o começo do fim

eu fui extremamente sortuda: ganhei, no Twitter, um par de ingressos para assistir à pré-estréia de Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1. sim, uma verdadeira pré-estréia, já que a estréia mundial era no dia 19 de novembro de 2010, a partir da 00h01 (e eu já tinha ingressos pra essa sessão — óbvio), e eu assisti no dia 18 de novembro de 2010, às 20h30. obrigada, Saraiva. obrigado, Warner.

e, sim, obrigado Warner. pela primeira vez, não saí do cinema completamente decepcionada. pela primeira vez, não saí do cinema com a sensação de que tinham destruído uma história tão bem escrita e pensada. pela primeira vez, saí do cinema feliz.

todo mundo sabe que, quando eu soube da divisão de Harry Potter and the Deathly Hallows em duas partes, tive minhas dúvidas. duvidei da qualidade do filme, porque Yates já tinha me decepcionado. duvidei se saberiam fazer o corte na história. mas, naquela pré-estréia, todas as minhas dúvidas foram sanadas de forma positiva.

é claro que falta coisa. é claro que inventaram coisas (como sempre fizeram). é claro que os verdadeiros fãs ainda saem do cinema com aquele sentimento de eu-queria-que-tal-coisa-tivesse-entrado-mas-deixaram-de-fora. mas, é o melhor filme até agora, sem a menor dúvida. obrigado, Yates. você quase está perdoado pelas merdas que fez com Harry Potter and the Half-Blood Prince (só que não).

sinceramente, eu gritei quando os créditos apareceram. eu não queria que o filme acabasse. eu saí da sala de cinema pulando de excitement. eu mal podia esperar pra ver de novo. quase corri pra usar de fato os ingressos que tinha comprado pra meia-noite. mas, a fome era grande, e a racionalidade me fez ver que era melhor comer e esperar mais algumas horas pra ver de novo (porque ontem, dia 19/11, eu assisti HP7part1 pela segunda vez, às 15h10).

foi o começo do fim. a espera até julho de 2011, agora, está incentivada pela certeza de que a Parte 1 ficou muito bem feita, e pela esperança de que a Parte 2 seja tão boa quanto, dando à série o final épico no cinema que ela merece – como Rowling fez, brilhantemente, no livro.

obrigada, Jo Rowling, por ter, finalmente, se tornado produtora dos filmes que retratam a sua ideia. obrigada por não ter deixado o Yates fazer tanta bobagem.

simplesmente, obrigada.

e, mais uma vez, esse meu amor não é nada pequeno.

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