diário de viagens: Las Vegas

Protelei pra escrever sobre essa parte da viagem por vários motivos. Poderia dizer que foi só porque eu tô atolada de trabalhos acadêmicos, o que seria pura verdade. Poderia dizer que foi porque os assuntos em pauta no Brasil nos últimos dias me fizeram exercer muito mais o meu papel de analista de política/relações internacionais, o que também é pura verdade. Mas o choque de realidade de ver que as nossas #feriasforadehora acabaram, e a saudade que cada linha escrita causava, foram os reais motivos por trás do atraso.

Desde nossa viagem pela África do Sul (com post em breve nessa mesma categoria!), sabia que o Felipe gosta de uma jogatina. Ele também é chegado em pegar a estrada, e terminar a nossa viagem em Las Vegas tinha um quê de emoção, aventura e coisas inesperadas que só reforçava a ideia de que a sin city tinha que ser destino certo.

De San Diego a Las Vegas, normalmente, gastaríamos cerca de 5 horas de viagem, sem contar o tempo que paramos pra almoçar num McDonald’s da estrada. Mas quando já estávamos quase chegando em Vegas, o trânsito simplesmente parou.

Pois é. Imaginem uma freeway de velocidade 70mph totalmente PARADA. Até hoje a gente não sabe  direito o que aconteceu, exceto pelas muitas viaturas de “highway patrol” que vimos passando e por um resquício de acidente mais na frente da estrada, mas sabemos que ficamos mais de 1 hora parados.

road to vegas

tô usando: camiseta Forever 21, short Espaço Fashion

tô usando: camiseta Forever 21, short Espaço Fashion

Chegando em Vegas, já deu pra ver o quanto a cidade é louca. Basicamente, tudo acontece em uma rua: a Las Vegas Strip. O nosso hotel era o The Signature by MGM Grand, no sul da Strip. Localização maravilhosa, atendimento incrível, e suítes super espaçosas. Como a gente não queria (e nem podia!) perder tempo, fomos logo jantar e aproveitar o que Vegas tem pra oferecer.

Jantamos dentro do próprio MGM Grand, no japonês Shibuya – que é muito mais do que um sushi bar, oferecendo também opções sofisticadas da cozinha japonesa.

escolhendo o jantar

escolhendo o jantar

Depois fomos explorar, de fato, a Strip, andando do MGM até o Caesars Palace, parando pra ver as águas do Bellagio.

o majestoso MGM Grand

o majestoso MGM Grand

Las Vegas Strip

Las Vegas Strip

o espetáculo de água e luz do Bellagio

o espetáculo de água e luz do Bellagio

Strip 02

tô usando: jaqueta TopShop, vestido de renda Farm, colar Espaço Fashion, bolsa PacSun

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me sentindo parte de The Hangover

Aí vem a primeira dica valiosa de Las Vegas (valeu, Dani!): nesse site aqui é possível descobrir as noitadinhas e colocar o nome na lista, tudo de graça! Por isso que o nosso primeiro destino foi o Caesars: lá era a primeira noitadinha programada! Eles mandam pro celular que fica cadastrado no site um SMS com todas as informações pra aproveitar a night. Nesse dia, fomos pro PURE Nightclub, sem pagar nada pra entrar e com free drinks pras mulheres até meia noite.

No dia seguinte, fomos cumprir um dos must-do na nossa lista de Las Vegas: os brinquedos radicais na Stratosphere Tower, do hotel & casino Stratosphere, que não fica na Strip. A torre do Stratosphere tem mais de 100 andares (se não me engano, são 108) e o ticket de acesso de um dia inteiro à torre e aos 3 brinquedos custou US$34,00.

Las Vegas vista de cima

Las Vegas vista de cima

Mas o que a gente queria mesmo era andar nos brinquedos: X-Scream, Insanity, e Big Shot. A gente tava com a adrenalina tão em alta só de olhar que eu não fotografei nada ): mas catei no Google umas imagens pra mostrar pra vocês.

insanity

Fomos primeiro no Insanity, que tem nome muito apropriado. Imagina só: você senta numa cadeirinha num treco que parece uma garra daquelas de maquina de pegar bichinho, aí uma portinhola se abre, a garra vai pra fora do prédio, e começa a girar muito, muito rápido (velocidade média de 40mph), sem nada em baixo, a 270m de altura. A primeira sensação é de pânico total, é claro. Mas depois é absolutamente maravilhoso – parece que a gente tá voando. Tem vídeo aqui.

x-scream

Depois fomos pro X-Scream, que também não é pra quem tem estômago fraco. A 264m do chão, a gente é lançado pra cima e pra baixo. É tipo uma catapulta muito alta, sabe? Tem vídeo aqui.

big shot

O Big Shot foi nosso terceiro e último brinquedo. Nada mais é do que um daqueles elevadores que sobem e descem muito rápido – e que eu amo. Só que ele é o brinquedo mais alto do mundo, com 329m. Tem vídeo aqui.

