Arquivo do mês: outubro 2011

a dama de ferro

Margaret Hilda Thatcher, uma das mulheres mais inteligentes da História.

tem jeito não. the “Iron Lady” is an idol.

e esse registro foi um oferecimento do trabalho de Economia Política Internacional. ê lerê.

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from the Sovereign Majesty Queen

To the citizens of the United States of America from Her Sovereign Majesty Queen Elizabeth II:

In light of your immediate failure to financially manage yourselves and also in recent years your tendency to elect incompetent Presidents of the USA and therefore not able to govern yourselves, we hereby give notice of the revocation of your independence, effective immediately. (You should look up ‘revocation’ in the Oxford English Dictionary.)

Her Sovereign Majesty Queen Elizabeth II will resume monarchical duties over all states, commonwealths, and territories (except Kansas , which she does not fancy).

Your new Prime Minister, David Cameron, will appoint a Governor for America without the need for further elections.

Congress and the Senate will be disbanded. A questionnaire may be circulated sometime next year to determine whether any of you noticed.

To aid in the transition to a British Crown dependency, the following rules are introduced with immediate effect:

1. The letter ‘U’ will be reinstated in words such as ‘colour,’ ‘favour,’ ‘labour’ and ‘neighbour.’ Likewise, you will learn to spell ‘doughnut’ without skipping half the letters, and the suffix ‘-ize’ will be replaced by the suffix ‘-ise.’Generally, you will be expected to raise your vocabulary to acceptable levels. (look up ‘vocabulary’). (I love that one)

2. Using the same twenty-seven words interspersed with filler noises such as ”like’ and ‘you know’ is an unacceptable and inefficient form of communication. There is no such thing as U.S. English. We will let Microsoft know on your behalf. The Microsoft spell-checker will be adjusted to take into account the reinstated letter ‘u” and the elimination of ‘-ize.’ ‘ (I love that one too)

3. July 4th will no longer be celebrated as a holiday.

4. You will learn to resolve personal issues without using guns, lawyers, or therapists. The fact that you need so many lawyers and therapists shows that you’re not quite ready to be independent. Guns should only be used for shooting grouse. If you can’t sort things out without suing someone or speaking to a therapist, then you’re not ready to shoot grouse.

5. Therefore, you will no longer be allowed to own or carry anything more dangerous than a vegetable peeler. Although a permit will be required if you wish to carry a vegetable peeler in public.

6. All intersections will be replaced with roundabouts, and you will start driving on the left side with immediate effect. At the same time, you will go metric with immediate effect and without the benefit of conversion tables. Both roundabouts and metrication will help you understand the British sense of humour.

7. The former USA will adopt UK prices on petrol (which you have been calling gasoline) of roughly $10/US gallon. Get used to it.)

8.You will learn to make real chips. Those things you call French fries are not real chips, and those things you insist on calling potato chips are properly called crisps. Real chips are thick cut, fried in animal fat, and dressed not with catsup but with vinegar.

9. The cold, tasteless stuff you insist on calling beer is not actually beer at all. Henceforth, only proper British Bitter will be referred to as beer, and European brews of known and accepted provenance will be referred to as Lager. New Zealand beer is also acceptable, as New Zealand is pound for pound the greatest sporting nation on earth and it can only be due to the beer. They are also part of the British Commonwealth – see what it did for them. American brands will be referred to as Near-Frozen Gnat’s Urine, so that all can be sold without risk of further confusion.

10. Hollywood will be required occasionally to cast English actors as good guys. Hollywood will also be required to cast English actors to play English characters. Watching Andie Macdowell attempt English dialogue in Four Weddings and a Funeral was an experience akin to having one’s ears removed with a cheese grater.

11. You will cease playing American football. There are only two kinds of proper football; one you call soccer, and rugby (dominated by the New Zealanders). Those of you brave enough will, in time, be allowed to play rugby (which has some similarities to American football, but does not involve stopping for a rest every twenty seconds or wearing full kevlar body armour like a bunch of nancies).

12. Further, you will stop playing baseball. It is not reasonable to host an event called the World Series for a game which is not played outside of America. Since only 2.1% of you are aware there is a world beyond your borders, your error is understandable. You will learn cricket, and we will let you face the Australians (World dominators) first to take the sting out of their deliveries.

