Arquivo do mês: setembro 2013

depois do Rock in Rio 2013

dois finais de semana de festival, muito dinheiro gasto (tô pobre num grau que vocês não fazem ideia), e poucas horas de sono depois, cá estou eu pra contar da minha experiência no Rock in Rio.

(ok, eu demorei 1 semana pra começar esse post contando do Rock in Rio, mas tá tranquilo. a dissertação exige e a gente cumpre e larga o blog de lado d: é a vida.)

acabou que fui 3 dias ao festival: os planejados (e previamente anunciados aqui) 14 e 21, e também dia 20. teve uma venda especial acho que 1 mês antes do Rock in Rio, e eu aproveitei a oportunidade pra comprar um ingresso do dia 20 pra minha cunhada, porque ela queria ir nesse dia mas não conseguiu comprar no dia da venda normal (é, naquele dia louco que eu fiquei quase 4h pra conseguir comprar os ingressos do dia 14, já que graças a Deus eu tinha comprado Rock in Rio Card e marcado pro dia 21), mas ela não conseguiu vir de SP pra ir no dia 20, então acabou que eu fui. fiquei mortinha mortinha mas curti demais!

companheiros do dia 14: Dani, Leo, e Gabriel!

companheiros do dia 14: Dani, Leo, e Gabriel!

companheiros do dia 20: Leo e Gabriel!

o companheiro do dia 21: Felipe ~meu amor~ Ortega

o companheiro do dia 21: Felipe ~meu amor~ Ortega

mas, nem tudo são flores, e eu confirmei minhas opiniões antigas, além de perceber outras graves falhas do festival. vou tentar organizar o pensamento pra comentar tudo. vou tentar.

a Cidade do Rock: é bacana, bem mais bacana do que eu pensava, mas bem menor do que eu esperava. quando eu via da tv, parecia que a extensão do gramado diretamente na frente do Palco Mundo era muito maior, mas na verdade a Cidade do Rock cresce “pros lados”. embora seja extremamente comercial e a galera fique enlouquecida correndo atrás dos brindes, eu curti a ideia dos stands de marcas parceiras do Rock in Rio.

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  • no dia 14, eu fui no box da Niely, onde tinha uma espécie de salão de beleza com um menu de penteados, e aproveitei pra prender o cabelo bem bonitinho, e foi ótimo porque ficou bem preso mesmo até chegar em casa, mesmo depois de pular e dançar muito nos shows da Florence e do MUSE. e é claro que eu esqueci de tirar foto só do penteado, né. foi ótimo também porque eu ganhei várias amostras de shampoo e condicionador e a minha pão durice agradece xD vale a pena dizer que nesse dia eu demorei muito pra entrar na Cidade do Rock porque tive que andar até láááá do outro lado, com um sol queimando a minha cuca, pra buscar o tal ingresso do dia 20, porque não tinha opção de entregar em casa quando da compra. enquanto andava, ainda do lado de fora da Cidade do Rock, deu pra ouvir -pelo menos isso- a banda cover dos Beatles que ficava tocando por lá. bacaninha.
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esperando pra ser penteada pelos profissionais da Niely (ó, moço, eu não quero passar nada colorido nem brilhoso no meu cabelo não, tá?)

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depois de penteada, eu virei ~caixinha~! (x mas eu achei super esquisito me ver numa caixa de tintura já que, né, eu não uso essas coisas na minha juba (ainda, porque eu sei que o dia dos cabelos brancos vai chegar e eu vou acabar tendo que pintar as madeixas)

  • no dia 20, eu aproveitei um pouquinho pra passear pela Rock Street e vi os stands da Ipanema e da Rider, mas só de fora, porque estavam super lotados. queria ter ido, pelo menos, na roda gigante do Itaú, mas a fila tava mais do que imensa e eu não tava querendo esperar lá não. o cabum do Trident também tava impráticável. gente, que filas eram aquelas? gostei dos tonéis da Heineken que ficavam lá pro final da Rock Street, perto da Tenda Eletrônica. eu mal cheguei perto da Tenda Eletrônica, mas, de longe, parecia um brinquedo, ou um ET, sei lá. acho que combinava com a vibe.

