quando eu vi Mayer pela primeira vez

é claro que eu não ia me dar por satisfeita com o post que fiz sobre o Rock in Rio quando o assunto é John Mayer. afinal, eu esperei quase 13 anos pra ver o meu muso em um show ao vivo, e as emoções são grandes demais pra não dissertar sobre elas por aqui.

o show foi reprisado há uns dias pelo Multishow, e eu assisti, é claro. e me emocionei de novo. e chorei de novo. e me arrepiei de novo. gente, aquele homem toca fundo na minha alma com as músicas dele. sempre foi assim. a música dele parece que vem do fundo do coração dele e toca direto no meu. não é a toa que teve uma época que eu dedicava uma categoria aqui do blog só pra ele, com o nome dele. aliás, de onde foi que surgiu a ideia de tirar essa categoria do ar? eu hein.

enfim. John Mayer no Rock in Rio. a primeira vez que eu vi John num palco na minha frente. uau.

quando ele entrou no palco, eu fiquei sem ar. eu tinha acabado de dizer pro Felipe o quanto eu queria que ele tocasse “No Such Thing”, e ele vai lá e começa o show com essa música, com a música que eu escolhi pra marcar o momento de receber o meu diploma, de encarar o real world. depois, “Wildfire”, que já é uma das minhas favoritas do disco novo. meu Deus, como pode alguém fazer uma música de amor tão fofinha e que dá tanta vontade de dançar como o John fez “Wildfire”? aí veio “Queen of California”, com uma das minhas frases favoritas de canções de todos os tempos (I’m headin’ out west with my headphones on, boarding a flight with a song in the back of my soul that no one knows). como se não bastasse, eis que o John resolveu tocar “I Don’t Trust Myself (With Loving You)”, que eu nunca imaginei ouvir ao vivo nem nos meus sonhos mais lindos. daí veio “Half of my Heart”, que, eu confesso, eu tinha implicância por causa da participação da Taylor Swift, mas que, quando ouço as versões ao vivo, eu sempre gosto. daí depois foi aquela porrada na cabeça com “Slow Dancing in a Burning Room”, que me faz chorar simplesmente todas as vezes que eu ouço. gente, dói o coração ouvir essa música, e agora eu tenho lembranças ao vivo pra reforçar essa dor. quando veio “Your Body is a Wonderland”, eu já tava completamente entregue, e o interlúdio (meio improvisado?) de “Neon” me deixou ainda mais emocionada. sim, eu queria ter ouvido “Neon” inteira ao vivo, e não só um pedacinho, mas prefiro um petisco do que simplesmente morrer de fome. “Daughters” foi aquele ~momento ownti~, e eu não pude deixar de pensar quantas mil pessoas ali presentes não tinham conhecido o meu John por causa dessa música quando ela fez parte da trilha sonora de uma novela das 8 há uns anos atrás. acho que é por isso que eu tenho um tico de remorso dessa música hehehe mas, ok, eu gosto dela (porque né não tem nenhuma música do John que eu não goste). depois o John tocou “Waitin’ on the World to Change”, que eu também adoro, e sempre penso nos meus amigos quando ouço essa música – e lá no show não foi diferente. aí vem o John tocar fundo o meu coração com “Dear Marie”, que desde a primeira vez que eu ouvi o Paradise Valley eu adorei porque tocou o meu coração, e ele ainda disse que essa música significava muito pra ele❤ gente, como não amar muito?! como se não bastasse, veio outro momento ownti da noite: ouvindo os clamores da platéia, e ciente de que não tinha muito tempo, meu John pediu pra gente decidir se queria ouvir “Vultures” (prevista no setlist) ou “Stop this Train”, e a segunda ganhou. eu queria ter ouvido as duas né xD mas o John é tão bonzinho que não quis desrespeitar o Bruce que vinha depois dele e não alongou o show além do previsto. pena. “Why Georgia”, essa fofa, sempre mexe comigo, sempre me faz pensar if I’m living it right. e, pra fechar o show, “Gravity”. na falta do que dizer sobre esse momento maravilhoso na minha vida, eu deixo aqui o vídeo:

o setlist foi perfeito, é claro. foi pequeno pro show que eu queria ver, mas foi perfeito. e acho que foi perfeito porque o John encaixou muitos e muitos solos de guitarra inspiradíssimos nas músicas. e fechar com esse solo de “Gravity” com a guitarra no chão, meu Deus do céu, eu fico sem ar só de pensar.

eu nunca vou esquecer a noite em que vi John Mayer na minha frente, ainda que de longe. e eu nunca vou sossegar enquanto não for a um show dele com duração mínima de 3 horas e que eu assista da primeira fileira.

John, meu muso, meu amor, me aguarde. se Deus quiser, ainda vamos nos ver muito pelos palcos dessa vida.

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