13. You must tell us who killed JFK. It’s been driving us mad.

14. An internal revenue agent (i.e. tax collector) from Her Majesty’s Government will be with you shortly to ensure the acquisition of all monies due (backdated to 1776).

15. Daily Tea Time begins promptly at 4 p.m. with proper cups, with saucers, and never mugs, with high quality biscuits (cookies) and cakes; plus strawberries (with cream) when in season.

God Save the Queen!

*eu acho um porre esse negócio da galera ficar compartilhando 3848379243 coisas tidas como engraçadinhas pelo Facebook, mas isso foi certamente uma das coisas mais geniais e divertidas que eu já vi nos últimos tempos. tinha que guardar aqui.

vivir sin aire

a verdade é que o Rock in Rio me fez voltar às minhas origens – melhor dizendo, às minhas origens do rock, bebê. afinal, ver bandas como Maná, Guns n Roses, Angra, Frejat (Barão Vermelho represent), e até mesmo Skank – a minha primeira referência de guitarras distorcidas, porque foi o primeiro disco de rock, bebê que eu ganhei na minha vida.

e, voltando às origens, não tem como não lembrar de algumas pessoas responsáveis por essa “formação musical” minha. porque, diferente de muita gente que eu conheço, eu não tive essa educação do rock dentro de casa. meus pais e – lógico, a maior responsável pelo meu gosto pela música – a mivó nunca me apresentaram ao rock and roll, mas sim a todos os artistas da MPB. e eu faço questão de não abandonar essas raízes, por mais que as guitarras e baterias e baixos tenham ganhado tom mais pesado since 2002.

pasmem: eu comecei pelo metal. pois é. foi com Iron Maiden, Shaman, e Angra que eu entrei nessa vida sem escapatória. os responsáveis foram uns colegas (gêmeos) do Ensino Fundamental, que me fizeram ver que a vida podia ir além de Sandy & Junior. daí por diante, me aventurei pela terra do Metal e suas variáveis (heavy a melódico), e fui descobrindo outras coisas, tipo Pink Floyd, Beatles, AC DC, Rolling Stones, Aerosmith, Nirvana, Foo Fighters, etc. é bastante engraçado pensar nesses termos, em termos de descobrimento, como se todas essas bandas estivessem lá, feito tesouros, escondidas numa ilha, só esperando a minha chegada num barco pirata e um aparelho de som para ouvi-las.

Barão Vermelho, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Titãs, essas coisas, eu nem classifico como descobertas, porque isso entrava na ideia de MPB da minha família, e eu acho que aprendi a cantar Bete Balanço antes mesmo de saber o que era rock, bebê.

mas foi com a minha mudança de colégio, no Ensino Médio, que eu me aventurei mesmo pelas terras do rock. foi aí que eu virei filha do rock and roll, com direito a banda (que nunca deixou a sala de casa) e tudo. foram meus amiguinhos do Ensino Médio que me ensinaram que havia continuidade; por trás de Pink Floyd, ficava Roger Waters, e por trás de Beatles, ficava Paul McCartney, e ainda tinha Eric Clapton, Judas Priest, G3, e tantos outros.

mas o que motivou esse devaneio tão longo que tá virando esta entrada neste espaço cibernético chamado meu blog foi o desenterro do Maná. porque certamente o Maná foi uma das descobertas mais importantes do ano de 2004, que me trouxe um namorado e canções que embalaram uma história, e até mesmo o pós-história, e tanta coisa que eu já passei nessa vida.

graças a Deus, a mocinha aqui fica cada dia mais forte, e menos insegura e sensível a esses assuntos. e foi hoje, escutando Maná, que eu fiquei grata pelas descobertas musicais, todas elas, que tanta gente me proporcionou nessa vida. isso é sinal de que tudo o que eu passei na minha vida tá deixando de ser uma sucessão de eventos emotivos pra se tornar a minha história, da qual eu tenho orgulho, e não tenho motivos para me arrepender. e aqui, naturalmente, vai caber uma intervenção cirúrgica com uma canção do Rei: em paz com a vida, e com o que ela me traz; a fé que me faz otimista demais; se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi!

antes de dar cabo deste post, vale uma nota: sim, o título se refere à canção do Maná, provavelmente a mais conhecida entre os brasileños, mas que não é nem de longe a minha favorita. poderia ter sido substituída por En El Muelle de San Blas, Falta Amor, Labios Compartidos, Oye Mi Amor, Clavado en un Bar, e tantas outras. mas, Vivir sin Aire se trata de amor perdido, amor que dói perder, e lógico que não dá pra me referir a Maná sem sentir dor do amor perdido – ainda que este sentimento esteja amadurecendo.

outra nota importante: desde a última vez que registrei qualquer coisa aqui, eu cortei o cabelo. pois é. um belo dia resolvi mudar. semana passada eu deixei de ser Maria Arrependida com aquele cabelo esquisito e enorme que tava, e agora tá direito, alguns dedos abaixo do ombro, do jeito que eu mais gosto.