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cervejinha cervejinha

cervejinha cervejinha

  • o dia 21 foi o mais tranquilo de tempo pra andar: foi o dia que cheguei mais cedo na Cidade do Rock, e deu pra andar um pouquinho mais. foi o único dia que consegui andar a Cidade do Rock inteira. logo que cheguei, fui pra Rock Street, e curti um showzinho enquanto tomava um Sorvete Itália (gente, 5 reais um potinho de sorvete, é por isso que tô pobre). depois fui andando em direção ao oooutro lado da Cidade do Rock, crente que talvez pudesse andar na montanha russa da Chilli Beans, mas não rolou. o máximo que consegui foi pegar uma das bandanas ~bonitinhas~ que eles estavam distribuindo (se bem que a bandana combinava muito mais com a vibe do dia anterior, Bon Jovi e tal, mas tá valendo). dei uma passadinha também no stand da Shell, mas a brincadeira era pra tirar foto. no Submarino (aliás, acho que nunca tinha visto uma loja física do Submarino!), dava pra jogar guitar hero com uma guitarra de verdade – mas, de novo, tava super concorrido. só nesse dia que eu fui ver que na Delta dava pra fazer bag tags com uma foto tirada na hora, e eu adorei a ideia e fiquei doida pra fazer, mas a fila era maior do que a vontade. então a gente acabou optando pela preguiça, ficar deitado/sentado na grama, essas coisas (e vamos levar em conta que eu tinha ido na véspera, dormi menos de 5h entre um dia e outro de festival, e já estava com o tornozelo super estourado).
fazendo gordice com o sorvete overpriced

fazendo gordice com o sorvete overpriced

51h

de boua na lagoua Cidade do Rock

os shows no Palco Sunset: assisti alguns dos shows nesse palco. ao contrário do que eu pensava, a gente realmente tem que andar um pouquinho entre o Palco Sunset e o Palco Mundo. ponto pro Rock in Rio. o problema é que o som do Palco Sunset é muito muito ruim, e, se você não ficar na direção das caixas de som, não vai ouvir muito bem os shows. dos shows que vi nesse palco, gostei bastante da homenagem a Raul Seixas com os Detonautas, mas o melhor foi, sem dúvida, o show do Offspring. mas o som tava péssimo, porque aquele palco era pequeno demais pra todo mundo que queria ver os caras tocando. #offspringnopalcomundo

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Palco Sunset, ainda com sol

Palco Sunset de noite

Palco Sunset

os shows no Palco Mundo: uma coisa que sempre me irritou no Rock in Rio era a ideia de passar o tempo todo de um festival de frente pra um único palco. na minha cabeça, isso é o tipo de coisa que não faz o menor sentido. eu acho que festival requer mobilidade. nesse ano, tinha um intervalo bem grande entre o primeiro e o segundo show do Palco Mundo, em que se encaixava o último show do Sunset. foi o caso da hora do show do Offspring -entre Capital Inicial e 30 Seconds do Mars no palco Mundo-, mas a mobilidade foi péssima, porque a Cidade do Rock não foi pensada pra esse formato: ela “afina” exatamente onde seria o “corredor” entre os palcos, e ainda tem uma parada mega imensa da Heineken que é da saída da tirolesa (que teve um dia que teve fila de 6h). sem contar todo o povo que fica por ali mesmo no Palco Mundo porque não quer perder o lugar que já escolheu pra ficar pros próximos shows. de resto, o palco é bem bacana, e eu vi ótimos shows lá. nenhum dia eu fiquei suuuuper perto do palco, sempre preferia ficar mais do meio pra trás, e as vezes rolava até um espacinho extra pra dançar mais um pouco.

