Arquivo do mês: agosto 2008

from the love letter

the paper cuts from the love letter you never gave him.

é isso aí. vai acabar se fudendo, porque a minha velha mania de me auto-sabotar está de volta.

feel the end and enjoy the consequences? se as conseqüências forem boas, ótimo. se não… bem, senta e chora né.

twilight

estou me sentindo mega estúpida por não ter comprado a coleção completa de twilight enquanto tava em Orlando. agora eu tenho que esperar sabe Deus quanto tempo pra ler o próximo volume – tudo porque a Saraiva demora 187230230 anos pra entregar uma edição em inglês e já chega eu ficar com uma coleção de livros misturada entre inglês e português – Gossip Girl (aliás, acabei de ler o 6º livro hoje, fantástico). grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr quero ler os outros 3 livros de Twilight!!!

boliche rules!

caraca, boliche é muito legal!

quanto mais com a família addams.

foda!

e eu ainda ganhei de todo mundo! sorte de principiante ou auto-didata??

ei, warner, vai tomar no cú

warner filha da puta.

faltando 97 dias para dia 21 de novembro, a warner resolveu adiar a estréia de Harry Potter e o Enigma do Príncipe para o dia 17 de julho de 2009.

isso mesmo. agora, ao invés de faltarem 97 dias, faltam 11 meses e 2 dias.

warner filha da puta.

e isso, definitivamente, não é pequeno.

eu tive um sonho – ou dois

então, eu tive dois sonhos muito estranhos – aliás, foram dois pesadelos numa noite só, pra ser sincera. e eu sinto que, se eu não escrever sobre eles, e refletir sobre eles, eu vou ter coisas.

o primeiro: eu era a mulher aranha, e eu tinha que salvar as pessoas do fogo que tava num túnel, e o túnel se fechou antes que eu pudesse salvar um último garoto que tava lá, e eu chorava copiosamente; quando eu saí do túnel, com a roupa de mulher aranha fudida, e chorando muito, meu padrinho tava lá pra me consolar, dizendo que tudo ia ficar bem.

[pausa para acordar chorando e apagar logo depois, ainda chorando]

o segundo: eu estava voltando de beagá de ônibus, e o ônibus capotou e pegou fogo, e eu queimei parte do meu braço quando tentava sair do ônibus.

tenso, cara. muito tenso. eu passei ontem o dia inteiro mega tensa porque eu não conseguia parar de ver o fogaréu do túnel, e o ônibus virando e pegando fogo. fiquei muito desesperada.

e hoje foi muito divertido, eu deixei de cumprir todas as minhas obrigações pra passar o dia com a mivó o/ e ela amou³ o relógio que eu dei pra ela.

e agora eu vou tentar dormir, porque eu tô morrendo de dor nas costas e cansaço. may the force be with you.

memórias, crônicas e declarações de amor

se algum dia eu tiver filhos, eu faço questão de contar pra eles da minha paixão eterna por Harry Potter. e eu vou começar dizendo que Harry Potter mudou minha vida, de verdade, e que, depois que conheci Harry Potter, em 1997, minha vida mudou completamente, e eu virei outra pessoa. sem exageros.

obviamente, vou incentivá-los a ler os livros e assistir aos filmes, mas eu vou comprar cópias novas pra eles, porque provavelmente todas as trocentas coisas que eu tenho de Harry Potter, o que inclui coleções de todos os livros em algumas línguas diferentes, continuarão intocáveis por outras pessoas que não eu.

depois que eles tiverem lido tudo e visto todos os filmes, eu vou contar toda a minha história com Harry Potter; todas as vezes que eu fui nas estréias (geralmente levando o avô deles pra ver comigo, ainda que à 00h01), todas as vezes que eu fui muitas vezes ver os filmes no cinema, todas as vezes que eu fiz os avós deles me levarem pra comprar os livros na hora em que as caixas se abriam, todas as vezes que eu fiz isso tudo vestindo meu uniforme da Grifinória, todas as vezes que eu comprei os dvds no dia dos lançamentos, etc.