última nota do dia: esse post não se classificou entre as menores coisas porque trata de música e amores, então, né. valeu o registro, só pra que eu nunca me esqueça.

depois do Rock in Rio 2011

não, eu não fui no Rock in Rio. aliás, eu critiquei este evento de todas as formas possíveis e imagináveis, em redes sociais ou na real life. a verdade é que eu realmente acho que brasileiro (leia-se: família Medina) não sabe fazer festival, e não há Cristo que me convença do contrário.

quando penso em festival, fica na minha cabeça aquela coisa meio Woodstock, meio Coachella, meio Lollapalooza, meio Rock in Rio 1985. quando eu penso em festival, penso em palcos sem muita montação, artistas sem muita frescura, e muito rock and roll – do metal ao alternativo.

mas, críticas à parte, eu assisti a todos os shows do Rock in Rio que me interessavam pelo conforto do meu lar (fica registrado meu agradecimento, Multishow, ainda que vocês estejam me decepcionando nas reprises, que não incluíram Snow Patrol, por exemplo). e a verdade é que a multidão foi a grande atração do Rock in Rio.

Ivetes e Cláudias a parte, todos os dias foram dias de rock, bebê. porque, afinal de contas, eu acho que não existe nada mais rock and roll do que ficar em pé por horas e horas, sob as mais diversas alterações climáticas (porque São Pedro não dorme no ponto), e ainda assim cantar, pular, e se empolgar, mesmo com os (muitos) atrasos. eu cheguei a essa conclusão enquanto assistia Guns n Roses (muito amor), que, Axl Rose velho e desafinado ou não, fez um showzaço; e a galera que lotava a Cidade do Rock esperou quase 2 horas sob a maior chuva da cidade pra ver aquela banda, mas certamente não saiu decepcionada depois de um setlist de quase 40 músicas.

daí que fica aquela coisa: acima de tudo, festival é desprendimento. quem vai pra festival, tem que ir com esse espírito de curtir tudo, desde chuvas e trovoadas até os shows mais sensacionais possíveis; e, se tá numa Cidade do Rock da vida, que oferece montanha russa, roda gigante e até salão de cabeleireiro (!), que encare as filas e aproveite tudo o que ficou incluído no seu ingresso.

na minha opinião, sem obedecer nenhuma ordem e independentemente do Palco (Mundo ou Sunset), os melhores shows – ou melhor, os shows que eu mais gostei de assistir – do Rock in Rio foram: Paralamas do Sucesso + Titãs, Elton John, Stone Sour, Capital Inicial, Snow Patrol, Red Hot Chili Peppers, Metallica, Joss Stone, Concerto Sinfônico Legião Urbana, Lenny Kravitz, Arnaldo Antunes & Erasmo Carlos, Frejat, Skank, Maná, Maroon5, Coldplay, Guns n Roses. fosse pelo setlist, pela animação (da banda ou da platéia), ou por qualquer outra coisa, esses foram os shows que quase me deram vontade de estar lá.

o Rock in Rio de 2013 já foi confirmado, e já disseram até que pretendem incluir um palco de street dance. cada vez mais, a família Medina me dá mais motivos pra zoar suas decisões acerca do festival. mas, se até meus pais tiveram vontade de ir lá na edição desse ano, quem sabe a gente não dá um pulo lá em 2013. afinal, uma coisa que a gente deve aprender na vida é a premissa do never say never.

*esse post foi incentivado pela Fernanda Belém, que gentilmente elogiou os posts que escrevo nesse blog, e aí eu resolvi escrever umas linhas tortas hoje e publicar aqui.

a verdade com frases abertas

– decidi que vou parar de beber cerveja.
– ue, por quê?
– porque cerveja engorda muito, e, por ser uma bebida fermentada, faz um mal danado pro estômago.
– Letícia, o que faz um mal danado e engorda é esse monte de porcaria que você come.