  • dia 14: vou ser muito muito sincera: Capital Inicial foi uma decepção, porque eu esperava um show incrível, tipo o que eles fizeram no Rock in Rio 2011 (pra vocês terem uma noção, naquele dia eu fiquei dançando sozinha em casa vendo pela tv). mas, na verdade, foi um show tipo montanha russa, com muito sobe e desce, e, quando todo mundo empolgava alguma música, vinha alguma em seguida cortando o clima. enfim, fiquei decepcionada. 30 Seconds to Mars foi aquela coisa não fede nem cheira; eu já tinha ouvido algumas músicas dos caras, tenho alguns discos no iTunes, mas não era uma banda que me chamava a atenção, e continuou assim mesmo depois do show. as duas únicas músicas que eu posso dizer que de fato gosto (The Kill e Kings and Queens) não foram tocadas – ok, houve uma menção a The Kill quando o carinha foi lá pra tirolesa, mas pra mim foi insuficiente. o show da Florence e a sua máquina (ok, ok, Florence + the Machine) foi muito incrível, quase transcendental. a Florence parecia estar super feliz, pulando e correndo de um lado pro outro, como se estivesse se divertindo muito mesmo. foi, pra mim, um show redondinho, não senti falta de nenhuma música. adorei You’ve Got the Love e Dog Days Are Over (já pode considerar clássico?!). aí, depois do show incrível da Florence, entraram os headliners da noite: MUSE. cara, que show foda. foi muito bom, muito bom mesmo. colocar SupremacySupermassive Black Hole logo no comecinho do show foi ótimo pra empolgar logo, e eu acho que os caras fazem um rock ‘n roll bem bacana, quase próximo ao som do Pink Floyd (veja bem, eu disse quase próximo, eu sei que uma comparação dessas é meio foda, mas, guardadas as devidas proporções, eu acho que dá pra entender do que eu estou falando). gostaria que eles tivessem tocado também Undisclosed Desires e I Belong to You/Mon Cœur S’ouvre à ta Voix, porque eu gosto muito delas, mas a falta dessas músicas não comprometeu o show. deixar Madness pro finzinho do show foi coisa de gênio, amei, e teria adorado participar da ação dos pequenos cartazes escritos “I need your love”.
Capital Inicial

Capital Inicial

30 Seconds to Mars

30 Seconds to Mars

Florence + the Machine

Florence + the Machine

MUSE

MUSE

  • dia 20: quando o Frejat acabou de fazer o show dele, eu virei pros meus amigos e disse “tá ótimo, já vi um show maravilhoso, já posso ir embora“. o cara arrasou (e, não, não é só a super fã do Barão Vermelho/Frejat falando, o show foi incrível mesmo, tava todo mundo comentando). sério, eu não vi NINGUÉM PARADO durante o show, mesmo ao tocar a música nova de trabalho (O Amor É Quente), bem pouco conhecida entre o público presente. o melhor guitarrista do Brasil escolheu um setlist maravilhoso, não se atendo apenas às suas músicas ou às músicas do Barão; meu coração bateu MUITO MUITO FORTE quando ele tocou Não Quero Dinheiro (Eu só quero amar) do Tim Maia. eu me arrisco a dizer que essa é a minha música favorita do Tim Maia, e poder ouvi-la na voz do Frejat foi super especial. e, fechar o show com Pro Dia Nascer Feliz, putz, f-o-d-a. como se eu já não fosse super fã do cara, ele vai lá e arrasa no Rock in Rio. aí veio Matchbox 20, com um show ok, um show honesto. explico: eu não conheço muito a banda, como a maioria das pessoas que lá estavam (eu observei). pra não dizer que eu só conhecia as duas músicas (Unwell e Disease) que foram pra trilhas sonoras de novelas da Globo, eu também reconheci She’s so Mean, que eu provavelmente ouvi em alguma rádio em alguma viagem pros EUA, ou sei lá aonde. então o show foi mesmo honesto, agradou os fãs de plantão, e passou bem o tempo de quem tava simplesmente lá assistindo e curtindo a vibe. eu só não entendi porquê o vocalista cortou o cabelo, ele era bem gatinho nos clipes com o cabelo maiorzinho, ficou esquisito de cabelo muito curto. agora, um show que me surpreendeu foi o do Nickelback: primeiro porque eu não fazia a menor ideia de que sabia de cor tantas músicas da banda, segundo porque tinha muito muito fã por lá, terceiro porque o show foi super bacana! alguém deve ter falado pra eles todas as músicas que bombavam na MTV e no TVZ, não é possível! eles apostaram nos hits, e foram pouquíssimas as músicas que foram cantadas só pelos fãs (e era exatamente aí que você separava os fãs do restante da galera). foi um show que me deu vontade de ouvir mais as músicas da banda, mesmo que eu me atenha aos hits. quando Bon Jovi entrou no palco, a gente já tava quente quente, pronto pra ferver com muito rock ‘n roll. eu confesso que senti falta de Missunderstood, e mais falta ainda de I’ll Be There for You (gente, e o Bon Jovi tem música mais linda do que essa?) mas foi um show bem redondo, daqueles que ficam marcados pra sempre. eu tinha dado uma olhada na setlist que ele andava seguindo nos últimos shows e foi mais ou menos a mesma coisa, sendo que o momento mais incrível foi quando nós, o povo, conseguimos fazer a banda tocar Always, que eu não lembro de ter visto nas mencionadas setlists. foi emocionante nível ~tears~ (e, sério, eu vi muita gente chorando, emocionada com o momento). nesse dia, eu fui embora com a sensação de que tinha curtido um bom dia de shows.
Frejat