o problema todo é que eles provavelmente não vão entender por completo todo esse amor, porque não viveram a geração Potter, da qual eu faço parte; essa geração que viu os livros saírem nas suas datas de lançamento e muitas pessoas vestidas como bruxos para dar boas vindas às novas histórias, ou às adaptações cinematográficas. mesmo assim, vou dizer que, se eles gostam da mãe deles, deveriam agradecer a tia Jo, por ter criado o Harry, porque o que ela é hoje, e vai ser pelo resto de sua vida, se deve muito ao fato de ter amado profundamente, incondicionalmente e inexplicavelmente tudo o que dizia respeito a esse mundo.

livros, john mayer e café

hoje chegaram 4 caixas da livraria Cultura com meus livrinhos e cds do John Mayer, e eu fiquei mó feliz o/ só fiquei puta porque eu gastei 4 reais com uma xerox que eu só usei 1/3 dela, porque o livro Global Political Economy chegou né d; e eu descobri que o texto de Teoria II que eu tinha que ler pra amanhã eu tenho o livro há mais de 1 ano e já tinha lido o capítulo há séculos, YEEEEEEEEEES. daí eu só recordei as paradas e me dei por satisfeita xD aí agora eu tô morgando aqui sem fazer porra nenhuma de útil, só ouvindo John Mayer e tomando café. e eu amo ele mais ainda agora, porque o Room for Squares tem uma tabela periódica impressa no cd. só um cara foda como ele teria uma tabela periódica impressa num cd! amo.

dor de cabeça

e crise alérgica.

agora que julho acabou

agora que julho acabou, me sinto mais apta a comentar esse mês que, no final das contas, foi incrível.

primeiro e antes de tudo, começou com a continuação das merecidas férias. ah, férias. dormir o quanto quisesse. comer porcaria. assistir quantos filmes quisesse, até a hora que quisesse. ir ao cinema quantas vezes quisesse. passear. sair pra dançar. me divertir sem hora pra acabar. e, pra juntar diversão e compromisso, visitar o MIRIN na última semana, pra rever amigos queridos e divulgar o MERI-SVM.

e tudo isso eu fiz, logo de primeira, assim, bem na primeira semana – exceto a parte do MIRIN porque, afinal, como eu já disse, era só na última semana do mês. mas, logo na primeira semana, eu já tinha ido ao cinema, passeado, saído com os amiguinhos, etc. tudo ótimo, tudo como previsto. cumprindo os planos. mas, e aí? eu realmente passaria minhas férias fazendo só isso? aparentemente, sim. e também viajaria pra Miracema, uma hora ou outra. sem comentar que eu tava sem iPod, já que o Alberto Raimundo resolveu não funcionar de uma hora pra outra.

tudo bem. eu consigo viver com isso. claro, não seriam as férias dos sonhos, mas seriam boas férias. até porque o que eu queria mesmo, a princípio, era descansar, desestressar. e isso, definitivamente, aconteceu.

acontece que numa determinada segunda feira, dia 7, eu saí com a mamãe pra mais um passeio divertido – afinal, quando não é divertido sair com ela? amo muito meeesmo. chegamos em casa lá pelas 8h30, tomei meu banho, usei um pouco o pc, vi um filme, e dormi. o que eu não sabia era o que estava pra me acontecer.

quando acordei no dia seguinte, encontrei minha mala-de-ir-pra-disney no meu quarto, com um bilhete em cima dela, escrito: parabéns, você ganhou uma viagem pra disney e embarca quinta feira. Deus do céu, eu comecei a gritar, correr, pular, chorar, sorrir, tudo junto, num misto de emoções que eu não compreendo até agora. eu abracei tanto a mamãe, mas tanto, que eu nem sei como eu tive forças pra isso. foi uma loucura, claro. 2 dias pra organizar tudo e viajar. não deu nem tempo de contar pras pessoas – do que eu realmente não me arrependo, principalmente agora.