Nessas imagens que busquei do Google, dá pra ver que tinha uma montanha russa também. Pesquisei e descobri que o nome dela era High Roller (apropriado, né?), e que ela fechou em dezembro de 2005.

Eu confesso que pintou um cagaço feio em mim antes de andar, mas eu adorei! Me arrependi um pouco de não ter comprado as nossas fotos brincando, mas cada uma custava cerca de US$15,00 e eu tava muito mão de vaca nesse dia. Recomendando o passeio, eu provavelmente começaria pelo Big Shot, depois ia no X-Scream e aí pro Insanity. Tudo bem que o Big Shot é o mais alto, mas acho que ainda assim é o mais tranquilo.

Depois do Stratosphere, voltamos pra Strip. Era só primavera e o sol tava muito quente. Não dá pra andar por lá sem uma garrafa de água! Protetor solar também é importante.

Strip 03

tô usando: chapéu Farm, óculos Ray Ban, camiseta Dress To

De noite, a ideia era fazer noitadinha no Chateau Nightclub, que fica no Paris Las Vegas. Então foi pra lá que fomos!

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Jantamos no Le Provencal, porque é claro que esquecemos de tentar uma reserva no Eiffel Tower Restaurant.

tô usando: jaqueta TopShop, vestido Farm, tênis Converse All Star para Bô.Bo, colar Espaço Fashion

tô usando: jaqueta TopShop, vestido Farm, tênis Converse All Star para Bô.Bo, colar Espaço Fashion

Dos casinos e restaurantes que visitamos, achei o Paris o mais sem gracinha /: ok, é super bonito lá dentro, tem todo jeitinho de Paris mesmo… mas não era nada demais. Gostei mais dos casinos do New York New York, do Mirage, e do próprio MGM Grand.

Sobre o New York New York Hotel & Casino: pra gente, era outra parada obrigatória. Como boa apaixonada por montanhas russas, não podia deixar de andar na The Roller Coaster. E foi lá que começamos o nosso último dia de passeios em Las Vegas.

como a montanha russa já tinha aparecido marotamente em fotos anteriores, busquei essas no Google (x

como a montanha russa já tinha aparecido marotamente em fotos anteriores, busquei essas no Google (x

A montanha russa é bem rápida – em velocidade e duração – mas é meio desconfortável. Bate muito a cabeça, sabe? Mas é bem bacana. Pra brincar uma vez, US$14,00 por pessoa. Claro que não comprei as nossas fotos de novo…

tô usando: chapéu Farm, t-shirt Forever 21, short Maria Filó, tênis Converse All Star para Bô.Bo

tô usando: chapéu Farm, t-shirt Forever 21, short Maria Filó, tênis Converse All Star para Bô.Bo

O melhor desse dia ainda estava mesmo por vir. Como bons fãs dos Beatles, não poderíamos deixar passar a oportunidade de ver The Beatles LOVE by Cirque du Soleil, um dos espetáculos fixos do Cirque du Soleil. Compramos os ingressos no concierge do nosso próprio hotel e seguimos pro Mirage, onde acontece o espetáculo.

tô usando: jaqueta Top Shop, camiseta Cantão, jeans Lucky Brand, sapatilhas Ballasox - e o óculos de grau Marc Jacobs

tô usando: jaqueta Top Shop, camiseta Cantão, jeans Lucky Brand, colar Espaço Fashion, sapatilhas Ballasox – e o óculos de grau Marc Jacobs

Já se passou quase um mês e eu ainda fico buscando palavras pra descrever aquele verdadeiro espetáculo. Eu e o Felipe compartilhávamos um certo medinho de ficarmos desapontados, porque nossa expectativa era muito alta – mas nossas expectativas foram superadas.

Como nas outras apresentações do Cirque, também não é permitido filmar ou fotografar, mas no site oficial tem um vídeo com um preview do show (que tá no YouTube).

LOVE 02

de sacolinha na mão, é claro. Yellow Submarine me deixou doida com os merchs❤

Na falta de mais palavras, apenas duas dicas. A primeira é: não economize (muit0) nos ingressos. Quando não sabíamos de nada, queríamos ficar no setor E, o mais barato, mas acabamos indo pro C: a diferença de preço é relativamente pequena, e a visão é muito muito melhor. Também tive a impressão, ao longo do espetáculo, de que o setor A (o mais caro!) não tem a melhor das visões, porque é preciso olhar pra cima em alguns (vários) momentos. Só se for pra ver várias e várias vezes – o que, acredite, você vai ficar com vontade de fazer.

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A outra dica é uma passadinha no REVOLUTION Lounge depois do espetáculo, que seduz com essas letras/puffs gigantes.

Claro que a gente não aproveitou nem metade do que Las Vegas tem pra oferecer, mas gostei bastante dos passeios que escolhemos. Passamos muito tempo dos nossos dias & noites nos casinos – mais ganhando do que perdendo dinheiro – e aproveitamos do nosso jeitinho. O bom de não fazer tudo é que sobram motivos pra voltar pra lá!

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