Frejat

Matchbox 20

Matchbox 20

Nickelback

Nickelback

Bon Jovi

Bon Jovi

  • dia 21: esse era o dia mais esperado pra mim, por motivos de John Mayer. eu amo gosto muito muito muito muito desse homem (rola ciúmes quando eu digo que amo ele ou que amo o Rupert Grint xD ) há muitos anos, e eu esperei quase 13 anos pra vê-lo ao vivo. pois é, o meu primeiro registro de ter ouvido uma música do John Mayer já tem quase 13 anos. mas o dia todo de festival tinha shows bacanas no line up. o show do Skank foi puro amor, adorei que teve participação especial de Emicida e Nando Reis (em momentos distintos). eu nunca tinha ido a um show do Skank, e foi muito especial ver ao vivo a banda do meu primeiro CD de rock da vida (o meu primeiro CD, primeiro mesmo, foi de Sandy e Junior, porque, né, eu era louca por eles quando tinha 6 ou 7 anos). é o tipo de banda que não fica velha no meu coração e eu mal posso esperar pela oportunidade de vê-los de novo. daí veio Phillip Phillips, que fez um show bem bonitinho. ah, vai, o cara é um fofo, e eu achei super bacana ele vir, já que ele tem aberto os shows da turnê “Born and Raised” do John. eu baixei o disco dele antes do Rock in Rio mas não cheguei a ponto de decorar todas as músicas. o ponto alto foi mesmo quando ele começou a entoar Home, que é a música que entrou pra trilha sonora da novela Sangue Bom. ele me pareceu um bom músico, e eu acho que tem futuro. aí, depois dele, veio o muso, o maravilhoso, o meu amor John Mayer ❤ eu sabia que o show seria menor do que o habitual da turnê “Born and Raised“, mas, fã que sou, amei de todo jeito. e tinha como não amar? ele começou o show com a música que eu escolhi pra tocar quando peguei o meu diploma de RI (No Such Thing) e, ali, ele me ganhou (como se fosse preciso me ganhar, eu já sou dele -hehehe- há quase 13 anos). daí pra frente, foi música maravilhosa atrás de música maravilhosa, e, quando vi, ele já tava começando a tocar Gravity. mas, antes de falar sobre Gravity, vamos mencionar o momento em que ele jogou pro público decidir se ele ia tocar Vultures ou Stop this Train, porque o tempo do show já tava acabando. eu falei “ai, John, toca as duas! toca qual você quiser!” mas acabou vencendo Stop this Train. e, olha, foi lindo. e Gravity, ah, Gravity foi um momento lindo, ele tacou a guitarra no chão, fez um solo imenso, super inspirado, super maravilhoso, jogado naquele tapetinho que eu vi tantas vezes em tantos DVDs e vídeos do YouTube. não tinha jeito de terminar melhor um show – quer dizer, eu preferia que ele simplesmente não tivesse terminado o show, eu poderia ter ficado por lá mais 1 semana ouvindo ele tocar todas as músicas de todos os discos e fazendo solos intermináveis. pra mim, o John consegue juntar muitas das virtudes do Jimi Hendrix com uma pegada pop/folk que super funciona. e, ah, muso maravilhoso ❤ quero que ele volte logo pra cá! e, ó, pode ficar aqui na minha casa, tá, John? depois do show dele, eu já tava super acabada, sem voz nenhuma (eu perdi a voz na segunda ou terceira música e continuei cantando e tal), e meu tornozelo tava doendo demais (mas isso vai ser pauta pra outro post, porque esse aqui já tá grande demais -isso porque eu estou tentando resumir as coisas), e, convenhamos, eu já estava em plenitude, mas ainda vinha The Boss pra fechar o Palco Mundo. esse show eu vi só um pedacinho ao vivo, e depois vi pela tv, mas me arrependi um tiquinho bastante de não ter forçado a barra pra ficar até o final. o que eu ouvi, eu gostei bastante. o Bruce Springsteen tem uma energia absurda no palco, e a E Street Band é fantástica. foi, enfim, um dia incrível, com shows incríveis, e eu saí de lá muitíssimo satisfeita.
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Skank

