e a imagem fica muito mais bonita e mais bem definida do que no iPad.
  • câmeras: o iPad não tem câmera, e o mini tem câmera frontal e traseira.
  • tamanho/espessura/peso: pra carregar o iPad, eu sempre tinha que usar uma bolsa um pouquinho maior, enquanto o mini cabe em (quase) qualquer bolsa; além disso, dá pra pegar o mini com uma mão só (é sério); o peso, minha gente, o peso é, pra mim, a principal diferença: o mini é 237942304 vezes mais leve do que o iPad.
  • capacidade: quando comprei o iPad ~grandão~, escolhi a versão com 16GB que, na época, me pareciam suficientes; o tempo passou e eu vi que precisava de mais espaço pra armazenamento, então investi numa versão de 32GB.
dá pra segurar o iPad mini com uma mão

dá pra segurar o iPad mini com uma mão

E, sobre o tamanho/espessura/peso, eu preciso fazer um adendo: pra uma pessoa extremamente atrapalhada, o iPad mini oferece muito mais conforto. Eu explico: eu sou dessas que levava o iPad, e agora levo o iPad mini, pra cama, junto do iPhone, MacBook, essas coisas. E, em determinadas ocasiões, eu fico lendo deitada, segurando o iPad mini na frente da cara. Eu perdi a conta de quantas vezes, numa dessas, eu perdi a força e dei com o iPad na cara. E, gente, isso dói. Quando aconteceu com o mini, ok, doeu um tiquinho, mas foi bem menos – até porque eu demoro mais a cansar de segurar o mini do que eu demorava a cansar segurando o iPad.

a capa emborrachada da Apple: eu não entendo porquê eles pararam de fazer essas capas pros iPads em seus diversos modelos

a capa emborrachada da Apple: eu não entendo porquê eles pararam de fazer essas capas pros iPads em seus diversos modelos

Tem uma coisinha só que eu preferia do iPad em relação ao iPad mini: a capa. Eu sou super neurótica com essas coisas de proteger os gadgets (tão neurótica que não tirei eles da capa nem pra fazer as fotos do post), e a capa do iPad era um negócio que eu achava genial: ela reveste o iPad por completo, em um material emborrachado bem resistente. Pro iPad mini, só tem a Smart Cover (que eu acho bacana e até tenho), que deixa a parte de trás do mini “desprotegida”, e eu fui obrigada a comprar uma segunda capa pra usar combinada à Smart Cover. Além da Smart + a que protege a parte de trás, eu tenho essa verdinha que tá na foto, e uma outra preta em couro, que eu costumo usar pra viagens, porque acho que protege mais.

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Ah, sim: além da capinha, eu protegi ambos com película protetora da Zagg, chamada Invisible Shield. Acho um excelente investimento, porque protege mesmo, e tem garantia ilimitada (a chamada lifetime guarantee) contra danos, caso a película não proteja efetivamente o device.

Hoje, no mercado, são 4 tipos de iPad disponíveis: iPad 2, iPad Air, iPad mini, e iPad mini com tela de retina. O meu iPad mini é sem tela de retina, e eu não pretendo trocá-lo tão cedo. Quando comprei, custou US$469 + taxas. Já o iPad custou, na época, US$499 + taxas. E eu nunca quis comprar nenhuma versão com 3G porque, como eu já tenho o 3G no iPhone, nunca senti necessidade; além disso, eu geralmente levo o iPad pra lugares onde tem wi-fi.

Os preços no Brasil estão disponíveis pra consulta na Apple Store brasileira. Sim, eles são um pouco mais caros do que comprando nos EUA, por exemplo, mas, se considerar que aqui dá pra parcelar, e não haverá necessidade de enfrentar a fila da alfândega na chegada de uma viagem pra registrar o gadget e ainda pagar o imposto, acho que vale a pena.

Pra vocês terem uma ideia, vou mostrar pra vocês a conta final da compra do meu iPad mini: US$469 (preço na loja da Apple nos EUA em janeiro de 2013) + 6,5% (imposto da Flórida) + 7% (IOF do cartão) + imposto na alfândega + conversão de US$ para R$ (na época cada US$ equivalia a uns R$2,15) = R$1.193,00

“Mas, Letícia, a gente não tem até US$500,00 de franquia na alfândega quando voltamos de uma viagem internacional?”

Pois é, minha gente, essa franquia existe, mas a alfândega brasileira tem sido cada vez mais rígida com esse limite – e com alguma razão, eu acho, já que tem gente que viaja pra fora do país e pira nas compras e não declara nada. Na prática, a franquia de US$500 dólares pode incluir qualquer objeto (principalmente eletroeletrônicos) comprados fora do país em qualquer época. Explico: se eu viajasse pros EUA com o meu iPad mais velho, e comprasse um novo, voltando pro Brasil com os dois na bagagem, eu pagaria um imposto equivalente ao excedente da soma dos dois, porque eu não registrei o iPad em 2011. Isso caberia pra qualquer eletrônico não-declarado, por mais velho que ele seja. Em janeiro/2013, então, eu declarei na alfândega brasilera o iPad mini, o iPod shuffle, e um HD externo de 2TB, pagando um imposto sobre o excedente dos US$500 dólares permitidos (acho que paguei, ao todo, US$110 de excedente).

Tá quase virando uma dica que caberia em um post do viajante geek, mas eu acho que o gancho é conveniente pra explicar isso mesmo. Eu acho muito arriscado “tentar passar pela alfândega sem declarar”. Das últimas vezes que fui pros EUA e desembarquei no Rio, todos estavam tendo que passar as malas nos raios-x e, aqueles que excediam esse valor permitido de US$500 e estavam na fila do “nada a declarar” acabavam pagando um imposto muito maior sobre o excedente, porque somava-se uma multa o imposto. Eu acho que é bem melhor fazer as coisas direito e certinho, garantindo a franquia livre pra uma próxima viagem, do que ficar ~fora da lei~ e acabar pagando mais do que precisava. No site da Receita Federal também tem explicações detalhadas sobre esses procedimentos de alfândega.

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aproveitando para mostrar dois ângulos do Castelo de Hogwarts no Wizarding World (hihihi)

Isso tudo pra dizer que: se, na época, o iPad mini já estivesse sendo vendido no Brasil, eu teria preferido comprar aqui por R$1.399,00 (acho que foi esse o preço no lançamento), podendo pagar no boleto bancário com 5% de desconto (=R$1.329,00) ou dividindo o valor em infinitas parcelas (porque #bolsistasofre) sem juros. A diferença, no final das contas, ficaria bem pequena, e eu não teria que ficar hoooooras na alfândega pra declarar a compra do iPad mini. Quando fosse viajar, era só levar a nota fiscal de compra aqui do Brasil (quando eu viajo, eu sempre levo a nota fiscal do MacBook comigo por conta disso).

Só mais uma coisinha: eu costumo tentar trocar de gadgets da Apple quando as atualizações do iOS param de ficar disponíveis pr’aquele device que eu já tenho. Acho que esse é o sinal mais significativo de que tá na hora de fazer um upgrade! Geralmente esse sinal de obsolescência aparece a partir do 3º modelo lançado, o que dá uma margem de uso bem interessante – e também um tempinho ok pra juntar dinheiro pro próximo!

Uma resposta para “comparando o iPad (1ª geração) ao iPad mini

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