e eu fui. e foi perfeito: o grupo era maravilhoso, formamos uma verdadeira família, denominada A Família Addams – porque sempre chovia onde a gente ia! mas até que tiveram uns dias de sol maravilhosos. foi um verão incrível, no meio de um inverno que tinha tudo pra ser bastante comum. eu me diverti horrores, brinquei demais, me emocionei ao ver o parque do Harry mais uma vez em construção, fui a todas as montanhas russas pra extravasar tudo o que podia (e acho que até o que não podia também), comprei tudo o que eu quis, inclusive meu PSP e uma câmera novinha com 10.0mp mega fuderosa, gastei um fastpass ouro no Pooh e Deus, como é misericordioso demaaaaaaaais, deu um outro pra gente no outro dia que fomos ao Magic Kingdom… e, além de tudo isso, a Apple me deu um iPod novo, porque o meu não tinha conserto mesmo e, como tava dentro da garantia… bem, eles quiseram garantir que eu voltaria pro Brasil muuito feliz.

não existe outra palavra pra descrever essa viagem a não ser inexplicável. acho que só a Família consegue mesmo entender o quão bom foi. e como diz a canção, ‘nothing lasts forever’, e essa viagem também acabou. ficaram as lembranças maravilhosas, e o gosto dos muitos Starbucks que eu tomei.

chegamos. dormi por mais de 20h seguidas depois que eu cheguei, e não consegui ir ao MIRIN no último dia, como previsto. mas, sinceramente, não me arrependo. quem liga pra simulações quando eu tava na disney?? tá, eu ligo. mas eu tenho que me convencer de que não devia me importar tanto assim.

no domingo, fui ver Batman – The Dark Knight, que é foda. aliás, não é só foda; é fodaralho pra carilho, mesmo. e embora nessa semana eu não tenha tido muitas emoções, hoje com certeza será sensacional, porque Marcos e Pedro vêm me ver, e eu já tô morrendo de saudade deles – embora só tenha 8 dias que a gente se despediu no aeroporto. só que esses dois fizeram a minha viagem ainda melhor do que ela já seria de fato. eles foram a pringles de cada dia. seja como ‘os meninos’, ou ‘Marcos e Pedro não são um só’, eles foram essenciais, e se tornaram parte essencial pra minha vida, agora.

aliás, todos da viagem, como em todas as viagens. quando eu paro pra pensar nessas 4 vezes que eu fui, nesse vício que começou há 4 anos, vejo que cada pessoa de cada um dos 4 grupos contribuiu de uma forma especial para o que eu sou hoje. sejam as irmãs que eu escolhi, o grupo que eu adotei, o grupo parte da grande escapada ou a família, todos contribuíram para o que eu sou.

e, falando em contribuições para o que eu sou, ontem foi o dia do Harry e da tia Jo. foi o dia em que eu dediquei cada segundo do meu pensamento – exceto um parêntesis – à eles dois, meus heróis. à ela, que através dele, me faz crescer mais a cada vez que eu leio os livros, com cada ensinamento de cada momento das situações pelas quais o Harry passa.

constantemente, as pessoas me perguntam ‘você ainda gosta de Harry Potter?’ e/ou ‘por que você num pára de ir pra Disney?’, e eu tenho satisfação em responder a essas duas perguntas. quanto a primeira, dou explicações lentas e detalhadas, para que não haja erros de compreensão, de como Harry, seu mundo e as pessoas com as quais ele lida contribuíram para o que eu sou e serei pela minha vida inteira. quanto a segunda, respondo, também lenta e detalhadamente, para que todos entendam com precisão, que Orlando é minha segunda casa, é onde eu sou quem eu mais gosto de ser – uma criança -, e onde eu extravaso mais, desestresso mais, recarrego as baterias, etc, etc. e, muito embora a vontade de conhecer outros lugares e fazer outras coisas exista, eu tenho certeza de que, por um bom tempo, minha opção será Orlando, todas as vezes que a chance me for dada.

sem mais, julho acabou. agora é um novo mês, com o 4° período de RI começando segunda feira, e muito gás, adquirido naquele lugar aonde eu me sinto muito em casa, pra dar continuidade à caminhada que tenho feito.