Phillip Phillips

Phillip Phillips

John Mayer

John Mayer

Bruce Springsteen (and the E Street Band)

Bruce Springsteen (and the E Street Band)

os preços e os perrengues: cara, que porra é essa de pagar 5 reais em um copinho de sorvete? e 12 reais em um cone de batata frita? e 10 reais num copo de Heineken (ou 9, se você fosse até uma das lanchonetes pra comprar)? tudo bem que os preços nesses eventos são mais caros, mas, porra, precisava aumentar tanto o preço da cerveja? no Lollapalooza de 2012 (e soube que no Rock in Rio de 2011 também), um copo de Heineken era 7 reais (ou 8 na mão dos carinhas que vendem no meio da galera). também era caro, mas, vá lá, ainda pagável. ah, sim, sobre os banheiros: muita gente comentou de problemas nos banheiros e tal, mas eu acho que dei muita sorte, porque, pra mim, tava ótimo. os banheiros estavam limpos todas as vezes que fui, sempre tinha papel higiênico, sempre tinha sabonete pra lavar as mãos, sempre tinha papel toalha, e sempre tinha gente limpando os boxes! sem contar que a iluminação tava ajudando muito (eu lembro que no Lollapalooza foi bem difícil ir no banheiro químico na escuridão). ou seja: a coisa que eu mais temia de perrengue foi super tranquila, pelo menos pra mim. é claro que tinha filas nos banheiros – mas, porra, isso sempre tem né. as filas pra comprar comida também estavam bem aturáveis. e, bem, eu levei tanto biscoito que quase não precisei comprar comida.

#bolsistasofre

#bolsistasofre

os looks: eu escolhi roupas bastante confortáveis para os dias de festival, todas dentro do meu estilo, e pensando mais no frio que eu poderia sentir de noite do que nas horas de sol que antecederiam a madrugada.

  • no dia 14, eu arrisquei uma muscle tee da Espaço Fashion que eu usei muito pouco desde que comprei, com um bralet estampado de flores da Farm, pra ficar confortável e curtir numa boa sem me preocupar com o que poderia eventualmente aparecer. o short é da 284, cheio de spikes  ❤ nos bolsos. a camisa xadrez é da Farm (essa camisa já tá quase andando sozinha, é muito xodó), e a bolsa de franjas e ~studs~ é da PacSun (quando eu comprei essa bolsa eu falei que ela seria a minha bolsa de festival). meia calça fio 80 pra segurar a friaca da noite, e bota da Forever 21 pra manter os pés quentinhos e protegidos. os óculos escuros são da American Eagle Outfitters.
a única foto onde aparece o bralet da Farm é essa, onde estou agarrando o príncipe regente xD

a única foto onde aparece o bralet da Farm é essa, onde estou agarrando o príncipe regente xD

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  • no dia 20, fui bem mais básica, porque soube meio que de última hora que eu iria no lugar da minha cunhada. combinei a blusa do Led Zeppelin com short jeans de estrelinhas da Shop 126, e o ~toque especial~ ficou por conta dos dois cintos da C&A. nos pés, o All Star cinza da Converse. óculos escuros da Urban Outfitters, com a meia calça e a bolsa que voltaram pra Cidade do Rock. de noite, entrou em cena o tricot listrado p&b da Farm, e o óculos de grau Marc Jacobs – a melhor sacada de todos os tempos pra não cansar mais ainda os olhos com as lentes de contato.

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quem acha que eu tirei essa foto pra mostrar que o Harry Potter foi pra Cidade do Rock levanta a mão o/

quem acha que eu tirei essa foto pra mostrar que o Harry Potter foi pra Cidade do Rock levanta a mão o/

quando a noite caiu, tricôzin pra esquentar a friorenta

quando a noite caiu, tricôzin pra esquentar a friorenta

  • no dia 21, eu acho que eu pirei muito no look, mas acabou dando certo! combinei um vestidinho estampado de flores e caveiras da H&M com camisa xadrez cinza com aplicação de tachinhas também da H&M e parka estampada de cavalinhos da Farm. pode parecer exagero, mas na véspera eu senti tanto frio por lá que eu preferi não arriscar. também fui com chapéu de feltro da Farm, o mesmo óculos da véspera e a mesma bolsa da véspera, e de meia calça, e com a botinha da Forever 21 outra vez (essa bota é mega confortável, tô #chatiada que ela tá ficando velhinha demais).
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de dia, o truque foi amarrar a camisa e a parka na cintura

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combinação das estampas: o vestido, a camisa, a parka, e o lenço com estampa da bandeira do UK que fez as vezes de canga

combinação das estampas: o vestido, a camisa, a parka, e o lenço com estampa da bandeira do UK que fez as vezes de canga

  • em todos os dias, a make foi bem simples: lápis waterproof nos olhos, lip balm, e muito protetor solar! e, ah, claro: muitas muitas pulseiras junto do relógio da Casio! #armparty

a conclusão: curti muito o festival, e não me arrependo de ter ido. além de ter visto shows muito bons, foi ótimo poder quebrar algumas opiniões que eu tinha, e também confirmar outras. pode ser que eu morda a minha língua, mas eu acho que em 2015 eu não volto não. veremos. #provemewrong #idareyou

o resumo: depois de um post desse tamanho (cara, eu escrevi muito, como pode?), eu posso resumir o Rock in Rio que eu vivi com essas fotos:

rock on.

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~vamo pulá~

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a little bit of ~rock and roll~ is what the whole year is all about
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WB Studios em LA

Em maio desse ano (quando eu ainda estava usando aparelho), rolou uma oportunidade muito bacana de ir pra Califórnia, e um dos passeios que fiz questão de fazer foi uma visita aos estúdios da Warner Bros. em Los Angeles!

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É preciso agendar online com alguma antecedência, e custa cerca de US$55,00 por pessoa. Cada tour acomoda até 12 pessoas e dura cerca de 2h15, período no qual a gente vê um pouquinho da magia por trás das cenas do cinema e da TV.

A gente deu muita sorte de ser guiado por um cara que era super bem humorado, e se esforçava de verdade pra fazer daquela nossa experiência algo inesquecível – inclusive fez com que o Felipe e eu encenássemos um diálogo de Casablanca em frente a um dos sets outrora usado para a gravação do filme.

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Enquanto estávamos lá, tava rolando gravações de Pretty Little Liars (alguém acompanha a série? Eu não consegui me desapegar da tristeza do fim de Gossip Girl pra assistir a outra série desse tipo…).

O grupo pôde escolher 3 sets de TV pra visitar, e eu escolhi 2 (porque eu sou apressada e quis logo garantir coisas bacanas hehehe): The Big Bang Theory e 2 Broke Girls! O terceiro set visitado foi de The Mentalist. Nessa parte do passeio, não é permitido tirar fotos – bem como no museu que eles mantém com figurinos e props de filmes e séries como The HangoverBatmanInglorious BastardsGossip Girl, etc – e o segundo andar INTEIRO de Harry Potter. Claro que foi o lugar onde eu mais surtei e mais queria tudo, e logo onde não podia tirar nem uma foto. Em compensação, fotografamos bastante no set de FRIENDS, mantido intacto por lá!

Algumas coisas legais que a gente consegue ver (e, ainda bem, fotografar) são carros usados em filmes. Morri com os Batmóveis, morri duas vezes com o NerdHerd (sdds Chuck <3), e morri 7394793 vezes com o Ford Anglia!

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Na mesma área tem a cápsula usada pra gravar o episódio em que Howard é enviado ao Espaço na sua missão como astronauta:

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Um dos sets a céu aberto mais legais é esse aqui:

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Sabe por quê? Esse prédio, esse mesmo, grandão, atrás de mim, foi usado pra gravar cenas que estão em muitos filmes, sim, mas, principalmente, muitas das cenas dos últimos filmes do Batman. É isso ae, pessoal, Bruce Wayne esteve ali. E esse carrinho bonitinho azul e branco é o que usamos pra passear pelos estúdios, hopping on and off quando queremos tirar alguma foto.

Achei um passeio super bacana e fiquei muito satisfeita por ter visto vários detalhes que compuseram muitas histórias que gosto de acompanhar no cinema e na tv. Cada vez que via um set usado em Chuck (série que mais sinto falta de todas pra sempre) ou algum filme que gostei muito, quase pulava no carrinho (#soudessas). Com certeza recomendo o passeio!

como fazer print screen no Mac

Esse post pode ser inútil pra muita gente, mas a minha vida mudou quando eu descobri como fazer print screen no Mac. Há muitos anos uso tanto Windows quanto OS, e sempre sentia falta daquela tecla mágica que vem nos computadores prontos pra serem usados com o Windows. Eis que um belo dia eu descobri #comofaz no Mac/Macbook, e, olha, que alegria.

É mais um daqueles casos que a Apple ganha de lavada da Microsoft, porque não só dá pra fazer print screen, como existem vários jeitos de fazê-lo, ao gosto do freguês usuário.

Opção 1: o print screen como a gente já conhece

command + shift + 3

  • pressionando command ⌘ + shift + 3 ao mesmo tempo = a tela será capturada e um arquivo será criado no desktop, com a data e hora da captura.

Opção 2: capturar uma janela do aplicativo selecionado

command + shift + 4

  • pressionando command ⌘ + shift + 4, você vai ver a mudança do cursor para +; pressione a barra de espaço, e o cursor vai mudar pra uma câmera. Aí é só clicar sobre a janela que deseja capturar, e um arquivo com a imagem será criado no seu desktop.

Opção 3: capturar uma parte selecionada da tela

  • command ⌘ + shift + 4, o cursor vai mudar para +; arraste uma caixa ao redor do que deseja copiar, e solte o mouse; um arquivo será criado no desktop.

Opção 4: print screen sem criar um arquivo no desktop

  • command ⌘ + control + shift + 4; o arquivo será salvo na pasta de transferências.

É tão fácil que, depois que eu descobri como faz, eu fiquei me perguntando como é que demorei tanto tempo pra descobrir como tinha que fazer.

e vamos pro “rock”, bebê

todo mundo sabe da birra que eu tenho com o Rock in Rio (se não sabe, clica aqui e lê o que eu já escrevi sobre o festival em 2011). mas, esse ano, eu resolvi deixar a birra de lado, como eu anunciei em 2011 que poderia eventualmente fazer, e vou curtir os dois sábados de festival. acontece que, nesse ano, eu fui positivamente surpreendida por um line-up que, de fato, privilegia o rock. dos 7 dias de festival, 5 são dedicados ao rock n roll nas suas muitas variações.

pra falar a verdade, eu gostei do line up num grau que gostaria de ir, além dos dois sábados, nas noites de Metallica, Bon Jovi e Iron Maiden. mas, além de não ter grana, já foi difícil conseguir ingresso pra dois dias, que dirá cinco. e, vamos combinar, cada ingresso tava caro pra caramba,

falando em caro, já fiquei sabendo que um copo de Heineken tá custando R$10,00. DEZ REAIS. DEZ FUCKING REAIS PRA UM COPO DE CERVEJA. tá foda a vida. #bolsistasofre

ah, já fiquei sabendo também que tem fila de 6h pra brincar na tirolesa (que eu não tenho vontade de ir), e uma média de 2h de espera pra brincar nos outros brinquedos (pretendo ir pelo menos na roda gigante, veremos).

é claro que pretendo registrar aqui minhas impressões e experiências no festival, mas eu quis registrar antes da farra começar que eu vou pro Rock in Rio ver rock n roll, esperando ser surpreendida de forma tal que as minhas birras acabem.

e vamos pro rock, bebê!

eu não gosto de falar no telefone

eu acho que não existe no mundo quem deteste mais falar no telefone do que eu. o que eu tenho de tagarela no cara a cara, ou no whatsapp, eu emudeço quando o telefone toca e eu preciso atender.

eu não sei quando isso surgiu, nem porquê, mas eu detesto falar no telefone há muito tempo. pelo menos há tempo suficiente pra render pauta pra um post.

quando é inevitável, eu pareço um macaco falando: porque eu simplesmente não sei o que dizer. ao invés de ser eu, como sempre sou, ao telefone eu viro uma criança imbecil de, sei lá, 1 ano. parece que eu não sei nem falar.

se eu pudesse, resolvia a minha vida toda por escrito: sms, whatsapp e email estão aí pra isso, gente.

ah, sei lá, cara. eu odeio tanto falar no telefone que só de ter que dizer que eu não gosto de falar no telefone eu já perco a vontade de falar de todo jeito.

ps: que porra de iPhone 5c feio foi esse, meu Deus? ontem eu fiquei muito muito muito revoltada com essa porra. iPhone colorido é uma das coisas mais escrotas que podiam inventar na vida! ainda bem que mantiveram o 5s na linha do 5 e ainda resta a opção de ter um black slate. mas, olha, que revolta com esse treco colorido, viu.

tempo que escorre pelas mãos

quando eu vi, já era segunda feira, dia 09 de setembro. essa temporada em Brasília passou rápido demais.

em meio à muitos livros, muito trabalho, e o Felipe muito doente, essas duas semanas voaram, como se o tempo escorresse pelas minhas mãos, sem que eu tivesse o menor controle sobre ele, sem que eu pudesse pedir pra ele que esperasse um pouquinho.

tempo, por favor, me dê mais tempo.

não tenho muito mais tempo para terminar a dissertação; março tá aí, batendo à minha porta, sem mesmo pedir licença, querendo chegar correndo.

ainda falta muito pra acabar a dissertação. e cada vez mais parece que vou demorar mais.

tempo.

cadê o tempo?

muitas horas na biblioteca, que não são tempo perdido, mas tempo produtivo. algumas horas dedicadas aos devaneios, necessários, em meio à energia nuclear e à política externa.

amanhã eu volto pra Niterói, pra encontrar meus pais. amanhã eu volto pra Niterói, pra voltar a ser filha – dessa vez por um mês! – e deixar a pseudo-dona-de-casa descansar um pouquinho. amanhã eu volto pra Niterói, pra deixar de escrever 4689423942 páginas por dia e escrever, sei lá, meia página. amanhã eu volto pra Niterói pra aproveitar(?) um Rock in Rio em dois sábados, pra respirar melhor fora dessa seca, e até sentir um friozin mais intenso. amanhã eu volto pra Niterói pra ficar longe do Felipe um pouquinho ): mas só um pouquin, porque ele vai a um sábado do Rock in Rio comigo \o/ amanhã eu volto pra Niterói pra curtir os meus pais, a comida da Lu, os confortos de estar em casa e ser filha – filha quase mimada, filha que ama, filha que tá dividida entre continuar criança e crescer.

tô crescendo muito em pouco tempo, e querendo ficar criança, indo na direção contrária ao tempo. é por isso que eu peço ao tempo que ele me dê mais tempo – de novo, e sempre.